Homens bonitos ganham mais do que os feios

hugh_jackman1_300_400Uma pesquisa realizada pela Universidade Nacional Australiana e divulgada  pelo jornal espanhol El País revelou que os homens bonitos ganham mais do  aqueles considerados feios.

De acordo com a publicação, na Austrália, os profissionais que têm beleza  superior a média ganham aproximadamente US$ 85.862 por ano, enquanto os demais  recebem US$ 52 mil por ano, uma diferença de cerca de US$ 30 mil.

Políticos e mulheres

O economista e responsável pelo estudo, Andrew Leigh, explicou que algo  semelhante acontece entre os políticos, os que são mais bonitos, têm mais  chances de serem eleitos. Em relação as mulheres, ele explicou que o impacto da beleza física nos salários  é mais difícil de perceber, “talvez por serem, ao mesmo tempo, mais atraentes e  inteligentes”, concluiu.

Fonte Infomoney

Saiba identificar um candidato a emprego “picareta”

picaretaUma das bases do sucesso de qualquer executivo é saber recrutar uma boa  equipe. Pessoas competentes e motivadas facilitam, em muito, a tarefa de  qualquer homem de negócio de entregar resultados. O problema é como separar quem  realmente faz o que diz, de quem apenas sabe se vender bem numa entrevista de  emprego. Cair na lábia de um picareta é um dos maiores desastres que podem  ocorrer a um gestor, já que significa perda de tempo e de recursos com quem não  merece. E, claro, ficar com cara de ingênuo diante da empresa.

Os especialistas afirmam que há vários modos de desmascarar um enrolador em um  processo de seleção. Confira, a seguir, algumas dicas para não ser trapaceado na  hora de procurar um novo talento para o seu time:

1 – Observar se o candidato cita grandes feitos em curtos períodos no  currículo

A headhunter e sócia da CTPartners Magui Lins de Castro trabalha apenas com  seleção de presidentes e diretores de empresas e conta que já encontrou vários  “candidatos picaretas”.

Ela diz, que em alguns casos, é possível reconhecê-los logo de cara, pelo  currículo. “Se ele (o candidato) coloca números grandes para períodos muito  curtos de tempo em cada empresa em que ele trabalhou, é um sinal amarelo. A  menos que se trate de um ‘super homem’, isso é muito difícil”, explica.

2 – Estar atento à linguagem corporal

O clichê de que se pode dizer mais com gestos do que com palavras, durante uma  entrevista de emprego, pode ser muito bem aplicado. “Se o candidato muda de  posição logo depois de uma pergunta, pode ser um sinal de que ele está  desconfortável; se ele olha para cima, geralmente é um sinal de que realmente  acredita no que está dizendo, se olhar para baixo, não”, diz o headhunter e  sócio da FLOW Executive Finders, Igor Schultz.

3 – Observar o tom de voz

Schultz diz que é natural o candidato mudar o tom de voz para enfatizar ou  concordar com algo, mas que algumas variações também podem demonstrar que ele  não está confortável com a situação.

4 – Elaborar perguntas situacionais e não hipotéticas

Para garantir que o entrevistado irá responder realmente o que interessa à  empresa, é importante elaborar perguntas que não dêem margem para respostas  genéricas, segundo Schultz. Ele diz que é preciso focar em situações reais e  fatos.

“O ideal é dizer ‘cite um exemplo de uma situação em que você teve um problema  com seu chefe; como você reagiu nesse caso?’ e não perguntar ‘o que você faria  se tivesse um problema com seu chefe?’, exemplifica.

5 – Fazer perguntas inquisitivas

Quando há a suspeita de que o candidato esteja mentindo sobre algo, uma  alternativa é fazer perguntas que o surpreendam. “Pergunte ‘como foi isso? Qual  foi a data em que aconteceu? Descreva o ambiente da situação. Quantas pessoas  estavam na hora?’. Se não for verdade, ele vai gaguejar”, esclarece Schultz.

6 – Checar referências

Ouvir as pessoas que já trabalharam com o entrevistado é uma boa forma de  conhecer um pouco mais sobre ele. Magui Lins de Castro diz que sempre faz uma  checagem “360°” e fala com dois superiores, dois pares e dois subordinados de um  emprego anterior do candidato. “Se o cara for picareta, uma hora alguém abre o  bico”, conta.

E para evitar conversar apenas com amigos e pessoas bem relacionadas com o  candidato, a dica de Igor Schultz é pesquisar funcionários dos antigos empregos  que ele não citou no currículo, nem na entrevista.

7 – Conferir documentos

Pode parecer absurdo, mas há até quem minta sobre qual curso de graduação cursou  e em qual instituição. Basta lembrar-se do ex-presidente do Yahho!, Scott  Thompson, em cujo currículo constava um curso de Ciências da Computação que ele  nunca fez. A opção nesses casos é conferir o diploma.

“Nós checamos todos os diplomas dos finalistas antes de dar continuidade ao  processo. Não importa se ele já esteve na mesma função a qual ele concorre em  outra empresa”, revela Magui.

8 – Aplicar testes comportamentais

Schultz diz que uma maneira eficiente de conhecer o candidato é aplicar testes  comportamentais durante o processo seletivo. São testes desenvolvidos por  psicólogos que combinam perguntas de múltipla escolha sobre preferências, sobre  como a pessoa reage a uma determinada sitaução, como ela se comporta. As  respostas são cruzadas e chega-se a um perfil aproximado em que o entrevistado  se encaixa.

“Picareta profissional”

De acordo com Magui, alguns candidatos picaretas são “profissionais”. Eles sabem  os gestos, olhares e respostas mais eficientes para uma entrevista de emprego.  Nesses casos, segundo ela, é preciso investir pesado nas perguntas. Pedir  detalhes, datas e fazer perguntas técnicas.

“É perguntar os porquês, dos porquês dos porquês. ‘Como foi? Por que começou? De  onde saiu a ideia?’ Se não foi ele que fez, uma hora ele não vai saber  responder. Esse tipo de picareta é bom de lábia e bem vestido. Ele fala  enfaticamente, acredita na mentira em que está contando. Esse só dá pra pegar  fazendo perguntas mesmo”.

E os tímidos e ansiosos?

Mas e quem não consegue ficar calmo e se soltar durante uma seleção? Magui diz  que, se for realmente competente, não há problemas. “Ele (o tímido) pode até  responder olhando só para a mesa, ou gaguejar na hora de dar a resposta. Mas se  responde, se sabe os detalhes, é porque foi ele quem fez”.

Fonte EXAME

Dicas para sobreviver a uma semana ruim no trabalho

guiaavare_com f1Algumas vezes problemas surgem em nossas vidas e não podemos evitá-los. Você  precisa saber como lidar com eles e também como não deixar que eles interfiram  no seu desempenho no emprego. Para isso, confira 4 dicas para sobreviver a uma  semana ruim no trabalho:

1. Expressões neutras

Para se sentir no controle das suas emoções, manter uma expressão neutra pode  ajudar. Assim você consegue separar mais facilmente seus problemas pessoais dos  contratempos do trabalho, até mesmo porque ninguém vai perguntar sobre o seu  bem-estar e você não precisará tocar no assunto.

2. Agende seu dia por completo

Já que sua semana não está boa, é provável que você se distraia mais  facilmente. Por isso, é importante que você já se organize no dia anterior para  que consiga concluir todas suas tarefas do trabalho.

3. Estabeleça limites

Outra maneira para separar seus problemas pessoais do trabalho é estabelecer  limites. Avise seus amigos e familiares que você não pode conversar com eles o  tempo todo e separe apenas alguns minutos para verificar se tudo está bem com  eles.

4. Não seja um herói

Mesmo que você se sinta forte o suficiente para lidar com seus problemas  sozinho, não tente deixar tudo “nas suas mãos”. Peça ajuda quando precisar, não  há nada de errado com isso.

Fonte Universia

5 ações desastrosas numa negociação

elogioA negociação final de uma venda é um momento delicado. O vendedor  praticamente já ganhou o negócio, mas um escorregão pode fazer o cliente  repensar e até mesmo mudar as condições do combinado. Para pequenas empresas, em  que o empreendedor muitas vezes é também o vendedor, é importante ter cuidado,  já que uma venda pode fazer toda a diferença no resultado.

Para Carlos Cruz, vendedor profissional e diretor do IBVendas, o cliente, neste  momento, está querendo minimizar todos os riscos e pode pressionar o vendedor.  “Na maioria dos casos, ele pede desconto porque quer e não porque precisa. Ele  precisa minimizar o risco, saber que é o melhor negócio”, diz.

É preciso cuidado ainda para não cair na armadilha de pensar só no resultado. “O  vendedor não pode esquecer que ele também é um consumidor. Busque entender quais  são as necessidades e os fatores de decisão que levarão o cliente à compra”,  afirma Sergio Ricardo Rocha, coach e palestrante especialista em vendas. Veja  quais ações podem prejudicar o fechamento de uma negociação.

1. Parecer inseguro

Se o cliente provoca o vendedor pedindo mais desconto, por exemplo, e ele reage  com insegurança, pode passar este sentimento para o consumidor. “É ruim quando o  vendedor fica inseguro e usa frases do tipo ‘vou falar com meu gerente’ ou  responde de forma grosseira”, diz Cruz. A dica é tranquilizar o cliente de que  aquele é o melhor negócio.

2. Falar demais

Não saber o que falar é ruim, mas falar demais também atrapalha. O problema é  causar dúvida na decisão do consumidor. Segundo Cruz, o melhor é definir todos  os detalhes e não trazer outros assuntos para a conversa.

Por exemplo, o vendedor começa a falar da entrega e o cliente quer mudar alguma  condição do negócio. “Com isso, há a desvenda, quando os clientes deixam de  comprar porque o vendedor atrapalhou e o convenceu a não comprar”, diz Rocha.

3. Ser emocional

Para os especialistas, toda compra é emocional, depende de um desejo do  consumidor. O vendedor, no entanto, ganha mais quando é racional. “Quando ele  vai despreparado, ele não sabe onde pode chegar, não projeta o cenário e corre o  risco de deixar as emoções tomarem conta do processo”, explica Cruz. É  importante manter o foco na negociação e não se precipitar. “Quando ele começa a  entrar na disputa de posição, perde o foco do interesse do cliente”, diz Cruz.

Para Rocha, é importante não personificar a negociação. “Os vendedores  personificam a negociação como se fosse pra si. Ele analisa sua própria situação  ao informar valores, por exemplo. O preço pode estar fora da realidade dele, mas  dentro do cliente”, diz Rocha.

4. Demonstrar frustração

As vendas são emocionais, mas muitas vezes o cliente não compra por impulso. Ele  quer pesquisar, comparar e, então, decidir. “A expressão de decepção do vendedor  quando ele não compra de imediato é incrível. O cliente interage de duas a três  vezes antes de fazer a compra. Com essa expressão, o cliente perde a conexão,  fica constrangido e não volta”, analisa Rocha.

5. Só falar de características

Outro problema na hora de negociar é insistir nas características dos produtos.  Segundo Rocha, é preciso mostrar os benefícios além dos atributos técnicos. “Uma  pessoa não contrata pelas características, mas pelos benefícios, as vantagens  que ela terá com o produto. Precisa gerar a percepção de ganho no cliente”,  explica Rocha.

Fonte: Revista EXAME

5 sites grátis para desenvolver sua marca pessoal

cursos-onlineSe inserir no mercado de trabalho é uma tarefa complicada. A chave para  alcançar o sucesso pode ser a simples diferença entre você e os demais  candidatos. Mas como fazer isso? Uma boa saída é investir no desenvolvimento da  sua marca pessoal. É claro que isso não pode substituir a sua formação  acadêmica, mas se você combinar as duas características, certamente terá mais  facilidade em conseguir boas oportunidades na carreira. Confira algumas dicas de  sites úteis para desenvolver a sua marca pessoal e conquistar seu espaço no  mercado de trabalho.

1. Flavors.me

O site funciona como uma página inicial que compila todas as suas redes sociais  em uma matriz com visual atrativo. A página permite que você adicione até cinco  opções de serviços e escolha entre vários templates. O site é uma ótima  oportunidade de usar as redes sociais de maneira massiva, mas sem precisar,  necessariamente, gerenciar uma série de perfis em diferentes domínios.

2. Vizualize.me

Se o seu objetivo é destacar o currículo tradicional, mas de uma maneira única e  elegante, talvez sua melhor escolha seja o Vizualize.me. O serviço permite que  você conecte o seu perfil no LinkedIn ao site e ele se encarrega de popular o  seu perfil com um display de cores, números e formas mais atraentes. Você também  pode compartilhá-lo por meio das suas redes sociais e mesmo oferecê-lo como link  nos seus perfis.

3. Vizify

O site conecta seus perfis do Twitter, LinkedIn e Foursquare em uma página HTML  com gráficos em HD. Isso permite que você crie um quadro visual da sua educação,  do seu histórico profissional, etc., de maneira personalizada, com as conquistas  mais significativas.

4. Easel.ly

Permite que você crie seus próprios infográficos ou mesmo que escolha modelos  pré-definidos e os edite da maneira como preferir. Dessa maneira você pode  reunir suas informações mais importantes e organizá-las de modo que seu  currículo seja personalizado para cada oportunidade de emprego que surgir.

5. Infogr.am

Permite que você insira uma série de recursos como gráficos interativos, vídeos  e textos para montar seus próprios infográficos. Depois de concluídos, você pode  utilizá-los onde quiser, ou mesmo compartilhá-los em suas redes sociais. A  ferramenta é útil se você pretende destacar algum trabalho específico ou  projeto, ou mesmo para quantificar alguns dos dados que podem elevar o nível do  seu currículo.

5 frases proibidas nas empresas

papelada Comentários negativos ou preocupações desnecessárias podem ser “o fim da  linha” para uma reunião de emprego. Confira abaixo as cinco frases que devem  sempre ser evitadas em reuniões e encontros profissionais:

1. “Eu não consigo.” (Pode-se acrescentar qualquer final na frase.)

A frase “Eu não consigo” é o assassino de um profissional. É apenas outra  maneira de dizer que não fará o necessário para terminar uma determinada  atividade. Além disso, faz parecer que você quer evitar a responsabilidade de um  projeto. Nunca diga que não consegue, e sim que fará o máximo para conseguir.

2. “Não é assim que se faz.”

Ideias revolucionárias nunca vieram do “jeito que se faz”. No mercado de  trabalho, é preciso sempre destacar-se e pensar diferente da maioria, além de  “pisar fora da linha” pode ser melhor do que seguir sempre um padrão.

3. “Isso é impossível.”

Se até Audrey Hepburn já disse que nada é impossível, quem somos nós para  dizer isso a algum de nossos gestores? Nós apenas somos limitados por aquilo que  colocamos como impossível, o que torna a frase mais uma maneira de evitar a  responsabilidade.

4. “Se tivéssemos dinheiro…”

Todo funcionário sonha com todas as possibilidades que teria se a empresa  tivesse uma conta cheia de dinheiro, mas nem sempre essa é a realidade.  Portanto, é necessário acostumar-se com a quantia disponível e fazer o melhor  com isso, além de lembrar-se que as maiores empresas já começaram com uma  quantia pequena.

5. “O problema é…” (Novamente acresce qualquer final.)

A única maneira de tornar a palavra “problema” adequada para uma situação  profissional é se a frase for “eu encontrei uma solução para o problema”. Se a  empresa possui algum problema, ele provavelmente já foi identificado e não é  necessário apontá-lo novamente.

Fonte Infoneg

4 sinais da linguagem corporal em encontros de networking

gestao_de_competenciaA linguagem corporal é poderosa na hora de um encontro de networking. A forma  pela qual o seu corpo se comporta pode mostrar confiança, determinação e  simpatia, além de melhorar o seu relacionamento e comunicação com as pessoas.  Por isso, confira 4 sinais da linguagem corporal que você deve seguir em  encontros de networking:

1. Contato visual

Os líderes mais bem-sucedidos do mundo dos negócios são conhecidos por sua  altivez e imponência. Manter o contato visual com a pessoa com quem você está  falando mostra confiança no que você tem a dizer.

2. Movimento dos braços

Você deve tomar cuidado com o movimento dos seus braços porque algumas  posições podem sugerir que você não está interessado no que a outra pessoa tem a  dizer. Tente mantê-los em uma posição que convide a pessoa a continuar falando,  como deixar as palmas da mão posicionadas para cima.

3. Postura

A sua postura pode indicar se você é uma pessoa comprometida ou desleixada,  por esse motivo mantenha a sua postura ereta.

4. Expressões faciais

Manter uma expressão facial interessada deve acompanhar o seu contato visual.  Você está sorrindo ou o seu rosto parece cansado e entediado? Sua expressão  facial deve ser convidativa e mostrar que você está prestando atenção no que a  outra pessoa está falando.

Fonte: Universia

3 palavras para garantir o fracasso

fracassoNo conto de Ali Babá e os 40 ladrões a frase “abre-te sésamo” teria a mágica  propriedade de um controle remoto. Pronunciá-la era o suficiente para que a  entrada da caverna dos tesouros roubados fosse aberta, deixando o protagonista  da história rico. Sésamo em português de Portugal é o nosso gergelim (aquele que  vem em cima do pão). Sua planta se abre de forma lenta, soltando as sementes aos  poucos, tal qual se espera de um depósito tão valioso. Era o inacreditável poder  da analogia.

Diferente da fantasia de Ali Babá, há 3 palavras que são verdadeiramente capazes  de alterar o andamento das coisas, mas ao invés de atrair riquezas, elas  garantem o fracasso quando pronunciadas em sequência. Vamos ver como funciona a  mecânica por trás da expressão “eu vou tentar”.

A falta de compromisso e confiança

Qualquer acordo que envolva a frase “eu vou tentar” já começa dando errado.  Para aquele que diz, é uma declaração da sua provável incapacidade e, por isso,  não conseguir é um resultado bastante aceitável. Quem escuta, por outro lado,  endossa a postura e passa a esperar por uma falha. Nesse casso, o sucesso é  lucro. Se as duas partes veem o fracasso como sendo a opção mais provável, não  há por que fazer um esforço a mais no sentido de conseguir.

O medo de fracassar

Não há nada de errado em fracassar. De fato, toda grande conquista precisou  de uma série de fracassos até que encontrasse um modelo de funcionamento ideal,  ou visto de outra forma, talvez o fracasso seja a grande matéria prima do  sucesso. O problema está em tentar ao invés de estabelecer uma meta de  conseguir. Somente através de um esforço genuíno é possível obter resultados  confiáveis sobre o que pode ou não dar certo. O que não acontece quando,  motivado pelo medo de falhar, se inicia a empreitada usando a expressão “eu vou  tentar”.

A exclusão das alternativas

A flexibilidade é outro grande componente do sucesso. Significa adaptar as  estratégias e ações às circunstâncias, em prol de um objetivo final amplo,  buscando alternativas mais inteligentes diante de cada novo pequeno fracasso.  Isso exige comprometimento com a meta de conseguir. Aqueles que simplesmente  tentam, deixam o assunto de lado no primeiro revés. Afinal, o fracasso sempre  foi a opção mais provável para eles.

Fonte Adm.com

4 clichês terríveis de vendedores

sacolaToda venda bem-sucedida nasce de uma relação de confiança entre um vendedor e o  cliente. Por isso, o uso de jargões populares, mentiras ou falar demais podem  ser erros fatais durante um processo de negociação. Consumidores gostam de ser  ouvidos e sentir que estão fazendo a melhor escolha ao adquirir um produto ou  serviço.

1. Foi feito para você

Uma situação comum, e que provavelmente muitos já passaram por ela, é o  provador de loja. Existem vendedores que gostam de usar expressões como “essa  roupa ficou perfeita, até deixou você mais magro” ou “parece que essa peça foi  feita especialmente para você”, essas frases podem demonstrar para o cliente que  a verdadeira preocupação está apenas em fechar a venda de olho na comissão.

2. Só isso?

Cuidado também com expressões que desdenhem do poder de compra das pessoas.  Quando um cliente ouve “tem certeza que é só isso?” ele pode entender que a  compra dele é insignificante para a loja.

3. Você não vai encontrar oferta melhor

Dizer também que “não existe nada melhor no mercado” ou “pode pesquisar,  tenho preços imbatíveis” podem ser erros graves. Subestimar a concorrência não é  a melhor saída. Aliás, evite citar o trabalho concorrente, não dê motivos para  que o cliente busque outras propostas e foque em provar por que o seu produto é  melhor. Aposte nos diferenciais, nas vantagens e benefícios que ele  proporcionará e sugira o fechamento da compra com base nesses argumentos.

4. “Querida…”

Intimidade em excesso com o cliente também pode ser uma atitude negativa.  Expressões como “flor”, “amiga” e “querida” podem incomodar, pois cada pessoa  tem um perfil e um motivador de compras. Portanto, converse, mas saiba respeitar  os limites. Não force uma aproximação, isso poderá ter um resultado contrário ao  que se esperava. Já foi o tempo em que o “bom de papo” era considerado o melhor  vendedor. Estabelecer um diálogo é importante, mas é necessário entender que  cada atendimento terá características diferentes.

Fonte Voice

5 dicas para tua empresa crescer com pouco dinheiro

 1361733534_publicidad-2Para muitos empreendedores, fazer uma empresa crescer significa abrir uma nova unidade ou aumentar as vendas substancialmente. Esta é, no entanto, uma das facetas do crescimento. Muitas vezes, pequenas ações sem custos altos podem trazer um resultado tão bom no longo prazo quanto a abertura – e o alto investimento – de uma filial.

A nova onda entre as startups hoje é crescer e se tornar viável com o mínimo de capital possível. “A pior coisa para uma startup é o capital. Quando você está trabalhando com um orçamento pequeno, a lógica é criar soluções criativas”, diz Cassiano Farani, membro do Centro de Empreendedorismo do Ibmec.

A base para isto é conhecer bem o que o cliente quer e fazer uma empresa sob demanda para o seu mercado. Veja a seguir as dicas para fazer seu negócio crescer sem estourar o orçamento.

1. Desenvolva seu cliente

Quando o empresário sabe exatamente o que a clientela espera do seu produto ou serviço fica bem mais fácil ter um alto nível de satisfação. Mesmo que sua empresa não seja iniciante, realize uma pesquisa informal com os consumidores para saber como eles enxergam sua marca e o que esperam dos produtos oferecidos. “Todo crescimento orgânico tem no foco o desenvolvimento do cliente. O que vale é primeiro aprender com o cliente e depois escalar no mercado. Muitas empresas falham não por ter um produto ruim, mas por não ter um cliente disposto a pagar”, explica Farani.

2. Use e abuse da internet

Barata, cheia de gente e fácil de usar. A internet é hoje a principal mídia para as pequenas empresas que querem aparecer. “Há uns 10 anos, gastava-se dinheiro em folder, em jornal e revista. A internet popularizou e viabilizou enormemente isso, desde um site com contato comercial e algumas informações até muito mais recentemente, o que tem se tornado tremendamente efetivo, a as mídias sociais”, explica Aloisio Buoro, professor de Gestão Estratégica do Insper.

Fazer um vídeo da sua empresa e postar na internet já vira uma grande propaganda do seu produto. “Se você tem cadastrados clientes no Facebook e eles começam a comentar, você tem uma possibilidade muito maior de fazer um boca a boca, o que era antes delimitado pela quantidade de pessoas que iam até o seu ponto de venda”, afirma Buoro.

3. Crie uma rede

Uma das maneiras de fazer o negócio crescer sem colocar a mão no bolso é incentivar a inovação dentro da equipe. “O que causa mais efeito é o líder estimular esse processo internamente”, sugere Farani. Gasta-se menos do que criando um departamento de pesquisa e desenvolvimento ou contratando uma empresa especializada. A co-colaboração também auxilia muito nesta etapa. “Tenha um processo de co-colaboração entre clientes, fornecedores, parceiros e funcionários. A ideia que dá certo é fruto de um choque de ideias. Desenvolva uma rede – e a internet permite muito isso – e você consegue ter uma visão 360º do que o mercado está falando”, diz Farani.

4. Vá além do networking

Participar de eventos, trocar cartões e fazer contatos são atitudes mínimas que um empreendedor deve ter, mas nem sempre trazem resultados efetivos. Para o professor do Insper, o segredo é levar o negócio para todos os lugares, até onde parece que não faz sentido. “Para uma empresa pequena, o dono deve ter uma rede de contatos de trabalho e pessoal, mas deve aumentar o ciclo e percorrer diversos grupos e nichos”, diz Buoro.

Quem pratica um esporte pode falar sobre a empresa com os colegas de jogo. Para quem tem filhos pequenos, aproveitar o contato com os pais dos amiguinhos na porta do colégio também pode trazer surpresas agradéveis para o negócio. “Em tese, o custo disso é o seu tempo”, afirma o professor do Insper.

5. Faça parcerias

A palavra parceria perdeu um pouco seu real significado no mundo corporativo. Mas, quando levada a sério, pode ser uma ótima forma de aumentar as vendas da sua empresa. Buoro explica como os empreendedores devem enxergar as possíveis parcerias. “Tem que significar de alguma maneira ampliar o seu estopo de negócio. Você pode contar com um parceiro para fazer um pedaço do produto que você não faz ou fazer junto”, define.

Fonte Exame

6 modelos de direção – Prós e contras

 midias-sociais1Uns mais amorosos, outros mais impositivos. Cada líder tem seu estilo bem particular de gerir pessoas. Na média, segundo pesquisa do Hay Group, os brasileiros tendem a ser mais coercitivos e democráticos na hora de coordenar seus subordinados.

Mas, afinal, existe o estilo perfeito de liderança? A resposta é, definitivamente, não. Para Caroline Marcon, gerente do Hay Group, o importante é a autenticidade. “Acima de tudo, o líder perfeito tem de ser autêntico”, diz.

O autoconhecimento é fundamental para que fragilidades e fortalezas sejam administradas de forma eficiente, sem perder o foco. “Você pode até ter tendência a um perfil específico, mas tem de ter flexibilidade suficiente para aprender e incorporar outros estilos em caso de necessidade”, afirma.

Veja, a seguir, os sete estilos de gestão mapeados pelo Hay Group.

Coercitivo

Vigilantes e críticos, são ácidos e duros em suas críticas. Os coercitivos provocam medo em seus funcionários, uma vez que lideram com as ferramentas de punição a postos.

Prós: Em situações críticas, o estilo coercitivo tende a funcionar bem em situações de emergência, onde “mandar fazer é mais fácil que discutir soluções com toda a base de empregados”.

Contras: “Quando você é pouco habilidoso, não tem consciência do seu papel como líder, não percebe o impacto de suas ações”, diz. “As pessoas não se sentem livres para agir. Esse estilo acaba com a criatividade dos funcionários.”

Dirigente

Com foco no longo prazo, o dirigente é o líder visionário, que dá direções claras para a sua equipe, dizendo exatamente o que espera de cada um. “É um estilo que exige experiência e preparação do chefe em questão”, diz Caroline. “É uma gestão baseada em diálogo e comunicação.”

Prós: Segundo a gerente do Hay Group, esse líder garante a motivação dos funcionários através da transparência. “Ele quer engajar as pessoas para que elas sintam vontade de seguir suas orientações”, diz Caroline.

Contras: Embora o impacto desse estilo de gestão seja majoritariamente positivo, ele não é o mais adequado para momentos de crise, uma vez que o diálogo tende a tomar tempo – e dificultar tomadas de decisões rápidas.

Afetivo

Quem dá mais atenção às pessoas que às tarefas é o chamado líder afetivo.  Ele trata bem seus colaboradores e, não raro, são recompensados com lealdade e alto desempenho.

Prós: Por ter um interesse genuíno nas pessoas, ele cria harmonia e proximidade na equipe.

Contras: A linha entre o chefe afetivo e o “paizão” é tênue. Caroline sinaliza que é importante manter cada coisa em seu lugar. “Não pode mudar o padrão de exigência nem proteger ninguém”, afirma.

Democrático

Consenso é a palavra de ordem do líder democrático, que tira o melhor de sua equipe a partir da divisão de decisões e responsabilidades.

Prós: O democrático é o melhor líder para criação de ambientes de alta performance. Isso porque o compartilhamento das responsabilidades faz com os liderados se sintam corresponsáveis e parte de uma construção coletiva.

Contras: Uma equipe muito jovem e inexperiente tende a não desempenhar bem nas mãos de um líder democrático. “Ele é mais recomendado quando há uma certa senioridade no time”, diz Caroline. “O excesso de democracia em uma equipe inexperiente tende a prejudicar os resultados. Quanto mais sênior for o time, melhor é o aproveitamento da experiência coletiva.”

Modelador

As instruções detalhadas e a alta exigência são as marcas registradas do líder modelador – que acredita ter sempre o melhor caminho para realização de um trabalho.

Prós: Justamente pelo detalhamento das instruções, o líder modelador acelera a formação de pessoas e eleva os níveis de qualidade dos produtos.

Contra: “O modelador tende a fazer clones dele mesmo, por achar que está no centro da excelência”, diz Caroline. O resultado disso é um sufocamento da criatividade da equipe, que se sente sempre desvalorizada. “A medida que você se considera uma grande referência, você começa a ignorar a contribuição de terceiros”, afirma.

Treinador

Como um técnico de time de futebol, o treinador investe tempo e esforços na compreensão dos pontos fortes e fracos de cada membro da sua equipe. O objetivo é trabalhar com eles para que o desenvolvimento pessoal gere bons resultados.

Prós: Preocupado em conhecer sua equipe, o treinador conversa muito, se interessa em conhecer cada um, com foco sempre no longo prazo. É perfil ideal para a formação de novos líderes.

Contras: Esse é um tipo de chefe que assume grandes riscos para deixar que as pessoas evoluam naturalmente. São mais expostos, portanto, a erros.

Fonte Exame

5 passos para fazer tua startup crescer

 amarelo-verde-azul-violeta-clip-art-pastas_417355Todo empreendedor quer ver sua empresa crescer. Alguns aspectos, no entanto, devem ser bem analisados antes de buscar um investimento para escalar o seu negócio. Um dos principais erros na hora de escalar uma startup, por exemplo, é tomar essa decisão de maneira precipitada.

Luciano Lacerda, presidente da Comunidade Tecnológica de Goiás (Comtec), afirma que o escalonamento de uma empresa é dividido em etapas.

Para Mauricio Galhardo, especialista financeiro e sócio da Praxis Business, todo mundo precisa participar do processo. “Escalar uma empresa é um esforço em conjunto das áreas de produção, marketing, comercial, logística e dos fornecedores”, explica

André Fiorini, cofundador da aceleradora Start You Up, acredita que, muitas vezes, o empreendedor tem a noção técnica do produto. “Mas, não tem muita noção sobre a precificação, marketing, ou o que fazer quando recebe um investimento”, explica. Seja uma startup ou uma pequena empresa,  saiba quais são as recomendações dos especialistas.

1. Estude bem o seu mercado

A falta de um embasamento do mercado pode resultar em uma grande dor de cabeça para o empresário “Muitos empreendedores têm o planejamento da cabeça dele, sem saber como é o mercado realmente. Precisa saber quais são os números de mercado e a previsão de crescimento”, afirma Fiorini.

Para ele, procurar informações sobre concorrentes e benchmarking é essencial para entender como o mercado se comporta. Após analisar o mercado é possível avaliar qual será o posicionamento da empresa para crescer, lançando um novo produto ou investindo no que ela já tem.

2. Entenda como a sua empresa funciona

Às vezes, é preciso dar um passo para trás para saber como progredir. Por que os clientes comprariam os meus produtos? “É comum uma empresa criar uma estratégia e vender muito, mas não tem capacidade para entregar”, diz Galhardo.

Para Fiorini, o empreendedor tem que ter todas as áreas do negócio sob controle. Caso contrário, mesmo com o apoio de um investidor-anjo, a empresa pode não crescer como esperado.

3. Invista em planejamento

O empreendedor deve ter claro o que ele precisa para crescer. É preciso investir em marketing, finanças ou vendas? Para Lacerda, é importante saber planejar por etapas e muitos empreendedores erram nesta tarefa.

No caso de startups, a partir do momento em que o investidor entrar em contato, ele vai querer saber qual será o próximo passo da empresa após receber o investimento. Por isso, é importante saber quais são as principais dificuldades e levantar possíveis soluções.

4. Faça testes

Fazer uma pesquisa com clientes ou fazer um piloto do produto são ações que podem ajudar quem deseja escalar o negócio. Com os testes, é possível identificar possíveis falhas em áreas chaves da empresa.

Para Lacerda, não é recomendável que o empresário foque somente na ideia de que o seu produto é bom. É preciso testar de verdade para comprovar.

5. Estude o investidor

No caso de startups, o sucesso do escalonamento da empresa pode depender do perfil de seu investidor-anjo. Fora o capital, o investidor tem que ser capaz de passar conhecimento para o negócio.

Fiorini explica que é preciso aproveitar ao máximo o networking do investidor. “Ele é uma figura chave e pode ajudar a posicionar melhor o produto no mercado”, explica.

Fonte Executi

Ganhe a atenção de teus clientes

liquidacao-sapatos-230x195O cliente é cada vez mais bombardeado com informações, de todos os tipos, e obter destaque depende de uma série de ações certeiras por parte do vendedor.

Vamos levar em consideração que o consumidor está procurando profissionais que ajudem a satisfazer suas necessidades com soluções de valor.

Afinal, o que é valor do ponto de vista dos clientes? Valor é o que tem significado para o consumidor. É o benefício que o produto ou serviço trará e o grau de satisfação de suas necessidades, considerando o preço, as características e atributos do produto, a facilidade de manutenção, de aquisição e de uso, ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Sendo assim, o que tem significado para o cliente pode ser a assistência técnica, a agilidade, a disponibilidade de estoque, um contrato de fornecimento, a redução no custo, o prazo de pagamento, a pontualidade, o relacionamento, a flexibilidade na entrega, a customização ou a padronização, entre outros.

A única forma de descobrir o que realmente tem valor é por meio do mapeamento deste atributo junto ao cliente em todos os momentos da venda, seja na primeira abordagem, na entrega ou no pós-venda

Philip Kotler, o guru do marketing, relembra o fato de que muitas organizações têm uma visão clara sobre o valor que gostariam de oferecer aos seus clientes, mas muitas vezes não compreendem esse valor segundo suas perspectivas.

É nesse momento que deve entrar em cena o vendedor, com o objetivo de identificar os atributos de valor esperados pelo cliente. Para tanto, ele deve atuar como um verdadeiro ”gestor de negócios” dos clientes, em contraposição a uma atuação simplista de mero ”tirador de pedidos”.

Fonte Neg Info

Conheça os estilos de gestão em 10 países

 contratoSegundo levantamento do Hay Group, gestor brasileiro é desmotivador, com perfil coercitivo – veja o perfil dos chefes em mais nove países. Falta flexibilidade dos chefes quando o assunto é gestão de pessoas. Para quem é  funcionário, pode ser que esta não seja uma novidade, mas este é o resultado da  pesquisa mais recente do Hay Group. Foram analisados mais de 95 mil líderes em mais de 2 200 organizações em todo o  mundo. Quanto menor o número de habilidades apresentadas para cada dirigente,  menor a sua flexibilidade como gestor. Um terço dos chefes dominam apenas um ou  nenhum estilo de liderança enquanto apenas 26% conseguem transitar entro quatro  ou mais habilidades.
Veja, a seguir, quais as habilidades de liderança mais e menos adotadas entre os  gestores em 10 países diferentes, segundo o levantamento do Hay Group.

Brasil

  • Coercitivo: 59%
  • Dirigente: 45%
  • Afetivo: 48%
  • Democrático: 55%
  • Modelador: 22%
  • Treinador: 50%

Estados Unidos

  • Coercitivo: 24%
  • Dirigente: 47%
  • Afetivo: 42%
  • Democrático: 31%
  • Modelador: 33%
  • Treinador: 42%

Alemanha

  • Coercitivo: 16%
  • Dirigente: 36%
  • Afetivo: 37%
  • Democrático: 42%
  • Modelador: 44%
  • Treinador: 32%

Chile

  • Coercitivo: 54%
  • Dirigente: 32%
  • Afetivo: 44%
  • Democrático: 43%
  • Modelador: 27%
  • Treinador: 35%

Canadá

  • Coercitivo: 20%
  • Dirigente: 48%
  • Afetivo: 45%
  • Democrático: 43%
  • Modelador: 34%
  • Treinador: 37%

China

  • Coercitivo: 45%
  • Dirigente: 27%
  • Afetivo: 45%
  • Democrático: 26%
  • Modelador: 28%
  • Treinador: 58%

Índia

  • Coercitivo: 62%
  • Dirigente: 42%
  • Afetivo: 51%
  • Democrático: 36%
  • Modelador: 18%
  • Treinador: 55%

Japão

  • Coercitivo: 27%
  • Dirigente: 19%
  • Afetivo: 36%
  • Democrático: 59%
  • Modelador: 42%
  • Treinador: 37%

México

  • Coercitivo: 63%
  • Dirigente: 41%
  • Afetivo: 42%
  • Democrático: 47%
  • Modelador: 24%
  • Treinador: 42%

Espanha

  • Coercitivo: 55%
  • Dirigente: 43%
  • Afetivo: 41%
  • Democrático: 41%
  • Modelador: 22%
  • Treinador: 43%

Fonte Exame

3 erros que os empreendedores cometem quando viram chefes

luz_cor-20110326101717A maior parte dos empreendedores, principalmente de pequenas empresas, toca seu negócio na base da tentativa e erro, fazendo muitas adaptações e corrigindo o rumo da empresa conforme surgem os problemas e as oportunidades. O lado positivo é a flexibilidade, o que dá boa margem de manobra, mas também gera erros e consequências ruins que podem ser evitadas. É sobre os principais erros cometidos e como evitá-los que falarei a seguir.

1. Excesso de informalidade

Ser pequeno não significa ser totalmente informal. Alguns empresários tocam o negócio como se todos os clientes e funcionários fossem velhos amigos. Muita gente se aproveita disso para abusar de sua boa vontade e vice-versa.

Isso gera uma tolerância muito maior com o erro e as pessoas se acostumam a produzir pouco, atrasar entregas, e demorar para pagar porque se sentem negociando com um “amigo” que aceita a ineficiência. Seu negócio precisa ter um mínimo de profissionalismo e formalidade para crescer e prosperar.

2. Falta de foco

Quando a empresa começa a dar certo o risco de perder o foco aumenta muito. A empresa começa, por exemplo, produzindo tijolos de alta qualidade e em alguns meses se endivida e começa a produzir telhas, que não têm a mesma qualidade. As vendas diminuem e todo negócio afunda. Mantenha o foco naquilo que sua empresa realmente faz muito bem e só diversifique depois de uma análise rigorosa. Isso acaba contaminando a equipe e prejudicando o negócio

3. Perfil inadequado

Quem tem um negócio próprio, quase sempre, trabalha muito mais do que quando era funcionário de outras empresas e, nos primeiros meses, ou anos, ganhará menos e correrá muito mais riscos. O empreendedor precisa ter uma personalidade que tolere bem estas dificuldades. Se você tiver o perfil adequado terá muito mais chances de ser bem sucedido.

Fonte Exame

4 tendências das redes para tua empresa

 cores05Estar atento às novas tendências é importante em qualquer área. Em um espaço recente e dinâmico como o das mídias sociais, acompanhar os caminhos para onde apontam as novidades se torna essencial. O número de novas mídias sociais vem crescendo vertiginosamente, da mesma forma que os sites integrados à redes ou que agregam funções sociais.

Segundo recente pesquisa da Nielsen Company, a utilização de redes sociais através de aplicativos e dispositivos móveis deu um grande salto. Estar atento a essas tendências é algo essencial na hora de planejar a atuação de sua empresa em mídias sociais. Confira abaixo quatro tendências importantes para o seu negócio:

1. Mobile: Enquanto o tempo de navegação em redes sociais já representa 20% do total da utilização dos usuários de PC, em dispositivos móveis esse tempo chega a 30% do total navegado. O mercado mobile está crescendo muito e as redes sociais encontram nos tablets e smartphones parceiros ideais para seu imediatismo e conectividade.

2. Redes sociais de nicho: Após o Facebook alcançar a preferência absoluta dos brasileiros em 2011, a rede social já não tem tanto espaço novo para se expandir. A exemplo do que já aconteceu em outros países, a tendência é que esse espaço seja ocupado por redes sociais menores e menos generalistas. As redes sociais de nicho oferecem grande possibilidade de crescimento, além de falar com um público extremamente segmentado.

3. Ouvir antes de falar: O monitoramento de mídias sociais permite saber o que está sendo falado sobre sua marca, serviços, mercado e concorrentes. Com isso, você pode detectar oportunidades de melhoria, saber quais pontos explorar da melhor forma, além de planejar o tom correto para a sua marca. A evolução das ferramentas de monitoramento está tornando o trabalho cada vez mais fácil.

4. Televisão social: Não, não é um novo aparelho de TV super moderno. A televisão social refere-se ao hábito de acompanhar a transmissão de um evento enquanto navega pelas redes sociais. Superbowl, Grammy e Oscar são alguns dos eventos internacionais recentes que foram comentados em tempo real, enquanto o mundo inteiro assistia.

Marcas que souberem aproveitar essa tendência certamente terão bons resultados, a exemplo da Oreo. Durante o apagão no Superbowl, a marca de biscoitos disparou um tweet que foi mais comentado do que as milionárias propagandas transmitidas nos intervalos do evento esportivo.

Fonte EXAME

4 dicas para acabar com o stress no trabalho

stressMuitas pessoas acreditam que é impossível se livrar do estresse causado pelo trabalho, mas mudar a maneira como você pensa no futuro pode ajudar a reduzir e até mesmo eliminar esse problema. Confira 4 dicas que podem ajudá-lo.

Ninguém é capaz de negar que o trabalho pode ser a causa do estresse de muitas pessoas. Na verdade, grande parte dos trabalhadores acredita que o estresse é uma parte inevitável do trabalho, mas na verdade eles estão errados. O nível de estresse ao qual você se expõe pode ser facilmente controlável. O truque para isso é encontrar maneiras de manter-se conectado com o “agora”.

Grande parte do estresse que as pessoas sofrem no trabalho se deve à preocupação constante com eventos futuros e que não podem ser controlados. Mas de que maneira é possível esquecer o estresse e manter as tarefas imediatas como prioridade? Confira 4 dicas que podem ajudar:

1. Medite ou reze diariamente

Quando feito de maneira correta, o processo de meditar ou rezar coloca os seus pensamentos no presente. Manter-se focado, seja por meio da meditação ou da reza, faz com que você encontre uma espécie de escape para o estresse, seja pela respiração que envia energia para todo o seu corpo ou pela presença de Deus na sua vida. Essas atividades não criam apenas uma pausa para o estresse como também ajudam a treinar a sua mente para se manter atento.

2. Tenha um tempo diário para planejar

Alcançar objetivos é impossível sem planejar. E planejar deve ser uma tarefa natural, que envolve imaginação sobre o futuro, inclusive em casos adversos, como contratempos e problemas. E é por isso que pensar no futuro pode ser tão estressante. Para resolver o problema, o ideal é que você tenha um tempo diário para trabalhar o planejamento do seu futuro. Dessa maneira você nunca entrará em desespero por precisar resolver problemas de última hora e também não vai estender as suas preocupações ao longo do dia. Na verdade, você terá tempo disponível para colocar em prática as estratégias do seu plano diário.

3. Desprenda-se dos resultados

Embora seja verdade que o mercado de trabalho trata-se, basicamente, de alcançar bons resultados, é fundamental que você tenha em mente que esses resultados só serão alcançados por meio da execução de um plano bem pensado. Portanto, uma vez que você tem um plano, concentre os seus esforços nas estratégias que poderão levá-lo ao sucesso e não no sucesso em si. Procure pensar que isso é consequência.

4. Observe o que funciona

Ao passo que você começa a se mexer para alcançar os objetivos que definiu, observe quais ações parecem dar mais resultados e quais não se apresentam de maneira tão eficaz. Ao invés de se sentir irritado com as falhas, procure encontrar uma maneira de consertá-las, mude as práticas que levaram a elas. Esse tipo de prática exige disciplina e força de vontade, mas o processo se torna mais fácil conforme você o executa e dentro de pouco tempo você será capaz de perceber com mais clareza como deve ajustar o seu plano aos seus propósitos.

Fonte: Universia

Voto nulo não anula eleição

eleic3a7c3b5esESTÃO A DIVULGAR PELA INTERNET QUE VOTO NULO ANULA ELEIÇÃO E ISTO NÃO É VERDADE. CUIDADO!!!… SEGUE ARTIGO INTERESSANTÍSSIMO SOBRE O ASSUNTO…

Mais de 50% de votos nulos não anula eleição.

Por várias oportunidades, ouvimos falar que se em uma eleição mais de 50%  (cinqüenta por cento) dos votos forem nulos,  o pleito deveria ser repetido, criando oportunidade para o registro de outros  candidatos. Falácia!

Há alguns dias nos deparamos com um movimento organizado nas redes sociais,  em que se prega o voto nulo nas eleições municipais de 2012.

Mas o assunto não é novo. Quem nunca ouviu aquele sujeito que diz todo  orgulhoso “há tantos anos não voto. Não quero  compartilhar dessa roubalheira”; ou mesmo “meu voto não vai eleger esse ladrão”; ou outras frases nesse mesmo sentido.

Não podemos questionar o direito dessa pessoa em anular seu voto, direito, aliás,  salvaguardado constitucionalmente. Basta lembrar que o voto no Brasil não é obrigatório, e nem nunca o foi, sob a  édige da atual Constituição da República – CR. O obrigatório é o comparecimento  às urnas, assim mesmo, para aqueles que preencherem os requisitos do art. 14 da  Carta Magna.

Pois bem! Mas a atitude desse grupo é cidadã? Está de acordo com o princípio  democrático, o primeiro princípio salvaguardado pela CR?

Democracia, palavra de origem Grega (demo = povo; kratos = poder político).  Segundo Gomes (2010, p. 4), as democracias contemporâneas assentam sua  legitimidade na idéia de povo, na soberania popular exercida pelo sufrágio  universal e periódico. E esse exercício é feito em regime de total igualdade, no  sentido de se atribuir aos votos, seja nas eleições,  seja nos plebiscitos ou referendos, o mesmo peso, ou seja, a mesma força,  independente de qualquer distinção que se possa fazer entre os titulares dos  direitos políticos (raça, cor, situação econômica, idade, etc.), nos exatos  termos do artigo 14 da CR. Essa igualdade preconizada pelo regime democrático  encontra-se salvaguardada, inclusive, no artigo 4º da Lei nº. 9.096/95, a Lei  Orgânica dos Partidos Políticos – LOPP[1].

Já a cidadania, estampada no art. 1º, II, da CR, com caráter de cláusula  pétrea, nos termos do art. 60, § 4º da mesma Carta, pode ser conceituada como um  status ligado ao regime político; identifica os detentores de direitos políticos  (GOMES, 2010, p.40)[2]. Assim, nesse contexto, a  cidadania plena somente poderá ser obtida aos 35 (trinta e cinco) anos, quando o  cidadão passará a possuir capacidade eleitoral passiva completa, podendo ser  votado para todos os cargos eletivos, inclusive, os de Presidente,  Vice-Presidente da República, e Senador, nos termos do artigo 14, § 3º, VI, a,  da CR.

No conceito de Gomes (2010, p.3) direitos políticos ou cívicos são as  prerrogativas e os deveres inerentes à cidadania. Englobam o direito de  participar direta ou indiretamente do governo, da organização e do funcionamento  do Estado. Têm guarda constitucional nos artigos 14 a 17 da CR. Ou seja, são os  direitos políticos que possibilitam ao cidadão a participação no direcionamento  dos rumos estatais[3]. Sua aquisição ocorre com o  alistamento eleitoral, e é regulamentado pelos artigos 42 a 51 do Código  Eleitoral – CE.

A mencionada participação no governo ocorrerá não apenas pela participação  nas eleições, mas também pelo plebiscito, pelo referendo, e pela iniciativa  popular, conforme previsão constitucional constante do art. 14, § 1º, I a  III[4].

Diante dessas parcas explanações, podemos concluir que a atitude pretendida  pelo grupo citado no inicio é cidadã? É democrática?

De forma nenhuma! Aliás, a nosso ver, demonstram uma profunda ignorância em  termos do exercício dos direitos garantidos pelo regime democrático, bem como,  pela detenção de direitos políticos.

Isso porque, antes de se revoltar com relação aos candidatos registrados  para determinado cargo, em determinado pleito eleitoral, e fazer campanha  aberta, seja nas redes sociais, seja no corpo a corpo cotidiano, pelo voto nulo, deveríamos, cada um  de nós, nos questionar:

1) Qual tem sido minha participação na vida política do meu Município? Do  meu Estado? Do meu País?

2) Já pensei em me candidatar a algum cargo político?

3) Já lutei pela candidatura de alguém?

4) Sou filiado a algum partido político? Caso positivo, realmente defendo  a ideologia política desse partido, ou estou ligado a ele apenas por interesse  pessoal?

Além das questões acima, de cunho estritamente subjetivo, há ainda os  seguintes questionamentos de ordem prático-política:

5) Compreendo bem a função dos partidos políticos?

6) Entendo os efeitos de um voto nulo ou em branco?

7) Votando dessa forma, estarei buscando o melhor (ou menos pior) para a  sociedade na qual estou inserido?

8) Tenho idéia de quanto custa um processo eleitoral para o  Estado?

Se a resposta for negativa para pelo menos uma dessas quatro últimas  indagações acima, será melhor refletir.

Por várias oportunidades ouvimos falar que se em uma eleição mais de 50%  (cinqüenta por cento) dos votos forem nulos,  o pleito deveria ser repetido, criando oportunidade para o registro de outros  candidatos. Falácia!

É preciso alertar aos leigos em Direito Eleitoral o contexto no qual o  artigo 224 do Código Eleitoral – CE está inserido.

Dispõe tal dispositivo:

Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas  eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais,  julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova  eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.

A leitura isolada desse dispositivo pode mesmo levar a idéia de que se numa  eleição, mais de 50% (cinqüenta por cento) dos votos  forem nulos, o pleito deverá ser repetido. Mas, a  ementa do seguinte julgado é bastante didática na busca do esclarecimento da  questão[5]:

ELEIÇÕES 2004. REPRESENTAÇÃO. CONDUTA VEDADA. CAPTAÇÃO ILÍCITA DE  SUFRÁGIO. CONFIGURAÇÃO. RECONHECIMENTO PELO ACÓRDÃO IMPUGNADO. IMPOSSIBILIDADE  DE REEXAME DE PROVA. ART. 41-A DA LEI Nº 9.504/97. APLICAÇÃO DA SÚMULA 279 DO  STF. JULGAMENTO NA AUSÊNCIA JUSTIFICADA DE MEMBRO DO MP. AUSÊNCIA DE PREJUÍZO.  NULIDADE NÃO CARACTERIZADA. ARTS. 219 DO CE E 249, § 1º, DO CPC. AGRAVOS  REGIMENTAIS PROVIDOS. IMPROVIMENTO DOS RECURSOS ESPECIAIS. […].   3. Para fins de aplicação do art. 224 do Código Eleitoral, não se somam aos  votos anulados em  decorrência da prática de captação ilícita de sufrágio, os votos nulos por manifestação  apolítica de eleitores. Levam-se em consideração somente os votos atribuídos ao candidato eleito e condenado em razão  de ofensa ao art. 41-A da Lei nº 9.504/97. (AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO  ESPECIAL ELEITORAL nº 25585, Acórdão de 05/12/2006, Relator(a) Min. ANTONIO  CEZAR PELUSO, Publicação: DJ – Diário de justiça, Data 27/2/2007, Página 142  )

Ou seja: a nulidade a que se refere o artigo 224 do CE na verdade se refere  aos votos que forem eventualmente declarados nulos em processo julgado pela Justiça Eleitoral, e não os  que forem “depositados” nulos pelos eleitores, em  decorrência de manifestação apolítica, de insatisfação. Isto é necessário ficar  claro na mente dos cidadãos.

Nesse mesmo sentido foi a manifestação do mesmo Tribunal Superior Eleitoral  – TSE, no ano de 2010[6]:

AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL. PREFEITO ITINERANTE.  IMPOSSIBILIDADE. PRINCÍPIO REPUBLICANO. NULIDADE. VOTOS. ART. 224, CE. DIFERENÇA. VOTOS NULOS. ART. 77, § 2º, CF.  DESPROVIMENTO. […].  2. A nulidade dos votos dados a candidato inelegível não se confunde com os  votos nulos decorrentes de  manifestação apolítica do eleitor, a que se refere o art. 77, § 2º, da CF, e nem  a eles se somam, para fins de novas eleições (art. 224, CE).  3. Agravo  regimental a que se nega provimento. (Agravo Regimental em Recurso  Especial Eleitoral nº 35888, Acórdão de 25/11/2010, Relator(a) Min. MARCELO  HENRIQUES RIBEIRO DE OLIVEIRA, Publicação: DJE – Diário da Justiça Eletrônico,  Tomo 239, Data 15/12/2010, Página 44)

Assim, façamos o alerta, na esperança de que movimentos anti-democráticos e  anti-cidadania como estes percam força, sendo revistos para incentivar maior  participação do eleitorado na escolha de seus representantes, partindo da  filiação partidária, formação de consciência política[7], participação nas convenções partidárias, lançamento de  candidaturas, controle social sobre as campanhas políticas, dentre outras  diversas ações.

E apenas para fins de esclarecimento, respondemos a seguir as questões acima  lançadas, especificamente aquelas de cunho objetivo, a saber:

5) A função dos partidos políticos está especificada na própria LOPP,  conforme dispõe seu artigo 1º:

Art. 1º O partido político, pessoa jurídica de direito privado, destina-se a  assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema  representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na Constituição  Federal.

E em razão disso, não há a possibilidade, no Brasil, de candidaturas  avulsas, ou seja: ninguém se candidata a um cargo político sem que esteja  filiado a um partido político[8].

6) Os efeitos de um voto nulo ou branco são exatamente os mesmos. Certificam o  comparecimento do eleitor às urnas, mas não são contabilizados para efeito de  apuração, e nem mesmo para os fins do tão mal interpretado artigo 224 do Código  Eleitoral.

7) O eleitor que vota nulo ou em branco, não faz  demonstrar as razões de seu protesto, de sua insatisfação. Muito pelo contrário!  Aceita passivamente a escolha dos demais cidadãos, colocando-se numa posição  passiva, o que lhe retira, a nosso ver, toda e qualquer condição de protesto  posterior, haja vista sua postura omissa quando do exercício de sua  cidadania.

8) Os custos das eleições gerais de 2010 foram de aproximadamente R$ 500  milhões de reais[9]. E tal valor refere-se apenas aos  gastos geridos pelo TSE. Não inclui gastos dos candidatos em suas campanhas.

Portanto, e finalizando, cremos que antes de se desenvolver movimentos  anti-cidadania, como o mencionado neste documento, antes de se incentivar a  omissão eleitoral, devemos nos questionar sobre como anda sendo exercido nosso  compromisso com a democracia.

A resposta às nossas insatisfações com a política atual, muito antes de ser  dada nas urnas, deve ser buscada nas raízes do processo eleitoral, com a  participação na vida partidária, em especial através da filiação, do  desenvolvimento de cultura política, e da participação nas convenções.


Notas

[1] Art. 4º Os filiados de um partido político têm  iguais direitos e deveres.

[2] Gomes (2010, p.40) ressalva ser esse o sentido  estrito técnico da cidadania, ressaltando a existência de um contexto mais amplo  nas ciências sociais, em que denota o direito a vida em sentido pleno, abarcando  os direitos fundamentais, civis, políticos e sociais. Dessa forma, e  considerando tal amplitude, todos têm direito à cidadania, independentemente de  estar ou não alistado como eleitor.

[3] Pinto (2008, p. 150) informa que a aquisição da  cidadania é o principal efeito do alistamento. A partir dela o cidadão pode  participar ativamente da condução do destino de seu grupo social, quer votando  para escolha de seus dirigentes, que sendo votado no processo eleitoral para  escolha dos representantes do povo, que serão investidos nas funções  eletivas.

[4] Pinto (2008, p.68) acrescenta como formas de  exercício dos direitos políticos, a crítica aos governantes, pelo voto para escolha dos representantes que exercerão os cargos eletivos, pela  impugnação ao mandato obtido ilicitamente, pela denúncia por crime de  responsabilidade a ser apurado pelo Poder Legislativo ou pela desconstituição  dos atos do Poder Público quando ilegais e prejudiciais ao erário.

[5] Disponível em <www.tse.jus.br>. Acesso em  20/03/2012.

[6] Disponível em <www.tse.jus.br>. Acesso em  20/03/2012.

[7] Aliás, uma das mais importantes funções dos  partidos políticos, conforme art. 44, IV, da LOPP:

Art. 44. Os recursos oriundos do Fundo Partidário serão aplicados:

[…];

IV – na criação e manutenção de instituto ou fundação de pesquisa e de  doutrinação e educação política, sendo esta aplicação de, no mínimo, vinte por  cento do total recebido.

[8] E sem cumprir as demais condições de  elegibilidade (art. 14, § 3º, CR), e sem incorrer nas causas de inelegibilidade  (art. 14, 4º, 7º, 8º e 9º, CR, e Lei Complementar nº. 64/1990).

[9] Fonte:  http://www.tse.jus.br/arquivos/tse-quadro-demonstrativo-da-ldo2010-periodo-janeiro-a-dezembro-de-2010.

FONTE: http://jus.com.br/revista/texto/21443/mais-de-50-de-votos-nulos-nao-anula-eleicao#ixzz2XVDb6zge