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IRLANDA – País recebe última parcela de ajuda do FMI

fotoresizeO Fundo Monetário Internacional desembolsou a última parcela da ajuda financeira à Irlanda nesta sexta-feira (13), quando o país tornou-se o primeiro membro da zona do euro a sair com êxito do programa de resgate internacional.

A Irlanda recebeu nesta sexta-feira US$ 890 milhões do FMI, um dos três credores que supervisionaram o resgate de 85 bilhões de euros (US$117 bilhões), necessário depois que os maiores bancos do país entraram em colapso em 2010. O país cortou gastos e aumentou os impostos para reequilibrar a economia desde que precisou buscar ajuda de emergência, atingindo todas as principais metas e sem grande agitação popular.

A Irlanda também conseguiu se financiar até 2015 com a emissão de dívida ao longo dos últimos 18 meses. A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, elogiou a “implementação de políticas firmes”, mas disse que a economia ainda enfrenta desafios, incluindo o desemprego, a pesada dívida do setor público e a sustentabilidade da dívida pública.

“A Irlanda está agora em uma posição muito mais forte do que quando o programa começou”, disse Lagarde no comunidado, acrescentando, entretanto, que “a implementação continuada da política concertada, portanto, é necessário para a Irlanda se recuperar totalmente da crise”.

A saída da Irlanda do plano de ajuda, no final de anos de austeridade, constitui um exemplo para os outros três estados europeus sob assistência: Chipre, Grécia e Portugal.

Crescimento frágil

Os pequenos bancos se fundiram em instituições viáveis e o Anglo Irish Bank foi liquidado em fevereiro. O crescimento, contudo, é frágil. Dublin prevê um aumento do PIB de 0,2% este ano, mas espera 2% em 2014. Contudo, o país convenceu, sobretudo, os investidores: de volta aos mercados, capta dinheiro a taxas de juros adequados, inferiores em todo caso aos da Itália ou Espanha, destaca a AFP.

A Irlanda depende muito de suas exportações, o que a coloca em situação de fragilidade caso a situação de seus sócios comerciais piore. Também depende de uma zona de euro ainda convalescente de seus numerosos problemas. A demanda interna continua deprimida devido a um forte índice de endividamento das famílias, os escassos empréstimos concedidos pelos bancos e as drásticas medidas de austeridade que prejudicam o poder aquisitivo.

Sobretudo, continua sendo difícil a situação do emprego: apesar de uma leve melhoria, a taxa de desemprego era de 12,5% em novembro. Prova do mal-estar reinante no país é a imigração massiva de irlandeses: 90.000 deixam o país cada ano.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/12/irlanda-recebe-ultima-parcela-de-ajuda-do-fmi-e-sai-do-programa-de-resgate.html

Mercado da beleza – Vaidade masculina

619Na última reportagem da série Mercado da Beleza, exibida pela TV TEM em Itapetininga (SP), o destaque foi para a vaidade masculina. A série de quatro reportagens apresentou, ao longo desta semana, assuntos como expansão do mercado voltado para a beleza, capacitação dos profissionais do setor, cirurgias plásticas e a vaidade masculina.

De acordo com pesquisa, os homens chegam a gastar em média R$ 2 mil por ano com beleza. Nesses gastos estão compra de cremes, perfumes, xampus e serviços estéticos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os produtos voltados para eles já representam 37% do volume de vendas das categorias de higiene e beleza no Brasil.

O cabeleireiro Jotta Lean conta que no salão onde atua 15% das hidratações e outros tratamentos para cabelo são para homens. “Os homens passaram a agregar o salão. Antigamente, o salão os homens representavam apenas uma complementação no faturamento. Já hoje, é um valor real para o nosso faturamento”, comenta.

O técnico em radiologia, João Ribeiro, é cliente assíduo de salão de beleza. Ele procura o local para fazer as unhas, corte de cabelo, escova progressiva. Além disso, usa frequentemente cremes para as mãos, para o corpo, filtro solar com base, entre outros. João afirma que se considera vaidoso, e gasta mais que a média nacional com estética. São aproximadamente R$ 400 por mês com produtos de beleza e salão. Ele não sai de casa sem estar bem arrumado. “Antigamente você só tinha coisas femininas nas lojas de cosméticos. Você ia comprar um creme para as mãos, por exemplo, e só encontrava linhas voltadas para elas. Hoje essa quadro mudou e a gente consegue encontrar uma variedade de produtos masculinos. Tem uma variedade muito grande . Acho que não tem mais preconceito que tinha antigamente”, comenta.

João ainda destaca que não tem nenhuma timidez em frequentar salões de beleza. As unhas, por exemplo, recebem cuidados semanais. “Faço as unhas pelo menos uma vez por semana. Acho que é porque fica esteticamente mais bonito. Eu acho que fica mais apresentável”, diz.

E ele não é o único a frequentar os salões para cuidados além de um corte de cabelo. O empresário Sidney Rodrigues afirma que não se importa em dividir o espaço no salão com as mulheres. Para ele mais que vaidade, se cuidar é questão de higiene. “Cuido do meu corpo dentro do possível. Acredito que fazer as unhas e usar um protetor solar vai muito além da vaidade. É uma questão de saúde e uma questão de higiene mesmo. Como trabalho na área de vendas, esse cuidado acaba sendo um marketing pessoal”, ressalta.

Mas tem homens que ainda são sutis quando o assunto é estética e não ousam tanto, mas não são menos vaidosos. O médico Luiz Ayres ressalta que não se descuida. “Tento manter em dia o corte de cabelo e sempre uso perfumes”, destaca.

Salão exclusivo
O cabeleireiro João Oliveira criou em Itapetininga um salão diferenciado. Nas cadeiras do local, a presença feminina está completamente fora de cogitação. Nada de revistas de fofocas, moda ou outros assuntos focados nas mulheres. O que se encontra não salão são revistas especializadas em automóveis. Já o frigobar está cheio de refrigerantes e cervejas.

O salão é exclusivo para os homens. O proprietário conta que atua na profissão há oito anos, mas há quatro decidiu se dedicar ao público masculino. Formado em gestão ambiental, colocou o diploma na gaveta quando viu que o mercado de estética para homens crescia a cada ano. A ferramenta de trabalho dele é a tesoura e essa realidade não deve mudar. “Esse mercado está melhorando, está se aprimorando e eu quero tentar acompanhar esse momento”, diz.

Quem frequenta o salão dos “homens”, como o auxiliar administrativo Guilherme Lopes, gosta da comodidade, de jogar conversa fora sem estar diante da fiscalização feminina. “Tem que ter um pouco mais de liberdade para a gente conversar e a gente ficar a vontade. Aqui podemos falar só dos nossos assuntos sem ter as mulheres ouvindo o que a gente está conversando”, brinca.

A empresária Jane Lima Castro apoia a iniciativa dos homens que se cuidam e diz que a boa aparência pode representar muito na vida de uma pessoa. “A boa aparência demostra também mais segurança no trabalho, passa mais confiança como profissional. Então, acho que é uma necessidade mesmo”, pontua.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2013/10/ultima-reportagem-da-serie-mercado-da-beleza-aborda-vaidade-masculina.html

Como investir na poupança do jeito certo

ujrtjtj-300x300Por Priscila Yazbek

Por ser um dos investimentos mais simples do mercado, a poupança é aaplicação preferida de muitos brasileiros. Mas, mesmo ao investir na caderneta o investidor precisa entender basicamente seu funcionamento para não deixar de ganhar dinheiro. Apesar de não gerar rendimentos negativos, a poupança pode não render nada, tendo o mesmo efeito de deixar o dinheiro embaixo do colchão.

A poupança pode ter um rendimento nulo porque osjuros são pagos apenas depois de um mês que o dinheiro foi investido, na chamada data de aniversário.

Isso significa que, se você investiu 1.000 reais na poupança no dia 1º de dezembro, o crédito do rendimento será depositado a cada dia 1º dos meses subsequentes, ou no dia útil posterior mais próximo, caso o dia 1º não seja um dia útil. Se o valor for resgatado antes disso, o investidor não ganha nada pelos dias em que o dinheiro ficou aplicado.

Segundo a Lei nº 12.703, de 2012, que dispõe sobre as regras de remuneração da poupança, a data de aniversário das contas abertas nos dias 29, 30 e 31 é fixada necessariamente no dia 1º do mês seguinte.

O investidor deve tomar cuidado, portanto, para não resgatar o valor antes da data de aniversário ou antes do dia útil posterior à data de aniversário que não cair em um dia útil.

Para saber o aniversário de sua poupança, é preciso verificar no extrato da sua conta poupança a data em que os recursos foram depositados. Caso o investimento seja feito em diferentes dias, a poupança terá diferentes datas de aniversário e será corrigida separadamente.

Normalmente os bancos permitem que os aportes na poupança se concentrem em uma conta, com datas diferentes. Mas, em alguns casos, o cliente pode precisar criar contas novas a cada aporte.

Também é importante evitar o resgate antes da data de aniversário porque o cálculo do rendimento da poupança é sempre feito em cima do menor saldo do período. Se o investidor aplicar 1.000 reais, por exemplo, e resgatar 500 reais antes da data de aniversário, o rendimento será calculado sobre os 500 reais e não sobre os 1.000 reais aplicados inicialmente.

Para não deixar de receber seus rendimentos, o melhor a fazer é concentrar as aplicações sempre no mesmo dia do mês.  Alguns bancos, inclusive, permitem a programação automática do investimento. Nesse caso, o dinheiro passa a ser debitado da conta corrente e transferido automaticamente à conta poupança na data em que o cliente definir.

Resgate

Como é possível ter uma poupança com diferentes datas de aniversário, em um eventual resgate o valor pode não ser debitado sobre o montante aplicado em uma única data.

Pela regra, os valores serão retirados sempre do primeiro do saldo dos depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012 (remunerados pela regra nova da poupança) e, em seguida, do saldo de depósitos antigos, efetuados até 3 de maio de 2012 (rentabilizados segundo a regra antiga).

E dentre os resgates de valores remunerados pela nova regra, os débitos vão sendo feitos primeiramente sobre as parcelas que já fizeram aniversário. O sistema desconta, portanto, o valor sobre as datas base anteriores mais próximas, preservando a rentabilidade das datas base que não fizeram aniversário.

Se uma pessoa investir na poupança três parcelas de 500 reais nos dias 10, 11 e 16, por exemplo, ao regatar 1.000 reais no dia 12 do mês seguinte, os débitos são feitos sobre os dias 10 e 11, datas base mais próximas ao dia do resgate. Dessa forma, são resgatadas as parcelas que já fizeram aniversário e permanece investido o montante que ainda não completou um mês de investimento.

Fonte: Revista Exame
Link: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/como-investir-na-poupanca-do-jeito-certo

GOIÁS – Governador anuncia desconto de 98% no ICMS dos Parques Tecnológicos

icmsterra.santa (1)O governador Marconi Perillo anunciou que o Governo de Goiás dará 98% de desconto no ICMS às empresas instaladas nos Parques Tecnológicos do Estado (em Anápolis e em Goiânia). O projeto de lei que garante esse benefício foi encaminhado  à Assembleia Legislativa. O anúncio foi nesta segunda-feira, dia 9, durante a inauguração do Centro Regional para o Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CRTI) na Universidade Federal de Goiás (UFG).

“Estamos criando uma política fiscal e tributária para viabilizar esse centro, para dar competitividade às incubadoras e às empresas que vierem para cá. E para transformá-lo num centro de tecnologia, de pesquisa, de inovação, de ponta em nosso País”, afirmou Marconi.

Para a construção do CRTI foram investidos R$ 20 milhões. Desse total R$ 3,3 milhões da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), R$ 700 mil da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectec), R$ 8 milhões da Agência Brasileira de Inovação (Finep) captados pela Fapeg e R$ 8 milhões da UFG. Também foi investido recurso de emendas parlamentares.

O CRTI é um centro de pesquisa multiusuário e multi-institucional. Ele atenderá demandas tecnológicas e de inovação de áreas estratégicas como agronegócio, fármacos e medicamentos, mineração e outras. “Ele vai funcionar basicamente sob demanda. Sob demanda das instituições de pesquisa, que são todas parceiras aqui as outras universidades como a UEG, PUC, IFG, Unievangélica. Bem como vai atender a demanda da indústria que buscava esses serviços em outros estados, até fora do País, muitos desses serviços vão ficar prontos aqui. Essa é a primeira etapa do que a gente está chamando de ponta de lança do Parque Tecnológico da UFG”, explicou o reitor da UFG, Edward Madureira.

De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, Mauro Faiad, os parques tecnológicos são importantes instrumentos de desenvolvimento econômico porque sintetizam a preocupação com a inovação tecnológica. Esses locais reúnem em um mesmo ambiente as universidades, as instituições de pesquisa e o setor privado. A presidente da Fapeg, Maria Zaíra, destaca que o CRTI é resultado de uma soma de esforços, de recursos financeiros, de capacidade e de gestão e pesquisa para que pudesse chegar a esse momento.

Fonte: Goiás Agora
Link: http://www.goiasagora.go.gov.br/governador-anuncia-desconto-de-98-no-icms-dos-parques-tecnologicos/

Pesquisa e Inovação – Subsídio para eficiência energética

calcular-300x300-1Por Vladimir Platonow

Empresas interessadas em desenvolver projetos de eficiência energética ou de redução de impactos ambientais podem recorrer a linhas de financiamento, por da Agência Estadual de Fomento (AgeRio). O valor de financiamento pode chegar a R$ 30 milhões por projeto, se o recurso for captado diretamente pela agência, com taxa mensal de 0,93% ao mês e até cinco anos para pagar o empréstimo.

De acordo com o presidente da AgeRio, Domingos Vargas, o tomador também pode optar por mais duas fontes de recursos. Por meio do Inovacred, da Agência Brasileira da Inovação (Finep), podem ser obtidos até R$ 10 milhões, com juros de 0,41% e até 96 meses para quitação, e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até R$ 20 milhões, com juro de 0,67% ao mês e até 60 meses para pagar.

“A eficiência energética tem uma série de componentes fundamentais, entre elas a de melhorar a rentabilidade e a produtividade das empresas, além do respeito ao meio ambiente. É uma oportunidade para que se tenha financiamento que a coloque em sintonia ao que há de mais adequado hoje no mundo”, disse Vargas.

Entre os projetos que podem ser financiados, estão melhorias em sistemas de iluminação, de fornecimento de energia e de refrigeração. Um exemplo é a troca de parte do fornecimento de energia pela rede habitual por placas solares. Também a instalação de iluminação por tecnologias mais eficientes, como lâmpadas de LED (light emitting diode). Ou ainda podem ser financiados sistemas de reutilização da água, dentro do conceito de redução de impacto ambiental.
Informações mais detalhadas sobre as formas de obtenção das linhas de financiamento podem ser obtidas no endereço da agência (www.agerio.com.br).

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-09/empresas-podem-obter-financiamentos-subsidiados-para-investir-em-eficiencia-energetica

Brasileiros dizem que ficou mais fácil subir na vida na última década

felizes1Por Mariana Flores

É mais fácil subir na vida hoje do que há dez anos. Essa é a opinião de 63% da população brasileira. E 57% se sentem mais seguros em relação à sua situação financeira do que há uma década. Os dados são da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: Padrão de Vida, feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Ibope, com 2.002 pessoas em 143 municípios.

No levantamento inédito, os brasileiros apontaram os quesitos necessários para vencer na vida. De acordo com 95% dos entrevistados, ter uma boa educação é essencial ou muito importante para melhorar o padrão de vida. Em seguida, com 94% das respostas essencial ou muito importante, aparece o quesito ter capacidade, inteligência ou talento. Em terceiro lugar (88%), os brasileiros dizem que é essencial ou muito importante trabalhar duro. O levantamento mostra ainda que conhecer as pessoas certas  (82%) e nascer em uma família rica (31%) também são decisivos para subir na vida.

A CNI fez a pesquisa para entender o consumidor atual e seu nível de confiança no futuro. Entre os entrevistados, 75% dizem pertencer à classe média, 21% à classe baixa, 2% à classe alta e o restante não soube ou não quis responder. A pesquisa mostra que as pessoas têm uma percepção positiva com relação à evolução do seu padrão de vida e de perspectiva sobre o futuro de seus filhos: 77% consideram seu padrão de vida melhor ou muito melhor do que o de seus pais. E 84% acreditam que os filhos terão padrão de vida melhor ou muito melhor do que o de hoje.

De forma geral, o brasileiro demonstra satisfação com a própria vida. Do total de entrevistados, 82% dizem estar muito satisfeitos ou satisfeitos. Mas o nível de satisfação é maior em relação à vida familiar do que à situação financeira pessoal. Os percentuais dos que se classificam como satisfeitos é de 94% e 69%, respectivamente.

PREOCUPAÇÃO COM A APOSENTADORIA – 
Apesar da confiança em alta, o brasileiro tem medo de ficar sem trabalho e de não conseguir ter uma boa aposentadoria. Do total dos entrevistados, 71% disseram ter receio de perder o emprego ou de serem obrigados a fechar o negócio. E um número maior de pessoas, 74%, tem medo de não ter dinheiro suficiente para se aposentar.

“A satisfação com a vida não elimina a preocupação com o futuro. Os brasileiros se preocupam em perder o padrão de vida que têm hoje e em não ter dinheiro suficiente para a aposentadoria”, afirma o gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.

Além disso, 47% acham que a diferença de renda entre ricos e pobres aumentou nos últimos dez anos. Para 29% diminuiu e para 18% permaneceu igual. Outros  6% não souberam responder.

PRINCIPAIS NÚMEROS

Classe social e padrão de vida do brasileiro:
• 75% dos brasileiros dizem pertencer à classe média;
• 44% dos entrevistados, independente de classe social, perceberam melhora na sua classe social relativamente à classe social da sua família durante a infância;
• 77% dos entrevistados consideram seu padrão de vida melhor ou muito melhor que o
padrão dos pais quando tinham a mesma idade;
• 84% dos entrevistados acreditam que o padrão de vida que seus filhos terão quando tiverem
a sua idade será melhor ou muito melhor;
• dentre os entrevistados que se classificaram em alguma classe social, 68% afirmam que a
situação da classe social está muito ou um pouco melhor do que há cinco anos;
• 63% dos entrevistados acreditam que é mais fácil subir na vida hoje que há dez anos;
• 47% dos entrevistados acham que a diferença entre ricos e pobres no Brasil aumentou nos
últimos dez anos.

Determinantes para a melhora do padrão de vida:
• brasileiros consideram a “educação” e “ter capacidade, inteligência ou talento” essencial
ou importante para uma pessoa vencer na vida: essa é a percepção de 95% e 94% dos entrevistados, respectivamente.
• 31% acham que nascer numa família rica é essencial ou importante.

Nível de satisfação do brasileiro:
• 94% estão muito satisfeitos ou satisfeitos com a vida familiar;
• 69% dos entrevistados estão muito satisfeitos ou satisfeitos com sua situação financeira;

Preocupação com relação ao padrão de vida
:
• Brasileiro preocupa-se com possibilidade de perder seu padrão de renda:
»» 77% dos brasileiros preocupam-se em perder seu padrão de vida;
»» 74% da população preocupam-se em não ter dinheiro suficiente para se aposentar;
»» 71% dos entrevistados têm receio de ficar sem trabalho, perder o emprego ou ter que
fechar seu negócio.
• 57% dos brasileiros afirmam se sentir mais seguros hoje em relação à situação financeira
que há dez anos.

Fonte: Portal da Indústria
Link: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/imprensa/2013/12/1,29968/brasileiros-dizem-que-ficou-mais-facil-subir-na-vida-na-ultima-decada.html

BRASIL – Gasolina deve continuar a subir no ano eleitoral

combustivel(5)Por Equipe da Folha de São Paulo (Denise Luna, Pedro Soares, Bernardo Mello Franco)

Na semana em que a Petrobras chegou a perder 10% de seu valor na Bolsa em um dia, a presidente da empresa, Graça Foster, disse esperar uma “compreensão maior” do mercado para o reajuste de preços recém-anunciado.

No dia 29, a estatal aumentou o diesel em 8% e a gasolina em 4%. Os valores ficaram abaixo do esperado pelos investidores, o que levou à forte queda das ações.

Graça reconheceu que a desvalorização foi “muito ruim”, mas prometeu recuperar a confiança dos acionistas e reduzir, aos poucos, a diferença entre os preços cobrados no Brasil e no exterior.

Com uma tabela nas mãos, mostrou que a defasagem em relação ao mercado internacional seis dias após o reajuste ainda era de 17,8% para o diesel e 14% para a gasolina.

Ela negou que a empresa tenha desistido de implantar uma nova metodologia para os reajustes, conforme anunciara ao mercado em outubro.

Apesar de a inflação ter se tornado tema central no debate eleitoral, avisou que os preços podem voltar a subir em 2014 com a aplicação da fórmula. Graça falou à Folha anteontem, em sua primeira entrevista desde o reajuste.

*

Folha – Como a sra. reagiu à queda das ações da Petrobras?

Graça Foster – É muito ruim. Fiquei apreensiva pela discussão. Óbvio que ver uma queda de 10% em um dia [é ruim]. Mas tenho certeza de que à medida de que o mercado enxergue o efeito dessa metodologia…

Primeiro, estou dizendo que ela existe. Jamais faria um fato relevante [comunicado ao mercado] em cima de uma metodologia que não existe. E jamais faria uma metodologia que não trabalhasse com fatos realistas.

Esperava compreensão maior do mercado, que ele tivesse compreendido o grande avanço que fizemos. Não é “Poxa, me compreenda”. É a compreensão do que estava escrito nos fatos relevantes. Mas também é preciso tempo para explicar e quantificar os efeitos da metodologia.

Podemos esperar novos aumentos em 2014?

É possível, pela metodologia, que nós possamos ter que praticar novos aumentos.

1d8752b7626c4b7b424e7fa67a861f83Por que não divulgar a fórmula do reajuste?

O Conselho de Administração colocou da seguinte forma: que outra metodologia, que outra fórmula de precificação da Petrobras é levada a mercado? Nenhuma. Não havia de fato a previsão de levar detalhes da metodologia, nem na sua versão inicial.

Por que o reajuste não será automático, como se esperava?

Foi uma grande discussão entre nós. Na primeira versão, o mercado entendeu que não haveria nenhuma interação da diretoria sobre o aumento. Mas [o reajuste] não é automático, passa pelo poder discricionário da diretoria da Petrobras.

Em 2009, quando o [barril de petróleo tipo] Brent estava a US$ 145 e caiu a US$ 45, ficamos ao menos um ano com preços no Brasil muito acima dos de fora. Se fosse assim [automático], a diretoria não poderia não mexer no preço.

O poder discricionário é extremamente importante. Afinal, a gente tem 100% do mercado. Não é possível repassar toda a diferença do preço internacional para fazer caixa. A gente sabe que não é assim que funciona.

E deveria ser assim?

Para a Petrobras, seria péssimo perder mercado, se a gente repassa tudo para fazer caixa e ficar sustentável. Não vale perder mercado.

Quando você coloca 4% [de reajuste] na gasolina, nas nossas simulações, já perde 0,7% de mercado. A gente pegou dois anos e viu qual é a partida que precisamos ter. Qualquer início [de aumento] tem impacto na inflação.

Houve queda de braço entre a sra. e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que era contrário ao reajuste?

O que houve foi uma intensa discussão técnica sobre a metodologia. É minha obrigação mostrar à companhia seu raio-x. Briga, embate, eu não confirmo de forma alguma. Agora, a gente mostra o que precisa produzir e captar.

Não podemos esquecer que tivemos a classificação rebaixada pela Moody’s [agência que avalia risco]. Não é uma discussão trivial. Mas queda de braço não houve.

O debate arranhou a relação?

Nossa relação profissional foi engrandecida, até. O produto de tudo isso é extremamente positivo. Eu tenho uma política [de preços] referendada, uma metodologia.

E com a presidente Dilma?

Não sei nem por que poderia ter sido prejudicada.

A sra. pensou em entregar o cargo, como se especulou?

Definitivamente não [repete]. Os dias aqui são extremamente longos. Você tem problemas de toda sorte e notícias boas de toda sorte.

A Petrobras foi tema de debate nas últimas eleições presidenciais. A sra. está pronta para ataques em 2014?

Não vou discutir nem com a oposição nem com a situação. Sou uma técnica, uma engenheira, e virei presidente da Petrobras.

Se você perguntar o que eu acho do modelo de partilha [no pré-sal], considero que, em linhas gerais, é bastante conveniente.

A Petrobras neste ano entrou nos três leilões [de novos blocos de petróleo]. Deu a sua contribuição. A gente precisava renovar a nossa carteira [de áreas a serem exploradas]. Nosso portfólio já estava muito “carne de pescoço”.

A sra. é cotada para assumir a Casa Civil na reforma ministerial de março. Há essa chance?

Só a presidente [Dilma Rousseff] para falar. Acho que tenho um desafio enorme na Petrobras. Aqui é a minha casa. Tenho a minha tribo aqui. Estou bem.

E se for chamada?

Eu sou extremamente disciplinada, mas não levo isso nos meus planos, não.

Este ano ficará marcado pela derrocada de Eike Batista. Isso pode prejudicar a imagem do Brasil com investidores?

Não. Deve haver umas 60 empresas que operam no Brasil [com gás e petróleo]. Acharia muito bom se a HRT e a OGX [de Eike] estivessem bem. Outra empresa se projetando seria bom. A gente divide as notícias positivas.

A Petrobras é credora da OSX, de Eike. A sra. teme perdas na recuperação judicial deles?

A gente acompanha com muita atenção. Mas a preocupação é geral em toda a indústria de bens e serviços.

Temos duas integrações de construção de módulos [para plataformas de petróleo], com o Integra, um consórcio com a Mendes Júnior e a OSX. Está indo. Mas a gente sempre tem de ter um plano B, C..

Fonte: Folha de São Paulo
Link: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1382456-gasolina-deve-continuar-a-subir-no-ano-eleitoral.shtml

A sem-teto que virou empresária multimilionária em dois anos

dani-johnson-empresaria-1360945246164_300x300Por Tatiana Vaz

Virar milionário aos 23 anos seria um grande feito para qualquer um que não tenha nascido em berço de ouro. Agora, tornar-se uma empresária de sucesso nesta idade, depois de ter sofrido abusos sexuais, ter tido uma filha aos 17 anos e ter sido uma sem-teto até os 21 anos de idade, isso sim, é uma conquista difícil de ser até imaginada.

E é por isso que a história surpreendente da empresária e milionária americana Dani Johnson tem rendido a ela dinheiro com inúmeras palestras dadas pelos Estados Unidos sobre como ganhar milhões do zero. A história ainda lhe rendeu entrevistas a programas populares como o da Oprah Winfrey e uma reportagem grande nesta semana no site da Forbes.

Segundo a matéria, Dani cresceu em um ambiente familiar complicado, cercado por relações violentas e com uso frequente de drogas. Como consequência, acabou grávida aos 17 anos e teve de sair de casa e se tornar uma sem-teto aos 21. Foi nesta época que começou a trabalhar de garçonete e a usar cocaína todos os dias até que, um dia, ao se deparar com uma caixa de produtos para emagrecer, a futura milionária viu no que gostaria de trabalhar.

Vendo naquela oportunidade uma saída para sua vida confusa e para o pagamento de dívidas que chegavam a 37.000 dólares, Dani ligou para a fabricante do produto e se ofereceu ao cargo de vendedora independente. Traçou, então, uma estratégia de divulgação com direito a distribuição de flyers e uma parceria com uma empresa de telecomunicações para o aluguel de uma linha.

Tanta insistência nas vendas a levou ao final do primeiro mês de trabalho com 40 cheques de que somavam quatro mil dólares. No primeiro ano, as vendas lhe renderam 250 mil dólares e geraram uma economia suficiente para fazer com que ela investisse em seu primeiro centro de emagrecimento, multiplicado por 18 em pouco tempo. Vendeu todos dois anos depois.

Hoje, multimilionária, acaba sendo exemplo pra pessoas que querem empreendedor e para empreendedores que não podem deixar a bola cair em suas empresas. Um exemplo com direito a matéria em uma das maiores revistas de negócios do mundo. E com chances de entrar na lista de bilionários da Forbes em breve.

Fonte: Revista Exame
Link: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/a-sem-teto-que-virou-empresaria-multimilionaria-em-dois-anos

Jovem cria método para emagrecer com “controle da mente” e perde 40 kg

300x300Depois de anos de briga com a balança, o administrador Edson Burger descobriu uma técnica de emagrecimento por meio da ‘reprogramação da mente’. Após muitos estudos, ele resolveu aplicar a técnica nele mesmo e conseguiu perder 40 quilos de forma permanente e efetiva. O emagrecimento comprovou suas teses e o transformou em um ‘coaching do emagrecimento’ e, agora, ele ajuda outras pessoas a perder peso com a ajuda da programação neurolinguística.

A história de Burger é semelhante a de muitos jovens no mundo. Durante toda a sua vida ele tentou fazer inúmeras dietas e até tomou remédios para emagrecer. “Meu primeiro regime foi aos 12 anos e eu nunca parei. Eu emagrecia, mas engordava de novo, vivia na sanfona”, conta. Aos 29 anos, ele pesava 130 quilos e, após uma consulta médica, viu que tinha sérios problemas. “Eu estava com pressão alta, gordura no fígado, eu tinha apneia, eu tinha refluxo, gastrite. A situação toda não era boa e eu tinha uma tendência a desenvolver uma diabetes tipo 2, além do colesterol que também estava muito ruim”, lembra. O médico alertou Burger e pediu para ele mudar totalmente seus hábitos. “O endocrinologista disse que eu não iria ver meu filho se formar na faculdade se eu não tivesse um novo padrão de vida”, conta.

A consulta médica o deixou preocupado e, em casa, ele começou a reparar também que o filho, com cerca de cinco anos na época, estava tendo os mesmos hábitos que o pai. “Eu me sentia um fracassado por não conseguir resolver essa área na minha vida. Depois resolvi que, ao invés de ser fracassado, eu ia ser uma pessoa de sucesso”, fala.

A partir desse dia, ele quis mudar completamente. Burger, que trabalhava no Instituto Brasileiro de Economia, calculando e analisando dados sociais, decidiu fazer um trabalho paralelo para lidar com as pessoas. Ele estudou as técnicas da Programação Neurolinguística, conhecida como PNL, que aborda novas maneiras de entender como a comunicação verbal e não verbal afetam o cérebro humano e como obter maior controle da mente. Além disso, Burger conheceu o coaching, uma metodologia que busca atingir metas, solucionar problemas e desenvolver novas habilidades profissionais e pessoais. Desta forma, ele passou a ajudar muitas pessoas. “Eu comecei a trabalhar com o coaching e comecei a atender, mas ainda era um hobby, era um trabalho paralelo”, conta.

Em 2010, ele uniu os conhecimentos de coaching e a PNL para criar uma forma de emagrecer por meio da programação da mente. “Eu pensei que se eu conseguisse reprogramar as estratégias no meu inconsciente, eu ia conseguir ter resultados diferentes. Ao invés de tomar a decisão de emagrecer, como eu tinha feito outras vezes, eu tomei a decisão que eu ia aprender a ser magro. Eu ia estudar e aprender uma fórmula de ser magro. Assim começou a minha luta”, lembra.

Emagrecimento
O primeiro passo foi estudar como funcionava a cabeça de um magro. “Eu comecei a conversar com as meninas do trabalho que eram magras e ficava observando. Depois, os rapazes. Eu observava a diferença entre as mulheres e os homens. Eu saía para jantar fora com a minha esposa e ficava observando como as pessoas se comportavam e fazia as minhas anotações. Eu comecei a perceber que havia um padrão entre os magros e outro para os gordos. E eu comecei a estudar esse padrão para depois fazer uma instalação em mim”, conta.

Em janeiro de 2011, ele começou a aplicar seu modelo. Além do trabalho com a própria mente, por meio das técnicas da PNL e do coaching, ele também controlou a alimentação. Burger fez o acompanhamento com uma nutricionista, reduziu a quantidade de comida e passou a comer de três em três horas. No primeiro mês, ainda estava de férias e tinha tempo para fazer alguns exercícios. Depois, voltou a rotina normal e ia para todos os lugares a pé. Ele usou o pedômetro, um aparelho digital que calcula a quantidade de passos, e se disciplinava a dar, no mínimo, mil passos por dia. Com o passar do tempo, ele aumentava esse número. Em um mês, Burger emagreceu 10 quilos. E, em seis meses, queimou 40 quilos e atingiu sua meta de pesar 86 quilos.

Técnica
Para ele, o processo só deu resultado porque equilibrou a questão mental e física. “Eu consegui fazer todas as mudanças necessárias na cabeça. Na parte física, que foi a materialização do processo anterior. Aconteceu de forma tranquila. Eu aproveitei a jornada do emagrecimento. Toda vez que eu entrava em uma dieta era como se fosse um castigo e, dessa vez, foi completamente diferente. Eu estava decidido a ser magro. Cada dia, cada escolha, cada erro, eu entendia como um aprendizado”, afirma. Burger diz que pensou em desistir em muitos momentos, principalmente quando tinha problemas no trabalho ou em casa. Ele encarava a situação e se fortalecia ainda mais. “Quanto mais dificuldade mais motivação eu tinha. O processo todo foi de gestão da minha mente. O tempo inteiro sendo flexível e aprendendo. Na PNL não existe fracasso. Eu encaro qualquer situação como um aprendizado. Eu analiso, aprendo e faço diferente. Não existe a derrota e isso fez a diferença”, fala.

Além de trabalhar com a mente e com técnicas de hipnoses, ele considera o emocional da pessoa. O jovem orienta as pessoas a lidarem de frente com as ‘tentações’. “Eu oriento as pessoas a se colocarem no meio do furacão, ir para a sorveteria, para a churrascaria, para a doceria. Durante todo o processo, em nenhum momento eu fugi das coisas, talvez eu tenha evitado no começo para me fortalecer, mas depois eu quis enfrentar”, lembra.

Algumas pessoas que também seguiram os passos de Burger e conseguiram vencer o desafio de emagrecer com o mesmo método se tornaram multiplicadores da técnica. Assim como o pioneiro, eles foram se especializar e agora também ministram palestras e fazem o trabalho de coaching no Instituto Burger.

Já Burger segue incentivando outras pessoas a emagrecer, contando a experiência que transformou sua vida em diversos sentidos. Aos 32, magro e com a saúde em dia, hoje ele quer ajudar a mudar a história de outras pessoas. “Emagrecer é muito difícil. É transformação humana em todos os sentidos. Eu construí uma nova realidade para a minha vida. Eu me sinto realizado, estou melhorando cada dia mais”, finaliza ele.

Fonte: Globo.com
Link: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/10/jovem-cria-metodo-para-emagrecer-com-controle-da-mente-e-perde-40-kg.html

GOIÁS – Produzir/Fomentar aprova novos projetos e elege novos membros para Conselho

gerencia_projetos-735727Em reunião presidida pelo secretário de Indústria e Comércio e presidente dos Conselhos Deliberativos do Fomentar/Produzir, Alexandre Baldy, foram aprovados 18 projetos de implantação, ampliação e expansão industriais no Estado, totalizando cerca de R$ 50,6 milhões em investimentos diretos, gerando 1.023 empregos diretos para os municípios de Goiânia, Trindade, Abadia de Goiás, Silvânia, Itumbiara, Cachoeira Alta, Bela Vista de Goiás, Guapó, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Minaçu, Luziânia, Águas Lindas de Goiás e Estrela do Norte.

Dentre os ramos de atividades industriais beneficiados com novos investimentos destacam-se o de confecção de roupas, o de laticínios, de embalagens, de estruturas metálicas e metalurgia, cerâmica, industrialização de carnes e derivados, com grande predominância de projetos voltados para a cadeia produtiva da construção civil, seguido das indústrias de alimentos. Destaques para os novos projetos de Cachoeira Alta, empresa de comércio e indústria, cujo investimento fixo é de R$ 2,2 milhões, e também um importante projeto voltado para o setor da construção civil, uma fábrica de tintas, na região do Entorno do DF, que vai gerar mais vagas de empregos.

Novos membros
Após a sessão de análise e votação dos projetos industriais, os conselheiros do programa Produzir, sob a presidência de Alexandre Baldy, os conselheiros elegeram os novos integrantes da Comissão Executiva do Conselho Deliberativo do programa Produzir, para o exercício 2014. Em substituição às entidades Ftieg (Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado de Goiás) e Facieg (Federação do Comércio), foram eleitos os representantes da Fieg (Federação das Indústrias do Estado de Goiás); Faeg (Federação da Agricultura do Estado de Goiás) e da Adial (Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás).

Fonte: Goiás Agora
Link: http://www.goiasagora.go.gov.br/produzirfomentar-aprova-novos-projetos-e-elege-novos-membros-para-conselho/#sthash.Ti2FIhez.dpuf

“Teto de vidro” das redes vira oportunidade para empresas

ovni_de_vidro2Por Luiza Melo

Reputação e transparência são palavras de ordem para empresas que querem ser líderes de mercado. E as redes sociais são peças-chave para que as companhias consigam trabalhar bem ambos conceitos.

Hoje, as companhias – pelo menos as que desejam se destacar – se envolvem não só em temas relacionados a seus produtos serviços, como faziam no passado, mas também em questões sociais.

A mudança é uma resposta à demanda da própria sociedade. É difícil encontrar, por exemplo, organizações reconhecidas que não demonstrem preocupação com a preservação ambiental. “Ninguém é contra os cuidados com meio ambiente. Mas há empresas que se posicionam sobre temas mais polêmicos e assumem cada vez mais responsabilidade sobre o impacto dessa atitude no mercado”, afirma Marcos Bedendo, professor da ESPM.

“Antes, as discussões aconteciam em grupos homogêneos, no dia a dia das pessoas. As corporações não precisavam se posicionar porque não faziam parte daquele ambiente. Hoje, elas estão nas redes, onde são mais impactadas por pensamentos diversos e são obrigadas a se posicionar”, diz.

Foi exatamente o que aconteceu com a Gap, na semana passada. A fabricante de roupas escolheu para estrelar sua nova campanha de publicidade um modelo que segue o Sikhismo (religião indiana cujos adeptos usam barba e turbante). Pela semelhança física do jovem com muçulmanos, os anúncios da companhia acabaram sendo pichados com termos racistas que faziam referência ao terrorismo, em Nova York. Um dos cartazes danificados foi parar no Twitter de Arsalan Iftikahr, um escritor que milita em defesa da comunidade muçulmana, e teve grande repercussão nos Estados Unidos.

A Gap poderia simplesmente ter mandado retirar os cartazes de circulação e botar um fim na discussão, mas agiu de maneira completamente oposta: em pouco tempo, mesmo sem ter sido marcada na publicação, entrou em contato com Iftikahr pedindo a localização da peça pichada para tomar providências. Além disso, a companhia colocou a foto da campanha como plano de fundo de sua página oficial na rede social, reforçando a sua posição sobre o assunto.

“Numa época em que não se tem mais escassez de iformação, não é mais possível colocar o pó debaixo do tapete. Um incidente, ou qualquer tipo de falha, também dão chance para a empresa tornar pública como ela lida com a questão levantada”, explica Francisco Saraiva Junior, professor de marketing da Fundação Getúlio Vargas.

Segundo ele, as companhias precisam aceitar que a web e as redes sociais tiraram delas o poder de controlar sozinhas a própria reputação – e que isso não é negativo. “Elas precisam entender que é algo em prol de um envolvimento maior dos consumidores, que se tornam mais donos da marca. Hoje, a relação é mais próxima”.

Essa maior exposição também dá às corporações a oportunidade de demonstrar o respeito com o seu cliente, de acordo com Saraiva. Ele cita como exemplo o caso do Bradesco, que recebeu uma reclamação em forma de poema, no Facebook, e respondeu ao cliente com outro poema.

“O fato de uma instituição de mais de 70 anos ter essa flexibilidade, indica que ela está aberta ao diálogo, que conversa num nível de igualdade com o seu público”, diz o professor.

Na mesma linha, a rede hoteleira Mercure aproveitou uma piada para demonstrar a sua posição em relação ao homossexualismo. Em abril deste ano, quando a cantora Daniela Mercury Anunciou seu relacionamento com outra mulher, o humorista Rafinha Bastos postou em seu Twitter: “Daniela Mercury e Fred Mercury tinham algo em comum. Ae funcionários do hotel Mercure… estamos de olho!”.

A empresa respondeu, no mesmo canal: “Aqui respeitamos a diversidade ;)”. Além disso, em sua fanpage no Facebook, os hotéis Mercure publicaram uma nota de apoio à cantora com os dizeres: “O canto dessa cidade somos todos nós” em cima de  seu logotipo.

Mais do que promover as marcas,todas estas ações reforçam o pensamento das companhias em relação aos temas tratados.

Cada vez mais, as organizações estão atentas às redes sociais para construir e melhorar a sua reputação e ser mais transparentes. Uma prova disso, segundo Luiz Fernando Turatti, coordenador do Centro de Estratégia do Insper, é que muitas delas já possuem cargos como o de “gerente de mídias sociais”, criados para monitorar e planejar ações voltadas para a internet.

Outro dado que comprova esta tendência é que, no Brasil, 88% das empresas usam pelo menos uma rede social, segundo pesquisa divulgada no início do ano pela Burson-Masteller.

Porém, segundo o professor, por aqui, as organizações ainda precisam aprimorar o tempo de resposta a problemas relatados por consumidores na web. “É preciso ser muito rápido. Só quem mantém o radar ligado consegue uma intervenção efetiva”, afirma ele. De acordo com o professor, um fato que indica essa dificuldade é o grande número de empresas que não respondem reclamações feitas em canais online como “Reclame Aqui”, ou somente enviam explicações “automatizadas e pouco eficientes”.

Segundo Mauricio Vargas, presidente da instituição, 26% das reclamações recebidas durante todo o ano não têm sequer uma resposta das companhias. Até o fim de 2013, ele acredita que o total de postagens na plataforma ultrapassará os 5 milhões.

Fonte: Revista Exame
Link: http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/teto-de-vidro-das-redes-vira-oportunidade-para-empresas?page=1

Brasil deve chegar a 91 milhões de usuários nas redes sociais até 2017

redessociaiszappingSegundo levantamento realizado pelo eMarketer, até o final de 2017 o Brasil deve ter 91,2 milhões de internautas utilizando ao menos alguma rede social. É um crescimento de 47,8%, de acordo com o mesmo estudo, que aponta 61,7 milhões em 2012. Comparando com outros países da América Latina, a pesquisa mostra que no México, por exemplo, em 2017 serão 56,3 milhões, contra os 29,4 milhões do ano passado. Na Argentina, por sua vez, o crescimento deve ser menor: de 15,6 para 22,5 milhões.

Para Gabriel Borges, CEO da Ampfy, agência de comunicação especializada em aproximar marcas e consumidores da dinâmica das mídias sociais, o crescimento no uso de redes sociais no país está ligado à exploração do potencial deste nicho. “Pelo levantamento do eMarketer, temos pouco menos de 70 milhões de usuários utilizando ao menos um rede, contra 100 milhões de internautas conectados, segundo o Ibope, e mais de 200 milhões de pessoas, de acordo com o IBGE. Com isso, por meio de políticas públicas em prol da inclusão digital, além da chegada de grandes empresas ao Brasil, como ocorreu recentemente com Facebook e Twitter, a possibilidade desta meta ser batida até antes do previsto é considerável”, acredita Borges.

Fonte: Administradores.com
Link: http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/brasil-deve-chegar-a-91-milhoes-de-usuarios-nas-redes-sociais-ate-2017/82497/

SIC GOIÁS ministra curso de Crédito Produtivo

162-300x300A Superintendência de Micro e Pequenas Empresas da Secretaria de Indústria e Comércio vai ministrar de 4 a 6 de dezembro o curso Plano de Negócios/Crédito Produtivo da SIC. O curso, juntamente com a palestra Benefícios Disponíveis para Empreendedores, é pré-requisito de qualificação para os empréstimos dos recursos do Programa Crédito Produtivo, que são oriundos do programa Produzir e atendem ao projeto de interiorização e formalização industrial de Goiás. As aulas serão ministradas no Auditório da SIC, no 5º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira.

Tanto o curso quanto a palestra ensinam técnicas de planejamento empresarial que orienta o empreendedor e o empresário na montagem e na condução dos seus negócios. Dessa forma, o tomador tira o melhor proveito dos recursos emprestados junto ao programa Crédito Produtivo da SIC, gestora do programa Produzir, de onde são oriundos os fundos para o empréstimo a pequenos, micro, médios empresários, empreendedores individuais e empresários em geral.

Os empréstimos do Crédito Produtivo destinam-se às diversas aplicações empresariais, desde demandas administrativas até a aquisição de equipamentos, investimentos em qualificação de mão de obra, capital de giro e outros inerentes à empresa propriamente. Os valores disponíveis vão dos R$ 2 mil aos R$ 25 mil, subsidiados a juros de 0,25% ao mês, e com a possibilidade de  renovação a partir da quitação de cada empréstimo. Mais informações e inscrições podem ser obtidas nos locais dos cursos ou na SIC, pelos telefones (62) 3201-5528, em horário comercial.

Fonte Goiás Agora
Link: http://www.goiasagora.go.gov.br/sic-ministra-curso-de-credito-produtivo/#sthash.shu01Vfl.dpuf

10 passos para vender ao governo

como-vender-bem-um-produto1Vender para o governo é um bom negócio, principalmente para as micro e pequenas empresas, que dispõem de condições especiais nas licitações públicas. “As pequenas se beneficiam das vendas diretas e do fornecimento de bens e serviços para as empresas encarregadas das grandes obras”, diz Delfino Natal de Souza, secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento. Para aproveitar os bons negócios oferecidos pelo setor público, é preciso estar com a empresa preparada e qualificada para atender às exigências dos editais, sempre muito rigorosas. A seguir, 10 dicas para participar com segurança do setor.

1. Prepare-se Participar de compras governamentais demanda conhecimentos específicos e atenção aos detalhes. Para aprender o básico, nada substitui um bom curso, como os oferecidos pelo Sebrae. É fundamental também acessar a íntegra da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (123/2006): o Capítulo V trata das vendas aos governos.

2. Profissionalize a empresa Ofereça capacitação aos funcionários para que saibam usar planilhas de formação de preços e controle de estoques. Verifique se o objeto social definido legalmente corresponde exatamente aos bens ou serviços que a empresa pretende oferecer.

3. Faça seu cadastro Com os dados jurídicos e fiscais, cadastre-se no portal de compras do governo federal (www.comprasnet.gov.br), que, além de informar, estimula o empresário a se manter em dia com as obrigações. Uma vez cadastrado, solicite a senha de acesso. O mesmo vale para outros portais — existem cerca de cem. O mais amplo depois do Comprasnet é o Cidade Compras (www.cidadecompras.com.br), que trabalha com administrações municipais.

3. Domine as plataformas Por praticidade e para evitar fraudes, os governos dão preferência às ferramentas eletrônicas para realizar as compras. Por isso, as futuras fornecedoras devem criar condições para atuar eletronicamente. Recomenda-se que uma pessoa seja designada para cuidar disso — ela terá a responsabilidade de fazer os lances durante os pregões.

4. Fique de olho nos portais Alguns portais enviam e-mails para divulgar licitações, outros precisam ser acessados constantemente. Além disso, muitos editais de compras municipais são publicados apenas nos Diários Oficiais. Diversas empresas criam cargos e departamentos exclusivos, ou contratam assessorias para fazer essa garimpagem.

5. Entenda o edital É indispensável ler o texto de ponta a ponta. Até fornecedores experientes às vezes deixam de prestar atenção a um item crucial. Se tiver dúvidas sobre algum trecho, pergunte diretamente ao comprador via site. A resposta será dada a todos os licitantes. Há assessorias que fazem o trabalho de leitura técnica de editais.

6. Organize os dados Após fazer a leitura, pergunte-se se será possível cumprir as especificações e o prazo, não esquecendo de nenhum custo ou variável. Descumprimentos podem acarretar multas, suspensões e até declaração de inidoneidade.

7. Participe Depois do cadastramento e da obtenção de senha nos sites, a empresa já pode participar das licitações. São dados oito dias úteis para ler o edital, formular preços e enviar a proposta inicial. Em dia e horário marcados, todos os candidatos entram numa sala virtual e o pregoeiro abre a rodada de redução de preços. Tudo em absoluto anonimato.

8. Finalize a transação Quando o pregoeiro percebe que chegou o momento de acelerar o processo, aciona-se o mecanismo de tempo randômico, que pode encerrar a fase competitiva entre 1 segundo e 30 minutos depois. “É uma disparada de lances”, diz o consultor Ariosto Peixoto. “Com a adrenalina subindo, corre-se o risco oferecer um preço que não se poderá sustentar.” Assim que a fase de lances é encerrada, os licitantes são identificados. As micro e pequenas ainda têm a vantagem do desempate ou de cobrir a oferta de uma grande.

9. Equilibre os negócios Por exigir maturidade e eficiência, ser fornecedor do governo é um excelente marketing espontâneo para novos contratos. Mas, para se prevenir contra atrasos e inconstância nos dois lados, é melhor equilibrar os negócios no setor público e no privado.

10. Controle a operação A licitação é apenas o começo de um processo. Enquanto atuar como fornecedora do governo, a empresa terá de manter a regularidade fiscal e mostrar o tempo todo que é merecedora de confiança.

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2013/11/10-passos-para-vender-ao-governo.html

Portugal: Crise destruiu um em cada sete empregos

desempregoDesde 2008, o ano em que começou a crise, Portugal perdeu um em cada sete empregos, a maioria deles a partir de maio de 2011, quando entrou em vigor o plano de resgate internacional da economia do país, indicou nesta segunda-feira a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“O mercado de trabalho não experimentou nenhuma melhora desde o lançamento” do programa de ajuda de 78 bilhões de euros apoiado pela Comissão Europeia, pelo Banco Central Europeu e pelo Fundo Monetário Internacional, disse a OIT em seu relatório.

“De fato, o aumento do desemprego se intensificou nos dois últimos anos e apenas ultimamente foram observados sinais de desaceleração” da tendência, indica o relatório.

No segundo trimestre de 2013 o desemprego em Portugal era de 16,4%, contra os 17,7% dos primeiros três meses do ano. Esta queda é, no entanto, frágil, e o governo prevê um aumento da taxa de desemprego a 17,7% em 2014.

Em troca da ajuda internacional, Portugal está aplicando um duro plano de três anos de cortes e reformas. Segundo a OIT, as supressões de postos de funcionários que formam parte do plano ‘têm um efeito direto no desemprego’.

“Os cortes de salários e dos programas sociais, combinados com o aumento de impostos, corroeram a renda das famílias e o consumo”, disse Raymond Torres, diretor do departamento de pesquisa da OIT, citado no relatório.

“As pequenas e médias empresas têm que lutar para encontrar financiamento”, mas os bancos são reticentes em dar crédito ‘e perdem a oportunidade de criar novos empregos’, acrescentou.

Para resolver esta situação, seria necessário colocar em andamento “um programa de apoio ao emprego bem concebido no nível da Eurozona”, afirma a OIT.

Segundo os cálculos da organização, “a reorientação das políticas de emprego deve contribuir para reduzir o desemprego” em Portugal em cerca de 2% até 2015.

Fonte: Revista Exame
Link: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/crise-destruiu-um-em-cada-sete-empregos-em-portugal–2

Espanha: Investimento estrangeiro é sinal de melhora na zona do euro

fundamentos-de-gestao-financeira-2Os investidores estrangeiros já não têm medo da Espanha: um ano depois de ter sido apontada como um “mau aluno” da zona do euro, voltam a apostar nela, contando especialmente com a grande presença de suas empresas na América Latina.

Um deles, em particular, ganhou destaque, quando no final de outubro, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, entrou no capital do grupo construtor e de serviços FCC, ao comprar 5,7% por 108,5 milhões de euros. Foi o suficiente para disparar as ações da companhia e provocar o entusiasmo da imprensa local.

“O investimento estrangeiro está voltando à Espanha” já que esses investidores “antecipam a recuperação da economia espanhola”, afirmou nesta sexta-feira o secretário de Estado de Comércio, Jaime García Legaz, durante a apresentação de um estudo sobre fundos soberanos, realizado pela escola de comércio Esade.

“É evidente que a percepção sobre a Espanha mudou, continua melhorando semana após semana e é uma boa notícia para todos”, acrescentou, anunciando que o país “vai terminar este ano com um superávit da balança de conta corrente de 2% do PIB”, longe dos 10% do déficit que registrava no pior momento da crise.

Entre janeiro e agosto, a quarta economia da zona do euro recebeu cerca de 19 bilhões de euros em investimentos estrangeiros diretos, duas vezes mais que no mesmo período do ano passado.

Uma boa notícia para o país, que acaba de sair de dois anos de recessão, enquanto reduziu seu déficit público e aumentou sua competitividade, apesar de a taxa de desemprego continuar sendo elevada (25,89%).

“O mercado espanhol volta a ser atrativo”, explicava recentemente o embaixador da França na Espanha, Jérôme Bonnafont, afirmando ver uma mudança.

“Há uma clara recuperação das petições espontâneas de empresas francesas sobre a Espanha”, destacava então, Richard Gomes, diretor local da Ubifrance, organismo encarregado de assessorá-las em sua internacionalização.

Da mesma forma, “os fundos soberanos apostam nas empresas espanholas que têm uma forte presença na América Latina”, afirma o estudo apresentado nesta sexta-feira.

Entre as operações mais emblemáticas estão a entrada do fundo de Cingapura Temasek na petroleira Repsol ou a aquisição pelos fundos de Abu Dhabi IPIC de outro grupo do setor, Cepsa.

María Victoria Zingani, diretora financeira da Repsol, lembra que o fundo Temasek tinha abordado o grupo no verão (do hemisfério norte) de 2012, durante uma turnê da Repsol por investidores do sudeste asiático, antes de voltar a contatar a petroleira em dezembro, para negociar uma participação.

Atualmente, o fundo, que já visitou as instalações da Repsol no Brasil e na Bolívia, possui 6,23% do grupo.

Os fundos soberanos “buscam empresas muito diversificadas com um crescimento a longo prazo e na América Latina”, considera Zingani.

“É um fenômeno que aumenta e continuará aumentando”, afirma Javier Santiso, professor da Esade. O estudo identificou 82 fundos soberanos no mundo, com ativos de um valor superior aos 5,5 bilhões de dólares.

Após ter visado primeiro aos setores de infraestrutura e energia, esses fundos “visam cada vez mais ao setor das novas tecnologias”, afirma, e mais timidamente, o imobiliário.

“Embora em 2011 os fundos árabes foram os grandes protagonistas das entradas em empresas espanholas, em particular Qatar Holdings, no período mais recente os asiáticos se destacaram”, informa o estudo, sobretudo, os de Cingapura e os da China.

A Qatar Holdings se destacou ao assumir participações de mais de 6% no banco Santander e no gigante energético Iberdrola, investindo em cada uma dessas operações mais de 2 bilhões de dólares e apostando na forte presença no Brasil desses dois grupos. Atualmente é o primeiro acionista da Iberdrola com 8,18% do capital.

“Os fundos soberanos anteciparam a volta dos investimentos estrangeiros” ao apostar na Espanha desde 2011, afirma Antonio Hernández, da consultoria KPMG, e devem continuar fazendo isso em 2013, ano para o qual “as perspectivas são positivas”.

Fonte: ocorreiobrasiliense.com.br

Vários inadimplentes não têm ideia do valor das dívidas

dinhewiroPor Daniel Melo

Pesquisa feita pela Serasa Experian indicou que 25% dos consumidores estão com pelo menos uma despesa em atraso no mês. Desses, 38% admitiram não ter ideia do valor total das contas em atraso e 30% têm uma estimativa aproximada. Entre os inadimplentes, apenas 32% disseram saber o valor exato das dívidas. A pesquisa divulgada hoje (21) ouviu cerca de mil consumidores.

A principal razão que levou os consumidores a inadimplência foi o desemprego (41%), seguido pelo descontrole com os gastos domésticos (21%). Para 15% dos entrevistados, o descontrole do orçamento doméstico deveu-se ao comprometimento da renda com despesas de reforma ou financiamento para a compra de carro ou de imóvel. Enquanto isso, 6% disseram que o aumento do custo de vida fez com que eles deixassem de pagar as contas em dia.

Em relação a idade, 34% dos inadimplentes têm entre 30 e 39 anos; 22%, entre 40 e 49 anos; e 18%, entre 25 e 29 anos. A maior parte das pessoas com dívidas em atraso (43%) está na Região Sudeste, seguida pela Nordeste (31%).

Um terço dos consumidores com problemas para quitar as dívidas disse que a situação financeira piorou nos últimos dois anos. Neste contexto, 14% disseram que piorou muito e ficou um pouco pior para 16% dos entrevistados. Para 32% dos inadimplentes, a situação financeira melhorou um pouco nos últimos 24 meses e para 29% a situação continuou a mesma.

Fonte: Agencia Brasil