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Portugal: Crise destruiu um em cada sete empregos

desempregoDesde 2008, o ano em que começou a crise, Portugal perdeu um em cada sete empregos, a maioria deles a partir de maio de 2011, quando entrou em vigor o plano de resgate internacional da economia do país, indicou nesta segunda-feira a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“O mercado de trabalho não experimentou nenhuma melhora desde o lançamento” do programa de ajuda de 78 bilhões de euros apoiado pela Comissão Europeia, pelo Banco Central Europeu e pelo Fundo Monetário Internacional, disse a OIT em seu relatório.

“De fato, o aumento do desemprego se intensificou nos dois últimos anos e apenas ultimamente foram observados sinais de desaceleração” da tendência, indica o relatório.

No segundo trimestre de 2013 o desemprego em Portugal era de 16,4%, contra os 17,7% dos primeiros três meses do ano. Esta queda é, no entanto, frágil, e o governo prevê um aumento da taxa de desemprego a 17,7% em 2014.

Em troca da ajuda internacional, Portugal está aplicando um duro plano de três anos de cortes e reformas. Segundo a OIT, as supressões de postos de funcionários que formam parte do plano ‘têm um efeito direto no desemprego’.

“Os cortes de salários e dos programas sociais, combinados com o aumento de impostos, corroeram a renda das famílias e o consumo”, disse Raymond Torres, diretor do departamento de pesquisa da OIT, citado no relatório.

“As pequenas e médias empresas têm que lutar para encontrar financiamento”, mas os bancos são reticentes em dar crédito ‘e perdem a oportunidade de criar novos empregos’, acrescentou.

Para resolver esta situação, seria necessário colocar em andamento “um programa de apoio ao emprego bem concebido no nível da Eurozona”, afirma a OIT.

Segundo os cálculos da organização, “a reorientação das políticas de emprego deve contribuir para reduzir o desemprego” em Portugal em cerca de 2% até 2015.

Fonte: Revista Exame
Link: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/crise-destruiu-um-em-cada-sete-empregos-em-portugal–2

Espanha: Investimento estrangeiro é sinal de melhora na zona do euro

fundamentos-de-gestao-financeira-2Os investidores estrangeiros já não têm medo da Espanha: um ano depois de ter sido apontada como um “mau aluno” da zona do euro, voltam a apostar nela, contando especialmente com a grande presença de suas empresas na América Latina.

Um deles, em particular, ganhou destaque, quando no final de outubro, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, entrou no capital do grupo construtor e de serviços FCC, ao comprar 5,7% por 108,5 milhões de euros. Foi o suficiente para disparar as ações da companhia e provocar o entusiasmo da imprensa local.

“O investimento estrangeiro está voltando à Espanha” já que esses investidores “antecipam a recuperação da economia espanhola”, afirmou nesta sexta-feira o secretário de Estado de Comércio, Jaime García Legaz, durante a apresentação de um estudo sobre fundos soberanos, realizado pela escola de comércio Esade.

“É evidente que a percepção sobre a Espanha mudou, continua melhorando semana após semana e é uma boa notícia para todos”, acrescentou, anunciando que o país “vai terminar este ano com um superávit da balança de conta corrente de 2% do PIB”, longe dos 10% do déficit que registrava no pior momento da crise.

Entre janeiro e agosto, a quarta economia da zona do euro recebeu cerca de 19 bilhões de euros em investimentos estrangeiros diretos, duas vezes mais que no mesmo período do ano passado.

Uma boa notícia para o país, que acaba de sair de dois anos de recessão, enquanto reduziu seu déficit público e aumentou sua competitividade, apesar de a taxa de desemprego continuar sendo elevada (25,89%).

“O mercado espanhol volta a ser atrativo”, explicava recentemente o embaixador da França na Espanha, Jérôme Bonnafont, afirmando ver uma mudança.

“Há uma clara recuperação das petições espontâneas de empresas francesas sobre a Espanha”, destacava então, Richard Gomes, diretor local da Ubifrance, organismo encarregado de assessorá-las em sua internacionalização.

Da mesma forma, “os fundos soberanos apostam nas empresas espanholas que têm uma forte presença na América Latina”, afirma o estudo apresentado nesta sexta-feira.

Entre as operações mais emblemáticas estão a entrada do fundo de Cingapura Temasek na petroleira Repsol ou a aquisição pelos fundos de Abu Dhabi IPIC de outro grupo do setor, Cepsa.

María Victoria Zingani, diretora financeira da Repsol, lembra que o fundo Temasek tinha abordado o grupo no verão (do hemisfério norte) de 2012, durante uma turnê da Repsol por investidores do sudeste asiático, antes de voltar a contatar a petroleira em dezembro, para negociar uma participação.

Atualmente, o fundo, que já visitou as instalações da Repsol no Brasil e na Bolívia, possui 6,23% do grupo.

Os fundos soberanos “buscam empresas muito diversificadas com um crescimento a longo prazo e na América Latina”, considera Zingani.

“É um fenômeno que aumenta e continuará aumentando”, afirma Javier Santiso, professor da Esade. O estudo identificou 82 fundos soberanos no mundo, com ativos de um valor superior aos 5,5 bilhões de dólares.

Após ter visado primeiro aos setores de infraestrutura e energia, esses fundos “visam cada vez mais ao setor das novas tecnologias”, afirma, e mais timidamente, o imobiliário.

“Embora em 2011 os fundos árabes foram os grandes protagonistas das entradas em empresas espanholas, em particular Qatar Holdings, no período mais recente os asiáticos se destacaram”, informa o estudo, sobretudo, os de Cingapura e os da China.

A Qatar Holdings se destacou ao assumir participações de mais de 6% no banco Santander e no gigante energético Iberdrola, investindo em cada uma dessas operações mais de 2 bilhões de dólares e apostando na forte presença no Brasil desses dois grupos. Atualmente é o primeiro acionista da Iberdrola com 8,18% do capital.

“Os fundos soberanos anteciparam a volta dos investimentos estrangeiros” ao apostar na Espanha desde 2011, afirma Antonio Hernández, da consultoria KPMG, e devem continuar fazendo isso em 2013, ano para o qual “as perspectivas são positivas”.

Fonte: ocorreiobrasiliense.com.br

Vários inadimplentes não têm ideia do valor das dívidas

dinhewiroPor Daniel Melo

Pesquisa feita pela Serasa Experian indicou que 25% dos consumidores estão com pelo menos uma despesa em atraso no mês. Desses, 38% admitiram não ter ideia do valor total das contas em atraso e 30% têm uma estimativa aproximada. Entre os inadimplentes, apenas 32% disseram saber o valor exato das dívidas. A pesquisa divulgada hoje (21) ouviu cerca de mil consumidores.

A principal razão que levou os consumidores a inadimplência foi o desemprego (41%), seguido pelo descontrole com os gastos domésticos (21%). Para 15% dos entrevistados, o descontrole do orçamento doméstico deveu-se ao comprometimento da renda com despesas de reforma ou financiamento para a compra de carro ou de imóvel. Enquanto isso, 6% disseram que o aumento do custo de vida fez com que eles deixassem de pagar as contas em dia.

Em relação a idade, 34% dos inadimplentes têm entre 30 e 39 anos; 22%, entre 40 e 49 anos; e 18%, entre 25 e 29 anos. A maior parte das pessoas com dívidas em atraso (43%) está na Região Sudeste, seguida pela Nordeste (31%).

Um terço dos consumidores com problemas para quitar as dívidas disse que a situação financeira piorou nos últimos dois anos. Neste contexto, 14% disseram que piorou muito e ficou um pouco pior para 16% dos entrevistados. Para 32% dos inadimplentes, a situação financeira melhorou um pouco nos últimos 24 meses e para 29% a situação continuou a mesma.

Fonte: Agencia Brasil

Quanto custa fumar?

cigarro-20130531172118Todo mundo sabe das possíveis cobranças feitas à saúde de quem fuma. Mas há ainda a conta econômica a ser paga. Fumar um maço por dia, dos cigarros mais baratos do Brasil, custa hoje R$ 1.277,50 em um ano. Para os cofres públicos, o rombo é de ao menos R$ 21 bilhões anuais com o tratamento de doenças causadas pelo tabagismo.

A primeira conta, a da mordida na carteira do consumidor, pode ser feita a partir de lei assinada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2011. Com ela, instituiu-se um preço mínimo para o maço vendido no Brasil. Em 2012, tinha de custar ao menos R$ 3. Até 2015, com o acréscimo de R$ 0,50 por ano, será alcançado o piso definitivo de R$ 4,50.

Com esses números em mãos, podemos fazer outros cálculos. Se alguém de 18 anos começou a consumir um maço por dia dos cigarros mais baratos vendidos em 2012, por exemplo, gastará em um ano R$ 1.095, o equivalente a um notebook da Samsung. Em 7 anos, o valor chega a R$ 10.402,50, suficientes para passar 10 dias na Disney. E em 40 anos de fumo, seriam gastos R$ 53.650, o preço de uma moto Harley-Davidson do modelo Fat Boy – aquela usada por Arnold Schwarzenegger no filme O Exterminador do Futuro.

Finalmente, depois de 50 anos, um brasileiro que começou a fumar em 1.º de dezembro de 2012 terá gasto algo na casa de um Golf 2014 (R$ 64.600). Mas isso é improvável. Mantida a atual expectativa de vida no País, de 71 anos, esse indivíduo morreria antes disso. Em média, um tabagista morre 10 anos antes que um não fumante, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

É cada vez mais caro fumar. O preço dos cigarros tem subido bem mais que o dos outros itens de consumo no Brasil. Em 12 meses até outubro, o IPCA, medidor oficial da inflação, subiu 5,84%. O fumo, por sua vez, ficou 16,21% mais caro no período. E, como a Souza Cruz, maior produtora de cigarros do Brasil, aumentou em 16% seus preços no início de novembro, o impacto será grande nos próximos índices a serem divulgados. A alta dos cigarros deve fazer o IPCA subir entre 0,03 e 0,06 ponto porcentual.

A explicação para o estouro de preços está na política do governo brasileiro – tática também adotada por vários outros países – contra o fumo: afastar potenciais consumidores de cigarros pelo ataque ao bolso. No entanto, a medida não passa pelo aumento da carga tributária, como muitos acreditam – diz Marcelo Fisch, auditor fiscal da Receita Federal. É elevando o custo mínimo dos maços, sem pesar na carga tributária, que se pretende repelir o fumante em potencial.

Atualmente, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o cigarro é de 39% sobre o preço mínimo no varejo, de R$ 3,50. Em 2015, a taxa cairá ligeiramente, para 38% sobre o piso de R$ 4,50. Mas, apesar de a carga tributária ficar porcentualmente menor, a arrecadação final será maior. A cada vez que um maço de cigarros dos mais baratos é vendido nos dias de hoje, R$ 1,37 vão para os cofres do governo. Já em 2015, cada maço comercializado renderá 25% a mais: R$ 1,71.

Há nisso um aspecto econômico que não pode ser ignorado: mesmo com a diminuição do número de fumantes e a decorrente queda na produção de cigarros, de 25% desde 2003, a arrecadação com impostos do cigarro só faz crescer. Há 10 anos, o setor rendeu R$ 2,8 bilhões ao governo. Comparando esse total apenas aos primeiros nove meses de 2013, o salto é 111%, para R$ 5,9 bilhões.

Às empresas, o aumento dos preços sem elevação de impostos também parece interessante. Se a produção diminui, os ganhos não sofrem abalos – pelo contrário. A Souza Cruz, por exemplo, teve lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no ano passado, quase o dobro do obtido em 2003. Neste ano até setembro, o valor já está em R$ 1,2 bilhão, 6% superior ao do mesmo período de 2012.

Não se pode fechar os olhos ainda para um efeito colateral da estratégia: o aumento da procura por cigarros falsificados ou em desacordo com as normas de segurança exigidas pelo Ministério da Saúde. Feitos com produtos tão nocivos quanto alcatrão e nicotina, eles são bem mais baratos. Em 2003, maços ilegais no valor de R$ 48,6 milhões em impostos não arrecadados foram destruídos, informa a Receita Federal. Neste ano, só até outubro, o valor subiu 337%, para R$ 212,3 milhões de maços apreendidos e incinerados.

O Brasil com menos fumantes. Nos últimos 20 anos, de acordo com André Szklo, epidemiologista do INCA, o Brasil reduziu em 50% o consumo de tabaco. Ele atribui ao menos metade desse resultado à puxada para cima nos preços. “Quem fuma há anos talvez não deixe o vício por causa do preço, mas o cigarro mais caro dificulta a iniciação dos jovens, ainda sem emprego nem renda”, diz. Os fumantes, que eram 35% dos brasileiros em 1989, são agora 16%, afirma Szklo.

A outra metade do recuo do tabagismo, diz ele, seria graças às campanhas antitabaco em rádio, TV e nos próprios maços de cigarros; e à restrição à publicidade da indústria tabagista nos meios de comunicação.

Caso nada tivesse sido feito pelo governo, 31% da população brasileira ainda seria fumante – mostra estudo publicado por Szklo na revista científica americana PLoS Medicine. Até 2050, mantidas as políticas atuais, essa parcela deve cair para 10%. Pelas contas de Szklo, cerca de 7 milhões de pessoas deixarão de morrer até lá em consequência dos programas vigentes.

Poucos fumam, todos pagam. Embora cálculos indiretos dos impactos à economia do Brasil causados pelo fumo ainda não tenham sido feitos, não é difícil ter ideia da magnitude. “Quem fuma sofre mais facilmente de doenças respiratórias e circulatórias, portanto, esse alguém vai trabalhar e colaborar menos para a produção de bens e serviços (PIB) de um país”, diz Roberto Iglesias, consultor do Banco Mundial.

Diariamente, morrem 350 pessoas no Brasil por causa do cigarro; no mundo, são 10 mil óbitos, de acordo com a Aliança de Controle do Tabagismo (ACT).

“Há pessoas que acreditam que não se pode culpar o cigarro porque há muita gente que fuma e vive muito”, diz Iglesias. “Mas observando populações fumantes e não fumantes, vemos mais mortes prematuras e mais casos de cânceres entre os que fumam.” Ou seja, quem fuma e vive muito é exceção à regra.

Os custos calculados atualmente são os de impacto direto à economia, feitos pelo Instituto Fernandes Figueira/Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), em parceira com o Instituto de Efetividade Clínica e Sanitária (IECS), da Argentina. A fatura feita pelos fumantes e paga anualmente por todos os contribuintes do Brasil estaria na casa dos R$ 21 bilhões.

Essa quantia é 256% maior que os impostos sobre os cigarros arrecadados pela Receita neste ano. E corresponde a nada menos que 20,8% dos gastos para Saúde definidos no Orçamento do governo federal para 2013. Com essa dinheirama, ano a ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) cuida de doenças do coração, pulmonares, 11 tipos de cânceres e demais enfermidades causadas pelo tabagismo.

De acordo com levantamento da economista Márcia Pinto, da FioCruz, as cardiopatias são as doenças que mais demandam gastos no SUS com fumantes, com 7,2% do total gasto; em seguida, vêm os enfisemas pulmonares, com 6,8%; e variados cânceres, com 5%. A maior parte da carga econômica total recai sobre os homens, responsáveis por 76% do dispêndio público com tratamento de fumantes doentes.

Fonte: O Estadão

Crescimento na zona do euro desacelera no terceiro trimestre e PIB avança 0,1%

Assombração na zona do Eurocrescimento na zona do euro desacelerou no terceiro trimestre, a 0,1%, em relação ao período anterior (+ 0,3%), o que confirma, segundo os analistas, que a recuperação econômica na zona do euro é “muito frágil” e beira a “estagnação”. Segundo os dados publicados nesta quinta-feira pelo escritório de estatísticas europeu, o Eurostat, o crescimento na França decepcionou (-0,1%), o da Alemanha foi menor que o esperado (0,3%) enquanto a Itália se contraiu menos que o trimestre anterior (-0,1% contra -0,3%). Na Espanha, houve uma leve expansão (0,1%).

Além disso, persistem as dúvidas sobre a capacidade desses dois últimos países (Itália e Espanha) de manter o ritmo de recuperação. Oficialmente a zona do euro saiu, no segundo trimestre, de sua mais longa recessão — que durou 18 meses — mas esta recaída no terceiro trimestre “evidencia a fragilidade da recuperação”, observou Howard Archer, economista chefe da Global Insight.

— As cifras correspondentes ao terceiro trimestre dificilmente inspiram confiança sobre o encaminhamento da recuperação econômica da zona do euro — considerou.

Os analistas destacam que esta queda se deve aos resultados piores que o esperado na economia da Alemanha, com uma queda das exportações e um aumento das importações, e da França, onde as exportações também caíram e se destaca, além disso, a falta de competitividade de sua economia.

Os analistas estimam que a estagnação do crescimento estimularia o Banco Central Europeu (BCE) a tomar mais medidas a favor da recuperação, como uma nova operação de refinanciamento de longo prazo, supõe Archer, além das medidas que adotou na semana passada ao reduzir a um mínimo histórico de 0,25% sua principal taxa de juros, barateando o custo do dinheiro.

Fonte Zero Hora

PIB goiano será divulgado nesta sexta-feira

pib-6O Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan) divulga para a imprensa às 10 horas desta sexta-feira, dia 22, o Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás relativo ao ano de 2011, levantamento consolidado.
O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas no Estado em determinado período.  Dados recentes da Segplan indicam que o PIB goiano é de R$ 112 bilhões.  A divulgação no novo número será no miniauditório da Segplan, 7º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, Praça Cívica, no Centro de Goiânia.

Fonte: Notícias Goiás

Conferência internacional sediada em SP debaterá a segurança na internet

48405289A cidade de São Paulo sediará nos dias 24 e 25 de abril de 2014 uma conferência internacional para debater o novo modelo de governança global da internet. A ideia do encontro surgiu a partir do discurso da presidenta Dilma Rousseff na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), motivado pelas revelações de que o governo norte-americano espionou autoridades e empresas brasileiras.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, destaca que o evento deverá ter um “caráter não governamental”. Serão convidados governos, representantes da sociedade civil e do setor privado. Segundo Bernardo, a proposta do encontro é mais ampla que o projeto do Marco Civil da Internet que está sendo discutido no Congresso, já que algumas atribuições do controle da internet devem ser mantida com o terceiro setor.

De acordo com o Blog do Planalto, a proposta do encontro foi acertada em uma audiência da presidenta Dilma Rousseff com o diretor executivo da Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), Fadi Chehadé, no dia 9 de outubro.

Portal criado pelo governo atenderá a 8 milhões de pequenos e micro empresários

dilmaA presidenta Dilma Rousseff participou hoje (19) da abertura do 14º Congresso da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), em Campinas, para a comemoração dos 50 anos da entidade. Dilma participou da cerimônia de criação do Portal Empresa Simples, que vai acelerar os processos de abertura, licenciamento e fechamento de micros e pequenas empresas, diminuindo a burocracia.

O portal foi criado por uma parceria da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) do governo federal. A expectativa é que o portal atenda pelo menos a 8 milhões de micro e pequenos empresários e também microempresários individuais.

Dilma Rousseff ressaltou a necessidade de criação de mecanismos que fortaleçam os empreendimentos no país. “O Brasil precisa de empreendedores fortes. Pequeno grande negócio, pequeno forte negócio”, disse a presidenta. Ela avaliou a nova realidade brasileira positivamente, e acredita na possibilidade de se criar um grande mercado para o consumo em massa.

Qualquer empresa, independentemente do porte, conseguirá iniciar suas atividades em até cinco dias utilizando o portal. Pela ferramenta, o empresariado poderá receber da prefeitura permissão para exercer suas atividades no endereço indicado, além de poder obter o registro na Junta Comercial e de se inscrever no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

Segundo o ministro da SMEP, Guilherme Afif Domingos, o portal, com orçamento inicial de R$ 30 milhões, deverá funcionar plenamente em até um ano, ainda na gestão de Dilma. O Empresa Simples ainda contará com um “ponto de encontro” eletrônico para aproximar compradores e fornecedores.

Fonte: Agencia Brasil

Ascensão e queda de Eike Batista

a3c3062a306221535cdb150aca4e2201_1375723493Ex homem mais rico do Brasil, o empresário mineiro Eike Fuhrken Batista não tem motivos profissionais para comemorar neste domingo, 3, seu aniversário de 57 anos. Em um ano e oito meses, viu seu patrimônio cair de US$ 34 bilhões para estimados US$ 73,7 milhões. A OGX Petróleo e Gás oficializou ontem o pedido de recuperação judicial, que é um prazo dado pela Justiça a empresas para se recurarem financeiramente sem que sejam cobradas dívidas com credores, investidores ou funcionários.

O pedido se deu em razão “da situação financeira desfavorável em que se encontra, dos prejuízos por ela já acumulados, bem como do vencimento recente e vindouro de grande parte de seu endividamento”, revelou a companhia no Fato Relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As 14 empresas do Grupo EBX dão sinal de que estão tentando se equilibrar na gangorra dos negócios. Há venda de ativos, renegociação de dívidas, demissão de funcionários e corte de investimentos.

As ações da OGX acompanharam a decaída do patrimônio de Eike. Despencaram em queda livre do ápice de R$ 15,12 em junho de 2011 para R$ 0,13 quando deixou de figurar no cálculo do índice Ibovespa, principal da BM&FBovespa.

Para o mestre em economia Ricardo Coimbra, o pedido de recuperação judicial já era esperado. “O fato de ser empresa de país emergente, que em um determinado momento mostrou-se com uma forte capacidade de alavancar recursos e gerar resultados, pode fazer com que os investidores internacionais sejam ainda mais cautelosos em investimentos a longo prazo no Brasil”, analisa Coimbra.

OGX-na-BovespaPromessa frustrada

O ex-presidente e atual conselheiro da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (Apimec), Geraldo Gadelha Filho, afirma que a situação da OGX é muito negativa para a segurança do mercado.  “Eike foi apresentado como o capitalismo moderno, o Brasil moderno. Mas o mercado já tem maturidade suficiente para suportar esse tipo de coisa”, ponderou Gadelha.

A Eneva (Antiga MPX), compartilhada entre Eike e E.ON, não está entre as que está mal das pernas. A empresa tem entre seus negócios duas térmicas no Complexo Industrial e Portuário do Pecém e uma Usina Solar, em Tauá.

Ações no céu

Gadelha critica o “endeusamento” de alguns empresário ou ações de empresas. “Não existe papel eterno. Único são donos do céu. Como não são vendidos, não adianta”, ironiza. Mas ressalta que a empresa pode se recuperar em médio prazo e quem tiver tido coragem pra comprar as ações a R$ 0,13, poderá ter imensos ganhos no futuro.

MEGASSALTO. Eike Batista fecha 2009 com patrimônio de US$ 7,5 bilhões. Em 2010, passa pra US$ 27 bilhões, tornando-se o 8º homem mais rico do mundo. Sustenta a colocação até 2012, quando alcança US$ 34,5 bilhões.

MEGAQUEDA. A partir do segundo semestre de 2012, o patrimônio começa a despencar e cai para mais metade do registrado no primeiro semestre. Fecha o ano com US$ 12,4 bilhões, deixa de ser o homem mais rico do Brasil e cai para 75º mais rico do mundo.

E AGORA? Em queda livre mês a mês, o patrimônio atinge em julho de 2013 US$ 4,1 bilhões, o tirando da lista dos 200 mais ricos do mundo. Logo em seguida, sai da casa dos bilhões e chega a US$ 200 milhões em patrimônio. Agora, tem US$ 73,7 milhões, com suas 14 empresas na gangorra da recuperação.

OURO. Eike Fuhrken Batista nasceu em Governador Valadares (MG), em 3 de novembro de 1956. É um dos sete filhos de Eliezer Batista (ex-ministro de Goulart). Foi vendedor de seguros porta a porta. Na década de 1980, começou a ganhar comissão de venda de ouro em Mato Grosso. Adquiriu mina com dinheiro emprestado. Em um ano, o patrimônio já era de R$ 6 milhões. Criou a Autram Aurem, origem da EBX.

MARQUEI UM “X”. A letra “X” está presente nos nomes de quase todas as empresas. Afirma ter a ver com o potencial de multiplicar os negócios. O sol, uma das principais entidades da cultura Inca, é outro elemento nas marcas das suas empresas. É para transmir poder, liderança e otimismo.

EMPRESÁRIO POP. Foi campeão brasileiro, americano e mundial na categoria Super Powerboat Offshore no início da década de 1990. Completou as 220 milhas náuticas entre Santos e Rio de Janeiro em 3h01m47s e bateu o recorde da travessia a bordo da máquina Spirit of Brasil em 2006.

“MECENATO”. Participou financeiramente da campanha para eleger o Rio de Janeiro cidade-sede das Olimpíadas de 2016. Foram doados cerca de R$ 20 milhões para a candidatura nacional. Investiu também em vôlei, MMA, hotelaria e Cinema.

Fonte: opovo.com.br

Juros para pessoas físicas registram alta

dinhewiroAs taxas das operações de crédito subiram no mês de outubro, de acordo com pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgada hoje (14). Para pessoa física, houve crescimento de 0,03 ponto percentual na taxa de juros, em relação a setembro deste ano. No mês passado, a taxa ficou em 5,56%, ao passo que, em setembro, foi 5,53%. Essa é a sexta alta registrada neste ano pela entidade.

Na pesquisa anterior, a taxa de juros média para pessoa física no mês de setembro representou elevação de 0,02 ponto percentual em relação a agosto, que havia tido média de 5,51%. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica também apresentou elevação de 0,03 ponto percentual no mês de outubro, na comparação com setembro. A taxa ficou em 3,21% no mês passado, enquanto setembro foi 3,18%.

Das seis linhas de crédito para pessoa física pesquisadas, apenas a do rotativo do cartão de crédito se manteve estável, sendo que as demais apresentaram alta. No caso dos juros do comércio, a elevação foi 3,21%, passando a taxa de 4,14% ao mês (62,71% ao ano) em setembro, para 4,19% ao mês (63,65% ao ano) em outubro. O cheque especial teve elevação de 0,77%, passando a taxa de 7,83% ao mês (147,10% ao ano) em setembro, para 7,89% ao mês (148,76% ao ano) no mês passado.

O crédito direto ao consumidor (CDC) obtido nos bancos e em financiamentos sobre a compra de automóveis registrou alta de 0,61%, passando a taxa de 1,64% ao mês (21,56% ao ano) em setembro, para 1,65% ao mês (21,70% ao ano) em outubro. Empréstimo pessoal em bancos teve alta de 1,28%, passando a taxa de juros de 3,12% ao mês (44,58% ao ano) em setembro, para 3,16% ao mês (45,26% ao ano) no mês passado. O empréstimo pessoal em financeiras registrou alta de 0,28%, passando a taxa de juros de 7,07% ao mês (126,99% ao ano) em setembro, para 7,09% ao mês (127,50% ao ano) em outubro.

A elevação das linhas de crédito para pessoa jurídica foram 0,05 ponto percentual para capital de giro; 0,04 para desconto de duplicatas; e 0,02 para conta garantida.

O capital de giro teve alta de 1,3%, passando da taxa de 1,56% ao mês (20,41% ao ano) em setembro, para 1,61% ao mês (21,13% ao ano) no mês passado. O desconto de duplicatas apresentou alta de 1,77%, passando a taxa de 2,26% ao mês (30,76% ao ano) em setembro, para 2,30% ao mês (31,37% ao ano) em outubro. A conta garantida registrou alta de 0,35%, passando de 5,71% ao mês (94,71% ao ano) em setembro, para 5,73% ao mês (95,15% ao ano) em outubro.

Fonte: Agencia Brasil

Como potencializar as vendas durante as ações de fim de ano

300 shutterstock_62287657-02-large-300x300Por Marcelo Murin

Estamos na reta final do ano e sempre me interesso em visitar o varejo neste período para entender a dinâmica que as empresas estão trabalhando o ponto de venda (PDV) na busca de persuadir o shopper (que é o consumidor que decide a compra no PDV) no momento da compra. Continue lendo Como potencializar as vendas durante as ações de fim de ano

Funcionário do McDonald’s revela segredos da empresa

images (2)Por Diogo Max

Um funcionário do McDonald’s nos Estados Unidos resolveu contar os bastidores da empresa no Reddit, uma espécie de fórum em que o internauta pode perguntar qualquer coisa sobre o assunto em questão, e chamou a atenção da mídia americana. Demonstrando felicidade com seu trabalho, o empregado revelou que há uma hierarquia entre os restaurantes nos Estados Unidos.  Continue lendo Funcionário do McDonald’s revela segredos da empresa

Saiba como são feitos os financiamentos à Fundo Perdido

PROGRAMA MAIS VALORFinanciamentos não-reembolsáveis (fundo perdido) são aqueles financiamentos que o Governo dá-te o dinheiro, ou seja, tu não precisas pagar o dinheiro de volta.
Geralmente são grandes quantias e podem agraciar também as micro e pequenas empresas.
Para tal empreitada fazem-se necessários o preenchimento de alguns quesitos, saiba mais no vídeo explicativo: CLIQUE AQUI

Em extinção, cheque sobrevive nas agências de turismo e nas compras parceladas

07_02_27_cheques_devolvidosPor DANIELLE BRANT

Para vender mais guarda-chuva e carregador de celular, Ednaldo Nascimento, 45, passou a aceitar cartão de débito e crédito em pleno cruzamento da avenida dos Bandeirantes com a rua Porto Alegre, em Moema (zona sul), onde trabalha há 15 anos. Continue lendo Em extinção, cheque sobrevive nas agências de turismo e nas compras parceladas

Posso pagar IR aos poucos para evitar a facada em abril?

dinhewiroDúvida do internauta: Tenho um imóvel que alugo por 800 reais mensais, quantia isenta de IR. Recebo salário de mais de 6 mil reais por mês. Quando chega a época de fazer a declaração de ajuste anual, entro numa faixa de IR mais alta e pago uma nota por causa do aluguel. Existe alguma forma de antecipar esse recolhimento de imposto de renda sobre o aluguel? Continue lendo Posso pagar IR aos poucos para evitar a facada em abril?

Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes, segundo IBGE

imagesCAWC9C89A população estimada do Brasil é 201.032.714 habitantes, pelos dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828 habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012. Os dados foram publicados hoje (29) no Diário Oficial da União. Continue lendo Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes, segundo IBGE

O que é a Taxa SELIC?

taxa selic2taxa SELIC é um índice pelo qual as taxas de juros cobradas pelo mercado se balizam no Brasil. É a taxa básica utilizada como referência pela política monetária. A taxa overnight do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC), expressa na forma anual, é a taxa média ponderada pelo volume das operações de financiamento por um dia, lastreadas em títulos públicos federais e realizadas no SELIC, na forma de operações compromissadas. A meta para a taxa SELIC é estabelecida pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Conforme o Banco Central do Brasil o conceito de taxa Selic é:1

É a taxa apurada no Selic, obtida mediante o cálculo da taxa média ponderada e ajustada das operações de financiamento por um dia, lastreadas em títulos públicos federais e cursadas no referido sistema ou em câmaras de compensação e liquidação de ativos, na forma de operações compromissadas. Esclarecemos que, neste caso, as operações compromissadas são operações de venda de títulos com compromisso de recompra assumido pelo vendedor, concomitante com compromisso de revenda assumido pelo comprador, para liquidação no dia útil seguinte. Ressaltamos, ainda, que estão aptas a realizar operações compromissadas, por um dia útil, fundamentalmente as instituições financeiras habilitadas, tais como bancos, caixas econômicas, sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários.

A SELIC é, no Brasil, a taxa de financiamento no mercado interbancário para operações de um dia, ou overnight, que possuem lastro em títulos públicos federais, títulos estes que são listados e negociados no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, ou Selic. Também é conhecida como taxa média do over que regula diariamente as operações interbancárias. A taxa Selic reflete o custo do dinheiro para empréstimos bancários, com base na remuneração dos títulos públicos.

Em outras palavras, esta taxa é usada para operações de curtíssimo prazo entre os bancos, que, quando querem tomar recursos emprestados de outros bancos por um dia, oferecem títulos públicos como lastro (garantia), visando reduzir o risco, e, consequentemente, a remuneração da transação (juros). Esta taxa é expressa na forma anual para 252 dias úteis. 3

Assim, como o risco final da transação acaba sendo efetivamente o do governo, pois seus títulos servem de lastro para a operação e o prazo é o mais curto possível, ou apenas um dia, esta taxa acaba servindo de referência para todas as demais taxas de juros da economia.

Esta taxa não é fixa e varia praticamente todos os dias, mas dentro de um intervalo muito pequeno, já que, na grande maioria das vezes, ela tende a se aproximar da meta da Selic, que é determinada oito vezes por ano, consoante regulamentação datada de 2006.

Todas as negociações interbancárias realizadas no Brasil, com prazo de um dia útil (overnight), envolvendo títulos públicos federais, são registradas nos computadores do DEMAB, cuja sede fica no Rio de Janeiro, e que faz parte do Banco Central do Brasil. Depois do fechamento do mercado, o DEMAB calcula a taxa média ponderada pelo volume dos negócios realizados naquele dia. Esta será a taxa média Selic daquele dia, que normalmente é publicada por volta das 20h00 do próprio dia. Também é chamada simplesmente de “taxa básica”.

Fonte Wickpédia e Novíssimo Dicionário de Economia

Marcas que viraram sinônimos de produtos

imagesCAF0XI2EGillette

A marca que virou sinônimo de lâmina de barbear pertence hoje à multinacional  Procter & Gamble. Quando nasceu, o produto ganhou o sobrenome do seu criador, o  inventor norte-americano King Camp Gillete, que em 1903 fundou a companhia  Gillette Safety Razor Company.

Miojo

O macarrão instantâneo (ou lamen) nasceu em 1958 pelas mãos de Momofuku Ando,  da japonesa Nissim. Testemunha dos problemas de abastecimento da 2ª Guerra, ele  afirmou que pesquisava por maneira baratas e rápidas de se fazer alimentos.  Décadas mais tarde, o nome escolhido para a invenção seria usado para se referir  a todos os produtos da categoria, inclusive os da concorrência .

Danone

O iogurte fabricado pela multinacional Danone virou sinônimo de toda a  categoria no Brasil. O alimento a base de leite é o carro-chefe da companhia, e  ganhou sua primeira versão em 1919. A Danone só iniciaria suas atividades no  Brasil em 1970, com o lançamento do primeiro iogurte com polpa de frutas. No  mercado nacional também fez sucesso a versão destinada ao público infantil, o  Danoninho.

Leite Moça

Fabricado pela Nestlé, a versão brasileira da marca americana Milkmaid acabou  se tornando sinonimo de leite condensado no Brasil. O produto americano era  importado dos Estados Unidos desde 1890, mas era chamado informalmente pelos  consumidores como “leite da mocinha” ou “leite da moça”, em referência ao  desenho da camponesa na embalagem. Em 1931, ele seria fabricado no país, e com o  nome Moça adotado oficialmente.

Bombril

A lã de aço chegou no mercado brasileiro na década de 50 e nos anos seguintes  emprestou sua nomenclatura para todos os produtos similares. O nome também  batiza a companhia de produtos de higiene e limpeza que a fabrica, nascida em  1948, em São Paulo.

Sucrilhos

Os cereais em flocos ficaram mais conhecidos no Brasil como sucrilhos, marca  da americana Kellogg’s, fundada em 1906. Todo o setor de cereais matinais,  incluindo produtos da concorrência como a Nestlé e a Alca Foods, responde ao  nome.

Durex

O nome “Durex” foi usado pela primeira vez para batizar fitas adesivas em  1946, por causa do produto fabricado pela empresa de mesmo nome no Brasil. O  filme plástico é feito de celofane e entre outros nomes formais, pode ser  chamada de fita gomada ou fita-cola – mas na prática a marca prevaleceu no  imaginário dos consumidores.

Band-aid

Para proteger a pele de pequenos ferimentos, um funcionário da Johnson &  Johnson criou, em 1920, um curativo auto-colante, esterilizado e capaz de manter  a umidade natural da pele. A marca escolhida, Band-aid, tornaria-se mais tarde  sinonimo de curativos adesivos.

Jet Ski

O caso mais recente de adoção de uma marca para nomear todo um setor o do  nome registrada pela Kawasaki para “moto aquática”, o Jet-Ski, no Brasil. A  montadora chegou a reclamar formalmente do uso de sua propriedade intelectual  registrada para designar genericamente os veículos numa cobertura de acidentes  em 2012.

Aspirina

O ácido acetilsalicílico sintético, fabricado pela Bayer, é marca registrada  em 80 países, entre eles o Brasil, onde acabou tornando-se sinônimo para o  principio ativo. Na Europa, a indústria perdeu os direitos de uso após a  Primeira Guerra Mundial, como reparação de guerra aos países aliados no Tratado  de Versailles

Fonte EXAME SA