Arquivo da categoria: CARREIRA / VIDA

Anúncios de empregos e estágios

Aumenta preocupação de bancos com risco político e fiscal, diz BC

As instituições financeiras estão mais preocupadas com o cenário político, devido às eleições deste ano, e com os riscos fiscais. É o que mostra pesquisa realizada trimestralmente e divulgada hoje(17) no Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central (BC)

Os riscos fiscais são citados por 56% dos bancos pesquisados, segundo pesquisa do Banco Central – Marcello Casal/Agência Brasil

A pesquisa é feita com 55 instituições financeiras, que representam 92% do sistema financeiro em termos de ativos, envolvendo bancos públicos e privados.

Segundo o relatório, a frequência de citação de fatores relacionados com “inadimplência e recessão” continua apresentando forte redução. Depois de ter caído de 90% em maio de 2017 para 72% em agosto de 2017, a frequência de citação desse risco atingiu 56% em fevereiro de 2018.

“A melhora na percepção é consistente com o processo de recuperação econômica iniciado em 2017, refletido no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país] nesse ano, após dois anos de recessão”, diz o relatório.

Em contraste, acrescenta o BC, a preocupação com riscos políticos continuou sua trajetória de crescimento, e foi o mais citado pelos bancos. “Enquanto esse risco era citado por 44% das instituições em maio de 2017, na última pesquisa foi citado por 64% das instituições, motivado pelas incertezas associadas ao processo eleitoral de 2018”, destaca o BC.

Por sua vez, os riscos fiscais continuam a ser objeto de preocupação das instituições, sendo citado por 56% dos bancos pesquisados. “As instituições financeiras mantiveram os riscos políticos e fiscais como os mais prováveis e com maior impacto no sistema financeiro”, afirma o relatório.

Nos últimos seis meses, houve piora na percepção de fatores de risco advindos do cenário internacional (citados por 51% dos respondentes em fevereiro de 2018, ante 28% em agosto de 2017) e aumento da probabilidade de acontecer.

“Nesse grupo, a principal preocupação se refere ao processo de retirada de estímulos monetários nos Estados Unidos e em outras economias avançadas e suas repercussões no sobrefluxo de capitais e no custo de captação de países emergentes”, explica o relatório. Esse cenário envolve aumento da incerteza, fuga de capitais, alta do dólar e redução da nota de crédito dada por agências de classificação de risco.

Rentabilidade

O relatório do BC também aponta que a rentabilidade dos bancos foi “fortemente beneficiada” pela queda das despesas de provisão (recursos reservados para o caso de inadimplência). Segundo o relatório, o retorno sobre o patrimônio líquido alcançou 13,8% em dezembro de 2017, com aumento de 1,3 pontos percentuais em relação a junho do ano passado.

Apesar do recuo nas provisões, o BC avalia que o nível de provisões permanece adequado ao perfil de risco, tanto para empresas quanto para famílias. “O nível de provisões, quando comparado com a carteira de ativos problemáticos, conservou-se acima de 80% durante todo o ano de 2017, indicando que o sistema financeiro vem mantendo provisionamento em linha com o perfil de risco da carteira de crédito”, diz o BC, no relatório.

Segundo o BC, a redução do risco de crédito às famílias e às micro e pequenas empresas propiciou queda das despesas de provisão, “influenciando de forma relevante o aumento da rentabilidade dos bancos”.

Para 2018, a expectativa é de arrefecimento do movimento de recuperação da rentabilidade. Por um lado, despesas de provisão em contração menor e potencial redução das margens de juros pressionam a rentabilidade para baixo”. Entretanto, há expectativa por “ganhos de eficiência, busca por fontes alternativas de receitas e a retomada do crescimento de crédito”, aponta o relatório.

Comenda Berenice Artiaga é entregue à Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

No Dia Internacional da Mulher (8 de Março de 2018) a economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas foi agraciada com a Comenda Berenice Artiaga, na Assembléia Legislativa de Goiás, Cidade de Goiânia, Capital do Estado de Goiás.

A comenda, que tem o nome da ex-deputada estadual Berenice Artiaga, é uma das mais altas honrarias do Legislativo Goiano. Foi instituída em 1998 para homenagear mulheres atuantes no Estado. O projeto que originou a comenda é de iniciativa da ex-deputada Dária Alves.

A homenagem foi devido à contribuição da Economista no  empreendedorismo goiano, onde ela é referência.  Em nota ela agradeceu a honraria e lembrou que nada mais fez do que dar continuidade ao trabalho começado por seus antepassados.

Portal Beatriz Iolanda
www.beatriziolanda.com
Empreendedorismo é o nosso foco!

7 dicas para criar um bom ambiente de trabalho

Fonte: Universia Brasil

Além de entender o assunto com o qual se trabalha, para ser um bom funcionário é importante ter um bom relacionamento com aqueles que trabalham no mesmo ambiente que você. Estar em um ambiente agradável ajuda na produtividade e traz mais prazer para os funcionários. Preparamos sete dicas que ajudarão a melhorar o local de trabalho. Confira:

1. Tenha atitudes positivas
Positividade no ambiente corporativo pode fazer toda diferença na vida profissional. Isto afeta a maneira como seus colegas de trabalho e clientes te veem, e reflete na vontade deles para trabalhar com você.

2. Respeite a todos
Todos gostam de ser tratados com respeito. Nesta hora é importante esquecer que há uma hierarquia: independentemente da profissão da pessoa, trate-a com respeito. Isso fará com que você seja bem visto por todos. Além disso, é importante respeitar as opiniões dos outros, que por mais diferentes que sejam da sua também devem ser escutadas e consideradas.

3. Ouça
Ouvir diferentes opiniões e visões de mundo também garantirá um ambiente de trabalho mais saudável. Encoraje seus colegas a expor suas ideias e pensamentos para que haja uma comunicação plena e efetiva em seu local de trabalho.

4. Seja amigável
Mostre que você se preocupa com seu coloca não apenas profissionalmente, mas também pessoalmente. Aproveite o tempo para conhecer um pouco mais sobre ele, sua família e interesses. Lembre-se de tratá-lo como gostaria de ser tratado.

5. Crie uma relação
Almoce com seus colegas e vá ao happy-hour. Ter uma relação fora do expediente ajuda a fortalecer os laços da equipe e motiva o trabalho em equipe. Você pode se surpreender ao descobrir que tem muito em comum com aqueles que trabalham com você.

6. Trabalhe em equipe por uma boa causa

Leve a boa comunicação da equipe para fora do escritório. Proponha um trabalho voluntário em asilos e orfanatos ou arrecadação de dinheiro para os mais necessitados. Mostre que vocês também podem se unir para fazer bem para os outros. Reconheça o bom trabalho e dedicação deles.

7. Agradeça

Demonstrar gratidão é um bom exercício para você e para os outros. Muitas pessoas sentem-se motivadas quando ouvem um simples “obrigado”. Isso mostra valorização de alguma atividade feita.

  • Fonte: Universia Brasil

12 idéias de negócio para quem quer empreender na crise

Fonte integral: Revista Exame

  • Na crise econômica, montar um negócio pode ser uma forma de fugir do desemprego, ou ainda uma oportunidade de ganhar mais do que com como funcionário. No entanto, o período de incertezas aumenta o medo de o empreendimento ir por água abaixo. Sendo assim, como saber qual ideia de negócio dá certo numa época em que todas as moedas são contadas? Antes de tudo, é preciso entender que a recessão é uma época em que as pessoas querem se defender de algo. “Toda vez que a gente entra em uma crise, as pessoas se posicionam contra determinadas ameaças. Mas, todas as vezes que elas existem, há também oportunidades de negócio”, diz Luiz Arnaldo Biagio, professor da Business School São Paulo (BSP). “Essa é a hora de buscar o que você pode fazer de diferente, e tem muita gente prosperando. Claro que não é fácil, mas a gente não pode se abater: a crise tem que servir como um motivador”, afirma Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e professora de empreendedorismo na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e no Insper. Por incrível que pareça, a recessão pode ajudar o empreendedor nacional. Isso porque, com a alta do dólar, a importação se torna uma opção mais cara. “Produtores nacionais podem colocar produtos no mercado e se apresentar para grandes empresas”, analisa Pedro Vidigal, membro da Fundepar, gestora de investimentos em empresas tecnológicas de universidades. Seja qual for o foco do negócio, um empreendedor em tempos de crise não pode se esquecer da situação de seus clientes, que estão controlando mais os gastos. “As pessoas evitam gastar mais com coisas novas, ou seja, há uma tendência de segurar o dinheiro. Você terá que ser mais certeiro no seu negócio”, diz Max Bianchi Godoy, professor de planejamento estratégico do Ibmec/DF. Para acertar esse alvo, a palavra de ordem é estudar muito o mercado e olhar todas as possibilidades. Por isso, os quatro especialistas deram dicas de ideias de negócio que podem dar certo durante a recessão econômica – e por quê. Navegue nas fotos acima e veja algumas dessas ideias.

Dicas para abrir um negócio em casa

Para quem toma a decisão de trabalhar por conta própria, um dos primeiros desafios é decidir onde o empreendimento vai funcionar. Mesmo para quem é autônomo e passa o dia na rua, é preciso ter um local para organizar as contas, planejar compras e entregas e até mesmo produzir o que vai vender.

Em tempos de aperto de cinto, alugar uma sala comercial ou procurar um espaço compartilhado envolve custos que nem sempre o empreendedor é capaz de absorver. Diante desse cenário, trabalhar em casa é a escolha natural.

A vantagem mais evidente de montar seu escritório em um cômodo da casa é o custo: além do valor do aluguel, o empreendedor vai economizar com o trajeto até o trabalho e poderá almoçar em casa todos os dias. Com uma mesa, acesso à internet e uma linha telefônica, é possível trabalhar com e-commerce ou representação comercial. Se for necessário armazenar alguns produtos para usar como mostruário, uma pequena sala consegue dar conta.

O problema é que nem tudo é vantagem no home office. Os riscos e as limitações são grandes, e podem atrapalhar o negócio de quem não está preparado. “Além dos cuidados comuns que qualquer empresa exige, é preciso dedicar uma dose extra de organização para fazer funcionar. Em primeiro lugar, separar a vida da casa da do trabalho. Isso requer disciplina: ter um espaço reservado para o trabalho e todo o cuidado para não se distrair com as coisas do lar”, diz o consultor do Sebrae-SP Fabiano Nagamatsu.

Segundo ele, o empreendedor que trabalha em casa precisa estabelecer uma rotina com início, parada para almoço e fim da jornada. “O empresário deve vestir-se de acordo. Bermuda, chinelo ou pijama durante o expediente não combinam. Tem de entrar no clima da cabeça aos pés literalmente”, afirma Nagamatsu. As contas de casa e as da empresa também nunca devem se misturar – como em uma empresa comum, pessoa física e pessoa jurídica são instâncias diferentes.

Dependendo do ramo de atividade, o empreendedor também precisa de um espaço para receber clientes ou fazer reuniões com fornecedores e parceiros. Nesse caso, o consultor afirma que o cenário ideal é ter uma entrada independente. “A atitude do empreendedor faz muita diferença quando ele monta o negócio onde mora”, diz.

Horários

Montar um espaço para trabalhar em casa foi a saída que Priscilla de Jesus Trindade, 33 anos, encontrou depois que a empresa em que trabalhava como assistente administrativa faliu. Ela já fazia adesivos para unhas para as colegas de trabalho – e perder o emprego foi o estímulo que faltava para levar a produção a sério.

Em um espaço fechado no quintal de casa, Priscilla produz os adesivos que vende pela internet e para salões de beleza. Antes o pai a ajudava com as entregas, mas atualmente ela está fazendo tudo sozinha. “Hoje faço o desenho, todo o controle financeiro e uma vez por semana saio para fazer as entregas e colocar produtos no correio”, conta.

Para Priscila, que hoje é Microempreendedora Individual (MEI), a vida como empreendedora a partir de casa é muito mais recompensadora do que a antiga vida de funcionária, apesar de algumas dificuldades. A principal delas, por enquanto, é adaptar-se o horário “comercial” mesmo estando a poucos passos do quarto e da cozinha de casa. “Estou tentando me adaptar a um horário de trabalho normal. Hoje fico muitas vezes trabalhando até de madrugada e nos fins de semana, ainda mais quando entra alguma encomenda mais urgente”, diz.

Outra questão que deixa Priscilla ainda um pouco perdida é em relação ao fluxo de caixa. Como as entregas são feitas para vários clientes e a quantidade de pagamentos é pulverizada, às vezes é difícil enxergar onde está o dinheiro. “Na empresa você sabe que tem um salário no final do mês, aqui eu às vezes me perco com os recebimentos”, conta. Mesmo assim, a empreendedora não sente saudades do emprego fixo: pelo contrário, pretende aprimorar-se na gestão.

Adaptação

Alguns segmentos são mais indicados para quem pretende trabalhar em casa: e-commerce e representação comercial são os mais comuns. Artesanato e produtos alimentícios também não demandam muito espaço além de um pequeno cômodo para armazenamento ou um freezer horizontal. “Evite negócios que exijam linha de produção ou que produzam barulho, cheiro, que usem produtos químicos ou que provoquem muita movimentação de gente, porque isso vai interferir na vida dos moradores da casa e dos vizinhos”, diz Nagamatsu.

O consultor do Sebrae-SP também lembra que trabalhar em casa pode ser um pouco mais complicado para quem mora em apartamento. É preciso respeitar as regras do condomínio e verificar se há algum tipo de licença especial para exercer a atividade desejada.

A empreendedora Rosana Sacramento, 45 anos, proprietária da Red Onions Culinária Saudável, teve de alugar um pequeno imóvel para instalar sua cozinha, onde produz alimentos totalmente livres de glúten. “No apartamento eu não teria autorização dos órgãos sanitários”, diz.

Antes de empreender, Rosana trabalhava no setor de eventos de uma grande empresa. Ela viajava muito e não tinha tempo para ficar com o filho, hoje com oito anos. Trabalhar por conta própria foi uma alternativa para permanecer mais próxima à família e transformar uma vocação – cozinhar – em profissão. Mas as dificuldades são muitas: à noite, em casa, a empreendedora vai para o “terceiro turno”, controlando planilhas financeiras, elaborando listas de compras e fazendo a divulgação da empresa nas redes sociais.

O marido, autônomo, consegue ajudar com as compras e com as entregas “Sou praticamente todos os departamentos sozinha”, diz Rosana. Atualmente, para tentar aumentar o faturamento, ela passou a comercializar marmitas saudáveis. “O custo do aluguel está impactando no caixa da empresa. Além disso, meus insumos são muito altos”, conta.

Vale a pena trabalhar em casa?

Pontos positivos:

– Redução de custos com aluguel, transporte e alimentação na rua.

– Possibilidade de escolher os horários de trabalho.

– Estar mais próximo à família para almoçar e jantar, com ganhos para a qualidade de vida.

Pontos negativos:

– Risco de misturar vida doméstica e trabalho, principalmente em relação às contas.

– Falta de disciplina com horários e compromissos.

– Espaço inadequado para receber clientes e fornecedores, assim como para armazenar produtos.

– Pode ser solitário para quem gosta de interagir com colegas.

Fonte: Revista PEGN –  Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP
Link: http://revistapegn.globo.com/MEI/noticia/2016/09/dicas-essenciais-para-abrir-um-negocio-em-casa.html

4 coisas que os ricos não falam e você também não deveria

Falar com pessoas que ascenderam financeiramente por causa do empreendedorismo é uma experiência diferente. A confiança vai além do que está na carteira: a característica tem a ver com as atitudes e o jeito de falar desse grupo de pessoas. Ao perceber isso, o americano Steve Siebold escreveu o livro “How Rich People Think” (“Como Pessoas Ricas Pensam”, em tradução literal), destacando elementos além do dinheiro que separam os ricos de todo o resto. Isso inclui algumas frases que eles não dizem, listadas no site “Business Insider”. Saiba quais são elas:

1 – “Não consigo bancar a minha ideia”
Muitos empreendedores têm grandes ideias que, na maioria das vezes, não são colocadas em prática por acharem que não terão dinheiro o suficiente para seguir adiante. Quando uma pessoa rica tem uma ideia que sabe que não poderá bancar, ela geralmente encontra outras formas de financiá-la, sem deixar a ideia de lado.

2 – “Não mereço ser rico”
Ainda tem muita gente que acredita não merecer ter mais dinheiro do que o necessário para levar uma boa vida. Já as pessoas ricas pensam da seguinte forma: “por que não eu?”. Essa crença faz com que eles se sintam muito mais motivados para perseguirem seus sonhos

3 – “Posso perder tudo”
Em vez de verem a perda como algo ruim, os ricos a enxergam como uma experiência com a qual podem aprender. Para eles, todo investimento requer estratégia e conhecimento dos benefícios e consequências. Quanto mais tentativas e aprendizados, menor é o risco de perda.

4 – “Odeio o meu trabalho”
A maioria das pessoas se arrasta todos os dias para trabalhos dos quais não gostam até que chegue o momento de se aposentarem. Os ricos sabem que o segredo da riqueza é o “combo” paixão e esforço. A primeira é o combustível para o segundo. Uma vez que você faz com que você gosta e com vontade, tudo se torna possível.

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/03/4-coisas-que-os-ricos-nao-falam-e-voce-tambem-nao-deveria.html

Trindade no foco do Grupo Peixoto de Freitas

Comunicado da presidente do Grupo Peixoto de Freitas, Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas:

O Grupo Peixoto de Freitas está dando andamento ao futuro empreendimento de grande porte em Trindade, cidade carinhosamente conhecida como Capital da fé e da Prosperidade. Queremos levar nosso projeto acima de tudo, com objetivos sociais, gerando riqueza e levando emprego e renda onde vamos.

Gostaríamos de agradecer à Prefeitura de Trindade em nome do Ilustríssimo Prefeito Jânio Darrôt e aos empresários locais, pelo apoio e confiança sempre a nós ofertado e prometemos devolver toda este incentivo da maneira mais nobre possível.

Oportunamente, estivemos a visitar alguns locais prováveis de investimento e estamos completamente encantados. Um mundo de oportunidades e desenvolvimento brevemente será vislumbrado neste município se depender do nosso Grupo.

Agradeço a todos que confiam em nossa capacidade, pois estamos sempre levando o desenvolvimento onde vamos, sonho este que começou com a história empreendedora de meu saudoso avô Athayde Peixoto de Freitas e perpetua neste grupo através dos tempos, passando de geração em geração. Assim como meu avô esteve a frente um dia, hoje eu tomo o lugar dele com o compromisso de continuar o trabalho que tão belamente ele começou!

Aproveito para dizer que nosso projeto de instalação em Inhumas no Distrito Industrial Athayde Peixoto de Freitas (que levou o nome em homenagem ao meu avô) está no aguardo de ajustes finais para instalação  de uma das nossas indústrias.

PS: Aprecie logo após o texto algumas foto dos locais de instalação.

Muito obrigada a todos!

Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Presidente do Grupo peixoto de Freitas
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

10 dicas para lidar com colegas de trabalho ‘difíceis’

Todos os profissionais têm colegas na empresa e sabem como a convivência é importante para ter um bom ambiente de trabalho. Mas algumas pessoas enfrentam dificuldades para lidar com outras.

Pode ser o jeito de falar, de trabalhar, de lidar com problemas ou mesmo uma falta de compatibilidade. Tudo isso pode atrapalhar, e muito, o andamento do trabalho.

Segundo Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho e autora do livro “Como gerenciar um chefe com comportamento infantil e prosperar no seu trabalho”, existem alguns comportamentos que podem melhorar o dia a dia no escritório ou, pelo menos, evitar o estresse entre os colegas.

Veja abaixo 10 dicas para melhorar o relacionamento com um colega de trabalho difícil:

1 – Seja gentil e diplomático:
Comece e termine a conversa de uma forma amigável e gentil. Todas as questões a serem discutidas deve ficar no meio da conversa. “Seja paciente e gentil em suas palavras. Pratique, se necessário”, afirma Lynn.

2 – Mantenha a calma:
Tente ser um modelo de profissionalismos. “Você quer que a sua abordagem funcione, então é necessário ser estratégico”, ressalta Lynn. O profissional também pode ter um período para ‘retomar’ a calma.

3 – Não rebata fogo com fogo:
“Evite uma batalha de inteligência”, aconselha Lynn. Também não adianta aumentar o volume da música, no fone de ouvido, ou bater no teclado enquanto digita. A melhor forma é tentar resolver o problema para ter um ambiente de trabalho harmonioso ou, pelo menos, sem brigas e disputas.

4 – Seja discreto e direto:
Fale com o seu colega de trabalho em um local privado para tentar evitar ainda mais atrito. “A bondade é um longo caminho que deve ser trabalhado por semanas, meses ou anos”, afirma Lynn.

5 – Antecipação:
O profissional pode tentar antecipar o que vai incomodá-lo para contornar o problema sempre que possível. Medidas preventivas podem fazer a diferença no dia a dia de trabalho.

6 – Não se sinta culpado:
Todos têm o direito de falar o que sentem sem sentir remorso depois. Segundo Lynn, se o profissional for educado e compassivo na hora de conversar com o colega, ele está fazendo a coisa certa e não deve se sentir mal depois.

7 – Tente ser compreensivo:
O profissional deve ser sensível para entender que as pessoas não são perfeitas. Lynn lembra que ninguém está imune a hábitos que podem irritar os outros.

8 – Use o Bom humor:
A situação de irritação pode ser uma boa oportunidade para usar o humor e tentar diminuir a tensão.

9 – Mantenha a positividade:
“Tente ficar otimista, apesar de loucura. Dessa forma, é mais provável que o profissional consiga algum tipo de cooperação”, ressalta Lynn.

10 – Tire uma pausa:
O profissional deve considerar uma pausa para mudar os ares e não se estressar com o colega em questão. “Ele deve voltar mais relaxado para continuar”, diz Lynn.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2015/06/veja-10-dicas-para-lidar-com-colegas-de-trabalho-dificeis.html

Como identificar um líder?

O líder que se que explica com objetividade e exemplos o que espera de sua equipe, em vez de só falar em valores vagos e abstratos, é mais do que um chefe, segundo a consultora de empresas Maria Cristina Gattai. “É o líder”, afirma ela. “Ele não se limita simplesmente a uma posição que ocupa na empresa. Porque sabe que liderança é, antes de tudo, uma questão de atitude”.

A seguir, o que faz o “líder” diferente do chefe tradicional.

1. Colabora para o desenvolvimento individual dos profissionais

Em vez de encaminhar os funcionários para treinamentos planejados e conduzidos pelo RH, o líder chama para si a responsabilidade pela formação e aperfeiçoamento de sua equipe. “Ele direciona as pessoas para o aumento de performance por meio da identificação do que cada um faz melhor”, afirma ela. “Faz parte de seu trabalho desenvolver talentos”.

2. Mostra o destino, mas deixa o outro trilhar o caminho

O líder define as metas com clareza e guia os funcionários para que as atinjam. Porém, não fala como e quando cada um deve fazer para alcançá-las. “Quando o chefe dá a receita, tira a responsabilidade da pessoa pela tomada de decisão”. O que ele faz é ajudar a equipe a buscar soluções próprias.

3. Pratica os valores

Falar sobre os valores de uma empresa pode soar como algo vago e suscitar variadas interpretações. Dizer que proatividade ou lealdade de seus funcionários pode significar atitudes diferentes no entendimento de cada um deles. Portanto, o líder deve se empenhar traduzir em ações o tipo de conduta que espera de seu time. “Ele pode criar indicadores para avaliar se os valores estão sendo cumpridos”.

4. Faz primeiro e depois cobra

“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu falo” não serve para um líder. Para ser seguido e respeitado – e não apenas aceito por uma imposição hierárquica –, ele precisa aplicar os conceitos que prega em suas atitudes cotidianas.

5. Sabe o que quer

Além de saber o que quer, sabe como comunicar e engajar todos no mesmo propósito. “O chefe que não se preocupa em desenvolver uma meta comum, acaba formando uma equipe que se perde no individualismo das pessoas”. O líder tem claro para si o que os funcionários devem atingir e os ajuda com orientações constantes e práticas.

6. Assume que o erro é nosso, o acerto é seu

O líder se empenha no desenvolvimento de cada um individualmente. Para isso, deve premiar o grupo por meio de indicadores de performance e resultados. Já os erros, são responsabilidade de seu próprio trabalho. “O chefe tradicional faz sua gestão reforçando os erros – e não os acertos”.

7. Oferece feedbacks constantes.

Seções formais de feedback servem para o chefe que não tem segurança ou conhecimento para ser assertivo no momento em que a conduta dos subordinados sai dos trilhos. “O líder atua no dia a dia através de conversas em tempo real, conduzidas de maneira informal e rápida (de cinco a dez minutos)”, diz a consultora. Com isso, o comprometimento do grupo tende a aumentar, assim como o desenvolvimento individual de cada um, que saberá exatamente os pontos a serem trabalhados.

8. Investe na diversidade

O líder tradicional busca pessoas que tenham um perfil semelhante ao seu para compor sua equipe de trabalho, segundo Cristina. Já o gestor com postura de coach reconhece que as diferenças entre um e outro podem contribuir para uma equipe mais forte e completa. “Ele explora o que há de melhor em cada estilo para compor um time vencedor”.

9. Dá liberdade à equipe

Saber delegar é uma característica do líder. “Na sua delegação, ele transfere autoridade às pessoas comprometidas e competentes”. Ao final, a responsabilidade sobre o trabalho do grupo volta a ser dele. Já o chefe tradicional não delega as tarefas porque é inseguro e tende a acreditar que, se o fizer, o funcionário terá a chance de se destacar mais do que ele, segundo Cristina.

10. Conhece sua equipe
Enquanto o chefe tradicional se preocupa com a tarefa a ser executada naquele momento, o líder tem uma visão mais ampla de seus subordinados e atividades. “Ele conhece as qualificações e capacidades de cada integrante de seu time”, afirma a consultora. “E mantém essas observações atualizadas, já que a equipe está sempre se desenvolvendo.”

11. Forma sucessores

Dizem que bom professor é aquele que ensina o aluno a ponto de ser superado por ele. Este seria o líder. Alguém que colabora na construção da maturidade profissional dos subordinados, reconhecendo em que aspectos cada um precisa melhorar. Enquanto o líder tradicional está preocupado em manter seu emprego e se mostrar imprescindível para a organização, o líder deixa sucessores prontos a assumir seu posto quando necessário.

Via Época Negócios

9 truques para impressionar quem acabas de conhecer

Alguns especialistas acreditam que a maior parte do seu sucesso não vem só através de seus conhecimentos, mas sim de seus contatos. E sabendo da máxima “a primeira impressão é a que fica”, coletamos algumas dicas de como impressionar rapidamente pessoas que você acabou de conhecer. Elas podem ser extremamente úteis em uma entrevista de emprego ou em um primeiro encontro:

1. Não se intimide

Os primeiros segundos de um primeiro encontro são marcados por reações instintivas – muita gente entra em um modo apelidado de ‘luta ou fuga’ ou ‘fica na defensiva’. Mas são nestes primeiros momentos que fazemos avaliações imediatas inconscientes da outra pessoa (afinal, também estamos na defensiva) e elas variam de acordo com a segurança que sentimos. Esteja consciente de seus sinais e certifique-se de não parecer assustador ou assustado.

2. Respeite os limites

Preste atenção no espaço pessoal e respeite os limites dos outros. Em caso de dúvida, siga as pistas que a outra pessoa der: se ela se inclinar, você se inclina, e assim sucessivamente. Lembre-se que os conceitos de espaço pessoal variam de acordo com cada pessoa.

3. Cumpra as expectativas

Você já conheceu alguém pela internet e, quando finalmente encontrou a pessoa, ficou completamente decepcionado? Em época de Tinder essa situação é extremamente comum. E, às vezes, a pessoa pode até ser bacana – mas é tão diferente do que deixou passar por mensagens que a decepção é inevitável. Evite causar o mesmo tipo de sensação deixando clara, desde o primeiro contato, qual é a sua personalidade e seguindo com ela no primeiro encontro. Ou no caso de uma entrevista de trabalho, não invente uma persona que não condiz com você: são poucas as pessoas que conseguem interpretar papéis com sucesso em situações como essa e as chances de que os entrevistadores percebam que você está sendo falso são grandes.

4. Seja positivo

Sorrir, manter contato visual… tudo isso parece óbvio. Mas, garantimos, funciona. Na hora de explicar situações ou contar histórias, mostre bons sentimentos como gratidão em vez de ressaltar como você ficou frustrado/irritado. Crie imagens positivas – e elas serão associadas com você.

5. Gerencie seu humor

As pessoas são atraídas pelo humor, entusiasmo e confiança mais do que raiva, arrogância e impaciência, isso é óbvio. Mas você sabia que, ao projetar a positividade da qual falamos no tópico anterior, você consegue alterar o próprio humor? Digamos que você esteja nervoso e tente projetar calma – ao fazer isso, são grandes as chances de que seu coração desacelere e que você consiga se manter mais relaxado.

6. Esteja em sintonia

Certifique-se de que suas palavras, tom de voz e linguagem corporal estão todos dizendo a mesma coisa. Não adianta sorrir e se mostrar um cara calmo se a sua perna está tremendo sob a mesa. Mensagens misturadas podem confundir e fazer você perder a credibilidade.

7. Seja curioso

Dê abertura para a outra pessoa falar também, se mostre curioso e faça perguntas. Esteja interessado: as pessoas gostam de se sentir importantes. E, convenhamos, em uma entrevista de emprego ou em um encontro, uma conversa é muito mais agradável do que uma sessão de perguntas e respostas.

8. Pense sobre você

Ok, não estamos dizendo pra você ter um texto decorado. “Meu nome é fulano, tenho X anos, trabalho com Y…”, mas ter alguns tópicos importantes sobre a sua vida memorizados pode ser um diferencial naquele primeiro momento constrangedor do encontro/entrevista. Fale sobre o que você está fazendo da sua vida, o significado que isso tem para você e a diferença que aquele encontro/entrevista pode fazer. De novo, não de forma ensaiada. Pense nisso não como um discurso de vendas (no qual o produto é você), mas como uma mini-apresentação envolvente.

9. Faça valer a pena

Trate cada contato que você faz como se fosse a coisa mais importante que você já fez – mesmo um encontro que não deu lá muito certo. Ok, ele não vai render em um namoro – mas educação nunca é demais. Vai que você encontra essa pessoa na próxima empresa em que for trabalhar?

Via The Muse

Odeia fazer networking? Veja dicas para começar uma rede de contatos

Seja para manter contato com outros colegas ou procurar um novo emprego, muitas pessoas usam o networking para ficar atentas ao que acontece no mercado de trabalho. E quem não sabe como manter uma rede de contatos? E quem odeia esse método?

O Business Insider, site de carreiras norte-americano, listou 10 dicas para que esses profissionais comecem a aproveitar a ferramenta que é cada vez mais útil para a carreira. Veja abaixo:

1) Se conectar parece difícil, comece reconectando
Um bom primeiro passo é se reconectar com amigos antigos, seja da faculdade, da infância ou do trabalho. Segundo Adam Grant, autor do livro “Give and take” (Dar e receber, em português), em alguns casos, retomar esses contatos pode até ajudar mais do que procurar os profissionais mais próximos.

2) Mexa-se
A maioria das pessoas dá desculpas para evitar o networking. Umas falam que são tímidas ou que têm vergonha de falar com desconhecidos. Se é o seu caso, pode ser algo simples de resolver. Vale pensar em diferentes possibilidades e abordagens no ambiente de trabalho.

Jeffrey Pfeffer, professor da Stanford’s Graduate School of Business e autor do livro “Power: Why some people have it and others don’t” (Poder: por que algumas pessoas têm e outras não?), conta a história de um gerente que atribuía seu sucesso a uma decisão sobre onde se sentar no escritório. Ele notou que durante o dia muitas pessoas iam para o refeitório e banheiro e encontrou um ponto em que os caminhos se cruzavam, passando a trabalhar neste local. Segundo ele, a simples mudança fez muita diferença e ele passou a ter mais acesso ao que acontecia no departamento.

3) Descubra suas ‘superconexões’
Quando algumas pessoas são responsáveis por um grande número de contato e oportunidades na sua vida profissional, elas podem ser considerados “superconexões”. Depois de identificar quem são, você precisa se lembrar de como se encontrou com elas. Isso vai ajudá-lo a colocar em prática, novamente, as táticas utilizadas para ficar perto desses contatos principais.

4) Comece um ‘fundo para pessoas interessantes’
Fazer um bom networking pode custar caro. Happy hours, almoços e jantares são boas opções para manter contato com outros colegas. Portanto, você pode criar uma reserva financeira para esses gastos e, quando houver um convite para alguma reunião de negócios, você não terá desculpa para não ir.

5) Três questões de ouro
Os profissionais desejam que a reunião seja amistosa e pessoal, mas também querem estabelecer as bases de uma relação que será benéfica para ambos.

Segundo Judy Robinett, autora do livro “How to be a power connector” (Como ser um conector, em português), antes de deixar qualquer encontro, confira se respondeu três perguntas: “como posso ajudá-lo?”, “quais ideias você tem para mim?”, “quem mais você conhece que eu deveria falar?”.

Ao responder essas questões, você percebe que a reunião foi produtiva, com a troca de ideias e experiências, além de até conseguir novos contatos.

6) Como não ser desprezível
Quando se tratam de relações comerciais, é importante parar de pensar na palavra “negócio” e focar em “relacionamentos”. Ser amável, curioso e generoso contam muitos pontos na hora do networking. Procure estar envolvido na conversa, demonstrar entusiasmo e fazer perguntas. Pessoas que criam esse tipo de energia positiva conseguem atingir grandes objetivos.

7) O favor de 5 minutos
Um dos maiores problemas que as pessoas enfrentam na hora do networking é como continuar essa relação. O que deve ser feito depois do primeiro encontro profissional? A melhor forma é pensar na outra pessoa primeiro e fazer alguma coisa por ela, um pequeno favor. Para quem ajuda isso significa oferecer apenas alguns minutos do seu tempo, já para quem recebe pode ser um grande benefício.

8) Consolidar a relação pedindo um favor
Pedir favores pode ajudar a fortalecer o vínculo entre os profissionais. A medida ajuda a criar uma relação entre pessoas que antes não tinham nada em comum. Isso também pode ser usado para se aproximar de colegas com quem você tem problemas ou pouca afinidade.

9) Dicas dos melhores
Segundo Adam Rifkin, considerado o melhor “networker” do Vale do Silício em 2011 pela revista “Fortune”, é preciso fazer pequenas coisas para se aproximar de outros profissionais todos os dias, como um hábito. Quanto mais você fizer, melhor se sairá.

Outra dica de Rifkin é manter a rede de contatos sempre ativa e não somente quando há necessidade. Caso você seja despedido, já tem uma lista de 5 a 10 pessoas para quem recorrer pedir conselhos.

10) Forme comunidades
Bons “networkers” constroem pontes, tornam-se pilares da sua rede de contatos e formam comunidades. Para manter o relacionamento constante, você precisa ter encontros regulares com diferentes grupos e sempre manter a conversa em dia.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/08/odeia-fazer-networking-veja-dicas-para-comecar-uma-rede-de-contatos.html

Capacitação: A arma mais agressiva do Mercado de Trabalho

Na atualidade, a capacitação tem se tornado fator determinante na conquista de uma boa posição de trabalho. Com a dinamização e pulverização das informação através da globalização, fator este influenciado definitivamente pelo acesso à internet, tornou-se cada dia mais importante acompanhar as mudanças que são feitas no mercado.

O trabalhador atual precisa cada dia mais estar atento ao que se utiliza no momento do teu ofício. Novas ferramentas e fontes de informação são criadas todos os dias e da mesma forma que estas podem se tornar suas maiores aliadas, também podem se tornar um fardo quando o mesmo (trabalhador) não tem conhecimento ou não sabe lidar com elas.

Usualmente, tende-se a se capacitar para isso procura-se fontes que possam fornecer tal conhecimento. Mas cuidado! É preciso verificar se a fonte de fornecimento de todas essa capacitação é confiável. no mundo globalizado atual o que vale é o conhecimento e como ele é aplicado.

Capacite-se sempre! isso é fator de corte no mundo profissional e a capacitação, com certeza, é tua maior aliada na busca de uma boa colocação no mercado de trabalho!

Abraços a Todos!

Beatriz Peixoto
Economista
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)

O poder do segredo nos negócios

Via de regra, o pensamento positivo tem demonstrado resultados eficientes no que diz respeito ao sucesso no empreender.  Nada é mais desolador que alguém, a quem você expôs teus sonhos rebater tua fala com “abertura de coração” com algo desanimador como: “Eu acho que isso não vai dar certo!“.

Sabe quem está errado nisso tudo?… Você!

Temos a cultura de disseminar aos 4 ventos tudo o que pretendemos fazer. Isso não seria errado, se a cultura vigente não fosse o pessimismo.

A questão principal é saber diferenciar realmente as opiniões de quem realmente tem experiência no assunto e se estas vale a pena ouvir. Lembrando sempre que a opinião é dada a partir do momento em que você dá a liberdade para que a pessoa opine.

Em miúdos seria o seguinte: Se não queres opinião não dê espaço para que terceiros opinem no teu negócio. E grande parte desse segredo empreendedor cabe a ti proteger. Você é a ferramenta mais importante no processo que leva ao sucesso do teu negócio.

Não anuncies os próximos passos que pretende seguir na caminhada da tua estratégia. No mundo não existem somente boas pessoas que pensam em te ajudar e te fortalecer. Os “haters” (pessoas que te odeiam sem nenhum motivo) estão sempre prontos a denegrir tua imagem, teu negócio… e isso vale para a vida pessoal também!

A surpresa é algo que fascina os consumidores e deixa os concorrentes a “ver navios”. Então, invista muito no quesito “segredo empresarial” e verás que o teu negócio, por menor que possa parecer, dará passos largos em direção ao sucesso.

Abraços a Todos!

Economista Beatriz Peixoto
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

Terceirização pode reduzir vagas para deficientes

Por Nathália Larghi, O Estado de S.Paulo

Com o objetivo principal de permitir a terceirização de funcionários que realizam a atividade fim de uma empresa – como os padeiros em uma padaria, professores em uma escola ou advogados em um escritório de direito -, a lei número 13.429 pode impactar negativamente uma outra norma: a de cotas para deficientes.

Organizações de apoio às pessoas com deficiência temem que a Lei da Terceirização incentive empresas a substituírem empregados contratados por trabalhadores de terceirizadas. Desta forma, diminuiria o número de deficientes que elas são obrigadas a contratar segundo a Lei de Cotas, que prevê que todas as empresas com mais de 100 funcionários, preencham de 2% a 5% dos seus cargos com esses trabalhadores.

“Se a empresa tiver 100 funcionários e terceiriza parte dessa mão de obra, ela sai da Lei (de Cotas). Mesmo nas que não saem, ao terceirizar uma parte dos serviços, a porcentagem de deficientes que precisa ser contratado cai”, explica Rodrigo Rosso, presidente da Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência (Abridef).

O senador e ex-jogador de futebol Romário Faria (PSB-RJ), ativista na causa dos deficientes, é um dos que acreditam que companhias vão preferir substituir os empregados contratados por prestadores de serviços para escapar do cumprimento da legislação.

Em nota por meio de sua assessoria de imprensa, o senador explica que ainda existem muitos empresários que acreditam que empregar pessoas com deficiência implica em prejuízos, seja pelos gastos com acessibilidade ou por associarem as limitações à incompetência.

Por outro lado, há quem entenda que os impactos da terceirização serão limitados, já que aquele profissional que pode substituir o empregado contratado tem vínculo empregatício com a empresa que terceiriza, que também deverá cumprir a lei.

“Caso as companhias optem pela terceirização da sua mão-de-obra, consequentemente, aumentará a demanda das empresas prestadoras de serviços. Então, elas também terão que contratar mais empregados CLT, e estarão igualmente sujeitas ao cumprimento da cota”, diz Eliane Gago, sócia da DGCGT Advogados. Ela também ressalta que é precipitado assumir que a substituição maciça dos funcionários contratados será uma tendência.

O raciocínio, no entanto, foi questionado por outros especialistas, que acreditam que os funcionários virão de várias terceirizadas menores, que podem não entrar na legislação dos portadores de deficiência, ou precisar cumprir um porcentual menor.

“Se aquela grande empresa substitui 300 empregados, eles podem não vir de uma única prestadora de serviços, mas de várias pequenas”, afirma o juiz do Trabalho Marcos Scalercio.

Multas. Mesmo estando em vigor há mais de 25 anos, menos da metade das companhias que deveriam cumprir a Lei das Cotas realmente o fazem. No entanto, os registros apontam para uma tendência de crescimento nesse campo.

Dados do Ministério do Trabalho mostram que em 2013 apenas 37,58% das empresas com mais de 100 empregados atendiam a determinação legal. Em 2014 esse número aumentou para 39,72% e em 2015, o último levantamento sobre o assunto, registrou subida para 45,39%.

Uma das explicações para a alta pode ser a maior fiscalização. Segundo o ministério do Trabalho, foram aplicadas 4.550 multas por descumprimento das Lei de Cotas em 2015, 38% a mais do que em 2014. Entre 2013 e 2015 o número de infrações registradas cresceu 82%. Em 2016, no entanto, ele voltou a cair, com apenas 2.747 penalidades aplicadas.

Mesmo assim, Açucena Bonanato, consultora da Rede IPC, uma instituição focada na inclusão da pessoa com deficiência no mercado formal de trabalho, acredita que muitas empresas ainda preferem pagar a multa a contratar deficientes.

“Desde 1991 para cá melhorou (a inclusão nas empresas), mas ainda falta muito. Vejo que as mesmas empresas que pagavam multa no passado continuam pagando hoje, porque não houve conscientização de que o cumprimento não é só obrigação, que essas pessoas também podem ser bons profissionais”, afirma.

Os desdobramentos de um eventual descumprimento da lei, no entanto, não são tão simples. Marcos Scalercio explica que após a penalidade, o ministério Público do Trabalho (MPT) pode ingressar com uma ação civil pública, que pode gerar uma indenização.

Sylvia Lorena, gerente executiva de relações do trabalho da CNI, afirma que um dos motivos que justificam o baixo cumprimento da Lei de Cotas é a dificuldade que as empresas encontram ao buscar profissionais.

“Apesar da positiva e necessária, o cumprimento desta lei tem sido de difícil alcance, em virtude de não haver disponibilidade de profissionais com deficiência aptos para atender a demanda fixada. Isso se verifica, por exemplo, pelo esforço intenso das empresas de atrair esses trabalhadores a processos seletivos, por meio de anúncios em jornais, de inscrição de vagas no SINE, entre outros, sem êxito ou com resultado aquém do necessário”, afirma.

Lorena ainda afirmou que a própria Justiça do Trabalho já tem reconhecido que empresas não podem ser penalizadas por não cumprirem a cota se comprovarem que fizeram esforços para buscar candidatos.

O juiz Marcos Scalercio confirma que existiram casos em que isso ocorreu, mas foram situações pontuais. “Falar que buscou no mercado e ‘provar’ com anúncio em jornal não é suficiente. Para essa tese ser válida, a companhia precisa comprovar que buscou, com anúncios, parcerias com entidades”, afirma.

Entre 2010 e 2016, o site de recrutamento de emprego Vagas.com registrou um aumento de 187% no número de anúncios publicados para pessoas com deficiência. O número de novos currículos de trabalhadores com necessidades especiais aumentou 74% no mesmo período.

Fonte: O Estadão
Link: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,terceirizacao-pode-reduzir-vagas-para-portadores-de-deficiencia-dizem-especialistas,70001812450

Oportunidade de Trabalho – Técnico em reciclagem

Empresa de grande porte oferece vaga de Responsável Técnico em reciclagem e tratamento de resíduos de Lixo e pneus.
Local: Trindade – Goiás
O profissional deverá ter experiência mínima de 5 anos comprovada.
Não se faz necessário residir no município.
Dar-se-á preferencia a profissionais que tenham alguma experiência em gestão, mas este quesito não é determinante.
Os interessados deverão entrar em contato exclusivamente pelo  Whatsapp: 55 62 98619 1151.

 

12 hábitos para eliminar da tua vida e alcançar o sucesso

Com a virada do ano, muitas pessoas fazem uma lista de coisas que desejam realizar. Poucas delas, contudo, serão realizadas até dezembro. Uma a uma, a maioria das resoluções serão abandonadas ao longo do ano – ou, em muitos casos, ainda em janeiro.

Por isso, o colunista da Inc. Chris Dessi propôs uma nova maneira de ver o começo do ano. Em vez de adotar novos costumes, que tal eliminar maus e velhos hábitos? Ele enumerou uma lista com algumas práticas e vícios que muitos empreendedorescostumam carregar pela vida, mas que fazem mal, diminuem a produtividade e impedem a chegada do sucesso e do contentamento pessoal. Veja 12 delas a seguir:


1. Rede social durante o trabalho

As plataformas de mídia social são a principal causa da procrastinação. Perder-se entre posts do Facebook pode até ser divertido, mas também muito pouco produtivo. O conselho de Dessi é: evite entrar em Facebook, Instagram, Twitter e outras plataformas sociais enquanto estiver trabalhando. “Desligue também as notificações do celular. Você pode checar o Snapchat quando tiver tempo livre”, diz.

2. Nem tudo tem a ver com você
“O seu chefe não está conspirando para te demitir, a recepcionista também não está rindo por causa da sua gravata. Eles estão pensando sobre si mesmos e seus problemas. Não sobre você”, afirma Dessi. Para o colunista, é essencial abandonar pensamentos egocêntricos para ser mais feliz e focar melhor naquilo que importa.

3. Não seja multitarefa
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, mostra um resultado bastante surpreendente: apenas 2% das pessoas pode, de fato, realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. De acordo com a pesquisa, o cérebro dos chamados “supertasking” é diferente dos outros 98% da população. “Então, se você não faz parte desse grupo, não tente ser [um supertasking]. Quando quiser eliminar algo da sua lista de coisas para fazer, feche todo browser aplicativo na sua tela, com exceção daquele que você precisa para realizar a tarefa”, diz Dessi.

4. Nada de comparações
Não é possível ganhar o jogo das comparações. “Sempre haverá alguém mais inteligente, mais bonito, mais rico e [aparentemente] mais feliz que você”, afirma o colunista. O empreendedor deve ser capaz de focar em si mesmo, em seus objetivos, saúde e estado de espírito.

5. Acabe com as reclamações
O fato, segundo Dessi, é que não vale a pena ficar reclamando por todos os cantos. “Fique atento às palavras que saem da sua boca. Elas irão afetar você e as pessoas ao seu redor”, afirma. De acordo com ele, quanto mais coisas boas são ditas, mais coisas boas acontecem. O empreendedor deve ser otimista.

6. Não perca tempo com pessoas negativas
“Se elas não amam e apoiam você, tire-as da sua vida”, afirma Dessi. A ideia aqui, contudo, não é buscar o confronto, mas, sim, deixar de estar disponível. “Nem todas irão notar. Elas estão muito focadas em si mesmas.”

7. Livre-se de reuniões longas e desnecessárias
Menos reuniões significa mais produtividade. “Marque a reunião, fale o que precisa falar e vá fazer o que precisa fazer”, diz Dessi. Reuniões precisam ser produtivas. A dica do colunista é criar uma ata para cada encontro com os tópicos que precisam ser abordados. Enquanto você checa os assuntos, peça aos funcionários que digam em que tarefa estão trabalhando e o que já concluíram. “Funciona melhor e você reduzirá o tempo gasto em reuniões pela metade.”

8. Pare de dizer “sim” a tudo
Muitos empreendedores acham que 24 horas não é tempo o suficiente para resolver tudo o que necessário no dia. Dessi discorda. “Você tem tempo o suficiente, mas você gasta ele fazendo as coisas erradas.” O conselho é parar de dizer “sim” a tudo e abraçar o “não”. “Ame o ‘não’. Esta deve ser a sua palavra para 2017.”

9. Largue o hábito da autossabotagem
Muitos empreendedores vivem ouvindo aquela voz na cabeça que diz “você não é bom o suficiente” ou “você nunca conseguirá”. Dessi diz que é preciso largar esse hábito e estimular outro, que mantenha você produtivo. A autossabotagem não leva a nada, enquanto trabalhar, se exercitar e fazer coisas boas à sociedade pode tornar você mais feliz, completo e bem-sucedido.

10. Não se gabe de metas que ainda não foram cumpridas
Uma palestra do TED feita pelo empreendedor Derek Sivers explica o fenômeno: quando alguém anuncia para o mundo quais objetivos quer alcançar, o cérebro entende que esses objetivos já foram alcançados. Isso significa menos esforço e foco.

11. Pare de se obcecar com fim do mundo
Algum ceticismo é sempre bom, mas o pessimista não muda o mundo, não motiva as pessoas nem tem ideias inovadoras. “O pessimismo só faz com que as pessoas ao redor do pessimista fiquem para baixo.”

12. Cuide do que está sob seu controle
No empreendedorismo há uma porção de variáveis que estão fora do controle do dono de um negócio. Por isso, não adianta passar noites acordado e preocupado com o que não é possível resolver. Para Dessi, isso é um desperdício de tempo, energia e recursos. “Você pode controlar o que você come, o que você pensa e o que você faz. Foque em você mesmo.”

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2017/01/12-habitos-para-eliminar-da-sua-vida-e-alcancar-o-sucesso-em-2017.html

Pontualidade demonstra respeito e diferencia profissional

Por Daniela do Lago

A falta de pontualidade é uma característica do povo brasileiro bastante conhecida, o que pode dificultar a vida profissional e restringir possibilidades de carreira e sucesso nas organizações.

Essa é uma competência fundamental no mundo corporativo, uma vez que os funcionários representam não somente a própria imagem, mas também a da empresa onde trabalham. Vou além, podemos até considerar que a pontualidade é uma forma de mostrar respeito e consideração com o próximo. Se você costuma se atrasar, não só para compromissos, mas em prazos firmados, sinal que alguma coisa está errada e que está vivendo sem um planejamento adequado.

Desculpas como: “Foi o trânsito”, “A reunião anterior atrasou” ou “O computador deu problema” já não colam mais e ainda pegam super mal, afinal, estes acontecimentos já não são tão imprevistos assim e para um compromisso ou meta fixada deve-se sempre trabalhar com uma margem segura de tempo. Alguns “minutinhos” de atraso e você pode colocar muita coisa a perder.

A perda a que me refiro começa pelo desgaste da imagem, portanto, se o atraso ou o não comparecimento for inevitável, é importante justificar a tempo – antes que a pessoa possa formar uma opinião negativa a seu respeito. Sendo pontual, você estará sendo respeitoso com um tempo que não é só seu, mas também da outra pessoa.

Todo e qualquer atraso gera desconforto e irrita quem espera, principalmente quando ocorrido com frequência. O atraso gera consequências desagradáveis, além de desconfiança e falta de credibilidade. Por melhor que seja o profissional, o defeito de se atrasar sempre pode acarretar em obstáculos em sua ascensão e ofuscar o brilho de seus resultados na empresa.

Pontualidade em diferentes contextos:

Social: Se alguém te convida para uma festa que começa às 21h, provavelmente você chegará mais tarde que o horário informado no convite, pois se chegar pontualmente talvez não encontre ninguém na festa. No entanto, não podemos confundir nossa cultura em eventos sociais com compromissos e prazos profissionais.

Entrevistas de emprego: Tanto o entrevistador quanto o entrevistado devem manter o senso no cumprimento do horário estabelecido e agendado. Se, por algum lapso, ocorrer um atraso por parte do entrevistado, existe o risco de perder um grande negócio ou uma ótima oportunidade. Não tendo como evitar o atraso, o certo é telefonar para a empresa o quanto antes, dando explicações sobre o motivo do atraso, sem a necessidade de narrar os fatos nos mínimos detalhes. Depois, pessoalmente, peça desculpas e se justifique, sem pormenores ou detalhes minuciosos que podem ser interpretados como mentira ou desculpa esfarrapada.

Para o entrevistador a premissa é a mesma, se agendou horário com alguém, esteja pelo menos 10 minutos antes e se prepare para entrevista. Vejo candidatos ansiosos para entrevista de trabalho e que, muitas vezes, ficam esperando horas o responsável atendê-lo. Bem desagradável!

Por parte do chefe: Os líderes devem dar bons exemplos, mantendo sempre a pontualidade para que os colaboradores possam fazer o mesmo com conduta e disciplina. O chefe, muitas vezes, não percebe quando um funcionário se antecede em relação ao horário de trabalho, mas no caso de um atraso, este incidente certamente não passará despercebido.

Na empresa: Você é responsável por realizar um trabalho dentro de certo limite de tempo. Convém administrar o tempo sabendo quais são as urgências e as prioridades para agilizar ou encaminhar o serviço da forma mais rápida possível.

É importante ficar atento e respeitar os horários de entrada, de almoço e de saída da organização, agindo de forma consciente e honesta para que nenhuma das partes se sinta prejudicada.

Ser pontual é uma questão de responsabilidade e profissionalismo. Cabe a cada funcionário agir corretamente, tendo plena consciência de seus atos, deveres e horários a serem cumpridos

Fonte: UOL
Link: https://empregocerto.uol.com.br/info/dicas/2011/02/18/pontualidade-demonstra-respeito-e-diferencia-profissional.html#rmcl

Mercado financeiro reduz projeção da inflação

O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação e para o crescimento da economia este ano. Segundo o boletim Focus, uma publicação elaborada todas as semanas pelo Banco Central (BC) com base em estimativas de instituições financeiras, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,90% para 3,71% este ano. Para 2018, a estimativa caiu de 4,40% para 4,37%.

A revisão na projeção ocorreu após a divulgação do IPCA de maio na semana passada. O IPCA chegou a 0,31%, em maio, a menor taxa para o mês desde 2007 (0,28%). Para junho, o mercado financeiro espera por estabilidade dos preços para os consumidores. A projeção anterior era que o índice ficaria em 0,20%, no mês.

A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, caiu de 0,50% para 0,41% em 2017. Para o próximo ano, a projeção de crescimento da economia passou de 2,40% para 2,30%.

Para as instituições financeiras, a taxa Selic encerrará 2017 e 2018 em 8,5% ao ano. Atualmente, ela está em 10,25% ao ano. A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

A projeção para a cotação do dólar permanece em R$ 3,30 ao final deste ano e em R$ 3,40 no fim de 2018.

Fonte: Ag Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-06/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-de-390-para-371-este-ano