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IBGE – Curso gratuito de capacitação e recuperação automática

O que acha de aprender com o próprio IBGE a visualizar os dados do instituto?

Estão abertas, até quinta-feira (28/3), as inscrições para o primeiro curso online de capacitação no Sistema IBGE de Recuperação Automática – Sidra, a plataforma interativa de visualização de dados das pesquisas produzidas pelo instituto.

O curso conta com 600 vagas e carga horária de 15 horas.

Como encontrar um mentor?

Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Economista, Master Coach , Consultora Empresarial, Professora Universitária, Escritora e Roteirista

Mentor é uma palavra utilizada geralmente para definir aquela pessoa que vai te inspirar, te ajudar a crescer e te dar feedbacks à respeito de tua evolução. Saiba como conseguir um.

Para se empreender às vezes são necessários conhecimentos que nem sempre estão disponíveis ou com fácil acesso no mundo dos negócios. encontrando um mentor, para que o mesmo possa fornecer essas preciosas dicas, aumenta a tua chance de sucesso.

o exemplo mais singelo de um mentor são os professores infantis. com respeito carinho e cuidado, eles orientam a criança pelo mundo das  descobertas. um indivíduo que deseja aprender também deve ser orientado com todo este aparato.

Todavia, é necessário entender que o papel do mentor é o de aconselhar, não o de socorrer ou de decidir. O mentor, assim como a professora infantil, não pode tirar a autonomia daquele a quem orienta.

Outro ponto importante é que o empreendedor entenda que empreender em sempre significa estar a companhado e não são todos os momentos que ele terá pessoas para dividir seus fracassos e sucessos.

01 – Acesso aos melhores empresários da história

Saiba que podes muito bem ter muitos empresários de sucesso como mentores, visto que eles estão “eternizados em livros, reportagens, entrevistas… e por incrível que pareça, na maior parte da vezes, você pode saber como eles reagiriam a determinado fato o situação.

Leia as suas biografias pois nelas estão contidas os seus erros e acertos.

02 – Você ainda não sabe, mas tem muitas coisas espetaculares acontecendo

Se você consegue se deslocar para eventos onde geralmente as pessoas se reúnem para objetivos comuns como negócios, participe! Geralmente muitos eventos como estes são patrocinados por faculdades, governo e outras instituições afins que podem ser grandes oportunidades para conhecer pessoas e encontrar aquela pessoa certa para ser o seu mentor.

03 – Tome cuidado com mentores apresentados pela impressa (verifique sempre a biografia e capacitação)

Geralmente algumas pessoas se destacam na imprensa pelo seu recente trabalho ou destaque, mas certifique-se de consultar todo o potencial e histórico desta pessoa para que este sinal de mentoria não seja algo passageiro.

Existem pessoas que fazem apenas uma coisa interessante em toda a sua vida e depois caem no esquecimento pois na verdade aquele feito não foi mérito delas.

04 – Utilize as redes sociais

A internet possibilitou que muitas pessoas com interesse comum se conectassem. aproveite esta facilidade e procure os empresários que você admira e procure segui-los nas redes sociais. é uma ótima oportunidade para ficar sempre informado de cada passo e aprender a cada estratégia aplicada ou evento proporcionado.

05 – Mentores espetaculares podem ser encontrados em cursos

Profissionais excelentes e experientes costumam dedicar parte de seu tempo a ensinar (docência). O seu mentor, pode estar mais próximo do que você imagina. Ele pode ser apresentado a você em um curso, na forma de um professor/orientador.

06 – Amigos empreendedores podem ser mentores

Se tens amigos empresários, não deixe de contacta-los. Essa experiencia vivenciada por outro no mercado compartilhado pode te render informações preciosas.

Dica extra: Acompanhar as reuniões de associassões de bairro podem render excelentes informações sobre as demandas regionais e encontrar as pessoas que poderão ser seus mentores no futuro.

Abraços a todos!

Economista Beatriz Iolanda peixoto de Freitas
#beatriziolanda
www.beatriziolanda.com
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!!!…

Como tornar reuniões de trabalho mais produtivas

*Por Sofia Esteves, presidente do conselho do grupo Cia. de Talentos

Quantas reuniões eu tenho hoje? Você acha que esta frase parte da sua rotina? Pois bem, não adianta menosprezá-las. As reuniões fazem parte do nosso dia a dia e são essenciais para estabelecermos uma comunicação com a equipe e clientes. Quando são bem executadas por todos participantes, elas se tornam uma ferramenta importante para o bom andamento dos projetos e na resolução de problemas de forma coletiva, além de trazerem vantagens valiosas aos profissionais, por meio de um ambiente ideal para a troca de ideias e sugestões sobre um determinado assunto, abrindo espaço para que todos os participantes possam contribuir com opiniões e sugestões.

No final das contas, todos ganham com boas reuniões corporativas. Mas, a grande questão está na organização, na forma e na duração em que elas são feitas. Com a vida no ambiente de trabalho é atribulada é preciso otimizar os encontros na resolução de questões de forma planejada, estruturada e efetiva. As reuniões não precisam ser longas e cansativas, basta manter o foco e a produtividade e elas também contribuem na diminuição do stress, ansiedade e traz mais segurança e calma para a rotina profissional.

Vamos a algumas dicas que podem servir como guia:

– Desligue o celular
Sim, desligue. Um dos grandes motivos de reuniões sem resultados efetivos, são as distrações durante esse período e um dos principais motivos é o celular. Ele é uma desatenção constante, tirando o foco do tema principal. Tenham em mente que não serão alguns minutos que prejudicarão alguma tomada de decisão, além de ser falta de educação para quem está liderando a discussão.

3 erros que fracassam teus negócios

Sua ideia de negócio começou genial, mas agora está indo para o buraco? Há uma boa chance de que a causa desse fracasso seja a briga constante com seus sócios. Pode ser também seu desconhecimento sobre a melhor forma de captar dinheiro para financiar a operação. Ou, ainda, algum obstáculo legal que você não estava esperando.

Essas são as razões mais apontadas por empreendedores e investidores para o fim das startups que criaram ou em que aportaram. O escritório de advocacia Nogueira, Elias, Laskowski e Matias (NELM) entrevistou 108 donos de empresas e investidores para elaborar o estudo Panorama Legal das Startups, que aponta os motivos de insucesso nos negócios inovadores e indica como superar tais obstáculos.

Confira, a seguir, os 3 erros mais comuns que fazem ideias geniais fracassarem:

 Desentendimento entre sócios

Cerca de 67% dos empreendedores acreditam que a maior causa de fracasso de sua startup é a discussão entre os donos sobre questões não definidas no contrato de sociedade. Essa percepção é reforçada pelos investidores. Cerca de 54% deles enfrentaram impasses societários com os fundadores, enquanto 46% disseram que o principal problema que viram em startups fracassadas foi a incompatibilidade dos sócios na hora de gerir o empreendimento.

Para fugir desse problema, documentos como o acordo de sócios e o memorando de entendimentos são essenciais independentemente do porte do negócio. Os papéis definirão, por exemplo, quais as responsabilidades de cada fundador; como será a divisão e a administração da sociedade; e quais são as cláusulas que impedem concorrência e vazamento de informações caso algum dono saia da empresa. Mesmo com tanta importância, apenas 46% dos empreendedores entrevistados assinaram um acordo de sócios.

 Falta de dinheiro (e de conhecimento)

Segundo o NELM, 57% dos empreendedores acreditam que a dificuldade em captar investimentos foi a causa do fracasso de sua startup, diante da falta de conhecimento sobre modalidades de arrecadação. Para 46% dos investidores, perceber que o empreendedor não sabe qual a melhor forma de conseguir dinheiro para sua startup inibe aportes.

É importante conhecer as diversas modalidades de captação porque elas podem significar maior ou menor proteção ao investidor e maior ou menor ingerência dele no negócio. Cerca de 54% dos investidores sofreram com a falta de informações sobre a melhor estrutura societária para a realização de seus investimentos, enquanto 38% destacaram que deveriam ter escolhido um modelo de tributação melhor.

Adquirir uma participação societária, por exemplo, é muito mais arriscado ao investidor do que um mútuo conversível ou uma sociedade em conta de participação (SCP), modalidades que garantem o não-envolvimento do investidor nos riscos decorrentes da atividade da empresa. “Investimentos mais seguros e com tributações adequadas poderiam impulsionar a captação de recursos pelas startups, fomentando o crescimento desse ecossistema”, afirma Eduardo Felipe Matias, sócio do NELM e coordenador do levantamento.

 Desorientação legal

Para 36% dos empreendedores, suas startups fracassaram por conta do desconhecimento da regulação a legislação específicas à sua área de empreendimento. Por isso, 46% dos donos de negócios entrevistados acreditam que a validação jurídica do modelo de negócio justifica até a contratação de uma assessoria no ramo.

Toda startup precisa de um planejamento jurídico, o que inclui pesquisar as normas aplicáveis à atividade exercida pelo empreendimento. A empresa talvez precise da autorização do poder público para operar, como o Banco Central no caso das fintechs ou da Anvisa no caso das startups de saúde.

Fonte: Exame
Link: https://exame.abril.com.br/pme/ideias-geniais-fracassam-por-3-erros-que-a-maioria-comete/

Brasil – Mercado eleva previsão de crescimento do PIB de 2019

Os analistas do mercado financeiro melhoraram a previsão de crescimento da economia em 2019, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (11). Os economistas também aumentaram a previsão para a taxa de inflação deste ano.

De acordo com dados do relatório de mercado, conhecido como Relatório Focus, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 passou de 2,53% para 2,57%. Já a previsão da inflação passou de 4,01% para 4,02%.

O Relatório Focus é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

ESTIMATIVAS DO RELATÓRIO FOCUS

PREVISÃO 2018 2019
Produto Interno Bruto (PIB) 1,3% 2,57%
Inflação 3,69% 4,02%
Taxa básica de juros (Selic) 6,5% 7%

Fonte: Banco Central

Próximos anos

Os economistas dos bancos não alteraram as previsões de crescimento do PIB e da inflação para 2020 e 2021. Para 2020, a previsão é que a inflação fique em 4% e que a economia cresça 2,5%.

Já para 2021 a previsão de crescimento do PIB é de 2,5% com uma inflação de 3,75%.

Taxa básica de juros

O mercado manteve 7% ao ano a previsão para a taxa de juros, a Selic, no fim deste ano. Atualmente, o juro básico da economia está em 6,50% ao ano, na mínima histórica.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne a cada 45 dias para definir a taxa Selic, com base no sistema de metas de inflação.

Outras estimativas

  • Dólar – A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 ficou estável em R$ 3,80 por dólar.
  • Balança comercial – Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção de superávit em 2019 subiu de US$ 52 bilhões para US$ 52,24 bilhões.
  • Investimento estrangeiro – A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, subiu de US$ 79,5 bilhões para US$ 80 bilhões.

Fonte: G1
Link: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/01/14/mercado-eleva-previsao-de-crescimento-do-pib-para-este-ano.ghtml

Organização é sucesso, confira as dicas!

Fazer a gestão do próprio negócio exige disciplina e comprometimento. Afinal, lidar com diferentes fornecedores, clientes, documentações, funcionários e ainda manter em dia as finanças pode se transformar em um caos se você não tiver tudo sob controle.

Embora alguns dias possam mesmo ser tomados por mil afazeres e um certo toque de desordem, é importante manter tudo o mais organizado possível. Quanto mais sistematizado for seu fluxo de produção e gestão, mais eficiente e produtiva será sua empresa.

Para quem está começando no universo do empreendedorismo ou tem dificuldades em gerir um negócio, algumas dicas, ferramentas e até mudanças na rotina podem ser a chave para o crescimento. Confira algumas dicas que podem ajudar a organizar sua rotina – e deixar sua vida muito mais fácil!

1. Aposente o papel
Manter pastas e caixas de arquivos em papel ocupa espaço, tende à desorganização e ainda acumula sujeira. Além disso, se você tem dificuldades com organização, fica muito difícil checar informações e encontrar aquele documento específico. Seu negócio vai ficar muito mais gerenciável se você partir para o universo digital. Hoje em dia, é possível encontrar uma variedade grande de aplicativos e softwares com um ótimo custo benefício que integram agenda, calendário e até bloco de notas. O importante é apenas escolher aquele que mais se adequa ao seu perfil, que não é, necessariamente, o último lançamento do mercado.
Para mergulhar na informatização, peça que os fornecedores enviem notas por email. Isso também pode ser feito com diversas contas fixas, como a de telefonia. O que não for possível transferir, pode ser digitalizado com a ajuda de um scanner.

2. Não deixe para depois
Quem nunca parou uma atividade no meio para resolver alguma outra pendência e nunca mais a terminou? Esse tipo de descuido pode comprometer todo seu fluxo de produção, atrasar entregas e render alguns clientes insatisfeitos. Por isso, quando começar a fazer algo, vá até o fim e não deixe pendências para trás. Se começou a checar e-mails, vá até o fim e responda tudo o que precisa de retorno. Essa mudança simples evita riscos desnecessários, perdas de prazos e até atrasos em negociações.

3. Liste as tarefas mais importantes do dia
Não adianta colocar dezenas de itens na sua lista diária de tarefas. É muito provável que você não chegue nem à metade– e termine o dia frustrado. O mais produtivo a fazer é selecionar poucas coisas que são imprescindíveis e que não podem atrasar. E isso pode significar uma única tarefa ou mais atividades. O importante é ser realista: o que cabe no seu dia? Para quem tem dificuldades em decidir prioridades, uma dica é começar pelo caminho inverso. Coloque na lista do “não fazer” tudo o que não é urgente e vai atrapalhar a gestão e seu fluxo de trabalho. Essas tarefas ficam em standby para caso sobre tempo no dia. Do contrário, poderão ser finalizadas em outra data.

4. Escolha o melhor fornecedor para você
Uma das etapas mais importantes de qualquer negócio é a escolha do fornecedor. Na hora de decidir com qual empresa trabalhar, pense nela como uma parceira que será a peça inicial (e chave) para seu fluxo de produção. O fornecedor precisa ser responsável e de confiança, porque ele será sua garantia de que matéria-prima, insumos e produtos sejam entregues em dia. Entre as possibilidades encontradas no mercado, o Makro é uma empresa parceira de pequenos a grandes negócios. Além de fornecer produtos de qualidade com bons preços, é aberto e acessível a qualquer tipo de consumidor: não exige cadastro ou CNPJ, não cobra mensalidade e as compras podem ser feitas no atacado e em pequenas quantidades.

5. Planeje sua semana com antecedência
Às segundas, separe uma hora do dia para planejar e sistematizar sua semana. O que é mais importante a ser feito em cada um dos dias? Dessa maneira, é possível ter uma visão mais geral dos dias que vem pela frente. Isso ajuda você não só a cumprir com todos os prazos, mas também a identificar a tempo possíveis falhas e pontos que precisam ser reforçados.

6. Aprenda a delegar
Ter controle sobre o que acontece com o seu negócio é essencial, mas isso não significa ser o responsável direto por tudo. Para ter sucesso, e conseguir uma gestão organizada, o empreendedor precisa aprender a delegar funções. Se você tem dificuldades em cumprir esse papel, a publicação Harvard Business Review reuniu algumas dicas que podem te ajudar a dar o primeiro passo: entenda porquê e a importância de delegar, escolha as pessoas corretas, aprenda com a experiência e avalie sua performance constantemente. A revista indica ainda algumas das funções que podem ser delegadas, e que ajudam o empreendedor a organizar o negócio. Entre elas estão qualquer coisa que: ele não goste ou não execute bem, esteja impedindo a empresa de crescer, consuma muito tempo para ser feito (embora seja fácil) e gostaria que algum funcionário com potencial de liderança aprendesse a fazer.

Fonte: PEGN
Link: https://revistapegn.globo.com/Publicidade/Papo-de-Dono/noticia/2018/04/organizacao-e-essencial-para-o-sucesso-do-empreendedor-confira-nossas-dicas.html

Franquias são opções para quem quer crescer ou investir

*Por Paula Monteiro

O sonho de muitos empreendedores é ampliar o negócio, seja para firmar a marca ou aumentar o faturamento. Mas como planejar essa expansão? Qual a hora mais adequada para apostar no crescimento? O consultor Marcelo Cherto explica que a franquia é um caminho excelente quando você quer atingir um mercado razoavelmente grande, com um grau de controle bastante alto sobre a fortma como as coisas acontecem em cada ponto de venda, mas você não tem muitos , mas o empreendedor não tem muitos recursos financeiros.

Foi exatamente o que a Fernanda Castanheda fez. Ela já tinha sido franqueada de outras marcas quando decidiu abrir a sua própria loja de bolos junto com uma sócia. “Quando nasceu a ideia, logo pensamos que precisávamos ter o negócio em vários lugares e, por isso, decidimos franquear”, conta. Foi assim que, de ex-franqueada a franqueadora, Fernanda e a sócia cresceram. Abriram três lojas próprias e franquearam 41.

O consultor Marcelo Cherto destaca que “se elas tivessem 44 unidades próprias, teriam que investir R$ 250 mil ou R$ 300 mil multiplicado 44 vezes. E teriam que ter um esquema de supervisão muito mais rígido”. O custo de 44 lojas próprias seria de aproximadamente R$ 11 milhões. Bem acima do investimento inicial que elas fizeram, de R$ 110 mil.

O consultor explica também que, quando você tem franquias, o seu franqueado acaba sendo o gestor do próprio negócio.

“Ele é um gestor altamente motivado porque ele pôs dinheiro próprio no negócio, então ele vai fazer o negócio da melhor forma possível”.

A Lúcia Souza é um exemplo disso. Ela abriu três franquias da marca de bolos da Fernanda e já pensa em abrir mais uma loja no ano que vem. O investimento para ter uma unidade é de R$ 190 mil.

Alma do negócio: como crescer?

Veja dicas de mercado para fazer o seu negócio crescer

Veja dicas de mercado para fazer o seu negócio crescer

O consultor Marcelo Cherto explica que existem três variáveis principais quando se pensa em ocupação de mercado. A primeira é olhar qual é a cobertura de mercado que se quer atingir, ou seja, em quantos pontos de venda, em quantos lugares, em quantos mercados, em quantos estados, cidades, o empresário quer estar presente. Depois, é preciso saber qual é o custo que você está disposto a bancar para alcançar essa cobertura. E, terceiro, saber qual é o grau de controle que você quer exercer sobre a forma que o produto ou serviço vai chegar ao consumidor.

Além de poder ampliar o negócio com lojas próprias ou franqueadas, é possível oferecer licenciamentos da marca, ou estruturar uma equipe de revendedores diretos para ampliar a área de cobertura geográfica, ou ainda abrir um e-commerce, um atendimento por telemarketing. A escolha do modelo de crescimento vai depender do tipo de negócio. É preciso avaliar prós e contras.

E não é preciso optar por apenas um formato. A dica do consultor Marcelo Cherto é apostar num mix de canais: em alguns mercados você pode ter franquias e em outros mercados, lojas próprias. Em outros, você vai ter representantes comerciais ou distribuidores.

O mais importante é agir – nunca ficar parado.

Fonte: PEGN
Link: https://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2018/12/16/franquias-sao-opcoes-para-quem-quer-crescer-ou-investir-em-um-negocio.ghtml

Como responder sobre objetivos de carreira em uma entrevista de emprego?

Entrevistas de emprego são compostas por diversas perguntas acerca da vida profissional e acadêmica do candidato.

  • Apesar de variarem muito na forma de abordagem, todas entrevistas de emprego têm um objetivo em comum: ajudar o entrevistador a verificar se o seu perfil está alinhado à cultura da empresa.
  • Entre as perguntas mais temidas pelos candidatos, estão as famosas “qual é o seu objetivo profissional?” e “como você se vê daqui a cinco anos?”
  • Você deve ser transparente em relação aos seus objetivos profissionais, mostrando como quer contribuir para o desenvolvimento da empresa.

Entre as perguntas mais temidas pelos candidatos, estão as famosas “qual é o seu objetivo profissional?” e “como você se vê daqui a cinco anos?”. Se você já participou de um processo seletivo, provavelmente já se deparou com elas — e é bem provável que tenha hesitado na hora de responder, afinal, qual é a resposta certa?

Para te ajudar a se preparar melhor e ter todas as respostas na ponta da língua, separamos as melhores dicas de como responder sobre objetivos de carreira. Confira!

1. Diga a verdade

Sabe aquele ditado que diz que mentira tem perna curta? Pois é, parece óbvio, mas é muito importante ressaltar: nunca minta sobre suas pretensões. Não dizer a verdade pode te prejudicar muito no processo seletivo e, se mesmo assim você for contratado, a mentira não tardará muito para mostrar suas consequências negativas.

Você deve ser transparente em relação aos seus objetivos profissionais, mostrando como quer contribuir para o desenvolvimento da empresa. Falar sobre evolução na carreira e desejo de enfrentar novos desafios são boas respostas. No entanto, é importante também falar sobre como você quer fazer parte e colaborar com o crescimento da organização.

Se você não quer colaborar para o desenvolvimento da empresa ou não se vê trabalhando ali daqui a alguns anos, pense bem: talvez essa não seja a vaga certa para você. É preferível desistir e procurar algo que realmente te agrade a mentir e ficar infeliz e improdutivo no trabalho.

2. Foque no objetivo profissional, mas não se esqueça dos pessoais

Daqui a 5 anos, você se vê apenas trabalhando? Você pode até dizer isso, mas é bem provável que o entrevistador não acredite. Para mostrar que você está realmente certo dessa escolha e que a decisão de concorrer àquela vaga foi bem pensada, mostre que o trabalho está incluído nos seus planos de vida.

Para ficar mais claro, você pode dizer: “daqui a cinco anos pretendo estar evoluindo profissionalmente, com um emprego estável. Quero concluir os estudos e construir minha casa aqui nessa cidade”. Isso mostra que você procura estabilidade e que irá se dedicar à empresa para que ela cresça — e para que você cresça junto com ela.

Mas atenção: cuidado para não exagerar! O interesse do entrevistador é no seu objetivo profissional e esse deve ser o seu foco. Características e metas pessoais devem aparecer como um complemento nas suas falas ou, se for o caso, como histórias que ajudem a exemplificar suas competências.

3. Valorize sua experiência e reconheça seus limites

Recrutadores e gestores gostam de candidatos que apontam como querem auxiliar no progresso da empresa a partir de suas habilidades profissionais, além de valorizarem a humildade daqueles que assumem que ainda têm muito o que aprender.

Se seu objetivo é conquistar um cargo de gerência e você sente que tem competência para isso, não há motivo para não dizer. No entanto, muito cuidado com o orgulho e o pedantismo. Em vez de se autointitular como “ótimo para liderar grupos”, use uma história para mostrar ao recrutador que você tem essa habilidade.

Também vale a pena citar experiências anteriores, se forem positivas, que mostrem que você evoluiu profissionalmente e que está em busca dos objetivos que citou.

4. Mostre que você conhece a empresa

Um ponto muito valorizado em processos seletivos é o conhecimento do candidato sobre a empresa. Quando você é capaz de falar sobre o modo como a empresa funciona, isso mostra, no mínimo, que você fez o dever de casa e estudou antes da entrevista.

Conheça a estrutura organizacional da empresa, identifique o posicionamento dela no mercado e tente perceber em que direção a organização está caminhando. Se os seus objetivos convergem com os objetivos da empresa, seu trabalho lá será muito mais fácil — e o interesse do recrutador por você certamente será muito maior.

5. Tome cuidado com o modo como se expressa

De nada adianta pensar bem em todas as respostas se você não conseguir expressá-las da maneira correta. Seja claro e direto, não faça rodeios e não deixe nada subentendido.

Se durante a entrevista você sentir que o nervosismo te impediu de falar algo da maneira que queria, não hesite em pedir para começar de novo e se explicar direito. É melhor reconhecer o nervosismo do que perder a vaga por ser mal interpretado.

Muito cuidado com algumas respostas que podem causar má impressão. Por exemplo: um candidato falar que está participando do processo só porque está interessado nos benefícios da empresa não demonstra que ele será um profissional engajado com a organização. Muito pelo contrário: passa a impressão de que, caso receba uma proposta melhor que a atual, tenderá a trocar de emprego para aproveitar os benefícios oferecidos.

Ter cautela é necessário no momento de responder. É preciso que o candidato mostre que se identifica com a empresa e que a organização pode, sim, contar com sua atuação e contribuição como profissional. Mostrar o quanto se quer o emprego e, mais do que isso, como se quer colaborar com a companhia, é fundamental para conquistar a vaga.

E então, preparado para a próxima entrevista? Falar sobre seu objetivo profissional pode parecer algo difícil, mas seguindo todas as nossas dicas, você pode ter certeza de que a tarefa será muito mais fácil.

Tente se conhecer bem, refletir sobre quem você realmente é e sobre o que quer. É claro que seus objetivos podem mudar, mas, para evoluir profissionalmente, é preciso construir metas bem pensadas.

Fonte Universia
Link: http://noticias.universia.com.br/emprego/noticia/2017/04/13/1151604/responder-sobre-objetivos-carreira-entrevista-emprego.html

4 Dicas para lidar com colegas de trabalho falsos

A convivência harmoniosa no ambiente de trabalho é necessária, mas nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque os profissionais geralmente precisam lidar com pessoas com os mais variados perfis, que inclui extrovertidos, introvertidos, comunicativos, calados, nervosos e até mesmo os falsos. Lidar com colegas de trabalho falsos pode gerar um grande desgaste emocional e até mesmo físico. Isso porque esses profissionais agem de maneira diferente com o chefe e com os colegas de trabalho.

Enquanto se apresentam de maneira mais solícita com os líderes e demais membros da alta diretoria da empresa, agem de maneira hostil, ríspida e falsa com os demais membros da equipe. Diversos são os fatores que contribuem para que um profissional se torne um colega de trabalho falso. Mas, esta não é uma questão relevante para este artigo. Aqui, quero te ajudar a lidar com os seus colegas de trabalho que você já percebeu que agem de maneira falsa dentro da organização empresarial. Quer saber mais sobre este assunto? Continue a leitura!

4 dicas para lidar com colegas de trabalho falsos

As dicas a seguir tem o intuito de contribuir com a harmonia e a boa relação no ambiente de trabalho. Lidar com colegas de trabalho falsos é algo delicado e por vezes requer astúcia por parte de quem não age da mesma maneira. Além disso, as atitudes dos colegas de trabalho falsos podem afetar de maneira negativa o desempenho dos demais colaboradores. Por isso, é importante buscar formas eficazes e seguras de lidar com tais questões. Quer saber como fazer isso? Então, confira as dicas!

1 – Fique atento e seja observador

Pessoas falsas geralmente apresentam falas que divergem de seus atos. Para identificar um colega falso, portanto, a dica é ser observador e identificar as divergências entre falas e atos.Fique atento ao que é dito e feito por esses colegas de trabalho. Vale destacar que observar é diferente de interpretar: observe os fatos tal qual eles são e evite dar interpretações ao que você está vendo.

2 – Fique de olho nos assuntos

Colegas falsos costumam falar sobre outras pessoas, geralmente em tom de julgamento. A atenção e observação citadas no item 1 são importantes aqui. Observe o que os colegas falsos falam e como são julgadores. Mas, não se envolva nas falácias destas pessoas. Fique longe de fofocas e jamais incentive os colegas a falarem de outras pessoas. Caso seja interpelado por este colega falso, evite dar espaço para que ele faça fofocas de outros colegas ou de outras pessoas.

3 – Veja se outras pessoas também estão incomodadas

É importante identificar se há outros colegas que estão incomodados com as atitudes falsas de determinada pessoa. Procure conversar sobre isso com outros colaboradores, certificando-se de que o colega em questão realmente age de maneira falsa. Ter essa atitude é importante para que não haja dúvidas quanto às atitudes do colega falso. Muitas vezes, pode ser apenas uma má impressão da sua parte e se certificar quanto a isso é muito importante para evitar ações precipitadas ou até mesmo constrangedoras.

4 – Seja pacífico

Confrontar o colega falso não é a melhor alternativa pois isso pode gerar confusões e atritos. Ao invés de criar atritos, o recomendado é que você e os demais colegas encontrem meios pacíficos para conviver com a pessoa falsa. Uma alternativa é mostrar que o indivíduo cometeu um erro, ao invés de escancarar a atitude falsa dele. Lembre-se que você está diante de uma pessoa que age de maneira falsa e qualquer confronto será mais uma oportunidade para que ela aja com falsidade. Busque ser pacífico na hora de lidar com erros e demais desconfortos causados pelas atitudes falsas deste colega.

Reportar isso ao gestor é uma boa alternativa?

Esta é uma dúvida bastante comum entre os colaboradores que lidam com colegas de trabalho falsos. A resposta para esta dúvida é: sim, reportar os problemas causados pelo colega falso é necessário. Mas, esta não é uma conversa simples e fácil e requer atenção.

É importante que você não concentre sua narrativa em si mesmo. Afinal, este não é um problema pessoal e sim, algo que diz respeito também a organização empresarial. Portanto, na hora de conversar com o gestor sobre os fatos, não use “eu”. Fale dos transtornos que as atitudes falsas do colega tem comprometido o andamento das atividades da equipe. Quer exemplos?

1 – As fofocas do colega falso tem atrapalhado o cumprimento dos prazos estabelecidos pois existem colegas que acreditaram no que foi dito. Ao invés de dizer “o colega x tem feito fofocas ao meu respeito e eu não gostei”, diga “tenho tido dificuldades para cumprir os prazos pois as atividades que competem ao colega X não são executadas em tempo hábil”. Isso fará com que o gestor investigue quais as causas para este problema e ele mesmo tome as devidas providências para solucionar a questão.

2 – O colega falso se comprometeu a entregar algum material importante no prazo mas isso não aconteceu. O resultado disso impactou a sua produtividade. Assim como no exemplo anterior, comunique ao seu gestor que houve atrasos e que você tem preocupação quanto a isso. Não use o “eu” ao relatar o ocorrido.

É importante salientar que esta é uma forma profissional e madura de conversar com o gestor sobre este problema. Cabe ao gestor tomar as iniciativas para resolver esta questão. Mas, antes disso é fundamental que ele tenha ciência do quanto as atitudes deste colaborador afetam os resultados da empresa. As atitudes falsas contribuem de maneira negativa com o ambiente de trabalho afetam de maneira perigosa a produtividade.

Espero que este artigo contribua de maneira poderosa e efetiva com a sua carreira, querida pessoa! Que este artigo te ajude a lidar com os colegas de trabalho falso de modo eficaz e seguro. Agora, me conte: como você costuma lidar com esta questão? Use o espaço abaixo para contar sua experiência e a sua opinião sobre o assunto. Se este conteúdo te ajudou de forma positiva e você acredita que ajudará outras pessoas, curta e compartilhe-o em suas redes sociais.

Fonte: IBCoating
Link: https://www.ibccoaching.com.br/portal/confira-4-dicas-de-como-lidar-com-colegas-de-trabalho-falsos/

5 dicas para ampliar seu networking

*Por Eline Kullock

Falamos o tempo todo de networking. Como é importante ter contatos especialmente nessa hora de crise, quando é essencial ter uma rede que nos ajude na busca por uma recolocação de trabalho ou de informações relevantes de um curso novo, uma palestra motivacional, alguma informação de mercado que nos auxilie a entender quais áreas de mercado vão crescer nos próximos anos.

Cada um faz sua própria rede. Não dá pra dizer, hoje em dia, que existe uma única forma de ter uma rede. Com tantas páginas de relacionamento, o mais bacana é que há inúmeras formas de se criar canais de identificação com amigos (e novos amigos) seja pelo Huddl, Instagram, Twiiter, Pinterest, Linked In, Ello, Tumblr, Skoob, Ology, ou o bom e velho Facebook.

No entanto, é possível seguir alguns passos para você começar a dar os primeiros passos para a criação, manutenção e desenvolvimento da sua rede de contatos:

1. Na medida em que você encontrar pontos de identificação com uma determinada pessoa, será mais fácil estabelecer parcerias com ela. Já estudaram na mesma escola e gostaram? Gostam de cachorros? Gostam de fotografias? Curtem caminhadas longas? São do mesmo signo? Isto aproxima as pessoas.  Aproveite as semelhanças e estabeleça um clima de sintonia, de amizade, de identidade.

2. Mostre alegria, bom humor. Ninguém quer estar perto de gente deprimida ou pessimista.

3. Espalhe conteúdo relevante. Sempre que você encontrar alguma coisa relevante, repasse aos amigos. As pessoas se lembrarão de você e pensarão: este cara é inteligente, profundo e sabe dividir! Não guarda as coisas só pra si próprio.

4. Escute as pessoas. Na maioria das vezes, as pessoas estão carentes e não tem com quem conversar. Estão solitárias e são apenas um número na multidão. Mesmo que você não possa ajuda-las, mesmo que você não entenda completamente o que elas possam estar dizendo, o simples fato de você estar presente quando elas precisam faz com que você seja uma pessoa extremamente relevante para elas. Esteja presente. Nem que seja somente para ser um ouvido amigo.

5.  Apresente amigos. Você provavelmente tem amigos que acredita que poderiam se dar muito bem. Porque pensam de maneira parecida, porque gostam das mesmas coisas, porque trabalham na mesma área. Faça este trabalho, sempre que achar que isto vale a pena. Sem forçar a barra. Isto os fará lembrar de você, sempre que a situação for inversa. Assim, ampliando a rede de contato deles, você estará convidando-os a ampliar o seu network.

Enfim, há várias maneiras de ampliar sua rede de contatos. Na mesa do bar, na roda de amigos, no passeio com seu cachorro, no supermercado, na manicure, no prédio, no clube ou na praia. Toda oportunidade vale a pena. Não só para uma possível oportunidade de emprego. Mas porque a vida é feita de oportunidades que a gente descobre e abraça. Na relação com pessoas, nas experiências vividas, nas oportunidades que surgem. Então, carpe diem – tratem de curtir bem cada dia que surge.

*Eline Kullock é especialista em Recursos Humanos, carreira e conflitos de gerações.

Fonte: Você SA

Como encontrar satisfação no trabalho

Quando a edição do livro How to Find Fulfilling Work terminou, o editor responsável pelo projeto ficou satisfeito com o resultado. Então, desligou o computador, levantou de sua mesa e pediu demissão. É esse poder de transformar a realidade sem sentido que o filósofo australiano Roman Krznaric, autor do livro, deseja despertar nas pessoas que buscam dar um novo significado ao que fazem.

Roman é um dos fundadores da The School of Life, uma espécie de escola alternativa, fundada em Londres em 2008 por escritores e filósofos (entre eles, Alain de Botton), para promover cursos de curta duração e encontros para discutir questões práticas da vida. No Brasil, o livro recebeu o título Como Encontrar o Trabalho da Sua Vida (Objetiva, 177 páginas).

O mérito de Roman é explicar a inquietação de um grupo cada vez maior de profissionais e sugerir um método de reflexão para reposicionar a carreira. “Nunca um número tão grande de pessoas sentiu tanta insatisfação com a vida profissional e tanta incerteza sobre como resolver o problema”, disse Roman em entrevista a VOCÊ S/A.

Pesquisas recentes apontam que na Europa, 60% dos profissionais escolheriam uma carreira diferente se isso fosse possível e, nos Estados Unidos, o nível de satisfação com a ocupação é dos mais baixos que se tem registro.

No Brasil, a pesquisa feita para o Guia VOCÊ S/A – As Melhores Empresas para Você Trabalhar aponta que os funcionários estão menos satisfeitos a cada ano, embora as companhias tenham melhorado suas práticas de RH. Mas você nem precisaria desses dados para se dar conta de que tem muita gente infeliz com o que faz.

Basta puxar o assunto numa mesa de bar, que alguém vai reclamar de não ver propósito no trabalho. Para alguns, um salário generoso é o bastante. Segundo Roman, a partir do momento que a renda é suficiente para cobrir as necessidades básicas, aumentos acrescentam pouco ao nível de satisfação do funcionário.

“Quando se trabalha apenas por um salário é porque o emprego é só um meio para encontrar sentido fora dali”, diz Taynã Malaspina, mestre em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Nem todo mundo pensa assim. O banqueiro carioca André Esteves, presidente do banco de investimento BTG Pactual, afirma que só contrata Ph.Ds, que no BTG é um acrônimo para “poor, hungry and desperate to get rich” (em bom português, “pobre, esfomeado e desesperado para ficar rico”).

“Nós queremos profissionais ousados, com sangue na boca, que gostem de empreender e ganhar dinheiro”, diz Renata Santiago, advogada que fez carreira no banco na área de gestão de grandes fortunas e, há sete anos, migrou para o RH do BTG. Detalhe: o programa de trainee do BTG, que está no terceiro ano, recebe 5 mil currículos de jovens interessados em ficar milionários depois de alguns poucos anos de muita, muita, ralação.

Roman não se convence por exemplos como o do BTG. Para ele, trata-se de um perfil específico de trabalhador, cujas ambições não necessariamente correspondem às da maioria das pessoas. De acordo com Roman, há outros quatro fatores, além da grana, que fazem com que o profissional se sinta motivado. São eles: ter status, fazer a diferença no mundo, usar seus talentos e colocar em prática suas paixões.

Trabalho com significado

Com mais gente buscando sentido no que faz, surgem grupos de pessoas que questionam a relação que têm com o emprego. É o exemplo da comunidade Escape the City, que começou como um movimento de três ingleses insatisfeitos com as corporações nas quais trabalhavam e reúne hoje mais de 100.000 pessoas em seu site.

O objetivo do Escape the City é fazer a ponte entre quem busca oportunidades de trabalho fora de grandes organizações e possíveis empregadores. Aqui no Brasil, o site 99jobs, montado por jovens profissionais que saíram de empresas como Odebrecht e Santander, se propõe a conectar, com 99% de assertividade (daí o 99 do nome), jovens e empresas que comungam dos mesmos valores.

Enquanto isso, o site Continue Curioso conta, por meio de curtos vídeos, as histórias de pessoas que buscam ser felizes com suas ocupações. “Nossa ideia não é filmar exclusivamente quem foi atrás dessa satisfação fora das empresas”, afirma Julia na Mendonça, uma das idealizadoras do site, “mas também quem encontra soluções não convencionais para realizar o trabalho em que acredita”, diz Cristiane Schmidt, uma das sócias do CC.

Infeliz, por quê?

Mas por que tantos questionamentos de carreira surgem neste momento? Para Roman Krznaric, os fatores que agregam o “sentido da vida” migraram de outras esferas sociais para o trabalho. Quando não era possível escolher a profissão (não faz tanto tempo assim, pergunte a seus avós se eles tiveram chance de escolher onde trabalhar), as pessoas conseguiam encontrar significado na religião e na vida em comunidade.

“Por um lado, houve um declínio da importância da religião nas nossas vidas”, diz Roman, “e, por outro, passamos a viver em grandes cidades, o que fez com que pequenas comunidades deixassem de existir como antes”. Então, o trabalho foi ganhando cada vez mais importância social, passou a ser uma fonte de significado.

Mas, se há mais oportunidades de trabalho, por que vivemos tão angustiados com a opção profissional que fizemos? Ter mais possibilidades de carreira parece ótimo, mas pode ser também extremamente frustrante. O psicólogo americano Barry Schwartz chama isso de paradoxo da escolha.

Schwartz usa uma analogia para explicar a situação. Quando as pessoas tinham apenas uma opção de modelo de calça jeans para comprar, era aquela que adquiriam, por mais que ela só se tornasse confortável depois de lavada algumas vezes. Hoje, ao entrar numa loja de roupas, o consumidor se sente perdido entre as possibilidades de modelos, tecidos, lavagens.

Quando finalmente leva um jeans para casa, não parece que aquele era, de fato, o melhor de todos. Para Schwartz, assim como temos uma grande quantidade de opções de produtos, passamos a ter uma grande quantidade de escolhas na vida. O que Schwartz quer dizer é que há mais possibilidades de escolha e, portanto, mais possibilidades de ser feliz.

Se você vai conseguir optar por algo que o realize já é outra questão. “Aumentar opções de realização no trabalho aumenta também as expectativas de que a escolha feita deve ser boa”, diz o psicólogo americano. A saída, segundo ele, é lidar com o desconforto em relação ao que é deixado de lado.

Respeito e bons amigos

“Buscar a plena e ‘eterna’ identificação com o trabalho é um mito”, diz Pedro Bendassoli, professor de psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Isso porque não há uma identidade imutável, e é justamente à medida que as pessoas trabalham e se frustram que entendem o que as move.

Para Roman, a melhor maneira de lidar com isso é pensar que não se tem apenas uma identidade. Então, por mais que sim, o trabalho seja uma parte da identidade, muitas atividades podem assumir esse espaço, não apenas o emprego do momento.

Fonte; Exame
link: https://exame.abril.com.br/carreira/como-encontrar-satisfacao-no-trabalho/

7 passos para a transformação pessoal

É verdade que muitas vezes as melhores coisas vem em pequenos pacotes, e isso também pode funcionar quando chega a hora da mudança.

No entanto, a maioria das pessoas resistem à mudança, enquanto procuram a transformação.

A mudança duradoura ocorre quando você toma pequenos passos continuamente ao longo do tempo, aumentando a confiança e a autoestima. Você pode melhorar a sua saúde, relacionamentos, carreira e qualquer desafio que enfrente.

A filosofia de dar pequenos passos é encontrada na palavra japonesa Kaizen, que significa Kai (mudança) e Zen (bom).

O professor da faculdade de Medicina da UCLA, Dr. Robert Maurer, autor de “One Small Step Can Change Your Life”, acredita que o processo funciona porque você constrói novas conexões em seu cérebro.

Aqui está como dar pequenos passos para a transformação pessoal

1. SUBSTITUA A NECESSIDADE DA PERFEIÇÃO

Se você está preparando uma palestra ou apresentação, sinta alegria de compartilhar algo pelo qual você sente paixão.

Isso não é muito diferente do que contar para os outros sobre um filme que você viu. Use esse mesmo entusiasmo para o seu produto ou serviço.

2. EVITE LUTAR OU FUGIR

Uma mulher começou a caminhar em frente ao aparelho de TV durante 1 minuto, todos os dias. Logo ela começou a buscar outras coisas que poderia fazer por 1 minuto em frente à TV.

Isso se transformou em um programa de exercícios aeróbicos e a uma perda de 30kg. A mudança contínua constrói a dinâmica.

3. SEU CÉREBRO AMA PEQUENAS PERGUNTAS

O autor do best seller de “War of Art”, Steven Pressfeld não se obriga a escrever de forma brilhante, nem mesmo tem um prazo.

Ele só se força, diariamente, a superar a resistência. Quando você dá um passo através da resistência ela cai.

4. ELOGIE-SE COM PEQUENAS RECOMPENSAS

Isso vai aumentar a sua motivação. O psicólogo francês Emilie Coué começou todo o seu movimento com uma frase simples: todos os dias, em todos os sentidos, eu estou ficando melhor e melhor.

Melhore a sua saúde, dando uma mordida menor em seus doces. Aumente a sua sensação de segurança, economizando 50 centavos por dia e ensinando a si mesmo como é a sensação de ter mais do que se precisa.

Você terá uma sensação geral de abundância.

5. RESOLVA PEQUENOS PROBLEMAS

E identifique pequenos aborrecimentos que se acumulam ao longo do tempo.

Considere se você realmente precisa mudar sua carreira ou localização, ou se você precisa ter uma conversa profunda com alguém para superar o medo da intimidade.

6. TOME PEQUENAS ATITUDES HOJE

É mais fácil amar o que você está fazendo quando você está totalmente disponível para ser quem é com as ações que toma.

A alegria invisível e a gratidão aumentam quando você não está diluindo esses pequenos momentos com distrações ou com arrependimentos passados ou preocupações futuras.

Madre Teresa disse: “não é o quanto fazemos, mas quanto amor colocamos naquilo que fazemos”.

7. PENSE EM PEQUENOS PENSAMENTOS

Em vez de sentir-se oprimido pelo tempo que leva para concluir o mestrado ou escrever um best seller, dê passos incrementais, em vez disso.

Faça um curso online, ou escreva por 5 minutos em um momento em que você venceu o medo.

Tudo na vida é uma série de pequenos pensamentos. Lao Tzu disse: “a viagem de mil milhas começa com 1 passo”.

As etapas podem ser aparentemente pequenas e insignificantes, mas quando avançam em direção à mudança contínua, elas transformam a sua vida.

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Este artigo foi adaptado do original, “Change Ahead: 7 Simple Steps to Personal Transformation”, do NaturalNews.

5 maneiras de se manter motivado no trabalho

Alguma vez você já tentou ficar motivado no trabalho, mas nada funciona? Você começa a se sentir terrível, como se estivesse ficando pra trás e largando o seu negócio ou carreira.

Você está entediado, letárgico e você não quer se encontrar com seus amigos, porque não sabe dizer para eles em que está trabalhando – ou, em que não está trabalhando.

Muitos de nós já sofreu com esse problema, e sentimos uma frustração que vem direto de uma motivação no trabalho. Mas, nem tudo está perdido. Existem algumas coisas importantes que contribuem para seu trabalho e que pode aumentar a sua motivação.

Aqui estão 5 coisas que você deve certificar que suas tarefas têm e que, caso não tenham você deve começar a mudar a partir de agora:

1. A identidade das tarefas

O trabalho é mais motivador quando está claro o que exatamente você está realizando. Pense nisso: quão grande é a sensação quando você sabe que está progredindo em grandes projetos?

Por outro lado, nada é pior do que trabalhar todos os dias e pensar: o que é mesmo que estou fazendo?

Se você está se sentindo como uma barata tonta, tente o seguinte: no final de cada dia ou semana, faça uma got-done list, uma lista do que você tem feito (o oposto de uma to-do list), onde você lista todas as tarefas que você completou.

Para ter uma dose extra de motivação, mantenha a lista em algum lugar visível.

2. O significado das tarefas

Outra chave para se manter motivado é saber que o trabalho que estamos realizando faz a diferença para algumas pessoas e, o impacto que você causa nos clientes é reconhecido pela empresa e parceiros de negócios.

Se você não está enxergando esse significado, tente ir mais fundo. Você pode mapear seus relatórios de vendas semanais para mostrar até onde está indo.

Ou então, a sua empresa pode rastrear o custo de aquisição de clientes e encontrar maneiras desse concentrar sobre os aspectos do seu trabalho com mais frequência.

3. Variedade das habilidades

Você se sente como se estivesse fazendo o mesmo trabalho diariamente? Isso não é nem um pouco estimulante.

Mas, quando você se envolve com diferentes habilidades, isso é fantástico para a sua motivação.

Tente estruturar os seus dias, para que você possa trabalhar em diferentes tarefas (e, portanto fazer o uso de diferentes habilidades) durante todo o dia.

Por exemplo, em vez de escrever todas as segundas, e criar apresentação de clientes às terças, tente fazer um pouco de cada coisa, em cada parte do seu dia.

Quando estimulamos partes diferentes do nosso cérebro, conseguimos recarregar nossa motivação.

4. Feedback

Um dos fatores mais motivadores que você pode ter é ter feedback sobre o seu trabalho.

Não apenas para impulsionar e inflar o ego quando você faz um bom trabalho, mas porque o feedback certo pode ajudá-lo a aprimorar suas habilidades ainda mais.

Isso também pode ajudar você a ver a diferença que o seu trabalho está causando. Se você não sabe como está se saindo, é fácil se perder no meio de tudo que você está fazendo.

Se você achar que está em um buraco negro de feedback, pergunte ao seus colegas de trabalho, como você está se saindo, a cada 1 ou 2 semanas.

5. Autonomia

Este é um grande ponto: ter autonomia em seu trabalho. Agora, isso não significa que você sempre poderá fazer o que quiser, mas significa que você pode escolher como fazer as coisas.

Até mesmo para os empreendedores, é muito importante usar a liberdade para criar as coisas de maneira diferente, de vez em quando. Fugir do convencional e dos padrões ajuda a nos tornarmos mais criativos.

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Este artigo foi adaptado do original, “5 Simple Ways to Get Motivated at Work”, do The Daily Muse.


Also published on Medium.

Os 9 tipos de empreendedores mais comuns no Brasil

Informal, visionário, franqueado ou social. Com mais de 5 milhões de pequenas empresas, não poderiam faltar vários tipos de empreendedores. José Dornelas, especialista em empreendedorismo, classifica os empreendedores em seu livro Empreendedorismo para Visionários. “O que eu tento mostrar é que o comportamento empreendedor pode existir em várias pessoas, independente da atividade dela”, conta Dornelas.

Como cada um tem seus motivos para empreender, as variações são grandes. Há dois grandes grupos: os empreendedores por necessidade, que só empreendem para sobreviver, e os empreendedores por oportunidade, que identificam um nicho com potencial de crescimento. Veja a seguir os principais tipos propostos por Dornelas e descubra qual o seu perfil.

1. O informal

Este tipo ganha dinheiro porque precisa sobreviver. “O informal está muito ligado a necessidades. A pessoa não tem visão de longo prazo, quer atender necessidade de agora”, diz Dornelas.

O empreendedor deste perfil trabalha para garantir o suficiente para viver, tem um risco relativamente baixo e não tem muitos planos para o futuro. “Esse tipo tem diminuído bastante com iniciativas como o Microeemprendedor Individual (MEI)”, opina.

2. O cooperado

Este tipo costuma empreender ligado a cooperativas, como artesãos. Por isso, trabalho em equipe é primordial. Sua meta é crescer até poder ser independente. “Empreende de maneira muito intuitiva”, explica Dornelas. Geralmente, estes empreendedores dispõem de poucos recursos e tem um baixo risco.


3. O individual

Este é o empreendedor informal que se formalizou através do MEI e começa a estruturar de fato uma empresa. “Por mais que esteja formalizado, ele não está pensando em crescer muito”, diz Dornelas. Este perfil ainda está muito ligado à necessidade de sobrevivência e geralmente trabalha sozinho ou com mais um funcionário apenas.

4. O franqueado e o franqueador

Muitos desconsideram o franqueado como empreendedor, mas a iniciativa de comandar o negócio, mesmo que uma franquia, deve ser levada em conta. Geralmente, procuram uma renda mensal média e o retorno do investimento. Do outro lado, está o franqueador, responsável por construir uma rede através de sua marca. “Costumam ser exemplos de empreendedorismo”, afirma.

5. O social

A vontade de fazer algo bom pelo mundo aliada a ganhar dinheiro move este empreendedor. “Este tipo tem crescido muito, principalmente entre os jovens que, ainda na faculdade, têm aberto o próprio negócio para resolver problemas que a área pública não consegue”, diz Dornelas.

Nesta categoria, trabalho em equipe é primordial e o objetivo é mudar o mundo e inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo.

6. O corporativo

É o intraempreendedor, ou seja, o funcionário que empreende novos projetos na empresa que trabalha. “O dilema das empresas hoje é aumentar a quantidade de pessoas com esse perfil”, explica. Seu principal objetivo é crescer na carreira, com promoções e bônus.


7. O público

O empreendedor público é uma variação do corporativo para o setor governamental. Para Dornelas, ainda existem muitos funcionários públicos preocupados em utilizar melhor recursos e inovar nos serviços básicos. Sua motivação está ligada ao fato de conseguir provar que seu trabalho é nobre e tem valor para a sociedade.

8. O do conhecimento

Este empreendedor usa um profundo conhecimento em determinada área para conseguir faturar. É como um atleta que se prepara e ganha medalhas importantes. “Eles sabem capitalizar para empreender e fazer acontecer, como escritores e artistas”, explica. Eles buscam realização profissional e reconhecimento com isso.

9. O do negócio próprio

Este é o mais comum e costuma abrir um negócio próprio por estilo de vida ou porque pensa grande. “Este é o mais se aproxima do visionário”, define Dornelas. Dentro deste perfil, encontramos subtipos: o empreendedor nato, o serial e o “normal”.

O empreendedor nato costuma ser tido como genial, com trajetória de negócio exemplar, como Bill Gates. Já o serial é aquele que cria negócios em sequência. Ele não se apaixona pela empresa em si, mas pelo ato de empreender. Por fim, o “normal” é o empreendedor que planeja para minimizar os riscos e segue o plano estabelecido.

Fonte: Revista Exame
Link: https://exame.abril.com.br/pme/os-9-tipos-de-empreendedores-mais-comuns-no-brasil/

Os empregos que morrem e os empregos que nascem no mercado de identidades

*Artigo de Márcio dos Anjos

O apocalipse do emprego é profecia recorrente na era digital. Da última vez que vi, 2030 seria o ano do bilhete azul planetário, segundo estudo que o Fórum Econômico de Davos levou muito a sério. Nele, estipulava-se que robôs tomariam “400 milhões a 800 milhões de empregos”, o que dá, no mínimo, uma bela margem de erro: pode haver desemprego cibernético.

Para o Brasil, o mesmo estudo cravou cerca de 15,7 milhões de desempregos gerados, sem especificar aí se já incluem aqueles produzidos por anos de barbeiragens na economia.

Não me impressiono porque sei que o Brasil é um resiliente museu do trabalho. O ano de 2018 terminará com 6% dos servidores da administração federal em cargos que só agora foram tidos como obsoletos, tais como datilógrafos e operadores de caldeira. No Congresso há 74 ascensoristas subindo e descendo ao custo de R$ 5 milhões anuais. Cobradores de ônibus, que já sumiram do panorama europeu há anos, veem suas recontratações ser periodicamente debatidas no Rio; enquanto isso, em Berlim, um misantropo pode se deslocar tranquilamente por quilômetros de metrô sem lidar com seres humanos para comprar sua passagem. Caso queira abastecer seu carro, um português opera a bomba sozinho, sem qualquer temor. O brasileiro, por sua vez, tem quatro frentistas por posto defendidos por lei, junto com o direito de os pneus calibrarem em troca de alguns reais – fator decisivo no caráter privilegiófilo da nação.

Foi-se o tempo em que bocejávamos ao ler sobre o êxodo dos trabalhadores substituídos por máquinas agrícolas, saciados com a ideia de que a marcha da história vinha em nossa direção. Agora, a revolução se dá na urbe. Dos garçons aos tradutores e personal trainers, a realidade passa o rodo sem romantismos, prometendo futuro apenas a engenheiros ambientais, gestores de RH e produtividadeiros em geral.

Mas há o cansaço, e o cansaço é de humanas. Assim como a economia verde impulsionará a roda na direção contrária do aquecimento global, é provável que boa parte da humanidade queira pagar para recuperar os modos de vida que a modernidade nos tomou. Foi assim com a venda de comida em trailers e com o rótulo de “artesanal”. Aos poucos, a mídia começa a detectar nos millennials certo gosto pela alfaiataria – o que indica que isso ocorre há pelo menos dois anos.

Ter roupas sob medida é parte nostálgica de um mercado das identidades que tem muito a crescer, impulsionado pelo protagonismo em redes sociais, pelo identitarismo e pela indecisão que muitos têm sobre o que fazer com a própria vida. Depois da onda dos coaches, um interesse cada vez maior a respeito das origens e da construção da própria imagem deverá popularizar testes de herança genética de sites como MyHeritage e AncestryDNA, braços de uma indústria que projeta para 2020 um valor de mercado de R$ 39 bilhões, segundo o Guardian. Seus resultados são dúbios, por vezes frustrantes, e sua coleta de material suscita questões sobre privacidade biogenética, mas a busca por excepcionalidades de nascença liga pouco para isso. Obviamente, também se fazem libras organizando viagens para revisitar essas raízes vagas, seja no Leste Europeu, seja na África.

Esse público exigirá conversas de perfil empático, de “gente como a gente”, sobre a História prêt-à-porter que o cliente queira ouvir, conhecedor daquele bistrozinho tribal que transformará aquela noite num jardim das delícias artesanais, adaptadas ao paladar de quem paga. A autenticidade sempre pode ser negociada, desde que a narrativa seja reconfortante, e o atendimento atencioso. Guia de viagem? Não. Roteirista da vida dos outros.

Fonte: Época
Link: https://epoca.globo.com/os-empregos-que-morrem-os-empregos-que-nascem-no-mercado-de-identidades-22980795#ixzz5UI5qkkw7

10 características mais comuns em chefes ruins

A maioria dos funcionários já teve o desprazer de trabalhar para alguém de quem não gosta. Muita gente acredita que essa é uma característica que faz parte da função de quem está no comando, mas a verdade é que alguns chefes parecem ter um talento especial para irritar seus subordinados.

Como uma recente pesquisa do site de busca de empregos “Glassdoor” revelou, a característica negativa dos chefes mais citada pelos funcionários é o desrespeito. Ter atitudes negativas aparece em 2° lugar, apontada por 34% dos empregados que participaram da pesquisa. Na sequência apareceram os líderes preguiçosos, indicados por 23% dos entrevistados.

O levantamento foi realizado com 2.000 adultos na Grã-Bretanha, entre os meses de março e abril de 2017.

Veja abaixo quais são:

01 – Desrespeito 43%
02 – Ter atitudes negativas 34%
03 – Preguiça 23%
04 – Falar sobre si mesmo 16%
05 – Humor inapropriado 10%
06 – Chegar atrasado 10%
07 – Ir embora sempre mais cedo 10%
08 – Xingar 8%
09 – Falar alto ao telefone 8%
10 – Fazer comentários sexistas 7%

Fonte: Forbes
Link: https://forbes.uol.com.br/fotos/2017/06/10-caracteristicas-mais-comuns-em-chefes-ruins/#foto10

4 Tipos de funcionários que dão problema – E como lidar com eles

Por mais que uma empresa se esmere para selecionar bons funcionários, a dinâmica de trabalho acaba revelando que nem todos se ajustam bem a sua engrenagem.

Com o tempo, a insatisfação com o trabalho ou a incompatibilidade de gênios aflora, e alguns membros da equipe acabam virando um problema para seus gestores.Se esses problemas forem ignorados, podem piorar. Por isso, é preciso agir logo para evitar grandes danos ao clima da equipe, alerta a advogada Lisa Guerin em um artigo publicado no site da revista Entrepreneur.

Ela identifica quatro tipos de funcionário que causam dores de cabeça e, com a ajuda de empresários que já lidaram com eles, dá conselhos para evitar que o mau comportamente prejudique o desempenho nos negócios.

1. O rei da gírias
A empresária Bibby Gignilliat, 51, do bufê e escola Parties That Cook (EUA), estava animada com as habilidades de uma funcionária recém-contratada – até que ela abriu a boca. “Tudo para ela era ‘irado’, e todas as suas frases eram pontuadas com ‘tipo’”, explica Gignilliat. Esse péssimo hábito linguístico persistiu mesmo após algumas sessões de aconselhamento. E começou a deixar uma má impressão nos clientes, especialmente os corporativos.

Solução: antes de contratar um funcionário que deve atuar com atendimento a clientes, teste-o por três meses para saber se sua comunicação com eles é adequada aos parâmetros da empresa. Gignilliat, por exemplo, adotou uma política de “estágio” para avaliar os candidatos antes de contratá-los em definitivo.

2. O desaparecido
Alguns meses após oferecer uma licença para uma funcionária se recuperar de um acidente de carro, o empresário Eric Zuckerman notou que ela estava chegando atrasada, saindo mais cedo e até dando umas escapadas na hora do almoço. Mesmo após algumas conversas para se acertar com ela, o problema não foi resolvido – e ele teve de demiti-la.

Solução: falta de compromisso com horários muitas vezes é o primeiro indício de que um funcionário está com problemas em casa ou insatisfeito com o trabalho. Por isso é fundamental chamá-lo para uma conversa e ouvir qual é seu problema – pode ser uma fase de transição, como um divórcio ou doença de um familiar.

Mas, se a questão for o desgosto com o emprego, discuta com ele em que pontos sua função pode ser melhorada ou, em casos extremos, se esse é o trabalho ideal para ele. Lembre-se de que a disciplina com horários só pode ser exigida da equipe se a empresa tiver uma política clara sobre a jornada de trabalho.

3. O rebelde
Randy Cohen, dono da TicketCity, conta que tinha um vendedor brilhante, mas que achava que seu talento o dispensava de seguir as regras da empresa. Por isso, todo dia o empresário tinha de chamar a atenção do jovem e corrigir seu comportamento. Antes disso, ele já havia encontrado problemas com funcionários que dirigiam veículos da empresa em alta velocidade e que haviam sido flagrados bebendo durante o expediente.

Solução: Cohen adotou a política de demitir sem mais delongas os membros da equipe que não querem seguir as regras da empresa. Negligenciar o mau comportamento pode trazer sérios problemas para a companhia, que terá de responder por um acidente de carro causado por negligência de um funcionário enquanto ele está em serviço, por exemplo. Por isso é preciso impor disciplina e investigar a ocorrência de comportamentos de risco assim que eles acontecerem.

4. O língua de trapo
Funcionários que adoram falar mal da empresa e de seus chefes para os colegas de trabalho – e até para clientes – acabam minando o clima na empresa. Randy Cohen descobriu um funcionário que fazia isso. Ele foi demitido, e Cohen diz que não voltará a ser tão tolerante com quem quer azedar as relações no trabalho. “Uma pessoa assim destrói a moral da empresa”, afirma.

Solução: ter uma franca discussão com o funcionário que envenena o clima. Mas nada de focar em características pessoais – acusando a pessoa de ser irresponsável e negativa, por exemplo. É preciso dizer qual é o problema, por que a atitude do funcionário precisa mudar e oferecer opções para ele resolver o que o incomoda.

Fonte: PEGN
Link: https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/Gestao-de-Pessoas/noticia/2014/07/4-tipos-de-funcionario-que-dao-problema-e-como-lidar-com-eles.html

Aumenta preocupação de bancos com risco político e fiscal, diz BC

As instituições financeiras estão mais preocupadas com o cenário político, devido às eleições deste ano, e com os riscos fiscais. É o que mostra pesquisa realizada trimestralmente e divulgada hoje(17) no Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central (BC)

Os riscos fiscais são citados por 56% dos bancos pesquisados, segundo pesquisa do Banco Central – Marcello Casal/Agência Brasil

A pesquisa é feita com 55 instituições financeiras, que representam 92% do sistema financeiro em termos de ativos, envolvendo bancos públicos e privados.

Segundo o relatório, a frequência de citação de fatores relacionados com “inadimplência e recessão” continua apresentando forte redução. Depois de ter caído de 90% em maio de 2017 para 72% em agosto de 2017, a frequência de citação desse risco atingiu 56% em fevereiro de 2018.

“A melhora na percepção é consistente com o processo de recuperação econômica iniciado em 2017, refletido no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país] nesse ano, após dois anos de recessão”, diz o relatório.

Em contraste, acrescenta o BC, a preocupação com riscos políticos continuou sua trajetória de crescimento, e foi o mais citado pelos bancos. “Enquanto esse risco era citado por 44% das instituições em maio de 2017, na última pesquisa foi citado por 64% das instituições, motivado pelas incertezas associadas ao processo eleitoral de 2018”, destaca o BC.

Por sua vez, os riscos fiscais continuam a ser objeto de preocupação das instituições, sendo citado por 56% dos bancos pesquisados. “As instituições financeiras mantiveram os riscos políticos e fiscais como os mais prováveis e com maior impacto no sistema financeiro”, afirma o relatório.

Nos últimos seis meses, houve piora na percepção de fatores de risco advindos do cenário internacional (citados por 51% dos respondentes em fevereiro de 2018, ante 28% em agosto de 2017) e aumento da probabilidade de acontecer.

“Nesse grupo, a principal preocupação se refere ao processo de retirada de estímulos monetários nos Estados Unidos e em outras economias avançadas e suas repercussões no sobrefluxo de capitais e no custo de captação de países emergentes”, explica o relatório. Esse cenário envolve aumento da incerteza, fuga de capitais, alta do dólar e redução da nota de crédito dada por agências de classificação de risco.

Rentabilidade

O relatório do BC também aponta que a rentabilidade dos bancos foi “fortemente beneficiada” pela queda das despesas de provisão (recursos reservados para o caso de inadimplência). Segundo o relatório, o retorno sobre o patrimônio líquido alcançou 13,8% em dezembro de 2017, com aumento de 1,3 pontos percentuais em relação a junho do ano passado.

Apesar do recuo nas provisões, o BC avalia que o nível de provisões permanece adequado ao perfil de risco, tanto para empresas quanto para famílias. “O nível de provisões, quando comparado com a carteira de ativos problemáticos, conservou-se acima de 80% durante todo o ano de 2017, indicando que o sistema financeiro vem mantendo provisionamento em linha com o perfil de risco da carteira de crédito”, diz o BC, no relatório.

Segundo o BC, a redução do risco de crédito às famílias e às micro e pequenas empresas propiciou queda das despesas de provisão, “influenciando de forma relevante o aumento da rentabilidade dos bancos”.

Para 2018, a expectativa é de arrefecimento do movimento de recuperação da rentabilidade. Por um lado, despesas de provisão em contração menor e potencial redução das margens de juros pressionam a rentabilidade para baixo”. Entretanto, há expectativa por “ganhos de eficiência, busca por fontes alternativas de receitas e a retomada do crescimento de crédito”, aponta o relatório.