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BEATRIZ IOLANDA PEIXOTO DE FREITAS: Economista, Palestrante, Consultora Empresarial, Escritora, Roteirista, Colunista e Professora Universitária.

Quais as chances de sucesso sem o diploma universitário?

thumbQuais as chances de sucesso de quem não tem curso superior? Depende. Alguns  grandes executivos não tem diploma de formação universitária, mas é bom lembrar  que esses bilionários são uma parcela mínima dos grandes nomes do mercado  mundial.

Para o diretor geral da Trabalhadores.com, Caio Infante, o mercado de hoje é  diferente e os recentes casos de sucesso estão no ponto com, como os cases de  Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, Bill Gates e Steve Jobs. “Essas pessoas  eram visionárias”, diz.
O gerente de vendas da Michael Page, Zuca Palladino, acredita que para o  empreendedor não é a formação acadêmica que vai guiar o sucesso, pois ele vai  empreender na prática. “A vivência é um equilíbiro entre a teoria e a prática”.

Aproveitando as oportunidades

Antigamente começar um negócio era mais difícil, sem as oportunidades da  internet, das franquias, e os investimentos recebidos. No entanto, o diretor da  Trabalhadores.com, destaca que na época em que Samuel Klein, por exemplo,  começou o seu negócio, as possibilidades eram melhores aproveitadas, com menor  concorrência e até mais espaço físico para desenvolvimento de um negócio.

O fator sorte é creditado a muitos desses nomes, mas Infante acredita que a  sorte de alguns desses empresários, “se é que podemos usar essa palavra”, foi a  de ter nascido em uma outra época, que não tinha tanta diversidade e os negócios  não eram tão pulverizados. “Mas, somente sorte, talvez em 2% dos casos”.

Segundo Infante sorte é a combinação de oportunidade e competência, a união  desses dois acasos. “Tantas outras barraquinhas estavam ao lado do Silvio Santos  e quem hoje é dono do SBT, entre outras coisas, é ele”.

Raul Randon, do Grupo Randon, José Carlos Semenzato, do Grupo SMZTO  Participações, holding de franquias multisetoriais, Eike Batista, Michae Dell,  fundador da Dell, são alguns nomes que criaram impérios sem terem um dia  recebido um diploma de curso superior.

Empreendedorismo ou carreira

“Se não for empreender, chegar a liderança em uma companhia, sem formação  superior é mais difícil”, avalia o gerente de vendas da Michael Page. Essas  pessoas com marca empreendedora que começam em uma empresa e chegaram ao  comando, são na maioria caso de herança familiar. Para ele, era comum, quando se  trabalhava no negócio da família, muitas vezes não dar importância de investir  em educação.

A cobrança da formação superior é maior principalmente em companhias  multinacionais, acredita Palladino. “É preciso ter uma formação acadêmica,  independente do caminho que vai seguir”.

Tecnologia

Com o modelo atual de economia e sem investimento é mais difícil conseguir o  sucesso desses grandes negócios que já explodiram. O diretor da  Trabalharores.com lembra que nos últimos dez anos muitas coisas surgiram com a  chegada da tecnologia. Por isso, ele acredita que quem consegue chegar lá tem o  auxílio das ferramentas tecnológicas.

Regionalmente, Infante lembra de casos brasileiros como o do Magazine Luiza e  do Ricardo Eletro. “Acho que os casos de sucesso talvez ainda venham do  interior, é mais fácil ver quem começou com um negocinho e hoje tem um grande  empreendimento”. O on-line fez com que esses negócios ganhassem o mundo.

Fonte Infomoney

4 dicas para o dia-a-dia empresarial

estrategias_marketingA rotina de um pequeno empresário é corrida e pode ter momentos de muito estresse. Muitos acabam culpando a rotina quando estão desmotivados para lidar com os problemas do negócio. “Rotina não é o que desmotiva, na verdade, a pessoa não está gostando do que está fazendo e não sente prazer no que faz”, afirma Flávia Lippi, coach do Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi (IDHL).

Um líder motivado pode gerar crescimento e contribuir para o sucesso de uma empresa. “Temos que celebrar as pequenas vitórias, mas sempre temos que melhorar, porque o mercado pode mudar e nos atropelar”, afirma Frederico Lacerda, sócio fundador da 21212 Digital Accelerator.

Para Sulivan França, presidente da SLACoaching (Sociedade Latino Americana de Coaching), uma das melhores formas de se motivar é se aproximando da sua equipe e avaliar como ela pode ajudar a solucionar alguns problemas. Abaixo, veja outras recomendações dos especialistas.

1. Faça uma reflexão

A motivação está totalmente ligada ao que você faz no seu trabalho. Para Flávia, uma autoavaliação é necessária para que enxergar quais são os motivos, às vezes implícitos, que estão desanimando.

Para França, a motivação é algo que tem que vir de dentro do empresário e, por isso, ele deve refletir também sobre sua vida pessoal. “Porque empreender não é 100% sempre, é uma montanha-russa de emoções. Às vezes, você vai ter problemas e é muito importante que você tenha um propósito claro”, afirma Lacerda.

2. Converse com os seus clientes

A missão de um empreendedor é entregar um produto que solucione o problema do consumidor. Seja um dono de uma startup ou de um restaurante, quando o cliente não está recebendo o que precisa para solucionar o seu problema é porque algo perdeu o sentido.Para Lacerda, buscar a visão do mercado e do consumidor é importante para ter motivação no trabalho. Gastar um tempo conversando com os clientes pode trazer novas ideias e melhorias para o seu negócio.

3. Faça planos

Ser uma pessoa inquieta e que gosta de novos desafios são características típicas de quem tem um perfil empreendedor. Entretanto, é preciso foco. “Se começa a empreender por vários nichos, tudo sem foco, e em coisas que não tem nada a ver, isso acaba minando a energia do empreendedor e tira o foco da sua equipe”, afirma França.

Estabelecer metas estratégicas e se capacitar para atingir esses objetivos são maneiras de manter a motivação em toda a empresa.

4. Invista na sua equipe

Ser um líder que inspira e motiva seus funcionários não é para qualquer um. Entretanto, essa habilidade é essencial para quem deseja ser um bom gestor de pessoas. “Muitos líderes acabam não ouvindo os seus funcionários e as suas ideias. Mesmo em startups, os fundadores acabam se apegando à ideia do negócio e não escutam o seu programador, por exemplo”, explica Lacerda.

Capacitar e trazer pessoas melhores que você para trabalhar na empresa são algumas atitudes que estimulam a inovação e novos desafios.

Fonte EXAME

Como fazer teu Curriculum Lattes

plataforma-lattes-cnpq1A razão de se possuir um currículo na plataforma Lattes

Essa plataforma que vem se aperfeiçoando há mais de uma década torna-se cada vez mais indispensável diante dos moldes atuais da comunidade acadêmica. O serviço oferecido de cadastramento e disponibilização dos currículos de forma objetiva e padronizada na internet significa muito para a eficiência de consulta, avaliação e conhecimento da atuação desses profissionais.

A trajetória acadêmica dos cadastrados encontra-se apresentada de tal forma que se torna simples, numa rápida consulta compreender suas trajetórias, interesses e o percurso de suas pesquisas. Inicialmente os objetivos da criação dessa plataforma eram apenas para que fosse uma ferramenta capaz de servir de apoio para as avaliações de currículos de alunos e professores que apresentassem solicitações de bolsas de estudo, projetos ou auxílios para desenvolvimento de atividades acadêmicas junto às instituições de educação ou de fomento à pesquisa.

Plataforma Lattes como requisito para inscrição editais

Hoje, frente ao nível de aperfeiçoamento do sistema, o mesmo serve a inúmeras outras funções. Além disso, já é adotado pela maior parte das instituições de nível superior do Brasil como requisito para inscrição em editais e programas que abrangem graduação e pós-graduação. As agencias de fomento à pesquisa valem-se da amplitude do sistema Lattes principalmente para o levantamento de dados estatísticos que possam servir de base para a implementação de políticas públicas, abertura de editais, avaliações institucionais, incentivo e etc. isso porque através das informações disponíveis no mesmo pode-se mapear não somente a atuação do profissional individualmente, mas também a relevância da instituição no cenário da pesquisa nacional.

Ainda por meio dos currículos disponibilizados nessa plataforma é possível que os programas de pós-graduação possam comprovar sua produtividade, competência e abrangência de suas atividades podendo pleitear e obter maiores incentivos, custeios para eventos e publicações, alargamento do numero de bolsas e melhores avaliações de seus programas.

Conclusão sobre a razão de se obter um curriculum Lattes

Enfim, professores, pesquisadores e alunos encontram na plataforma Lattes uma forma de manterem seus currículos atualizados e organizados e principalmente, dentro de um padrão nacional. Além disso, contam com uma facilidade de acesso de qualquer lugar do mundo através da rede mundial de computadores, possibilitando uma maior visibilidade que gera trocas e intercâmbios que tem se mostrado muito enriquecedoras para a educação no Brasil.

A possibilidade de localizar pesquisadores de áreas afins, acompanhar suas trajetórias e suas pesquisas através dessas informações faz com que pessoas com interesses em comum tenham muito mais facilidade de dialogo, o que é extremamente importante para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia. O cadastro na plataforma Lattes, a utilização desse currículo é uma opção única e exclusivamente do próprio pesquisador.

No entanto, uma vez que este se tornou o meio padrão de avaliação de currículos e méritos em todo o país o não cadastramento afeta diretamente os próprios pesquisadores, que muitas vezes se veem impossibilitados de participar de algum processo de seleção, edital, concurso ou solicitar fomento as agencias de apoio à pesquisa.

Assim, a plataforma Lattes torna-se parte do cotidiano acadêmico e é de fato a maneira mais simples de padronizar um sistema de currículos a nível nacional e tem se mostrado uma forma eficiente de consultas, levantamento de estatísticas e acompanhamento das trajetórias profissionais e do andamento das principais instituições de educação superior e pesquisa nas áreas de ciência e tecnologia.

Para fazer teu Curriculum na Plataforma Lattes CLIQUE AQUI

Fonte Plataforma Lattes

O que é um Plebiscito?

dcgfhjbnNO REFERENDO O POVO OPINA. NO PLEBISCITO O POVO DECIDE.

O plebiscito (do Lat. plebiscitu – decreto da plebe) era considerado, na Roma antiga, voto ou decreto passados em comício, originariamente obrigatórios apenas para os plebeus. Hoje em dia, o plebiscito é convocado antes da criação da norma (ato legislativo ou administrativo), e são os cidadãos, por meio do voto, que vão aprovar ou não a questão que lhes for submetida.

PEBLISCITO E REFERENDO

Apesar de se considerar plebiscito como sendo o mesmo que referendo, a verdade é que os dois conceitos podem significar ações muito diferentes e que podem, por vezes, ter significados opostos de serem radicalizados.

São, contudo, sempre referentes a assuntos de política geral ou local de extrema importância para as pessoas visadas. Assim, de um modo amplo, podemos considerar que são sinônimos. Por outro lado, de um ponto de vista específico, os termos podem apontar para conceitos diferentes, consoante os autores ou o contexto em que são aplicados.

Assim, podemos dizer que plebiscito é uma consulta ao povo antes de uma lei ser constituída, de modo a aprovar ou rejeitar as opções que lhe são propostas; o referendo é uma consulta ao povo após a lei ser constituída, em que o povo ratifica (“sanciona”) a lei já aprovada pelo Estado ou a rejeita. Maurice Battelli, de fato, define plebiscito como a manifestação direta da vontade do povo que delibera sobre um determinado assunto, enquanto que o referendo seria um ato mais complexo, em que o povo delibera sobre outra deliberação (já tomada pelo órgão de Estado respectivo).

Marcelo Caetano, por exemplo, já definia o referendo como um processo próprio de uma conjuntura governativa instituída, enquanto que o plebiscito seria próprio de tomadas de decisão que visassem alterações profundas na estrutura do regime político governante (em geral, da própria Constituição).’

CLÁUSULAS PÉTREAS

Da mesma forma que todas as Constituições democráticas incorporam certas cláusulas pétreas (que nunca podem ser alteradas) para evitar que uma sua emenda, se aprovada pelo Congresso, possa resultar no fim da democracia (cláusulas que impedem, por exemplo, que a maioria absoluta de um Congresso aprove uma lei tornando seus mandatos vitalícios, ou hereditários), é preciso que haja, nas constituições que consagram o plebiscito, cláusulas pétreas que assegurem que os plebiscitos não poderão ser usados de maneira delegatória para exacerbar mandatos, ou para reduzir a democracia; e impeçam que o plebiscitos sejam usados de maneira perversa, como já o foram muitas vezes em Portugal e na Europa. Outorgar mandatos é uma forma de abdicação da soberania popular. Por isso quaisquer mandatos outorgados têm que ser constitucionalmente limitados no tempo, e no Poder. O ideal é que seja previsto pela constituição o direito de recall (ou revogatório de mandato), isso é, o direito do povo de promover a destituição de governantes legalmente eleitos, que não estejam se desempenhando de acordo com as expectativas.

DOUTRINA JURÍDICA

Para Bobbio (1987, p. 459), democracia direta engloba “todas as formas de participação no poder”, com prevalência do agente popular sobre o político. Diferentemente, na democracia semidireta, cria-se um sistema mais bem-sucedido, que contempla equilíbrio pela operação, de um lado, da representação política e, de outro, da soberania popular direta e de sua efetiva capacidade de fiscalizar seus representantes eleitos.

Para Darcy Azambuja, o referendo é o que mais aproxima o Governo da democracia pura, mas também é o mais complexo, tanto por sua intimidade com outros instrumentos, como o plebiscito e o veto popular, como pelas diferentes classificações que abriga1 .

O referendum se origina das antigas Dietas das Confederações Helvéticas, que reservava a certas localidades suíças, como os cantões de Valais e Grisons, desde o século XV, o poder de aprovar todas as leis ad referendum do povo. Em certos casos, várias Constituições de Estados modernos exigem o referendum, sendo ele em muitos países considerado obrigatório, sobretudo quanto a emendas constitucionais; em outros, ele é apenas previsto como uma possibilidade.

A iniciativa da convocação do referendum é um de seus aspectos mais importantes; suas regras variam enormemente de um país para outro. Enquanto na Suíça basta um abaixo-assinado (por 0,67% dos eleitores) para convocá-lo, no Brasil, que se posta no outro extremo, o referendum só pode ser convocado pelo próprio Congresso; em alguns países pode ser também convocado pelo chefe do Poder Executivo. Muitos se indagam por que algum Congresso de qualquer país jamais convocaria um referendum para questionar as próprias leis que promulgou.

NO BRASIL

A constituição brasileira (1988) prevê, em seu artigo 14, que “a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I – plebiscito; II – referendo; III – iniciativa popular”. Não existe na atual constituição brasileira a previsão expressa que permita aos cidadãos introduzir mudanças na Constituição. Porém, através de uma análise principiológica é possível que seja permitido aos cidadãos emendar a Constituição. Só se saberá ao certo quando for tentando projeto de emenda de iniciativa popular. Podem ocorrer mudanças constitucionais mediante plebiscito, porém, só o Congresso pode convocá-lo (o Executivo pode, no máximo, enviar mensagem ao Parlamento propondo sua convocação, mas é o Legislativo que decide se convoca ou não).

DEMOCRACIA REPRESENTATIVA E DEMOCRACIA DIRETA

Na democracia representativa o povo elege um representante para defender seus interesses num parlamento ou congresso. Com isso transfere – ou delega – seu poder de decisão a um político profissional. A maioria dos países democráticos do mundo ainda adota a democracia representativa como forma de organização política, embora muitos deles já estejam incorporando a seus sistemas políticos alguns elementos da democracia direta.

Na democracia direta o povo é chamado a se pronunciar diretamente sobre as propostas de legislação, seja previamente – através de plebiscitos – seja a posteriori – através de referendos. Nenhum país possui ainda um regime de governo que seja uma democracia direta pura. O país que mais dela se aproxima é a Suíça, que adota em sua Constituição um regime de democracia semidireta. Entre outros direitos, o povo suíço pode tomar até a iniciativa de propor emendas à própria Constituição de seu país, mediante um abaixo-assinado contendo apenas 100.000 assinaturas (cerca de 1,34% da população).

FONTE wickpedia e dicionário de economia

O que é uma Assembléia Constituinte?

CONSTI~1A PRESIDENTA DILMA SUGERIU E DEPOIS VOLTOU EM SUA DECISÃO.  FICARAM COM MEDO POIS A ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE TRARÁ MUDANÇAS TERRÍVEIS PARA OS POLÍTICOS…

Uma assembléia constituinte (FO 1943: assembléia constituinte) é um organismo colegiado que tem como função redigir ou reformar a constituição, a ordem político-institucional de um Estado, sendo para isso dotado de plenos poderes ou poder constituinte, ao qual devem submeter-se todas as instituições públicas.

Alguns autores a definem como a “reunião de pessoas, representantes do povo, que têm a responsabilidade de ditar a lei fundamental de organização de um Estado ou modificar a existente”. Neste sentido, a assembleia constituinte é um mecanismo representativo e democrático para a reforma total ou parcial da constituição.

A formação de uma assembleia constituinte pode-se dar de duas maneiras:

  • convocam-se eleições ad hoc, ou seja, os cidadãos elegem representantes com o fim único de elaborar uma nova constituição, ou
  • uma assembleia ordinária eleita entra em processo constituinte. Embora não obrigatoriamente, é comum convocar um referendo para a aprovação popular de uma nova carta.

A assembleia constituinte, sendo um órgão extraordinário, é dissolvida assim que a nova constituição, por ela elaborada, entra em vigor.

Fonte WICKPEDIA

Como treinar tua equipe de vendas de graça

Vendas-002Muitas empresas oferecem treinamentos para venda atualmente. Algumas levam palestrantes e celebridades para motivarem os funcionários. O que pode parecer simples para as grandes empresas custa caro para as pequenas. Por isso, os empreendedores precisam, muitas vezes, criar métodos e treinamentos próprios para manter a equipe em sintonia.

Com alguma dedicação e tempo, é possível recuperar clientes perdidos, aumentar as vendas e melhorar a relação entre os vendedores. Claudio Diogo, sócio-diretor da consultoria Tekoare e especialista em vendas e consumo, diz que mesmo sem dinheiro é possível manter a equipe bem preparada. “O treinamento é baseado na relação que a equipe tem com os clientes”, diz Diogo.

Para Marcelo Ortega, especialista no assunto, é preciso aprender antes de ensinar e procurar métodos que agradem a todos. “O pequeno empresário precisa buscar treinamentos que possam ser aderentes e aplicáveis à empresa”, afirma Ortega.

1. Comece por você

Antes de propor treinamentos e dinâmicas para a equipe, o próprio empreendedor deve buscar qualificação. “O líder tem que ser o primeiro a ser educado na sua própria equipe”, opina Marcelo Ortega, especialista em vendas. Procure conteúdo online, vídeos e textos que possam ajudar nesta tarefa.

2. Troque experiências

Em pequenas reuniões semanais, os vendedores podem ser motivados a compartilhar como foi a melhor venda do período. Os melhores preparam uma aula de até cinco minutos com o que consideram mais importante para ter sucesso nas vendas.  Diogo sugere reunir uma contribuição financeira de cada um para ver as aulas. “Com o dinheiro acumulado, você premia a melhor aula do mês, eleita pela própria equipe. Não custa nada, é útil e dá um resultado que muitos não conseguem imaginar”, explica.

Vale destacar que nem só os que vendem mais merecem destaque. “Existem vários indicadores que não só o volume de vendas. Destaque aqueles que melhoraram outros aspectos da venda, como o que tem vendido com menos desconto, o que tem feito mais visitas, ou atendido o cliente com mais satisfação”, diz Ortega.

. Aprenda sobre os produtos

Uma forma simples de fazer com que os vendedores estejam atualizados sobre o portfólio da empresa é aproveitar os momentos mais calmos nas vendas para aprender sobre os produtos.

A sugestão é deixar uma caixa sobre o balcão com o nome de todos os produtos. O vendedor retira um papel e tem dois minutos para falar sobre os benefícios daquele item. “Isso faz com que todo mundo esteja preparado. Quem não consegue falar vai ter que começar a estudar os produtos”, diz Diogo. Nessa troca, outros vendedores podem dar contribuições para aprimorar a abordagem da equipe.

4. Incentive as boas práticas

Com reuniões de até 20 minutos, os empreendedores podem fazer uma série de perguntas para todos os vendedores, incentivando assim a troca de experiências e de boas práticas. Faça perguntas sobre como cada um conduz o processo de vendas, como fazem para conhecer bem os produtos, como abordam os clientes, como negociam, como é o fechamento e o pós-venda.

Com todas as respostas, a equipe fica mais alinhada para ter um atendimento padrão na empresa. “Faça as pessoas mostrarem as ferramentas de vendas que elas usam”, sugere Ortega.

5. Obtenha informação

Uma maneira barata de manter os vendedores em dia com o negócio é incentivá-los a trazer informações dos clientes. “Depois de uma venda bem feita, deve perguntar se o cliente gostou e quais foram os pontos positivos e negativos”, ensina Diogo. Com isso, a equipe de vendas consegue identificar fraquezas que podem ser melhoradas por todos.

Fonte EXAME

Empresa – Planeje os próximos 10 anos

calendario-22A cultura brasileira ignora o planejamento de longo prazo, o que é natural dada a nossa história recente de hiperinflacão, desvalorizações cambiais constantes e incertezas no mercado. Há menos de uma geração atrás, dificilmente conseguíamos planejar o crescimento de um negócio ou um plano de carreira.

Hoje, tudo mudou. Investimos em planos de previdência privada, em títulos públicos que vencem em 2035, e criamos planos para as próximas décadas. Essa estabilidade permite às empresas traçar planos de crescimento para os próximos cinco ou 10 anos.

Um exemplo de necessidade de planejamento é o processo de internacionalização de uma empresa. Estudos comprovam um fenômeno: as empresas que se internacionalizam muito rápido destroem valor, assim como as que demoram demais. Já as empresas que se planejam e entram no mercado internacional de forma ordenada têm grandes benefícios.

Antes o mercado era instável, mas oferecia oportunidades variadas apesar das incertezas. Hoje, vivemos um processo de profissionalização, natural a uma economia estável e em crescimento. Este cenário permite que empresas pouco profissionais ainda sobrevivam, mas isso será cada vez mais difícil. Sem planejamento, as pequenas empresas vão morrer ou viver na corda bamba.

Exemplo de um planejamento de longo prazo bem executado é o que adequa as instalações da empresa ao tamanho do negócio. Se ela planeja um crescimento de 20% ao ano, significa mais que dobrar de tamanho em cinco anos, o que provavelmente requererá mais espaço. Definir a época ideal de ampliação será crucial para que não haja excesso de capacidade muito cedo no ciclo de planejamento ou falta de capacidade quando a empresa crescer demais.

Planejar também cria condições para os ciclos virtuosos de crescimento. Se a estratégia da empresa for de ‘preços baixos’, isso traz aumento de vendas. Mais vendas significam mais compras e maior poder de barganha com fornecedores, o que leva a menores custos e preços mais baixos, e retornamos ao aumento de vendas etc. O círculo virtuoso depende de planejamento e boas estratégias, que podem ser o motor para o desenvolvimento de longo prazo da organização.

Fonte EXAME SA

Fonte EXAME

7 hábitos da eficiência

lideres1. Ser proativo

Ser eficiente significa produzir rendimentos ou efeitos. Para isso, você precisa tomar decisões e ações que gerem esses resultados. Isso significa que muitas vezes será necessário tomar a frente dos planos e deixar de esperar por outros fatores.

2. Comece com o fim em mente

Significa que você deve iniciar seus planos com as conclusões em mente, ou seja, não perder a meta de vista jamais, não importando quais problemas ou obstáculos se apresentem no caminho.

3. As prioridades em primeiro lugar

Um hábito muito comum entre pessoas eficientes ou com rotinas apressadas é fazer listas. Porém, esse costume perde o significado se as prioridades não forem colocadas em primeiro lugar. Pode parecer óbvio, mas muitas pessoas esquecem que as coisas urgentes nem sempre são as mais importantes.

4. Pense de maneira vitoriosa

Se você é pessimista e costuma enxergar todas as situações e problemas pelo lado negativo é importante mudar de perspectiva. Pensar de maneira vitoriosa não é fácil, especialmente durante períodos de crise ou frustração, mas com certeza irá diferenciar você das outras pessoas, pois sua mente estará mais aberta para soluções e ideias.

5. Entenda antes de ser entendido

A comunicação também é essencial para que você consiga defender suas ideias e buscar seus objetivos. Muitas vezes isso quer dizer que o silêncio é mais eficiente que as palavras, ou seja, você deve buscar entender as pessoas e suas expectativas para ser compreendido.

6. Sinergia

Trabalhar com outras pessoas ajuda você a ser mais eficiente, na medida em que as qualidades de todos são combinadas na busca por determinado objetivo.

7. Afie suas habilidades

Com o desgaste do tempo e da rotina é comum que suas habilidades fiquem “cegas”, como a lâmina de uma faca. Para mudar a situação é necessário que você afie novamente suas habilidades e procure por métodos de melhoramento em sua rotina normal. Entre algumas sugestões podemos citar fazer exercícios físicos para aliviar o estresse, ler livros, procurar por orientação e até mesmo um novo curso de capacitação ou atualização de sua formação profissional.

Fonte Info Neg

6 itens do checklist diário de trabalho

bmnTer uma carreira bem-sucedida e equilibrada não depende apenas dos seus  projetos e relatórios que devem ser entregues no trabalho. Na verdade, você deve  cuidar bem não apenas das suas responsabilidades, mas também do seu  desenvolvimento profissional e relacionamento com os seus colegas de trabalho.

Confira abaixo a lista das 6 coisas que você deve fazer todos os dias no  trabalho:

1. Ler algo sobre a sua indústria

Ler algo sobre a sua indústria é importante para você se manter atualizado  com o que acontece na sua área.

2. Ler algo sobre desenvolvimento profissional

Ler matérias e artigos que dão dicas sobre carreira e desenvolvimento  profissional ajuda você a crescer e ser um funcionário cada vez melhor.

3. Enviar e-mails para colegas antigos

Manter o contato com colegas antigos é importante para fortalecer o seu  network. Tenha uma meta de enviar 2 e-mails por dia.

4. Esvaziar a caixa de e-mail

Esvaziar a sua caixa de e-mail ajuda você a ser um profissional organizado e  não perder tempo procurando e-mails importantes.

5. Conferir o progresso de cada membro da equipe

Conferir o progresso dos membros da sua equipe é uma dica para avaliar o seu  próprio desenvolvimento e, ao mesmo tempo, manter o controle do andamento de  projetos.

6. Ter uma conversa não relacionada ao trabalho

Ter uma conversa não relacionada ao trabalho com os seus colegas de trabalho  ajuda você a construir um relacionamento de amizade com os profissionais que  estão com você todos os dias.

Fonte Universia

Grandes desafios: Mudança de emprego

PATENTESUm levantamento global da Robert Half aponta que quase 50% dos profissionais  brasileiros acreditam que o principal desafio em um emprego novo é a adaptação à  cultura da empresa.

A pesquisa foi realizada com 1.775 diretores de recursos humanos de 18 países,  sendo 100 do Brasil.

Para Alexandre Attauah, gerente da divisão de finanças e contabilidade da Robert  Half, esse índice não é motivo de preocupação, pois se trata de um desconforto  temporário dos novos colaboradores.

De acordo com os resultados, adaptar-se com os procedimentos e aprender a usar  novas tecnologias são as outras duas preocupações com o novo emprego, com 25% e  16% respectivamente.

Quando o assunto é retenção dos talentos, salários/benefícios, possibilidade de  crescimento na carreira e qualidade de vida foram os três principais motivos  mais apontados pelos colaboradores para continuar em uma empresa.

Para Attauah, apesar de estarem em alta, os benefícios indiretos, como cursos,  ainda não foram aderidos por muitas empresas. O executivo ainda alerta que  investir na flexibilidade de horário, como liberar os funcionários mais cedo em  véspera de feriados, além de fazer com que o colaborador trabalhe com qualidade,  é uma boa maneira de reter o profissional.

Fonte: Exame.com

10 coisas que líderes não dizem

lideresLiderança é uma coisa desejada por muitas pessoas, porém, muitas delas não  sabem como agir quando estão numa posição de poder. Confira 8 frases que um bom  líder não deve dizer:

1. “Não leve a mal, mas…”

Começar uma frase dessa maneira mostra que você não consegue afirmar sua  opinião efetivamente. Se você não quer que a pessoa com quem você conversa  entenda errado o que você tem a dizer, elabore suas ideias para passá-las da  maneira mais clara possível.

2. “Eu tive bons resultados”

O problema nesse caso é o uso da palavra “eu”. Um líder precisa se colocar de  uma maneira que faça sua equipe entender que todos vocês trabalham como um time.

3. “Não é minha culpa”

É importante que um líder reconheça quando agiu errado e isso pode servir  como exemplo às outras pessoas.

4. “Nós sempre fazíamos de outro jeito na minha antiga empresa”

Saber aceitar outras opiniões e maneiras diferentes de lidar com as situações  é essencial para um líder. Entender que as coisas mudam é necessário para  conseguir inovar em qualquer âmbito da vida.

5. “Quero contratar pessoas que pensem como eu”

Líderes não podem passar a imagem de que são fechados a outras opiniões. Por  isso, é preciso estar aberto a pessoas que pensam diferente de você.

6. “Quem você pensa que é?”

Tratar as pessoas com superioridade não é algo que um líder deva fazer. É  importante perceber que todos são iguais e que estar no comando não significa  ser melhor.

7. “Não faça perguntas”

Um bom líder deve entender que sua equipe o tem como exemplo. Se pessoas  tiverem dúvidas, ele deve responder e ajudar para que o trabalho seja realizado  da maneira mais adequada.

8. “Falhar não é uma opção”

Ser intolerante a falhas é um ponto extremamente negativo. Entender que as  coisas algumas vezes não funcionam como o esperado é essencial para um líder.

Fonte: Total Negócios

Cliente (nem) sempre tem razão

sustancia.jpgFoi William Edwards Deming com seu famoso dictum de que o cliente é a parte mais  importante do processo que começou a confusão. Outros vieram e sacramentaram que  o “cliente tem sempre razão”. Passou a ser pecado discordar de cliente.  Felizmente, uma das vantagens de se trabalhar com startups é que você pode  questionar rigorosamente tudo. Pode questionar cláusulas pétreas e participar do  processo de derrubada de mitos. Porque o que se busca é entender o melhor  caminho e eventualmente descobrir um novo caminho. Ouvir o cliente pode ser uma  boa ou uma má ideia, depende do que você está buscando. Fundamentalmente,  clientes entendem de problemas, mas não de solução!

O cliente é inteligente e consegue traduzir seu problema particular em uma  solução específica, sem necessariamente ser especialista no desenvolvimento de  soluções de um modo geral. O cliente não usa metodologia e não tem experiência,  apenas pede aquilo que conhece e sobre o que já pensou, aponta o que julga ser a  solução ideal. Ironicamente, termina comprando o que o surpreende, o que o  encanta, o que de fato resolve seu problema mais agudo da melhor maneira  possível, ou ainda pior, o cliente compra aquilo que faz por ele o que antes nem  era necessário, mas que de repente passou a ser.

Você deve ouvir sim seu cliente – e de fato ele tem razão – sempre que ele  descrever e der detalhes sobre seu particular problema. Afinal, ele é o melhor  especialista nos problemas que experimenta. Você deve prestar máxima atenção ao  que ele diz, ao que ele vivencia, no quê, mas também no porquê, no como, no  quando, no onde e no quem. Não deve discordar e nem contra-argumentar; apenas  ouvir e aprender. (E isso é a forma rudimentar do tal “design thinking”).

Você deve continuar ouvindo o cliente, mas agora com bastante parcimônia e com  sentidos mais críticos, quando ele começar a descrever a solução que vislumbra  para o problema que vivencia. Ouça e aprenda, mas não se deixe enfeitiçar pela  solução dele. Não corra para atende-lo, por mais sedutor que isto seja. Em se  tratando de soluções, nem sempre o cliente tem razão. Na maior parte das vezes  não tem. Perdoe-me o trocadilho, mas “solução não é problema do cliente”.

Aqui vale a máxima do médico que recebe em seu consultório a mãe de primeira  viagem. Ele vai atender com carinho e prestar muita atenção na completa e vívida  descrição feita pela mãe dos sintomas da criança, mas vai confiar muito mais nos  seus anos de estudo e experiência em medicina do que no diagnóstico que ela já  trouxe pronto de casa, por mais que este pareça fazer sentido.

Faça perguntas e entenda profundamente as respostas e o entorno dessas  respostas. Procure entender o problema por trás do problema. O que de fato  aflige o cliente. Pense e aja como uma criança de 7 anos, que pergunta tudo e  busca compreender de um modo inteiramente novo o que parece óbvio demais para os  outros.

Lembre-se de que ninguém acorda sábado bem cedo com o desejo de comprar um  parafuso e uma bucha em uma loja de ferragens. Esta ação já é em si a tradução  de um problema em uma solução feita pelo próprio cliente. O problema que de fato  o aflige é ter um quadro pendurado na parede. Neste caso, inclusive, a solução  “parafuso+bucha” é antiquada. Há melhores soluções no mercado para resolver  melhor o mesmo problema.

Mas vale a pena investigar ainda mais a fundo o entorno do problema. O cliente  quer um quadro pendurado na parede por quê? Como? Quando? Onde? Com quem? Pode  ser meramente uma questão estética. Mas pode ser uma questão emocional.  Determinado cliente, no fundo, quer ter o quadro pendurado para surpreender e  impressionar a namorada… Então o problema é “impressionar a namorada”. Bem, o  roteiro pode ficar mais e mais complexo. E quanto mais complexo, mais dinheiro o  cliente estará disposto a gastar por uma solução que seja perfeitamente aderente  ao que ele sente de fato ser o “principal problema”.

Se por um lado você deve se responsabilizar pelo processo de identificação e  criação da solução, por outro, precisa tomar muito cuidado com a sua  participação na definição do problema. Aprendi do Edmour Saiani que você não  deve fazer para o cliente o que gostaria que ele lhe fizesse, mas sim o que ele  cliente gostaria que fosse feito para ele mesmo. Afinal, você e o cliente são  pessoas diferentes, com personalidades diferentes, com emoções e anseios  diferentes. Mais um trocadilho: “o problema do cliente é dele, não seu”.

Parafraseando Henry Louis Mencken: para todo problema complexo existe uma  solução que é simples, elegante e… completamente errada.

Fonte: Endeavor

Evite mentiras no escritório

financiamento-de-projetos-1Vocês devem se lembrar do personagem Seu Pantaleão, criado por Chico Anysio —  uma criatura divertida, um grande contador de lorotas e mentiras, sempre tendo a  seu lado a cumplicidade da esposa, Terta, que assinava embaixo de todas as  barbaridades que ele dizia.

Ao que tudo indica, de uns tempos para cá alguns profissionais andam imitando  Seu Pantaleão além do que mandam o juízo e o bom senso. As mentiras não combinam  com a responsabilidade do ambiente corporativo. Elas criam ruídos de comunicação, estragam a relação chefe-subordinado e geram  mais conversinhas à beira da máquina de café. Mentiras são quase sempre  demonstração de falta de coragem e de comprometimento.

Sou favorável àquele ditado que diz que “a melhor mentira é sempre a verdade”.  Se você está ocupado com alguma tarefa que tem prazo para ser entregue e exige  concentração para ser feita, que tal dizer a sua secretária exatamente isto: que  ela avise que, pelos próximos minutos, você não poderá ser interrompido, mas que  tão logo seu trabalho seja concluído você retornará ao chamado. Não é bem melhor do que aquele famoso e já manjado “o sr. fulano está em  reunião!”?

Se outro departamento depende de algo que está sob seus cuidados e que não vai  ser terminado a tempo, que tal não enrolar e dizer a verdade? Pense que, com  ela, os colegas que dependem de seu trabalho podem se reprogramar e planejar o  que precisa ser feito em um prazo diferente.

Use suas horas extras acumuladas para eventuais ausências do trabalho: pense que  coisa feia é inventar uma doença ou, ainda, ocupar o tempo de um médico com a  única e exclusiva finalidade de conseguir um atestado de mentira ou uma falsa  licença médica. Quem costuma agir dessa maneira não tem nenhum direito de se indignar com as  coisas feias que andam acontecendo em nosso país. A mentira e a omissão estão  por trás de boa parte dos escândalos de corrupção que assolam o Brasil.

Mentira tem pernas curtas. Cedo ou tarde o mentiroso acaba sendo descoberto.  Antes de inventar uma desculpa qualquer para fugir de um compromisso, considere  ser sincero e explicar os motivos pelos quais você não pode atender à demanda de  um colega ou de um chefe. Gente madura, que sabe olhar além do próprio umbigo,  sempre assina embaixo de seus atos e escolhas. Isso sim é que é ser chique.

Fonte Exame.abril.com.br

3 profissionais indispensáveis no networking

sdfghjkJá passou do tempo em que investir em um networking era apenas conhecer muitas  pessoas. Hoje, além de estratégico, uma boa rede de contatos é definida por  conhecer pessoas que agregam valor à sua vida profissional e pessoal. O co-fundador e CEO da Jackalope Jobs, Sudy Bharadwaj, afirma que é como  escolher um time, que junto a você, formarão uma equipe que podem te ajudar a  encontrar melhores oportunidades de emprego e entrar no mercado de trabalho. Quem são esses contatos e como fazer essas redes?

1. Profissionais iguais a você

Você não precisa explorar seu sósia, mas uma pessoa que tenha os mesmos  interesses e experiências parecidas com as suas. Isto é vantajoso em duas  formas: a primeira é que você terá um amigo, um aliado que entenderá os altos e  baixos da procura de um emprego. Você pode compartilhar histórias e apoiar uns  aos outros quando necessário.

Segundo, você poderá trocar informações de  empregos, de novas vagas ou outros contatos na área em que atua. Não se preocupe em ser competitivo – se você estiver disposto a encaminhar uma  rede de contatos que se adapte a outras pessoas, elas provavelmente irão  encontrar uma forma de retribuir o favor.

2. Profissionais de outras áreas

Isso pode não parecer necessário, especialmente para o emprego. No entanto,  quando conhecer pessoas de outras áreas e conhecimentos, lembre-se de que vocês  não têm os mesmos conhecimentos, isso é, o networking com outras áreas poderá  abrir outras oportunidades e você terá mais contatos, consequentemente.

Outra razão para diversificar sua rede de relacionamentos: você poderá precisar  de ajuda em uma área diferente, por exemplo, profissionais que saibam sobre  marketing pessoal e possam te ajudar a melhorar seu desempenho profissional. O  que importa, na verdade, é que eles sejam bons em suas áreas e possam te agregar  novas experiências.

3. Mentor

Com o apoio de um mentor, você será capaz de procurar um emprego de forma  mais inteligente e sem problemas. Além disso, o mentor pode dividir sabedoria  necessária sobre esta procura ou para as decisões na carreira. É como um  consultor de investimento pessoal e profissional para o seu futuro.

Para achar este mentor, é preciso que você veja em alguém que tenha uma carreira  parecida com a qual você gostaria de ter. Pode demorar para achá-lo ou, às  vezes, achar mais de ao longo de sua carreira. Seja qual for o caso, qualquer  bom mentor será alguém que você respeite e que irá te respeitar da mesma forma.

Fonte: Carrerbliss

Os 10 mandamentos do pão duro

tiopatinhas_ducktales31. Nunca dizer : “Pode ficar com o troco”. Troco é troco. É nessa pequena economia que se junta alguma coisa no final do mês. Ou, se não der para juntar, prolonga o final do mês.

2. Não colocar a mão no bolso em vão. Comprar deve ser um verbo menos utilizado do que hoje em dia é. Se briga com o namorado(a), sai para comprar. Se volta com o namorado(a), sai para comprar. Pense antes de gastar o suado dinheiro.

3. Amar seu bolso como a si mesmo. Seu bolso faz parte do seu corpo. Maltratando seu bolso com compras no impulso você estará se maltratando. Como a musiquinha no colégio… “Cabeça, ombro, bolso, joelho e pé. Joelho e pé…”. 4. Lembrar que tudo tem sem preço. Então, vamos às promoções! Com mais organização e familiaridade com os preços, conseguimos boas promoções. Experimentar um produto mais em conta é boa estratégia. Não significa consumir um produto ruim só porque é mais barato.

5. Pechinchar sob todas as formas. Para alguns povos, como o árabe, por exemplo, comprar o produto pelo preço que lhe é oferecido chega ser uma ofensa. Eles esperam que se regateie , pechinche. Faz parte da venda negociar o preço. Se em dinheiro é mais barato do que com cartão de débito você só irá saber se negociar o preço da compra.

6. Não desperdiçar. Lavar o carro com balde economiza água, certo? Há muito mais acertos no nosso dia-a-dia se formos controlados com os gastos. Economizaremos nosso dinheiro e mantemos o planeta para próximas gerações.

7. Ir a compras somente aos domingos, quando quase tudo está fechado. O politicamente do mandamento anterior cai por terra com este agora. É radical, mas domingo tem poucas opções de compras. Quem sabe seja a sua saída para não gastar demais?

8. Valorizar cada centavo. Sabe aquela caixa de mercado que “fica lhe devendo” um centavo? Ela está comentendo um crime! Apropriação indébita. Se você não aprender a valorizar seus centavos, não irá valorizar seus milhões.

9. Analisar o custo/benefício. Esse serve para tudo. Desde uma relação até o dinheiro! Serve para responder quem acha que pão-duro compra o barato pelo barato. Não! Analise o custo/benefício antes. Aliás, analise até o custo/benefício de ser controlado com os gastos. Se lhe der dor de cabeça maior do que ficar no vermelho, gaste à vontade!

10. Emprestar sempre com juros. Jurar é pecado. Cobrar juros,não! Não me peça dinheiro emprestado! Tem bancos e financeiras mais bem preparados que eu. E com juros bem maiores…

Fonte Expeift

Como conseguir financiamento ou crédito estudantil?

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Chega de pensar que você não tem grana sufi ciente para fazer uma faculdade. Descubra como conseguir uma bolsa ou o crédito para realizar seu sonho agora!
FIES
O que é  Um programa de financiamento estudantil do Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Caixa Econômica Federal
Como funciona Para se candidatar, você deve estar matriculada em uma universidade particular que seja cadastrada no Fies e que tenha avaliação positiva do MEC. É necessário ter um fiador e passar por um processo seletivo. Você pode conseguir financiar até 100% do curso. As taxas de juros são fixas: 3,5% ao ano para os cursos de licenciatura, pedagogia, normal superior e superior tecnológico; e de 6,5% para os demais
Informações  www3.caixa.gov.br/fies
 ProUni
 O que é O Programa Universidade para Todos foi criado pelo governo federal para oferecer bolsas de estudo aos estudantes egressos do ensino médio da rede pública
 Como funciona  As bolsas para universidades particulares conveniadas podem ser parciais ou totais. Os candidatos precisam ter renda familiar máxima de três salários mínimos e são escolhidos a partir das notas obtidas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). É necessário se inscrever para participar da seleção. E o aluno que reprovar em mais de 25% das matérias cursadas perde o benefício
 Informações  www.mec.gov.br/prouni
Universidades
O que é Cada vez mais, as instituições investem em programas de financiamento para os próprios alunos. Segundo Ryon Braga, da consultoria Hoper, “hoje, cerca de 40% ou 50% das universidades oferecem crédito”
Como funciona Cada faculdade estipula as próprias regras, mas, geralmente, as taxas de juros costumam ser menores que as dos bancos. Lembre que as instituições também dão bolsas
Informações procure a secretaria da universidade
Programa Crédito pra Valer
O que é Programa da Ideal Invest, primeira empresa no Brasil para crédito educativo, que tem 173 faculdades conveniadas
Como funciona Os contratos são semestrais e financiam mensalidades a vencer – mas o aluno também pode financiar até cinco pagamentos atrasados. No site, é possível fazer uma simulação. Para contratar, é preciso preencher uma proposta, não ter nome no SPC e no Serasa, comprovar renda mínima de duas vezes o valor da mensalidade e indicar um garantidor
Informações www.creditopravaler.com.br
Bancos
O que é Quem não consegue se enquadrar em outra forma pode recorrer aos bancos e financeiras, que têm a desvantagem de oferecer juros maiores
Como funciona Procure uma instituição que ofereça o financiamento estudantil (Itaú, Unibanco e Banco Real são algumas). O ponto positivo é que você pode pedir o crédito a qualquer momento
Informações Veja se sua faculdade tem parceria com algum banco

Fonte: ABRIL SA

10 dicas de Marketing Pessoal

liderVocê tem que ser o mestre da sua carreira. O sucesso profissional já não depende apenas do talento. É preciso estar sintonizado com a cadência cada vez mais rápida da mudança. Eis 10 regras para você melhorar seu marketing pessoal .

1 Seja responsável pela sua carreira.

Você tem que fazer um plano estratégico de carreira, no qual analisa as várias opções e escolhe a mais adequada às suas competências técnicas e pessoais. Você não está sozinho nesse esforço. Do mesmo modo que recorre ao aconselhamento financeiro para tomar as melhores decisões de investimento, também os conselheiros de carreira o poderão auxiliar a definir o rumo certo. Outro ponto-chave é o de assumir que este é um processo contínuo. Tal como você não recorre ao médico apenas quando está doente, também a gestão de carreira deve obedecer a uma filosofia preventiva e pró-ativa.

2 Melhore as habilidades pessoais.

A maior parte das demissões ou despedimentos não se devem à falta de competência técnica, mas sim a problemas de compatibilidade pessoal. Em regra, os executivos estão mais tempo com os colegas de trabalho do que com a família. Daí que as relações interpessoais e a empatia sejam fatores decisivos para o sucesso na carreira. Mesmo os teletrabalhadores já perceberam que o uso intensivo do correio eletrônico e da Internet não substitui os contatos pessoais.

3 Aprenda a comunicar-se melhor.

Muitas empresas são geridas por pessoas altamente qualificadas nas suas áreas de especialidade, mas que não são bons comunicadores. Você tem que lutar contra essa tendência. Ouvir bem é o primeiro passo. Tal como escreveu Stephen Covey em Os Sete Hábitos das Pessoas Eficazes, «ouvir os outros atentamente e compreender a natureza dos problemas é o melhor caminho para os resolver». Muitas pessoas agem ao contrário. Em vez de escutar, ensaiam o que vão dizer a seguir.

4 Adapte-se às mudanças.

Independentemente do cargo que ocupa ou da função que desempenha, você tem de antecipar e tirar partido da mudança. Isto implica conhecer as tendências em curso e de que forma vão influenciar o seu trabalho. Por exemplo, é um fato que a Internet mudará o modo como se gerem empresas. Concorde ou não com a tendência, você tem de se adaptar a ela.

5 Seja flexível e versátil.

A maioria dos trabalhadores precisa ser flexível o bastante para trabalhar bem sozinho, em equipa ou sob supervisão direta. Ao longo da carreira é mais do que provável que tenha de desempenhar regularmente cada um desses papéis e de se adaptar a ambientes e circunstâncias diversas. A sua vida pessoal é um bom exemplo. Quem tem filhos já percebeu quão necessário é o esforço de desempenhar vários papéis em simultâneo e de uma forma quase intuitiva: o de disciplinador, o de educador ou o de confidente. Nas várias fases da sua carreira terá de ter igual atitude.

6 Aposte nas novas tecnologias.

Nunca é de mais falar neste ponto. Ainda que a sua carreira não tenha sido afetada pela introdução de novas tecnologias, mais cedo ou mais tarde isso acontecerá. Não é uma questão de «se», mas sim de «quando». Veja-se o exemplo dos escritores que tiveram de vencer a relutância de passar da caneta e do papel para o novo mundo dos PC e dos processadores de texto. Com ou sem ajuda externa, você terá de se atualizar nesta área. Caso contrário, poderá ficar obsoleto.

7 Atualize os conhecimentos. Mesmo os mais qualificados já perceberam que o seu conhecimento é efêmero. Você tem de se atualizar na sua área de especialidade. Mas, ao mesmo tempo, terá de aumentar o seu portfolio de competências, adquirindo novas habilidades. Os cursos intensivos de formação, a participação em seminários e encontros de profissionais ou a assinatura de revistas da especialidade são excelentes opções de auto-formação.

8 Vá além dos estereótipos.

Muitas pessoas perdem excelentes oportunidades de carreira devido às suas concepções erradas sobre uma empresa ou função. Por exemplo, consideram as grandes empresas como as mais estáveis, quando é nestas que há mais despedimentos. Ou que para seguir uma carreira de marketing é melhor estar nas empresas de grande consumo, quando existem ótimas oportunidades nos bancos ou na indústria informática. Ou ainda que a gestão só serve para trabalhar em empresas.

9 Conheça a cultura da empresa.

Quando analisar as várias opções de carreira, procure saber qual é a cultura da empresa em que deseja trabalhar e até que ponto ela é compatível consigo. Conheça os valores e missão da empresa, o seu historial e a sua reputação no mercado e o tipo de pessoas que nela trabalham.

10 Invista mais em si.

Saber mais sobre um dado assunto é apenas uma parte do problema. O outro lado está em ganhar competências em áreas distintas. A longo prazo, é preferível ter qualificações e experiências em várias funções do que ser excelente numa única especialidade. Outro ponto essencial é que o sucesso na carreira não passa necessariamente pela progressão horizontal. Os movimentos laterais — para um outro cargo ou empresa — poderão ser um passo intermédio imprescindível para um novo salto qualitativo da sua carreira.

Fonte: Manketing Negócios