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Jovem cria método para emagrecer com “controle da mente” e perde 40 kg

300x300Depois de anos de briga com a balança, o administrador Edson Burger descobriu uma técnica de emagrecimento por meio da ‘reprogramação da mente’. Após muitos estudos, ele resolveu aplicar a técnica nele mesmo e conseguiu perder 40 quilos de forma permanente e efetiva. O emagrecimento comprovou suas teses e o transformou em um ‘coaching do emagrecimento’ e, agora, ele ajuda outras pessoas a perder peso com a ajuda da programação neurolinguística.

A história de Burger é semelhante a de muitos jovens no mundo. Durante toda a sua vida ele tentou fazer inúmeras dietas e até tomou remédios para emagrecer. “Meu primeiro regime foi aos 12 anos e eu nunca parei. Eu emagrecia, mas engordava de novo, vivia na sanfona”, conta. Aos 29 anos, ele pesava 130 quilos e, após uma consulta médica, viu que tinha sérios problemas. “Eu estava com pressão alta, gordura no fígado, eu tinha apneia, eu tinha refluxo, gastrite. A situação toda não era boa e eu tinha uma tendência a desenvolver uma diabetes tipo 2, além do colesterol que também estava muito ruim”, lembra. O médico alertou Burger e pediu para ele mudar totalmente seus hábitos. “O endocrinologista disse que eu não iria ver meu filho se formar na faculdade se eu não tivesse um novo padrão de vida”, conta.

A consulta médica o deixou preocupado e, em casa, ele começou a reparar também que o filho, com cerca de cinco anos na época, estava tendo os mesmos hábitos que o pai. “Eu me sentia um fracassado por não conseguir resolver essa área na minha vida. Depois resolvi que, ao invés de ser fracassado, eu ia ser uma pessoa de sucesso”, fala.

A partir desse dia, ele quis mudar completamente. Burger, que trabalhava no Instituto Brasileiro de Economia, calculando e analisando dados sociais, decidiu fazer um trabalho paralelo para lidar com as pessoas. Ele estudou as técnicas da Programação Neurolinguística, conhecida como PNL, que aborda novas maneiras de entender como a comunicação verbal e não verbal afetam o cérebro humano e como obter maior controle da mente. Além disso, Burger conheceu o coaching, uma metodologia que busca atingir metas, solucionar problemas e desenvolver novas habilidades profissionais e pessoais. Desta forma, ele passou a ajudar muitas pessoas. “Eu comecei a trabalhar com o coaching e comecei a atender, mas ainda era um hobby, era um trabalho paralelo”, conta.

Em 2010, ele uniu os conhecimentos de coaching e a PNL para criar uma forma de emagrecer por meio da programação da mente. “Eu pensei que se eu conseguisse reprogramar as estratégias no meu inconsciente, eu ia conseguir ter resultados diferentes. Ao invés de tomar a decisão de emagrecer, como eu tinha feito outras vezes, eu tomei a decisão que eu ia aprender a ser magro. Eu ia estudar e aprender uma fórmula de ser magro. Assim começou a minha luta”, lembra.

Emagrecimento
O primeiro passo foi estudar como funcionava a cabeça de um magro. “Eu comecei a conversar com as meninas do trabalho que eram magras e ficava observando. Depois, os rapazes. Eu observava a diferença entre as mulheres e os homens. Eu saía para jantar fora com a minha esposa e ficava observando como as pessoas se comportavam e fazia as minhas anotações. Eu comecei a perceber que havia um padrão entre os magros e outro para os gordos. E eu comecei a estudar esse padrão para depois fazer uma instalação em mim”, conta.

Em janeiro de 2011, ele começou a aplicar seu modelo. Além do trabalho com a própria mente, por meio das técnicas da PNL e do coaching, ele também controlou a alimentação. Burger fez o acompanhamento com uma nutricionista, reduziu a quantidade de comida e passou a comer de três em três horas. No primeiro mês, ainda estava de férias e tinha tempo para fazer alguns exercícios. Depois, voltou a rotina normal e ia para todos os lugares a pé. Ele usou o pedômetro, um aparelho digital que calcula a quantidade de passos, e se disciplinava a dar, no mínimo, mil passos por dia. Com o passar do tempo, ele aumentava esse número. Em um mês, Burger emagreceu 10 quilos. E, em seis meses, queimou 40 quilos e atingiu sua meta de pesar 86 quilos.

Técnica
Para ele, o processo só deu resultado porque equilibrou a questão mental e física. “Eu consegui fazer todas as mudanças necessárias na cabeça. Na parte física, que foi a materialização do processo anterior. Aconteceu de forma tranquila. Eu aproveitei a jornada do emagrecimento. Toda vez que eu entrava em uma dieta era como se fosse um castigo e, dessa vez, foi completamente diferente. Eu estava decidido a ser magro. Cada dia, cada escolha, cada erro, eu entendia como um aprendizado”, afirma. Burger diz que pensou em desistir em muitos momentos, principalmente quando tinha problemas no trabalho ou em casa. Ele encarava a situação e se fortalecia ainda mais. “Quanto mais dificuldade mais motivação eu tinha. O processo todo foi de gestão da minha mente. O tempo inteiro sendo flexível e aprendendo. Na PNL não existe fracasso. Eu encaro qualquer situação como um aprendizado. Eu analiso, aprendo e faço diferente. Não existe a derrota e isso fez a diferença”, fala.

Além de trabalhar com a mente e com técnicas de hipnoses, ele considera o emocional da pessoa. O jovem orienta as pessoas a lidarem de frente com as ‘tentações’. “Eu oriento as pessoas a se colocarem no meio do furacão, ir para a sorveteria, para a churrascaria, para a doceria. Durante todo o processo, em nenhum momento eu fugi das coisas, talvez eu tenha evitado no começo para me fortalecer, mas depois eu quis enfrentar”, lembra.

Algumas pessoas que também seguiram os passos de Burger e conseguiram vencer o desafio de emagrecer com o mesmo método se tornaram multiplicadores da técnica. Assim como o pioneiro, eles foram se especializar e agora também ministram palestras e fazem o trabalho de coaching no Instituto Burger.

Já Burger segue incentivando outras pessoas a emagrecer, contando a experiência que transformou sua vida em diversos sentidos. Aos 32, magro e com a saúde em dia, hoje ele quer ajudar a mudar a história de outras pessoas. “Emagrecer é muito difícil. É transformação humana em todos os sentidos. Eu construí uma nova realidade para a minha vida. Eu me sinto realizado, estou melhorando cada dia mais”, finaliza ele.

Fonte: Globo.com
Link: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/10/jovem-cria-metodo-para-emagrecer-com-controle-da-mente-e-perde-40-kg.html

GOIÁS – Produzir/Fomentar aprova novos projetos e elege novos membros para Conselho

gerencia_projetos-735727Em reunião presidida pelo secretário de Indústria e Comércio e presidente dos Conselhos Deliberativos do Fomentar/Produzir, Alexandre Baldy, foram aprovados 18 projetos de implantação, ampliação e expansão industriais no Estado, totalizando cerca de R$ 50,6 milhões em investimentos diretos, gerando 1.023 empregos diretos para os municípios de Goiânia, Trindade, Abadia de Goiás, Silvânia, Itumbiara, Cachoeira Alta, Bela Vista de Goiás, Guapó, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Minaçu, Luziânia, Águas Lindas de Goiás e Estrela do Norte.

Dentre os ramos de atividades industriais beneficiados com novos investimentos destacam-se o de confecção de roupas, o de laticínios, de embalagens, de estruturas metálicas e metalurgia, cerâmica, industrialização de carnes e derivados, com grande predominância de projetos voltados para a cadeia produtiva da construção civil, seguido das indústrias de alimentos. Destaques para os novos projetos de Cachoeira Alta, empresa de comércio e indústria, cujo investimento fixo é de R$ 2,2 milhões, e também um importante projeto voltado para o setor da construção civil, uma fábrica de tintas, na região do Entorno do DF, que vai gerar mais vagas de empregos.

Novos membros
Após a sessão de análise e votação dos projetos industriais, os conselheiros do programa Produzir, sob a presidência de Alexandre Baldy, os conselheiros elegeram os novos integrantes da Comissão Executiva do Conselho Deliberativo do programa Produzir, para o exercício 2014. Em substituição às entidades Ftieg (Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado de Goiás) e Facieg (Federação do Comércio), foram eleitos os representantes da Fieg (Federação das Indústrias do Estado de Goiás); Faeg (Federação da Agricultura do Estado de Goiás) e da Adial (Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás).

Fonte: Goiás Agora
Link: http://www.goiasagora.go.gov.br/produzirfomentar-aprova-novos-projetos-e-elege-novos-membros-para-conselho/#sthash.Ti2FIhez.dpuf

“Teto de vidro” das redes vira oportunidade para empresas

ovni_de_vidro2Por Luiza Melo

Reputação e transparência são palavras de ordem para empresas que querem ser líderes de mercado. E as redes sociais são peças-chave para que as companhias consigam trabalhar bem ambos conceitos.

Hoje, as companhias – pelo menos as que desejam se destacar – se envolvem não só em temas relacionados a seus produtos serviços, como faziam no passado, mas também em questões sociais.

A mudança é uma resposta à demanda da própria sociedade. É difícil encontrar, por exemplo, organizações reconhecidas que não demonstrem preocupação com a preservação ambiental. “Ninguém é contra os cuidados com meio ambiente. Mas há empresas que se posicionam sobre temas mais polêmicos e assumem cada vez mais responsabilidade sobre o impacto dessa atitude no mercado”, afirma Marcos Bedendo, professor da ESPM.

“Antes, as discussões aconteciam em grupos homogêneos, no dia a dia das pessoas. As corporações não precisavam se posicionar porque não faziam parte daquele ambiente. Hoje, elas estão nas redes, onde são mais impactadas por pensamentos diversos e são obrigadas a se posicionar”, diz.

Foi exatamente o que aconteceu com a Gap, na semana passada. A fabricante de roupas escolheu para estrelar sua nova campanha de publicidade um modelo que segue o Sikhismo (religião indiana cujos adeptos usam barba e turbante). Pela semelhança física do jovem com muçulmanos, os anúncios da companhia acabaram sendo pichados com termos racistas que faziam referência ao terrorismo, em Nova York. Um dos cartazes danificados foi parar no Twitter de Arsalan Iftikahr, um escritor que milita em defesa da comunidade muçulmana, e teve grande repercussão nos Estados Unidos.

A Gap poderia simplesmente ter mandado retirar os cartazes de circulação e botar um fim na discussão, mas agiu de maneira completamente oposta: em pouco tempo, mesmo sem ter sido marcada na publicação, entrou em contato com Iftikahr pedindo a localização da peça pichada para tomar providências. Além disso, a companhia colocou a foto da campanha como plano de fundo de sua página oficial na rede social, reforçando a sua posição sobre o assunto.

“Numa época em que não se tem mais escassez de iformação, não é mais possível colocar o pó debaixo do tapete. Um incidente, ou qualquer tipo de falha, também dão chance para a empresa tornar pública como ela lida com a questão levantada”, explica Francisco Saraiva Junior, professor de marketing da Fundação Getúlio Vargas.

Segundo ele, as companhias precisam aceitar que a web e as redes sociais tiraram delas o poder de controlar sozinhas a própria reputação – e que isso não é negativo. “Elas precisam entender que é algo em prol de um envolvimento maior dos consumidores, que se tornam mais donos da marca. Hoje, a relação é mais próxima”.

Essa maior exposição também dá às corporações a oportunidade de demonstrar o respeito com o seu cliente, de acordo com Saraiva. Ele cita como exemplo o caso do Bradesco, que recebeu uma reclamação em forma de poema, no Facebook, e respondeu ao cliente com outro poema.

“O fato de uma instituição de mais de 70 anos ter essa flexibilidade, indica que ela está aberta ao diálogo, que conversa num nível de igualdade com o seu público”, diz o professor.

Na mesma linha, a rede hoteleira Mercure aproveitou uma piada para demonstrar a sua posição em relação ao homossexualismo. Em abril deste ano, quando a cantora Daniela Mercury Anunciou seu relacionamento com outra mulher, o humorista Rafinha Bastos postou em seu Twitter: “Daniela Mercury e Fred Mercury tinham algo em comum. Ae funcionários do hotel Mercure… estamos de olho!”.

A empresa respondeu, no mesmo canal: “Aqui respeitamos a diversidade ;)”. Além disso, em sua fanpage no Facebook, os hotéis Mercure publicaram uma nota de apoio à cantora com os dizeres: “O canto dessa cidade somos todos nós” em cima de  seu logotipo.

Mais do que promover as marcas,todas estas ações reforçam o pensamento das companhias em relação aos temas tratados.

Cada vez mais, as organizações estão atentas às redes sociais para construir e melhorar a sua reputação e ser mais transparentes. Uma prova disso, segundo Luiz Fernando Turatti, coordenador do Centro de Estratégia do Insper, é que muitas delas já possuem cargos como o de “gerente de mídias sociais”, criados para monitorar e planejar ações voltadas para a internet.

Outro dado que comprova esta tendência é que, no Brasil, 88% das empresas usam pelo menos uma rede social, segundo pesquisa divulgada no início do ano pela Burson-Masteller.

Porém, segundo o professor, por aqui, as organizações ainda precisam aprimorar o tempo de resposta a problemas relatados por consumidores na web. “É preciso ser muito rápido. Só quem mantém o radar ligado consegue uma intervenção efetiva”, afirma ele. De acordo com o professor, um fato que indica essa dificuldade é o grande número de empresas que não respondem reclamações feitas em canais online como “Reclame Aqui”, ou somente enviam explicações “automatizadas e pouco eficientes”.

Segundo Mauricio Vargas, presidente da instituição, 26% das reclamações recebidas durante todo o ano não têm sequer uma resposta das companhias. Até o fim de 2013, ele acredita que o total de postagens na plataforma ultrapassará os 5 milhões.

Fonte: Revista Exame
Link: http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/teto-de-vidro-das-redes-vira-oportunidade-para-empresas?page=1

Brasil deve chegar a 91 milhões de usuários nas redes sociais até 2017

redessociaiszappingSegundo levantamento realizado pelo eMarketer, até o final de 2017 o Brasil deve ter 91,2 milhões de internautas utilizando ao menos alguma rede social. É um crescimento de 47,8%, de acordo com o mesmo estudo, que aponta 61,7 milhões em 2012. Comparando com outros países da América Latina, a pesquisa mostra que no México, por exemplo, em 2017 serão 56,3 milhões, contra os 29,4 milhões do ano passado. Na Argentina, por sua vez, o crescimento deve ser menor: de 15,6 para 22,5 milhões.

Para Gabriel Borges, CEO da Ampfy, agência de comunicação especializada em aproximar marcas e consumidores da dinâmica das mídias sociais, o crescimento no uso de redes sociais no país está ligado à exploração do potencial deste nicho. “Pelo levantamento do eMarketer, temos pouco menos de 70 milhões de usuários utilizando ao menos um rede, contra 100 milhões de internautas conectados, segundo o Ibope, e mais de 200 milhões de pessoas, de acordo com o IBGE. Com isso, por meio de políticas públicas em prol da inclusão digital, além da chegada de grandes empresas ao Brasil, como ocorreu recentemente com Facebook e Twitter, a possibilidade desta meta ser batida até antes do previsto é considerável”, acredita Borges.

Fonte: Administradores.com
Link: http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/brasil-deve-chegar-a-91-milhoes-de-usuarios-nas-redes-sociais-ate-2017/82497/

SIC GOIÁS ministra curso de Crédito Produtivo

162-300x300A Superintendência de Micro e Pequenas Empresas da Secretaria de Indústria e Comércio vai ministrar de 4 a 6 de dezembro o curso Plano de Negócios/Crédito Produtivo da SIC. O curso, juntamente com a palestra Benefícios Disponíveis para Empreendedores, é pré-requisito de qualificação para os empréstimos dos recursos do Programa Crédito Produtivo, que são oriundos do programa Produzir e atendem ao projeto de interiorização e formalização industrial de Goiás. As aulas serão ministradas no Auditório da SIC, no 5º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira.

Tanto o curso quanto a palestra ensinam técnicas de planejamento empresarial que orienta o empreendedor e o empresário na montagem e na condução dos seus negócios. Dessa forma, o tomador tira o melhor proveito dos recursos emprestados junto ao programa Crédito Produtivo da SIC, gestora do programa Produzir, de onde são oriundos os fundos para o empréstimo a pequenos, micro, médios empresários, empreendedores individuais e empresários em geral.

Os empréstimos do Crédito Produtivo destinam-se às diversas aplicações empresariais, desde demandas administrativas até a aquisição de equipamentos, investimentos em qualificação de mão de obra, capital de giro e outros inerentes à empresa propriamente. Os valores disponíveis vão dos R$ 2 mil aos R$ 25 mil, subsidiados a juros de 0,25% ao mês, e com a possibilidade de  renovação a partir da quitação de cada empréstimo. Mais informações e inscrições podem ser obtidas nos locais dos cursos ou na SIC, pelos telefones (62) 3201-5528, em horário comercial.

Fonte Goiás Agora
Link: http://www.goiasagora.go.gov.br/sic-ministra-curso-de-credito-produtivo/#sthash.shu01Vfl.dpuf

10 passos para vender ao governo

como-vender-bem-um-produto1Vender para o governo é um bom negócio, principalmente para as micro e pequenas empresas, que dispõem de condições especiais nas licitações públicas. “As pequenas se beneficiam das vendas diretas e do fornecimento de bens e serviços para as empresas encarregadas das grandes obras”, diz Delfino Natal de Souza, secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento. Para aproveitar os bons negócios oferecidos pelo setor público, é preciso estar com a empresa preparada e qualificada para atender às exigências dos editais, sempre muito rigorosas. A seguir, 10 dicas para participar com segurança do setor.

1. Prepare-se Participar de compras governamentais demanda conhecimentos específicos e atenção aos detalhes. Para aprender o básico, nada substitui um bom curso, como os oferecidos pelo Sebrae. É fundamental também acessar a íntegra da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (123/2006): o Capítulo V trata das vendas aos governos.

2. Profissionalize a empresa Ofereça capacitação aos funcionários para que saibam usar planilhas de formação de preços e controle de estoques. Verifique se o objeto social definido legalmente corresponde exatamente aos bens ou serviços que a empresa pretende oferecer.

3. Faça seu cadastro Com os dados jurídicos e fiscais, cadastre-se no portal de compras do governo federal (www.comprasnet.gov.br), que, além de informar, estimula o empresário a se manter em dia com as obrigações. Uma vez cadastrado, solicite a senha de acesso. O mesmo vale para outros portais — existem cerca de cem. O mais amplo depois do Comprasnet é o Cidade Compras (www.cidadecompras.com.br), que trabalha com administrações municipais.

3. Domine as plataformas Por praticidade e para evitar fraudes, os governos dão preferência às ferramentas eletrônicas para realizar as compras. Por isso, as futuras fornecedoras devem criar condições para atuar eletronicamente. Recomenda-se que uma pessoa seja designada para cuidar disso — ela terá a responsabilidade de fazer os lances durante os pregões.

4. Fique de olho nos portais Alguns portais enviam e-mails para divulgar licitações, outros precisam ser acessados constantemente. Além disso, muitos editais de compras municipais são publicados apenas nos Diários Oficiais. Diversas empresas criam cargos e departamentos exclusivos, ou contratam assessorias para fazer essa garimpagem.

5. Entenda o edital É indispensável ler o texto de ponta a ponta. Até fornecedores experientes às vezes deixam de prestar atenção a um item crucial. Se tiver dúvidas sobre algum trecho, pergunte diretamente ao comprador via site. A resposta será dada a todos os licitantes. Há assessorias que fazem o trabalho de leitura técnica de editais.

6. Organize os dados Após fazer a leitura, pergunte-se se será possível cumprir as especificações e o prazo, não esquecendo de nenhum custo ou variável. Descumprimentos podem acarretar multas, suspensões e até declaração de inidoneidade.

7. Participe Depois do cadastramento e da obtenção de senha nos sites, a empresa já pode participar das licitações. São dados oito dias úteis para ler o edital, formular preços e enviar a proposta inicial. Em dia e horário marcados, todos os candidatos entram numa sala virtual e o pregoeiro abre a rodada de redução de preços. Tudo em absoluto anonimato.

8. Finalize a transação Quando o pregoeiro percebe que chegou o momento de acelerar o processo, aciona-se o mecanismo de tempo randômico, que pode encerrar a fase competitiva entre 1 segundo e 30 minutos depois. “É uma disparada de lances”, diz o consultor Ariosto Peixoto. “Com a adrenalina subindo, corre-se o risco oferecer um preço que não se poderá sustentar.” Assim que a fase de lances é encerrada, os licitantes são identificados. As micro e pequenas ainda têm a vantagem do desempate ou de cobrir a oferta de uma grande.

9. Equilibre os negócios Por exigir maturidade e eficiência, ser fornecedor do governo é um excelente marketing espontâneo para novos contratos. Mas, para se prevenir contra atrasos e inconstância nos dois lados, é melhor equilibrar os negócios no setor público e no privado.

10. Controle a operação A licitação é apenas o começo de um processo. Enquanto atuar como fornecedora do governo, a empresa terá de manter a regularidade fiscal e mostrar o tempo todo que é merecedora de confiança.

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2013/11/10-passos-para-vender-ao-governo.html

Portugal: Crise destruiu um em cada sete empregos

desempregoDesde 2008, o ano em que começou a crise, Portugal perdeu um em cada sete empregos, a maioria deles a partir de maio de 2011, quando entrou em vigor o plano de resgate internacional da economia do país, indicou nesta segunda-feira a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“O mercado de trabalho não experimentou nenhuma melhora desde o lançamento” do programa de ajuda de 78 bilhões de euros apoiado pela Comissão Europeia, pelo Banco Central Europeu e pelo Fundo Monetário Internacional, disse a OIT em seu relatório.

“De fato, o aumento do desemprego se intensificou nos dois últimos anos e apenas ultimamente foram observados sinais de desaceleração” da tendência, indica o relatório.

No segundo trimestre de 2013 o desemprego em Portugal era de 16,4%, contra os 17,7% dos primeiros três meses do ano. Esta queda é, no entanto, frágil, e o governo prevê um aumento da taxa de desemprego a 17,7% em 2014.

Em troca da ajuda internacional, Portugal está aplicando um duro plano de três anos de cortes e reformas. Segundo a OIT, as supressões de postos de funcionários que formam parte do plano ‘têm um efeito direto no desemprego’.

“Os cortes de salários e dos programas sociais, combinados com o aumento de impostos, corroeram a renda das famílias e o consumo”, disse Raymond Torres, diretor do departamento de pesquisa da OIT, citado no relatório.

“As pequenas e médias empresas têm que lutar para encontrar financiamento”, mas os bancos são reticentes em dar crédito ‘e perdem a oportunidade de criar novos empregos’, acrescentou.

Para resolver esta situação, seria necessário colocar em andamento “um programa de apoio ao emprego bem concebido no nível da Eurozona”, afirma a OIT.

Segundo os cálculos da organização, “a reorientação das políticas de emprego deve contribuir para reduzir o desemprego” em Portugal em cerca de 2% até 2015.

Fonte: Revista Exame
Link: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/crise-destruiu-um-em-cada-sete-empregos-em-portugal–2

Espanha: Investimento estrangeiro é sinal de melhora na zona do euro

fundamentos-de-gestao-financeira-2Os investidores estrangeiros já não têm medo da Espanha: um ano depois de ter sido apontada como um “mau aluno” da zona do euro, voltam a apostar nela, contando especialmente com a grande presença de suas empresas na América Latina.

Um deles, em particular, ganhou destaque, quando no final de outubro, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, entrou no capital do grupo construtor e de serviços FCC, ao comprar 5,7% por 108,5 milhões de euros. Foi o suficiente para disparar as ações da companhia e provocar o entusiasmo da imprensa local.

“O investimento estrangeiro está voltando à Espanha” já que esses investidores “antecipam a recuperação da economia espanhola”, afirmou nesta sexta-feira o secretário de Estado de Comércio, Jaime García Legaz, durante a apresentação de um estudo sobre fundos soberanos, realizado pela escola de comércio Esade.

“É evidente que a percepção sobre a Espanha mudou, continua melhorando semana após semana e é uma boa notícia para todos”, acrescentou, anunciando que o país “vai terminar este ano com um superávit da balança de conta corrente de 2% do PIB”, longe dos 10% do déficit que registrava no pior momento da crise.

Entre janeiro e agosto, a quarta economia da zona do euro recebeu cerca de 19 bilhões de euros em investimentos estrangeiros diretos, duas vezes mais que no mesmo período do ano passado.

Uma boa notícia para o país, que acaba de sair de dois anos de recessão, enquanto reduziu seu déficit público e aumentou sua competitividade, apesar de a taxa de desemprego continuar sendo elevada (25,89%).

“O mercado espanhol volta a ser atrativo”, explicava recentemente o embaixador da França na Espanha, Jérôme Bonnafont, afirmando ver uma mudança.

“Há uma clara recuperação das petições espontâneas de empresas francesas sobre a Espanha”, destacava então, Richard Gomes, diretor local da Ubifrance, organismo encarregado de assessorá-las em sua internacionalização.

Da mesma forma, “os fundos soberanos apostam nas empresas espanholas que têm uma forte presença na América Latina”, afirma o estudo apresentado nesta sexta-feira.

Entre as operações mais emblemáticas estão a entrada do fundo de Cingapura Temasek na petroleira Repsol ou a aquisição pelos fundos de Abu Dhabi IPIC de outro grupo do setor, Cepsa.

María Victoria Zingani, diretora financeira da Repsol, lembra que o fundo Temasek tinha abordado o grupo no verão (do hemisfério norte) de 2012, durante uma turnê da Repsol por investidores do sudeste asiático, antes de voltar a contatar a petroleira em dezembro, para negociar uma participação.

Atualmente, o fundo, que já visitou as instalações da Repsol no Brasil e na Bolívia, possui 6,23% do grupo.

Os fundos soberanos “buscam empresas muito diversificadas com um crescimento a longo prazo e na América Latina”, considera Zingani.

“É um fenômeno que aumenta e continuará aumentando”, afirma Javier Santiso, professor da Esade. O estudo identificou 82 fundos soberanos no mundo, com ativos de um valor superior aos 5,5 bilhões de dólares.

Após ter visado primeiro aos setores de infraestrutura e energia, esses fundos “visam cada vez mais ao setor das novas tecnologias”, afirma, e mais timidamente, o imobiliário.

“Embora em 2011 os fundos árabes foram os grandes protagonistas das entradas em empresas espanholas, em particular Qatar Holdings, no período mais recente os asiáticos se destacaram”, informa o estudo, sobretudo, os de Cingapura e os da China.

A Qatar Holdings se destacou ao assumir participações de mais de 6% no banco Santander e no gigante energético Iberdrola, investindo em cada uma dessas operações mais de 2 bilhões de dólares e apostando na forte presença no Brasil desses dois grupos. Atualmente é o primeiro acionista da Iberdrola com 8,18% do capital.

“Os fundos soberanos anteciparam a volta dos investimentos estrangeiros” ao apostar na Espanha desde 2011, afirma Antonio Hernández, da consultoria KPMG, e devem continuar fazendo isso em 2013, ano para o qual “as perspectivas são positivas”.

Fonte: ocorreiobrasiliense.com.br

Vários inadimplentes não têm ideia do valor das dívidas

dinhewiroPor Daniel Melo

Pesquisa feita pela Serasa Experian indicou que 25% dos consumidores estão com pelo menos uma despesa em atraso no mês. Desses, 38% admitiram não ter ideia do valor total das contas em atraso e 30% têm uma estimativa aproximada. Entre os inadimplentes, apenas 32% disseram saber o valor exato das dívidas. A pesquisa divulgada hoje (21) ouviu cerca de mil consumidores.

A principal razão que levou os consumidores a inadimplência foi o desemprego (41%), seguido pelo descontrole com os gastos domésticos (21%). Para 15% dos entrevistados, o descontrole do orçamento doméstico deveu-se ao comprometimento da renda com despesas de reforma ou financiamento para a compra de carro ou de imóvel. Enquanto isso, 6% disseram que o aumento do custo de vida fez com que eles deixassem de pagar as contas em dia.

Em relação a idade, 34% dos inadimplentes têm entre 30 e 39 anos; 22%, entre 40 e 49 anos; e 18%, entre 25 e 29 anos. A maior parte das pessoas com dívidas em atraso (43%) está na Região Sudeste, seguida pela Nordeste (31%).

Um terço dos consumidores com problemas para quitar as dívidas disse que a situação financeira piorou nos últimos dois anos. Neste contexto, 14% disseram que piorou muito e ficou um pouco pior para 16% dos entrevistados. Para 32% dos inadimplentes, a situação financeira melhorou um pouco nos últimos 24 meses e para 29% a situação continuou a mesma.

Fonte: Agencia Brasil

Quanto custa fumar?

cigarro-20130531172118Todo mundo sabe das possíveis cobranças feitas à saúde de quem fuma. Mas há ainda a conta econômica a ser paga. Fumar um maço por dia, dos cigarros mais baratos do Brasil, custa hoje R$ 1.277,50 em um ano. Para os cofres públicos, o rombo é de ao menos R$ 21 bilhões anuais com o tratamento de doenças causadas pelo tabagismo.

A primeira conta, a da mordida na carteira do consumidor, pode ser feita a partir de lei assinada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2011. Com ela, instituiu-se um preço mínimo para o maço vendido no Brasil. Em 2012, tinha de custar ao menos R$ 3. Até 2015, com o acréscimo de R$ 0,50 por ano, será alcançado o piso definitivo de R$ 4,50.

Com esses números em mãos, podemos fazer outros cálculos. Se alguém de 18 anos começou a consumir um maço por dia dos cigarros mais baratos vendidos em 2012, por exemplo, gastará em um ano R$ 1.095, o equivalente a um notebook da Samsung. Em 7 anos, o valor chega a R$ 10.402,50, suficientes para passar 10 dias na Disney. E em 40 anos de fumo, seriam gastos R$ 53.650, o preço de uma moto Harley-Davidson do modelo Fat Boy – aquela usada por Arnold Schwarzenegger no filme O Exterminador do Futuro.

Finalmente, depois de 50 anos, um brasileiro que começou a fumar em 1.º de dezembro de 2012 terá gasto algo na casa de um Golf 2014 (R$ 64.600). Mas isso é improvável. Mantida a atual expectativa de vida no País, de 71 anos, esse indivíduo morreria antes disso. Em média, um tabagista morre 10 anos antes que um não fumante, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

É cada vez mais caro fumar. O preço dos cigarros tem subido bem mais que o dos outros itens de consumo no Brasil. Em 12 meses até outubro, o IPCA, medidor oficial da inflação, subiu 5,84%. O fumo, por sua vez, ficou 16,21% mais caro no período. E, como a Souza Cruz, maior produtora de cigarros do Brasil, aumentou em 16% seus preços no início de novembro, o impacto será grande nos próximos índices a serem divulgados. A alta dos cigarros deve fazer o IPCA subir entre 0,03 e 0,06 ponto porcentual.

A explicação para o estouro de preços está na política do governo brasileiro – tática também adotada por vários outros países – contra o fumo: afastar potenciais consumidores de cigarros pelo ataque ao bolso. No entanto, a medida não passa pelo aumento da carga tributária, como muitos acreditam – diz Marcelo Fisch, auditor fiscal da Receita Federal. É elevando o custo mínimo dos maços, sem pesar na carga tributária, que se pretende repelir o fumante em potencial.

Atualmente, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o cigarro é de 39% sobre o preço mínimo no varejo, de R$ 3,50. Em 2015, a taxa cairá ligeiramente, para 38% sobre o piso de R$ 4,50. Mas, apesar de a carga tributária ficar porcentualmente menor, a arrecadação final será maior. A cada vez que um maço de cigarros dos mais baratos é vendido nos dias de hoje, R$ 1,37 vão para os cofres do governo. Já em 2015, cada maço comercializado renderá 25% a mais: R$ 1,71.

Há nisso um aspecto econômico que não pode ser ignorado: mesmo com a diminuição do número de fumantes e a decorrente queda na produção de cigarros, de 25% desde 2003, a arrecadação com impostos do cigarro só faz crescer. Há 10 anos, o setor rendeu R$ 2,8 bilhões ao governo. Comparando esse total apenas aos primeiros nove meses de 2013, o salto é 111%, para R$ 5,9 bilhões.

Às empresas, o aumento dos preços sem elevação de impostos também parece interessante. Se a produção diminui, os ganhos não sofrem abalos – pelo contrário. A Souza Cruz, por exemplo, teve lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no ano passado, quase o dobro do obtido em 2003. Neste ano até setembro, o valor já está em R$ 1,2 bilhão, 6% superior ao do mesmo período de 2012.

Não se pode fechar os olhos ainda para um efeito colateral da estratégia: o aumento da procura por cigarros falsificados ou em desacordo com as normas de segurança exigidas pelo Ministério da Saúde. Feitos com produtos tão nocivos quanto alcatrão e nicotina, eles são bem mais baratos. Em 2003, maços ilegais no valor de R$ 48,6 milhões em impostos não arrecadados foram destruídos, informa a Receita Federal. Neste ano, só até outubro, o valor subiu 337%, para R$ 212,3 milhões de maços apreendidos e incinerados.

O Brasil com menos fumantes. Nos últimos 20 anos, de acordo com André Szklo, epidemiologista do INCA, o Brasil reduziu em 50% o consumo de tabaco. Ele atribui ao menos metade desse resultado à puxada para cima nos preços. “Quem fuma há anos talvez não deixe o vício por causa do preço, mas o cigarro mais caro dificulta a iniciação dos jovens, ainda sem emprego nem renda”, diz. Os fumantes, que eram 35% dos brasileiros em 1989, são agora 16%, afirma Szklo.

A outra metade do recuo do tabagismo, diz ele, seria graças às campanhas antitabaco em rádio, TV e nos próprios maços de cigarros; e à restrição à publicidade da indústria tabagista nos meios de comunicação.

Caso nada tivesse sido feito pelo governo, 31% da população brasileira ainda seria fumante – mostra estudo publicado por Szklo na revista científica americana PLoS Medicine. Até 2050, mantidas as políticas atuais, essa parcela deve cair para 10%. Pelas contas de Szklo, cerca de 7 milhões de pessoas deixarão de morrer até lá em consequência dos programas vigentes.

Poucos fumam, todos pagam. Embora cálculos indiretos dos impactos à economia do Brasil causados pelo fumo ainda não tenham sido feitos, não é difícil ter ideia da magnitude. “Quem fuma sofre mais facilmente de doenças respiratórias e circulatórias, portanto, esse alguém vai trabalhar e colaborar menos para a produção de bens e serviços (PIB) de um país”, diz Roberto Iglesias, consultor do Banco Mundial.

Diariamente, morrem 350 pessoas no Brasil por causa do cigarro; no mundo, são 10 mil óbitos, de acordo com a Aliança de Controle do Tabagismo (ACT).

“Há pessoas que acreditam que não se pode culpar o cigarro porque há muita gente que fuma e vive muito”, diz Iglesias. “Mas observando populações fumantes e não fumantes, vemos mais mortes prematuras e mais casos de cânceres entre os que fumam.” Ou seja, quem fuma e vive muito é exceção à regra.

Os custos calculados atualmente são os de impacto direto à economia, feitos pelo Instituto Fernandes Figueira/Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), em parceira com o Instituto de Efetividade Clínica e Sanitária (IECS), da Argentina. A fatura feita pelos fumantes e paga anualmente por todos os contribuintes do Brasil estaria na casa dos R$ 21 bilhões.

Essa quantia é 256% maior que os impostos sobre os cigarros arrecadados pela Receita neste ano. E corresponde a nada menos que 20,8% dos gastos para Saúde definidos no Orçamento do governo federal para 2013. Com essa dinheirama, ano a ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) cuida de doenças do coração, pulmonares, 11 tipos de cânceres e demais enfermidades causadas pelo tabagismo.

De acordo com levantamento da economista Márcia Pinto, da FioCruz, as cardiopatias são as doenças que mais demandam gastos no SUS com fumantes, com 7,2% do total gasto; em seguida, vêm os enfisemas pulmonares, com 6,8%; e variados cânceres, com 5%. A maior parte da carga econômica total recai sobre os homens, responsáveis por 76% do dispêndio público com tratamento de fumantes doentes.

Fonte: O Estadão

Crescimento na zona do euro desacelera no terceiro trimestre e PIB avança 0,1%

Assombração na zona do Eurocrescimento na zona do euro desacelerou no terceiro trimestre, a 0,1%, em relação ao período anterior (+ 0,3%), o que confirma, segundo os analistas, que a recuperação econômica na zona do euro é “muito frágil” e beira a “estagnação”. Segundo os dados publicados nesta quinta-feira pelo escritório de estatísticas europeu, o Eurostat, o crescimento na França decepcionou (-0,1%), o da Alemanha foi menor que o esperado (0,3%) enquanto a Itália se contraiu menos que o trimestre anterior (-0,1% contra -0,3%). Na Espanha, houve uma leve expansão (0,1%).

Além disso, persistem as dúvidas sobre a capacidade desses dois últimos países (Itália e Espanha) de manter o ritmo de recuperação. Oficialmente a zona do euro saiu, no segundo trimestre, de sua mais longa recessão — que durou 18 meses — mas esta recaída no terceiro trimestre “evidencia a fragilidade da recuperação”, observou Howard Archer, economista chefe da Global Insight.

— As cifras correspondentes ao terceiro trimestre dificilmente inspiram confiança sobre o encaminhamento da recuperação econômica da zona do euro — considerou.

Os analistas destacam que esta queda se deve aos resultados piores que o esperado na economia da Alemanha, com uma queda das exportações e um aumento das importações, e da França, onde as exportações também caíram e se destaca, além disso, a falta de competitividade de sua economia.

Os analistas estimam que a estagnação do crescimento estimularia o Banco Central Europeu (BCE) a tomar mais medidas a favor da recuperação, como uma nova operação de refinanciamento de longo prazo, supõe Archer, além das medidas que adotou na semana passada ao reduzir a um mínimo histórico de 0,25% sua principal taxa de juros, barateando o custo do dinheiro.

Fonte Zero Hora

PIB goiano será divulgado nesta sexta-feira

pib-6O Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan) divulga para a imprensa às 10 horas desta sexta-feira, dia 22, o Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás relativo ao ano de 2011, levantamento consolidado.
O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas no Estado em determinado período.  Dados recentes da Segplan indicam que o PIB goiano é de R$ 112 bilhões.  A divulgação no novo número será no miniauditório da Segplan, 7º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, Praça Cívica, no Centro de Goiânia.

Fonte: Notícias Goiás

Conferência internacional sediada em SP debaterá a segurança na internet

48405289A cidade de São Paulo sediará nos dias 24 e 25 de abril de 2014 uma conferência internacional para debater o novo modelo de governança global da internet. A ideia do encontro surgiu a partir do discurso da presidenta Dilma Rousseff na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), motivado pelas revelações de que o governo norte-americano espionou autoridades e empresas brasileiras.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, destaca que o evento deverá ter um “caráter não governamental”. Serão convidados governos, representantes da sociedade civil e do setor privado. Segundo Bernardo, a proposta do encontro é mais ampla que o projeto do Marco Civil da Internet que está sendo discutido no Congresso, já que algumas atribuições do controle da internet devem ser mantida com o terceiro setor.

De acordo com o Blog do Planalto, a proposta do encontro foi acertada em uma audiência da presidenta Dilma Rousseff com o diretor executivo da Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), Fadi Chehadé, no dia 9 de outubro.

Portal criado pelo governo atenderá a 8 milhões de pequenos e micro empresários

dilmaA presidenta Dilma Rousseff participou hoje (19) da abertura do 14º Congresso da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), em Campinas, para a comemoração dos 50 anos da entidade. Dilma participou da cerimônia de criação do Portal Empresa Simples, que vai acelerar os processos de abertura, licenciamento e fechamento de micros e pequenas empresas, diminuindo a burocracia.

O portal foi criado por uma parceria da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) do governo federal. A expectativa é que o portal atenda pelo menos a 8 milhões de micro e pequenos empresários e também microempresários individuais.

Dilma Rousseff ressaltou a necessidade de criação de mecanismos que fortaleçam os empreendimentos no país. “O Brasil precisa de empreendedores fortes. Pequeno grande negócio, pequeno forte negócio”, disse a presidenta. Ela avaliou a nova realidade brasileira positivamente, e acredita na possibilidade de se criar um grande mercado para o consumo em massa.

Qualquer empresa, independentemente do porte, conseguirá iniciar suas atividades em até cinco dias utilizando o portal. Pela ferramenta, o empresariado poderá receber da prefeitura permissão para exercer suas atividades no endereço indicado, além de poder obter o registro na Junta Comercial e de se inscrever no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

Segundo o ministro da SMEP, Guilherme Afif Domingos, o portal, com orçamento inicial de R$ 30 milhões, deverá funcionar plenamente em até um ano, ainda na gestão de Dilma. O Empresa Simples ainda contará com um “ponto de encontro” eletrônico para aproximar compradores e fornecedores.

Fonte: Agencia Brasil

Ascensão e queda de Eike Batista

a3c3062a306221535cdb150aca4e2201_1375723493Ex homem mais rico do Brasil, o empresário mineiro Eike Fuhrken Batista não tem motivos profissionais para comemorar neste domingo, 3, seu aniversário de 57 anos. Em um ano e oito meses, viu seu patrimônio cair de US$ 34 bilhões para estimados US$ 73,7 milhões. A OGX Petróleo e Gás oficializou ontem o pedido de recuperação judicial, que é um prazo dado pela Justiça a empresas para se recurarem financeiramente sem que sejam cobradas dívidas com credores, investidores ou funcionários.

O pedido se deu em razão “da situação financeira desfavorável em que se encontra, dos prejuízos por ela já acumulados, bem como do vencimento recente e vindouro de grande parte de seu endividamento”, revelou a companhia no Fato Relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As 14 empresas do Grupo EBX dão sinal de que estão tentando se equilibrar na gangorra dos negócios. Há venda de ativos, renegociação de dívidas, demissão de funcionários e corte de investimentos.

As ações da OGX acompanharam a decaída do patrimônio de Eike. Despencaram em queda livre do ápice de R$ 15,12 em junho de 2011 para R$ 0,13 quando deixou de figurar no cálculo do índice Ibovespa, principal da BM&FBovespa.

Para o mestre em economia Ricardo Coimbra, o pedido de recuperação judicial já era esperado. “O fato de ser empresa de país emergente, que em um determinado momento mostrou-se com uma forte capacidade de alavancar recursos e gerar resultados, pode fazer com que os investidores internacionais sejam ainda mais cautelosos em investimentos a longo prazo no Brasil”, analisa Coimbra.

OGX-na-BovespaPromessa frustrada

O ex-presidente e atual conselheiro da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (Apimec), Geraldo Gadelha Filho, afirma que a situação da OGX é muito negativa para a segurança do mercado.  “Eike foi apresentado como o capitalismo moderno, o Brasil moderno. Mas o mercado já tem maturidade suficiente para suportar esse tipo de coisa”, ponderou Gadelha.

A Eneva (Antiga MPX), compartilhada entre Eike e E.ON, não está entre as que está mal das pernas. A empresa tem entre seus negócios duas térmicas no Complexo Industrial e Portuário do Pecém e uma Usina Solar, em Tauá.

Ações no céu

Gadelha critica o “endeusamento” de alguns empresário ou ações de empresas. “Não existe papel eterno. Único são donos do céu. Como não são vendidos, não adianta”, ironiza. Mas ressalta que a empresa pode se recuperar em médio prazo e quem tiver tido coragem pra comprar as ações a R$ 0,13, poderá ter imensos ganhos no futuro.

MEGASSALTO. Eike Batista fecha 2009 com patrimônio de US$ 7,5 bilhões. Em 2010, passa pra US$ 27 bilhões, tornando-se o 8º homem mais rico do mundo. Sustenta a colocação até 2012, quando alcança US$ 34,5 bilhões.

MEGAQUEDA. A partir do segundo semestre de 2012, o patrimônio começa a despencar e cai para mais metade do registrado no primeiro semestre. Fecha o ano com US$ 12,4 bilhões, deixa de ser o homem mais rico do Brasil e cai para 75º mais rico do mundo.

E AGORA? Em queda livre mês a mês, o patrimônio atinge em julho de 2013 US$ 4,1 bilhões, o tirando da lista dos 200 mais ricos do mundo. Logo em seguida, sai da casa dos bilhões e chega a US$ 200 milhões em patrimônio. Agora, tem US$ 73,7 milhões, com suas 14 empresas na gangorra da recuperação.

OURO. Eike Fuhrken Batista nasceu em Governador Valadares (MG), em 3 de novembro de 1956. É um dos sete filhos de Eliezer Batista (ex-ministro de Goulart). Foi vendedor de seguros porta a porta. Na década de 1980, começou a ganhar comissão de venda de ouro em Mato Grosso. Adquiriu mina com dinheiro emprestado. Em um ano, o patrimônio já era de R$ 6 milhões. Criou a Autram Aurem, origem da EBX.

MARQUEI UM “X”. A letra “X” está presente nos nomes de quase todas as empresas. Afirma ter a ver com o potencial de multiplicar os negócios. O sol, uma das principais entidades da cultura Inca, é outro elemento nas marcas das suas empresas. É para transmir poder, liderança e otimismo.

EMPRESÁRIO POP. Foi campeão brasileiro, americano e mundial na categoria Super Powerboat Offshore no início da década de 1990. Completou as 220 milhas náuticas entre Santos e Rio de Janeiro em 3h01m47s e bateu o recorde da travessia a bordo da máquina Spirit of Brasil em 2006.

“MECENATO”. Participou financeiramente da campanha para eleger o Rio de Janeiro cidade-sede das Olimpíadas de 2016. Foram doados cerca de R$ 20 milhões para a candidatura nacional. Investiu também em vôlei, MMA, hotelaria e Cinema.

Fonte: opovo.com.br

Juros para pessoas físicas registram alta

dinhewiroAs taxas das operações de crédito subiram no mês de outubro, de acordo com pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgada hoje (14). Para pessoa física, houve crescimento de 0,03 ponto percentual na taxa de juros, em relação a setembro deste ano. No mês passado, a taxa ficou em 5,56%, ao passo que, em setembro, foi 5,53%. Essa é a sexta alta registrada neste ano pela entidade.

Na pesquisa anterior, a taxa de juros média para pessoa física no mês de setembro representou elevação de 0,02 ponto percentual em relação a agosto, que havia tido média de 5,51%. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica também apresentou elevação de 0,03 ponto percentual no mês de outubro, na comparação com setembro. A taxa ficou em 3,21% no mês passado, enquanto setembro foi 3,18%.

Das seis linhas de crédito para pessoa física pesquisadas, apenas a do rotativo do cartão de crédito se manteve estável, sendo que as demais apresentaram alta. No caso dos juros do comércio, a elevação foi 3,21%, passando a taxa de 4,14% ao mês (62,71% ao ano) em setembro, para 4,19% ao mês (63,65% ao ano) em outubro. O cheque especial teve elevação de 0,77%, passando a taxa de 7,83% ao mês (147,10% ao ano) em setembro, para 7,89% ao mês (148,76% ao ano) no mês passado.

O crédito direto ao consumidor (CDC) obtido nos bancos e em financiamentos sobre a compra de automóveis registrou alta de 0,61%, passando a taxa de 1,64% ao mês (21,56% ao ano) em setembro, para 1,65% ao mês (21,70% ao ano) em outubro. Empréstimo pessoal em bancos teve alta de 1,28%, passando a taxa de juros de 3,12% ao mês (44,58% ao ano) em setembro, para 3,16% ao mês (45,26% ao ano) no mês passado. O empréstimo pessoal em financeiras registrou alta de 0,28%, passando a taxa de juros de 7,07% ao mês (126,99% ao ano) em setembro, para 7,09% ao mês (127,50% ao ano) em outubro.

A elevação das linhas de crédito para pessoa jurídica foram 0,05 ponto percentual para capital de giro; 0,04 para desconto de duplicatas; e 0,02 para conta garantida.

O capital de giro teve alta de 1,3%, passando da taxa de 1,56% ao mês (20,41% ao ano) em setembro, para 1,61% ao mês (21,13% ao ano) no mês passado. O desconto de duplicatas apresentou alta de 1,77%, passando a taxa de 2,26% ao mês (30,76% ao ano) em setembro, para 2,30% ao mês (31,37% ao ano) em outubro. A conta garantida registrou alta de 0,35%, passando de 5,71% ao mês (94,71% ao ano) em setembro, para 5,73% ao mês (95,15% ao ano) em outubro.

Fonte: Agencia Brasil

Como potencializar as vendas durante as ações de fim de ano

300 shutterstock_62287657-02-large-300x300Por Marcelo Murin

Estamos na reta final do ano e sempre me interesso em visitar o varejo neste período para entender a dinâmica que as empresas estão trabalhando o ponto de venda (PDV) na busca de persuadir o shopper (que é o consumidor que decide a compra no PDV) no momento da compra. Continue lendo Como potencializar as vendas durante as ações de fim de ano

Funcionário do McDonald’s revela segredos da empresa

images (2)Por Diogo Max

Um funcionário do McDonald’s nos Estados Unidos resolveu contar os bastidores da empresa no Reddit, uma espécie de fórum em que o internauta pode perguntar qualquer coisa sobre o assunto em questão, e chamou a atenção da mídia americana. Demonstrando felicidade com seu trabalho, o empregado revelou que há uma hierarquia entre os restaurantes nos Estados Unidos.  Continue lendo Funcionário do McDonald’s revela segredos da empresa