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Por que o preço do dólar oscila?

phpThumb_generated_thumbnailPor: Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

Sempre que falo aos meus alunos sobre o Brasil no mercado internacional, gosto de iniciar a aula explicando porque o preço do dólar oscila; pois é o dólar que dirige as principais transações internacionais e compreendendo como se dá este fenômeno, compreende-se também o processo econômico envolvido. Mas afinal, porque existe essa variação no preço do dólar? Para se entender é necessária uma pequena explanação sobre exportações e importações. Enfatizo que essa variação não se deve somente às exportações e importações, mas estas são o motivo principal do processo.

Todos os países necessitam de Divisas, que são a quantidade de moeda (no caso o dólar) disponível para pagamentos internacionais, ou seja, para se pagar uma transação internacional são necessários dólares disponíveis, mas como o Brasil consegue os dólares para efetuar estes pagamentos? É simples, através das exportações, em que são vendidas mercadorias no mercado internacional e estas mercadorias são pagas em dólar.

Assim que isso acontece, o processo fica mais interessante. Quando o dólar entra no Brasil, este passa a não ser mais moeda e passa a ser mercadoria, pois ele pode ser comprado e vendido em Reais. Sabe-se, segundo a teoria econômica, que todas as mercadorias estão sujeitas a lei da oferta e da procura, que na forma mais simples afirma que quando existe grande quantidade de oferta do produto o seu preço cai e quando existe pouca oferta do produto o seu preço sobe, na condição de que se mantenha a procura (demanda) inalterada. Então, se existe grande quantidade de dólar no Brasil o seu preço tende a cair, acontecendo outro fenômeno, as importações começam a se elevar pois fica mais barato comprar em dólares fazendo com que desta vez o Brasil compre os produtos do mercado internacional, facilitando a saída destes mesmos dólares do país, conseqüentemente o seu preço sobe, pois a quantidade de dólar diminui.

Obs:
Artigo anteriormente publicado em 2006

3 atitudes ruins dos candidatos à emprego

entrevista-de-trabalhoPor Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

Todas as pessoas, em algum momento, já passaram por fases ruins em que o emprego era um objetivo imediato. Creio que muitas dessas mesmas pessoas enviaram “n” curriculuns para vagas disponíveis e muitas delas podem ser grandes oportunidades para não aprender nada, mas outras mais podem ser grandes oportunidades de desenvolver mais do que competências, ou seja, verdadeiros sonhos de carreira.

Já passei em minha vida, por muitas entrevistas de emprego e também já entrevistei muitas pessoas para empregos que eu estava a oferecer. Vendo os “dois lados da moeda” cheguei a algumas conclusões que creio sejam muito interessantes para, aqui, discutir e espero que esses mesmos candidatos possam ler essas dicas e não cometer mais estes erros terríveis.

1a atitude ruim – Ir mal vestido: Ninguém dá crédito a pessoas mal vestidas, por mais que penses que as pessoas deveriam serem julgadas pelas idéias e não pelas roupas, ainda assim vivemos num mundo de aparências e isto é fundamental.

2a atitude ruim – Afirmar saber que sabe mais do que realmente sabe: Alguns candidatos afirmam saber fazer os procedimento / conhecer o trabalho / ter experiência no assunto, mas na hora de mostrar o quanto sabe, não consegue manter a aparência. Isso pode acarretar uma visão desabonada do candidato por parte de quem o entrevista. Muito provavelmente o entrevistador concluirá que o candidato é um “contador de vantagem”.

3a atitude ruim – Ficar entrando em contato para saber se foi selecionado: Isso é extremamente irritante! Nunca faças isso! Quem quiser te contratar fará isso sem que fiques ligando (incomodando) o entrevistador a toda hora, sem falar que ficar ligando demonstra ansiedade e isso pode acarretar perda de pontos de uma entrevista que pode ter ido bem.

Um dia produtivo à todos!

Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

Saiba como são feitos os financiamentos à Fundo Perdido

PROGRAMA MAIS VALORFinanciamentos não-reembolsáveis (fundo perdido) são aqueles financiamentos que o Governo dá-te o dinheiro, ou seja, tu não precisas pagar o dinheiro de volta.
Geralmente são grandes quantias e podem agraciar também as micro e pequenas empresas.
Para tal empreitada fazem-se necessários o preenchimento de alguns quesitos, saiba mais no vídeo explicativo: CLIQUE AQUI