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Como encontrar satisfação no trabalho

Quando a edição do livro How to Find Fulfilling Work terminou, o editor responsável pelo projeto ficou satisfeito com o resultado. Então, desligou o computador, levantou de sua mesa e pediu demissão. É esse poder de transformar a realidade sem sentido que o filósofo australiano Roman Krznaric, autor do livro, deseja despertar nas pessoas que buscam dar um novo significado ao que fazem.

Roman é um dos fundadores da The School of Life, uma espécie de escola alternativa, fundada em Londres em 2008 por escritores e filósofos (entre eles, Alain de Botton), para promover cursos de curta duração e encontros para discutir questões práticas da vida. No Brasil, o livro recebeu o título Como Encontrar o Trabalho da Sua Vida (Objetiva, 177 páginas).

O mérito de Roman é explicar a inquietação de um grupo cada vez maior de profissionais e sugerir um método de reflexão para reposicionar a carreira. “Nunca um número tão grande de pessoas sentiu tanta insatisfação com a vida profissional e tanta incerteza sobre como resolver o problema”, disse Roman em entrevista a VOCÊ S/A.

Pesquisas recentes apontam que na Europa, 60% dos profissionais escolheriam uma carreira diferente se isso fosse possível e, nos Estados Unidos, o nível de satisfação com a ocupação é dos mais baixos que se tem registro.

No Brasil, a pesquisa feita para o Guia VOCÊ S/A – As Melhores Empresas para Você Trabalhar aponta que os funcionários estão menos satisfeitos a cada ano, embora as companhias tenham melhorado suas práticas de RH. Mas você nem precisaria desses dados para se dar conta de que tem muita gente infeliz com o que faz.

Basta puxar o assunto numa mesa de bar, que alguém vai reclamar de não ver propósito no trabalho. Para alguns, um salário generoso é o bastante. Segundo Roman, a partir do momento que a renda é suficiente para cobrir as necessidades básicas, aumentos acrescentam pouco ao nível de satisfação do funcionário.

“Quando se trabalha apenas por um salário é porque o emprego é só um meio para encontrar sentido fora dali”, diz Taynã Malaspina, mestre em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Nem todo mundo pensa assim. O banqueiro carioca André Esteves, presidente do banco de investimento BTG Pactual, afirma que só contrata Ph.Ds, que no BTG é um acrônimo para “poor, hungry and desperate to get rich” (em bom português, “pobre, esfomeado e desesperado para ficar rico”).

“Nós queremos profissionais ousados, com sangue na boca, que gostem de empreender e ganhar dinheiro”, diz Renata Santiago, advogada que fez carreira no banco na área de gestão de grandes fortunas e, há sete anos, migrou para o RH do BTG. Detalhe: o programa de trainee do BTG, que está no terceiro ano, recebe 5 mil currículos de jovens interessados em ficar milionários depois de alguns poucos anos de muita, muita, ralação.

Roman não se convence por exemplos como o do BTG. Para ele, trata-se de um perfil específico de trabalhador, cujas ambições não necessariamente correspondem às da maioria das pessoas. De acordo com Roman, há outros quatro fatores, além da grana, que fazem com que o profissional se sinta motivado. São eles: ter status, fazer a diferença no mundo, usar seus talentos e colocar em prática suas paixões.

Trabalho com significado

Com mais gente buscando sentido no que faz, surgem grupos de pessoas que questionam a relação que têm com o emprego. É o exemplo da comunidade Escape the City, que começou como um movimento de três ingleses insatisfeitos com as corporações nas quais trabalhavam e reúne hoje mais de 100.000 pessoas em seu site.

O objetivo do Escape the City é fazer a ponte entre quem busca oportunidades de trabalho fora de grandes organizações e possíveis empregadores. Aqui no Brasil, o site 99jobs, montado por jovens profissionais que saíram de empresas como Odebrecht e Santander, se propõe a conectar, com 99% de assertividade (daí o 99 do nome), jovens e empresas que comungam dos mesmos valores.

Enquanto isso, o site Continue Curioso conta, por meio de curtos vídeos, as histórias de pessoas que buscam ser felizes com suas ocupações. “Nossa ideia não é filmar exclusivamente quem foi atrás dessa satisfação fora das empresas”, afirma Julia na Mendonça, uma das idealizadoras do site, “mas também quem encontra soluções não convencionais para realizar o trabalho em que acredita”, diz Cristiane Schmidt, uma das sócias do CC.

Infeliz, por quê?

Mas por que tantos questionamentos de carreira surgem neste momento? Para Roman Krznaric, os fatores que agregam o “sentido da vida” migraram de outras esferas sociais para o trabalho. Quando não era possível escolher a profissão (não faz tanto tempo assim, pergunte a seus avós se eles tiveram chance de escolher onde trabalhar), as pessoas conseguiam encontrar significado na religião e na vida em comunidade.

“Por um lado, houve um declínio da importância da religião nas nossas vidas”, diz Roman, “e, por outro, passamos a viver em grandes cidades, o que fez com que pequenas comunidades deixassem de existir como antes”. Então, o trabalho foi ganhando cada vez mais importância social, passou a ser uma fonte de significado.

Mas, se há mais oportunidades de trabalho, por que vivemos tão angustiados com a opção profissional que fizemos? Ter mais possibilidades de carreira parece ótimo, mas pode ser também extremamente frustrante. O psicólogo americano Barry Schwartz chama isso de paradoxo da escolha.

Schwartz usa uma analogia para explicar a situação. Quando as pessoas tinham apenas uma opção de modelo de calça jeans para comprar, era aquela que adquiriam, por mais que ela só se tornasse confortável depois de lavada algumas vezes. Hoje, ao entrar numa loja de roupas, o consumidor se sente perdido entre as possibilidades de modelos, tecidos, lavagens.

Quando finalmente leva um jeans para casa, não parece que aquele era, de fato, o melhor de todos. Para Schwartz, assim como temos uma grande quantidade de opções de produtos, passamos a ter uma grande quantidade de escolhas na vida. O que Schwartz quer dizer é que há mais possibilidades de escolha e, portanto, mais possibilidades de ser feliz.

Se você vai conseguir optar por algo que o realize já é outra questão. “Aumentar opções de realização no trabalho aumenta também as expectativas de que a escolha feita deve ser boa”, diz o psicólogo americano. A saída, segundo ele, é lidar com o desconforto em relação ao que é deixado de lado.

Respeito e bons amigos

“Buscar a plena e ‘eterna’ identificação com o trabalho é um mito”, diz Pedro Bendassoli, professor de psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Isso porque não há uma identidade imutável, e é justamente à medida que as pessoas trabalham e se frustram que entendem o que as move.

Para Roman, a melhor maneira de lidar com isso é pensar que não se tem apenas uma identidade. Então, por mais que sim, o trabalho seja uma parte da identidade, muitas atividades podem assumir esse espaço, não apenas o emprego do momento.

Fonte; Exame
link: https://exame.abril.com.br/carreira/como-encontrar-satisfacao-no-trabalho/

7 passos para a transformação pessoal

É verdade que muitas vezes as melhores coisas vem em pequenos pacotes, e isso também pode funcionar quando chega a hora da mudança.

No entanto, a maioria das pessoas resistem à mudança, enquanto procuram a transformação.

A mudança duradoura ocorre quando você toma pequenos passos continuamente ao longo do tempo, aumentando a confiança e a autoestima. Você pode melhorar a sua saúde, relacionamentos, carreira e qualquer desafio que enfrente.

A filosofia de dar pequenos passos é encontrada na palavra japonesa Kaizen, que significa Kai (mudança) e Zen (bom).

O professor da faculdade de Medicina da UCLA, Dr. Robert Maurer, autor de “One Small Step Can Change Your Life”, acredita que o processo funciona porque você constrói novas conexões em seu cérebro.

Aqui está como dar pequenos passos para a transformação pessoal

1. SUBSTITUA A NECESSIDADE DA PERFEIÇÃO

Se você está preparando uma palestra ou apresentação, sinta alegria de compartilhar algo pelo qual você sente paixão.

Isso não é muito diferente do que contar para os outros sobre um filme que você viu. Use esse mesmo entusiasmo para o seu produto ou serviço.

2. EVITE LUTAR OU FUGIR

Uma mulher começou a caminhar em frente ao aparelho de TV durante 1 minuto, todos os dias. Logo ela começou a buscar outras coisas que poderia fazer por 1 minuto em frente à TV.

Isso se transformou em um programa de exercícios aeróbicos e a uma perda de 30kg. A mudança contínua constrói a dinâmica.

3. SEU CÉREBRO AMA PEQUENAS PERGUNTAS

O autor do best seller de “War of Art”, Steven Pressfeld não se obriga a escrever de forma brilhante, nem mesmo tem um prazo.

Ele só se força, diariamente, a superar a resistência. Quando você dá um passo através da resistência ela cai.

4. ELOGIE-SE COM PEQUENAS RECOMPENSAS

Isso vai aumentar a sua motivação. O psicólogo francês Emilie Coué começou todo o seu movimento com uma frase simples: todos os dias, em todos os sentidos, eu estou ficando melhor e melhor.

Melhore a sua saúde, dando uma mordida menor em seus doces. Aumente a sua sensação de segurança, economizando 50 centavos por dia e ensinando a si mesmo como é a sensação de ter mais do que se precisa.

Você terá uma sensação geral de abundância.

5. RESOLVA PEQUENOS PROBLEMAS

E identifique pequenos aborrecimentos que se acumulam ao longo do tempo.

Considere se você realmente precisa mudar sua carreira ou localização, ou se você precisa ter uma conversa profunda com alguém para superar o medo da intimidade.

6. TOME PEQUENAS ATITUDES HOJE

É mais fácil amar o que você está fazendo quando você está totalmente disponível para ser quem é com as ações que toma.

A alegria invisível e a gratidão aumentam quando você não está diluindo esses pequenos momentos com distrações ou com arrependimentos passados ou preocupações futuras.

Madre Teresa disse: “não é o quanto fazemos, mas quanto amor colocamos naquilo que fazemos”.

7. PENSE EM PEQUENOS PENSAMENTOS

Em vez de sentir-se oprimido pelo tempo que leva para concluir o mestrado ou escrever um best seller, dê passos incrementais, em vez disso.

Faça um curso online, ou escreva por 5 minutos em um momento em que você venceu o medo.

Tudo na vida é uma série de pequenos pensamentos. Lao Tzu disse: “a viagem de mil milhas começa com 1 passo”.

As etapas podem ser aparentemente pequenas e insignificantes, mas quando avançam em direção à mudança contínua, elas transformam a sua vida.

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Este artigo foi adaptado do original, “Change Ahead: 7 Simple Steps to Personal Transformation”, do NaturalNews.

5 maneiras de se manter motivado no trabalho

Alguma vez você já tentou ficar motivado no trabalho, mas nada funciona? Você começa a se sentir terrível, como se estivesse ficando pra trás e largando o seu negócio ou carreira.

Você está entediado, letárgico e você não quer se encontrar com seus amigos, porque não sabe dizer para eles em que está trabalhando – ou, em que não está trabalhando.

Muitos de nós já sofreu com esse problema, e sentimos uma frustração que vem direto de uma motivação no trabalho. Mas, nem tudo está perdido. Existem algumas coisas importantes que contribuem para seu trabalho e que pode aumentar a sua motivação.

Aqui estão 5 coisas que você deve certificar que suas tarefas têm e que, caso não tenham você deve começar a mudar a partir de agora:

1. A identidade das tarefas

O trabalho é mais motivador quando está claro o que exatamente você está realizando. Pense nisso: quão grande é a sensação quando você sabe que está progredindo em grandes projetos?

Por outro lado, nada é pior do que trabalhar todos os dias e pensar: o que é mesmo que estou fazendo?

Se você está se sentindo como uma barata tonta, tente o seguinte: no final de cada dia ou semana, faça uma got-done list, uma lista do que você tem feito (o oposto de uma to-do list), onde você lista todas as tarefas que você completou.

Para ter uma dose extra de motivação, mantenha a lista em algum lugar visível.

2. O significado das tarefas

Outra chave para se manter motivado é saber que o trabalho que estamos realizando faz a diferença para algumas pessoas e, o impacto que você causa nos clientes é reconhecido pela empresa e parceiros de negócios.

Se você não está enxergando esse significado, tente ir mais fundo. Você pode mapear seus relatórios de vendas semanais para mostrar até onde está indo.

Ou então, a sua empresa pode rastrear o custo de aquisição de clientes e encontrar maneiras desse concentrar sobre os aspectos do seu trabalho com mais frequência.

3. Variedade das habilidades

Você se sente como se estivesse fazendo o mesmo trabalho diariamente? Isso não é nem um pouco estimulante.

Mas, quando você se envolve com diferentes habilidades, isso é fantástico para a sua motivação.

Tente estruturar os seus dias, para que você possa trabalhar em diferentes tarefas (e, portanto fazer o uso de diferentes habilidades) durante todo o dia.

Por exemplo, em vez de escrever todas as segundas, e criar apresentação de clientes às terças, tente fazer um pouco de cada coisa, em cada parte do seu dia.

Quando estimulamos partes diferentes do nosso cérebro, conseguimos recarregar nossa motivação.

4. Feedback

Um dos fatores mais motivadores que você pode ter é ter feedback sobre o seu trabalho.

Não apenas para impulsionar e inflar o ego quando você faz um bom trabalho, mas porque o feedback certo pode ajudá-lo a aprimorar suas habilidades ainda mais.

Isso também pode ajudar você a ver a diferença que o seu trabalho está causando. Se você não sabe como está se saindo, é fácil se perder no meio de tudo que você está fazendo.

Se você achar que está em um buraco negro de feedback, pergunte ao seus colegas de trabalho, como você está se saindo, a cada 1 ou 2 semanas.

5. Autonomia

Este é um grande ponto: ter autonomia em seu trabalho. Agora, isso não significa que você sempre poderá fazer o que quiser, mas significa que você pode escolher como fazer as coisas.

Até mesmo para os empreendedores, é muito importante usar a liberdade para criar as coisas de maneira diferente, de vez em quando. Fugir do convencional e dos padrões ajuda a nos tornarmos mais criativos.

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Este artigo foi adaptado do original, “5 Simple Ways to Get Motivated at Work”, do The Daily Muse.


Also published on Medium.

Os 9 tipos de empreendedores mais comuns no Brasil

Informal, visionário, franqueado ou social. Com mais de 5 milhões de pequenas empresas, não poderiam faltar vários tipos de empreendedores. José Dornelas, especialista em empreendedorismo, classifica os empreendedores em seu livro Empreendedorismo para Visionários. “O que eu tento mostrar é que o comportamento empreendedor pode existir em várias pessoas, independente da atividade dela”, conta Dornelas.

Como cada um tem seus motivos para empreender, as variações são grandes. Há dois grandes grupos: os empreendedores por necessidade, que só empreendem para sobreviver, e os empreendedores por oportunidade, que identificam um nicho com potencial de crescimento. Veja a seguir os principais tipos propostos por Dornelas e descubra qual o seu perfil.

1. O informal

Este tipo ganha dinheiro porque precisa sobreviver. “O informal está muito ligado a necessidades. A pessoa não tem visão de longo prazo, quer atender necessidade de agora”, diz Dornelas.

O empreendedor deste perfil trabalha para garantir o suficiente para viver, tem um risco relativamente baixo e não tem muitos planos para o futuro. “Esse tipo tem diminuído bastante com iniciativas como o Microeemprendedor Individual (MEI)”, opina.

2. O cooperado

Este tipo costuma empreender ligado a cooperativas, como artesãos. Por isso, trabalho em equipe é primordial. Sua meta é crescer até poder ser independente. “Empreende de maneira muito intuitiva”, explica Dornelas. Geralmente, estes empreendedores dispõem de poucos recursos e tem um baixo risco.


3. O individual

Este é o empreendedor informal que se formalizou através do MEI e começa a estruturar de fato uma empresa. “Por mais que esteja formalizado, ele não está pensando em crescer muito”, diz Dornelas. Este perfil ainda está muito ligado à necessidade de sobrevivência e geralmente trabalha sozinho ou com mais um funcionário apenas.

4. O franqueado e o franqueador

Muitos desconsideram o franqueado como empreendedor, mas a iniciativa de comandar o negócio, mesmo que uma franquia, deve ser levada em conta. Geralmente, procuram uma renda mensal média e o retorno do investimento. Do outro lado, está o franqueador, responsável por construir uma rede através de sua marca. “Costumam ser exemplos de empreendedorismo”, afirma.

5. O social

A vontade de fazer algo bom pelo mundo aliada a ganhar dinheiro move este empreendedor. “Este tipo tem crescido muito, principalmente entre os jovens que, ainda na faculdade, têm aberto o próprio negócio para resolver problemas que a área pública não consegue”, diz Dornelas.

Nesta categoria, trabalho em equipe é primordial e o objetivo é mudar o mundo e inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo.

6. O corporativo

É o intraempreendedor, ou seja, o funcionário que empreende novos projetos na empresa que trabalha. “O dilema das empresas hoje é aumentar a quantidade de pessoas com esse perfil”, explica. Seu principal objetivo é crescer na carreira, com promoções e bônus.


7. O público

O empreendedor público é uma variação do corporativo para o setor governamental. Para Dornelas, ainda existem muitos funcionários públicos preocupados em utilizar melhor recursos e inovar nos serviços básicos. Sua motivação está ligada ao fato de conseguir provar que seu trabalho é nobre e tem valor para a sociedade.

8. O do conhecimento

Este empreendedor usa um profundo conhecimento em determinada área para conseguir faturar. É como um atleta que se prepara e ganha medalhas importantes. “Eles sabem capitalizar para empreender e fazer acontecer, como escritores e artistas”, explica. Eles buscam realização profissional e reconhecimento com isso.

9. O do negócio próprio

Este é o mais comum e costuma abrir um negócio próprio por estilo de vida ou porque pensa grande. “Este é o mais se aproxima do visionário”, define Dornelas. Dentro deste perfil, encontramos subtipos: o empreendedor nato, o serial e o “normal”.

O empreendedor nato costuma ser tido como genial, com trajetória de negócio exemplar, como Bill Gates. Já o serial é aquele que cria negócios em sequência. Ele não se apaixona pela empresa em si, mas pelo ato de empreender. Por fim, o “normal” é o empreendedor que planeja para minimizar os riscos e segue o plano estabelecido.

Fonte: Revista Exame
Link: https://exame.abril.com.br/pme/os-9-tipos-de-empreendedores-mais-comuns-no-brasil/

Os empregos que morrem e os empregos que nascem no mercado de identidades

*Artigo de Márcio dos Anjos

O apocalipse do emprego é profecia recorrente na era digital. Da última vez que vi, 2030 seria o ano do bilhete azul planetário, segundo estudo que o Fórum Econômico de Davos levou muito a sério. Nele, estipulava-se que robôs tomariam “400 milhões a 800 milhões de empregos”, o que dá, no mínimo, uma bela margem de erro: pode haver desemprego cibernético.

Para o Brasil, o mesmo estudo cravou cerca de 15,7 milhões de desempregos gerados, sem especificar aí se já incluem aqueles produzidos por anos de barbeiragens na economia.

Não me impressiono porque sei que o Brasil é um resiliente museu do trabalho. O ano de 2018 terminará com 6% dos servidores da administração federal em cargos que só agora foram tidos como obsoletos, tais como datilógrafos e operadores de caldeira. No Congresso há 74 ascensoristas subindo e descendo ao custo de R$ 5 milhões anuais. Cobradores de ônibus, que já sumiram do panorama europeu há anos, veem suas recontratações ser periodicamente debatidas no Rio; enquanto isso, em Berlim, um misantropo pode se deslocar tranquilamente por quilômetros de metrô sem lidar com seres humanos para comprar sua passagem. Caso queira abastecer seu carro, um português opera a bomba sozinho, sem qualquer temor. O brasileiro, por sua vez, tem quatro frentistas por posto defendidos por lei, junto com o direito de os pneus calibrarem em troca de alguns reais – fator decisivo no caráter privilegiófilo da nação.

Foi-se o tempo em que bocejávamos ao ler sobre o êxodo dos trabalhadores substituídos por máquinas agrícolas, saciados com a ideia de que a marcha da história vinha em nossa direção. Agora, a revolução se dá na urbe. Dos garçons aos tradutores e personal trainers, a realidade passa o rodo sem romantismos, prometendo futuro apenas a engenheiros ambientais, gestores de RH e produtividadeiros em geral.

Mas há o cansaço, e o cansaço é de humanas. Assim como a economia verde impulsionará a roda na direção contrária do aquecimento global, é provável que boa parte da humanidade queira pagar para recuperar os modos de vida que a modernidade nos tomou. Foi assim com a venda de comida em trailers e com o rótulo de “artesanal”. Aos poucos, a mídia começa a detectar nos millennials certo gosto pela alfaiataria – o que indica que isso ocorre há pelo menos dois anos.

Ter roupas sob medida é parte nostálgica de um mercado das identidades que tem muito a crescer, impulsionado pelo protagonismo em redes sociais, pelo identitarismo e pela indecisão que muitos têm sobre o que fazer com a própria vida. Depois da onda dos coaches, um interesse cada vez maior a respeito das origens e da construção da própria imagem deverá popularizar testes de herança genética de sites como MyHeritage e AncestryDNA, braços de uma indústria que projeta para 2020 um valor de mercado de R$ 39 bilhões, segundo o Guardian. Seus resultados são dúbios, por vezes frustrantes, e sua coleta de material suscita questões sobre privacidade biogenética, mas a busca por excepcionalidades de nascença liga pouco para isso. Obviamente, também se fazem libras organizando viagens para revisitar essas raízes vagas, seja no Leste Europeu, seja na África.

Esse público exigirá conversas de perfil empático, de “gente como a gente”, sobre a História prêt-à-porter que o cliente queira ouvir, conhecedor daquele bistrozinho tribal que transformará aquela noite num jardim das delícias artesanais, adaptadas ao paladar de quem paga. A autenticidade sempre pode ser negociada, desde que a narrativa seja reconfortante, e o atendimento atencioso. Guia de viagem? Não. Roteirista da vida dos outros.

Fonte: Época
Link: https://epoca.globo.com/os-empregos-que-morrem-os-empregos-que-nascem-no-mercado-de-identidades-22980795#ixzz5UI5qkkw7

10 características mais comuns em chefes ruins

A maioria dos funcionários já teve o desprazer de trabalhar para alguém de quem não gosta. Muita gente acredita que essa é uma característica que faz parte da função de quem está no comando, mas a verdade é que alguns chefes parecem ter um talento especial para irritar seus subordinados.

Como uma recente pesquisa do site de busca de empregos “Glassdoor” revelou, a característica negativa dos chefes mais citada pelos funcionários é o desrespeito. Ter atitudes negativas aparece em 2° lugar, apontada por 34% dos empregados que participaram da pesquisa. Na sequência apareceram os líderes preguiçosos, indicados por 23% dos entrevistados.

O levantamento foi realizado com 2.000 adultos na Grã-Bretanha, entre os meses de março e abril de 2017.

Veja abaixo quais são:

01 – Desrespeito 43%
02 – Ter atitudes negativas 34%
03 – Preguiça 23%
04 – Falar sobre si mesmo 16%
05 – Humor inapropriado 10%
06 – Chegar atrasado 10%
07 – Ir embora sempre mais cedo 10%
08 – Xingar 8%
09 – Falar alto ao telefone 8%
10 – Fazer comentários sexistas 7%

Fonte: Forbes
Link: https://forbes.uol.com.br/fotos/2017/06/10-caracteristicas-mais-comuns-em-chefes-ruins/#foto10

4 Tipos de funcionários que dão problema – E como lidar com eles

Por mais que uma empresa se esmere para selecionar bons funcionários, a dinâmica de trabalho acaba revelando que nem todos se ajustam bem a sua engrenagem.

Com o tempo, a insatisfação com o trabalho ou a incompatibilidade de gênios aflora, e alguns membros da equipe acabam virando um problema para seus gestores.Se esses problemas forem ignorados, podem piorar. Por isso, é preciso agir logo para evitar grandes danos ao clima da equipe, alerta a advogada Lisa Guerin em um artigo publicado no site da revista Entrepreneur.

Ela identifica quatro tipos de funcionário que causam dores de cabeça e, com a ajuda de empresários que já lidaram com eles, dá conselhos para evitar que o mau comportamente prejudique o desempenho nos negócios.

1. O rei da gírias
A empresária Bibby Gignilliat, 51, do bufê e escola Parties That Cook (EUA), estava animada com as habilidades de uma funcionária recém-contratada – até que ela abriu a boca. “Tudo para ela era ‘irado’, e todas as suas frases eram pontuadas com ‘tipo’”, explica Gignilliat. Esse péssimo hábito linguístico persistiu mesmo após algumas sessões de aconselhamento. E começou a deixar uma má impressão nos clientes, especialmente os corporativos.

Solução: antes de contratar um funcionário que deve atuar com atendimento a clientes, teste-o por três meses para saber se sua comunicação com eles é adequada aos parâmetros da empresa. Gignilliat, por exemplo, adotou uma política de “estágio” para avaliar os candidatos antes de contratá-los em definitivo.

2. O desaparecido
Alguns meses após oferecer uma licença para uma funcionária se recuperar de um acidente de carro, o empresário Eric Zuckerman notou que ela estava chegando atrasada, saindo mais cedo e até dando umas escapadas na hora do almoço. Mesmo após algumas conversas para se acertar com ela, o problema não foi resolvido – e ele teve de demiti-la.

Solução: falta de compromisso com horários muitas vezes é o primeiro indício de que um funcionário está com problemas em casa ou insatisfeito com o trabalho. Por isso é fundamental chamá-lo para uma conversa e ouvir qual é seu problema – pode ser uma fase de transição, como um divórcio ou doença de um familiar.

Mas, se a questão for o desgosto com o emprego, discuta com ele em que pontos sua função pode ser melhorada ou, em casos extremos, se esse é o trabalho ideal para ele. Lembre-se de que a disciplina com horários só pode ser exigida da equipe se a empresa tiver uma política clara sobre a jornada de trabalho.

3. O rebelde
Randy Cohen, dono da TicketCity, conta que tinha um vendedor brilhante, mas que achava que seu talento o dispensava de seguir as regras da empresa. Por isso, todo dia o empresário tinha de chamar a atenção do jovem e corrigir seu comportamento. Antes disso, ele já havia encontrado problemas com funcionários que dirigiam veículos da empresa em alta velocidade e que haviam sido flagrados bebendo durante o expediente.

Solução: Cohen adotou a política de demitir sem mais delongas os membros da equipe que não querem seguir as regras da empresa. Negligenciar o mau comportamento pode trazer sérios problemas para a companhia, que terá de responder por um acidente de carro causado por negligência de um funcionário enquanto ele está em serviço, por exemplo. Por isso é preciso impor disciplina e investigar a ocorrência de comportamentos de risco assim que eles acontecerem.

4. O língua de trapo
Funcionários que adoram falar mal da empresa e de seus chefes para os colegas de trabalho – e até para clientes – acabam minando o clima na empresa. Randy Cohen descobriu um funcionário que fazia isso. Ele foi demitido, e Cohen diz que não voltará a ser tão tolerante com quem quer azedar as relações no trabalho. “Uma pessoa assim destrói a moral da empresa”, afirma.

Solução: ter uma franca discussão com o funcionário que envenena o clima. Mas nada de focar em características pessoais – acusando a pessoa de ser irresponsável e negativa, por exemplo. É preciso dizer qual é o problema, por que a atitude do funcionário precisa mudar e oferecer opções para ele resolver o que o incomoda.

Fonte: PEGN
Link: https://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/Gestao-de-Pessoas/noticia/2014/07/4-tipos-de-funcionario-que-dao-problema-e-como-lidar-com-eles.html

Aumenta preocupação de bancos com risco político e fiscal, diz BC

As instituições financeiras estão mais preocupadas com o cenário político, devido às eleições deste ano, e com os riscos fiscais. É o que mostra pesquisa realizada trimestralmente e divulgada hoje(17) no Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central (BC)

Os riscos fiscais são citados por 56% dos bancos pesquisados, segundo pesquisa do Banco Central – Marcello Casal/Agência Brasil

A pesquisa é feita com 55 instituições financeiras, que representam 92% do sistema financeiro em termos de ativos, envolvendo bancos públicos e privados.

Segundo o relatório, a frequência de citação de fatores relacionados com “inadimplência e recessão” continua apresentando forte redução. Depois de ter caído de 90% em maio de 2017 para 72% em agosto de 2017, a frequência de citação desse risco atingiu 56% em fevereiro de 2018.

“A melhora na percepção é consistente com o processo de recuperação econômica iniciado em 2017, refletido no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país] nesse ano, após dois anos de recessão”, diz o relatório.

Em contraste, acrescenta o BC, a preocupação com riscos políticos continuou sua trajetória de crescimento, e foi o mais citado pelos bancos. “Enquanto esse risco era citado por 44% das instituições em maio de 2017, na última pesquisa foi citado por 64% das instituições, motivado pelas incertezas associadas ao processo eleitoral de 2018”, destaca o BC.

Por sua vez, os riscos fiscais continuam a ser objeto de preocupação das instituições, sendo citado por 56% dos bancos pesquisados. “As instituições financeiras mantiveram os riscos políticos e fiscais como os mais prováveis e com maior impacto no sistema financeiro”, afirma o relatório.

Nos últimos seis meses, houve piora na percepção de fatores de risco advindos do cenário internacional (citados por 51% dos respondentes em fevereiro de 2018, ante 28% em agosto de 2017) e aumento da probabilidade de acontecer.

“Nesse grupo, a principal preocupação se refere ao processo de retirada de estímulos monetários nos Estados Unidos e em outras economias avançadas e suas repercussões no sobrefluxo de capitais e no custo de captação de países emergentes”, explica o relatório. Esse cenário envolve aumento da incerteza, fuga de capitais, alta do dólar e redução da nota de crédito dada por agências de classificação de risco.

Rentabilidade

O relatório do BC também aponta que a rentabilidade dos bancos foi “fortemente beneficiada” pela queda das despesas de provisão (recursos reservados para o caso de inadimplência). Segundo o relatório, o retorno sobre o patrimônio líquido alcançou 13,8% em dezembro de 2017, com aumento de 1,3 pontos percentuais em relação a junho do ano passado.

Apesar do recuo nas provisões, o BC avalia que o nível de provisões permanece adequado ao perfil de risco, tanto para empresas quanto para famílias. “O nível de provisões, quando comparado com a carteira de ativos problemáticos, conservou-se acima de 80% durante todo o ano de 2017, indicando que o sistema financeiro vem mantendo provisionamento em linha com o perfil de risco da carteira de crédito”, diz o BC, no relatório.

Segundo o BC, a redução do risco de crédito às famílias e às micro e pequenas empresas propiciou queda das despesas de provisão, “influenciando de forma relevante o aumento da rentabilidade dos bancos”.

Para 2018, a expectativa é de arrefecimento do movimento de recuperação da rentabilidade. Por um lado, despesas de provisão em contração menor e potencial redução das margens de juros pressionam a rentabilidade para baixo”. Entretanto, há expectativa por “ganhos de eficiência, busca por fontes alternativas de receitas e a retomada do crescimento de crédito”, aponta o relatório.

Comenda Berenice Artiaga é entregue à Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

No Dia Internacional da Mulher (8 de Março de 2018) a economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas foi agraciada com a Comenda Berenice Artiaga, na Assembléia Legislativa de Goiás, Cidade de Goiânia, Capital do Estado de Goiás.

A comenda, que tem o nome da ex-deputada estadual Berenice Artiaga, é uma das mais altas honrarias do Legislativo Goiano. Foi instituída em 1998 para homenagear mulheres atuantes no Estado. O projeto que originou a comenda é de iniciativa da ex-deputada Dária Alves.

A homenagem foi devido à contribuição da Economista no  empreendedorismo goiano, onde ela é referência.  Em nota ela agradeceu a honraria e lembrou que nada mais fez do que dar continuidade ao trabalho começado por seus antepassados.

Portal Beatriz Iolanda
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7 dicas para criar um bom ambiente de trabalho

Fonte: Universia Brasil

Além de entender o assunto com o qual se trabalha, para ser um bom funcionário é importante ter um bom relacionamento com aqueles que trabalham no mesmo ambiente que você. Estar em um ambiente agradável ajuda na produtividade e traz mais prazer para os funcionários. Preparamos sete dicas que ajudarão a melhorar o local de trabalho. Confira:

1. Tenha atitudes positivas
Positividade no ambiente corporativo pode fazer toda diferença na vida profissional. Isto afeta a maneira como seus colegas de trabalho e clientes te veem, e reflete na vontade deles para trabalhar com você.

2. Respeite a todos
Todos gostam de ser tratados com respeito. Nesta hora é importante esquecer que há uma hierarquia: independentemente da profissão da pessoa, trate-a com respeito. Isso fará com que você seja bem visto por todos. Além disso, é importante respeitar as opiniões dos outros, que por mais diferentes que sejam da sua também devem ser escutadas e consideradas.

3. Ouça
Ouvir diferentes opiniões e visões de mundo também garantirá um ambiente de trabalho mais saudável. Encoraje seus colegas a expor suas ideias e pensamentos para que haja uma comunicação plena e efetiva em seu local de trabalho.

4. Seja amigável
Mostre que você se preocupa com seu coloca não apenas profissionalmente, mas também pessoalmente. Aproveite o tempo para conhecer um pouco mais sobre ele, sua família e interesses. Lembre-se de tratá-lo como gostaria de ser tratado.

5. Crie uma relação
Almoce com seus colegas e vá ao happy-hour. Ter uma relação fora do expediente ajuda a fortalecer os laços da equipe e motiva o trabalho em equipe. Você pode se surpreender ao descobrir que tem muito em comum com aqueles que trabalham com você.

6. Trabalhe em equipe por uma boa causa

Leve a boa comunicação da equipe para fora do escritório. Proponha um trabalho voluntário em asilos e orfanatos ou arrecadação de dinheiro para os mais necessitados. Mostre que vocês também podem se unir para fazer bem para os outros. Reconheça o bom trabalho e dedicação deles.

7. Agradeça

Demonstrar gratidão é um bom exercício para você e para os outros. Muitas pessoas sentem-se motivadas quando ouvem um simples “obrigado”. Isso mostra valorização de alguma atividade feita.

  • Fonte: Universia Brasil

12 idéias de negócio para quem quer empreender na crise

Fonte integral: Revista Exame

  • Na crise econômica, montar um negócio pode ser uma forma de fugir do desemprego, ou ainda uma oportunidade de ganhar mais do que com como funcionário. No entanto, o período de incertezas aumenta o medo de o empreendimento ir por água abaixo. Sendo assim, como saber qual ideia de negócio dá certo numa época em que todas as moedas são contadas? Antes de tudo, é preciso entender que a recessão é uma época em que as pessoas querem se defender de algo. “Toda vez que a gente entra em uma crise, as pessoas se posicionam contra determinadas ameaças. Mas, todas as vezes que elas existem, há também oportunidades de negócio”, diz Luiz Arnaldo Biagio, professor da Business School São Paulo (BSP). “Essa é a hora de buscar o que você pode fazer de diferente, e tem muita gente prosperando. Claro que não é fácil, mas a gente não pode se abater: a crise tem que servir como um motivador”, afirma Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e professora de empreendedorismo na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e no Insper. Por incrível que pareça, a recessão pode ajudar o empreendedor nacional. Isso porque, com a alta do dólar, a importação se torna uma opção mais cara. “Produtores nacionais podem colocar produtos no mercado e se apresentar para grandes empresas”, analisa Pedro Vidigal, membro da Fundepar, gestora de investimentos em empresas tecnológicas de universidades. Seja qual for o foco do negócio, um empreendedor em tempos de crise não pode se esquecer da situação de seus clientes, que estão controlando mais os gastos. “As pessoas evitam gastar mais com coisas novas, ou seja, há uma tendência de segurar o dinheiro. Você terá que ser mais certeiro no seu negócio”, diz Max Bianchi Godoy, professor de planejamento estratégico do Ibmec/DF. Para acertar esse alvo, a palavra de ordem é estudar muito o mercado e olhar todas as possibilidades. Por isso, os quatro especialistas deram dicas de ideias de negócio que podem dar certo durante a recessão econômica – e por quê. Navegue nas fotos acima e veja algumas dessas ideias.

Dicas para abrir um negócio em casa

Para quem toma a decisão de trabalhar por conta própria, um dos primeiros desafios é decidir onde o empreendimento vai funcionar. Mesmo para quem é autônomo e passa o dia na rua, é preciso ter um local para organizar as contas, planejar compras e entregas e até mesmo produzir o que vai vender.

Em tempos de aperto de cinto, alugar uma sala comercial ou procurar um espaço compartilhado envolve custos que nem sempre o empreendedor é capaz de absorver. Diante desse cenário, trabalhar em casa é a escolha natural.

A vantagem mais evidente de montar seu escritório em um cômodo da casa é o custo: além do valor do aluguel, o empreendedor vai economizar com o trajeto até o trabalho e poderá almoçar em casa todos os dias. Com uma mesa, acesso à internet e uma linha telefônica, é possível trabalhar com e-commerce ou representação comercial. Se for necessário armazenar alguns produtos para usar como mostruário, uma pequena sala consegue dar conta.

O problema é que nem tudo é vantagem no home office. Os riscos e as limitações são grandes, e podem atrapalhar o negócio de quem não está preparado. “Além dos cuidados comuns que qualquer empresa exige, é preciso dedicar uma dose extra de organização para fazer funcionar. Em primeiro lugar, separar a vida da casa da do trabalho. Isso requer disciplina: ter um espaço reservado para o trabalho e todo o cuidado para não se distrair com as coisas do lar”, diz o consultor do Sebrae-SP Fabiano Nagamatsu.

Segundo ele, o empreendedor que trabalha em casa precisa estabelecer uma rotina com início, parada para almoço e fim da jornada. “O empresário deve vestir-se de acordo. Bermuda, chinelo ou pijama durante o expediente não combinam. Tem de entrar no clima da cabeça aos pés literalmente”, afirma Nagamatsu. As contas de casa e as da empresa também nunca devem se misturar – como em uma empresa comum, pessoa física e pessoa jurídica são instâncias diferentes.

Dependendo do ramo de atividade, o empreendedor também precisa de um espaço para receber clientes ou fazer reuniões com fornecedores e parceiros. Nesse caso, o consultor afirma que o cenário ideal é ter uma entrada independente. “A atitude do empreendedor faz muita diferença quando ele monta o negócio onde mora”, diz.

Horários

Montar um espaço para trabalhar em casa foi a saída que Priscilla de Jesus Trindade, 33 anos, encontrou depois que a empresa em que trabalhava como assistente administrativa faliu. Ela já fazia adesivos para unhas para as colegas de trabalho – e perder o emprego foi o estímulo que faltava para levar a produção a sério.

Em um espaço fechado no quintal de casa, Priscilla produz os adesivos que vende pela internet e para salões de beleza. Antes o pai a ajudava com as entregas, mas atualmente ela está fazendo tudo sozinha. “Hoje faço o desenho, todo o controle financeiro e uma vez por semana saio para fazer as entregas e colocar produtos no correio”, conta.

Para Priscila, que hoje é Microempreendedora Individual (MEI), a vida como empreendedora a partir de casa é muito mais recompensadora do que a antiga vida de funcionária, apesar de algumas dificuldades. A principal delas, por enquanto, é adaptar-se o horário “comercial” mesmo estando a poucos passos do quarto e da cozinha de casa. “Estou tentando me adaptar a um horário de trabalho normal. Hoje fico muitas vezes trabalhando até de madrugada e nos fins de semana, ainda mais quando entra alguma encomenda mais urgente”, diz.

Outra questão que deixa Priscilla ainda um pouco perdida é em relação ao fluxo de caixa. Como as entregas são feitas para vários clientes e a quantidade de pagamentos é pulverizada, às vezes é difícil enxergar onde está o dinheiro. “Na empresa você sabe que tem um salário no final do mês, aqui eu às vezes me perco com os recebimentos”, conta. Mesmo assim, a empreendedora não sente saudades do emprego fixo: pelo contrário, pretende aprimorar-se na gestão.

Adaptação

Alguns segmentos são mais indicados para quem pretende trabalhar em casa: e-commerce e representação comercial são os mais comuns. Artesanato e produtos alimentícios também não demandam muito espaço além de um pequeno cômodo para armazenamento ou um freezer horizontal. “Evite negócios que exijam linha de produção ou que produzam barulho, cheiro, que usem produtos químicos ou que provoquem muita movimentação de gente, porque isso vai interferir na vida dos moradores da casa e dos vizinhos”, diz Nagamatsu.

O consultor do Sebrae-SP também lembra que trabalhar em casa pode ser um pouco mais complicado para quem mora em apartamento. É preciso respeitar as regras do condomínio e verificar se há algum tipo de licença especial para exercer a atividade desejada.

A empreendedora Rosana Sacramento, 45 anos, proprietária da Red Onions Culinária Saudável, teve de alugar um pequeno imóvel para instalar sua cozinha, onde produz alimentos totalmente livres de glúten. “No apartamento eu não teria autorização dos órgãos sanitários”, diz.

Antes de empreender, Rosana trabalhava no setor de eventos de uma grande empresa. Ela viajava muito e não tinha tempo para ficar com o filho, hoje com oito anos. Trabalhar por conta própria foi uma alternativa para permanecer mais próxima à família e transformar uma vocação – cozinhar – em profissão. Mas as dificuldades são muitas: à noite, em casa, a empreendedora vai para o “terceiro turno”, controlando planilhas financeiras, elaborando listas de compras e fazendo a divulgação da empresa nas redes sociais.

O marido, autônomo, consegue ajudar com as compras e com as entregas “Sou praticamente todos os departamentos sozinha”, diz Rosana. Atualmente, para tentar aumentar o faturamento, ela passou a comercializar marmitas saudáveis. “O custo do aluguel está impactando no caixa da empresa. Além disso, meus insumos são muito altos”, conta.

Vale a pena trabalhar em casa?

Pontos positivos:

– Redução de custos com aluguel, transporte e alimentação na rua.

– Possibilidade de escolher os horários de trabalho.

– Estar mais próximo à família para almoçar e jantar, com ganhos para a qualidade de vida.

Pontos negativos:

– Risco de misturar vida doméstica e trabalho, principalmente em relação às contas.

– Falta de disciplina com horários e compromissos.

– Espaço inadequado para receber clientes e fornecedores, assim como para armazenar produtos.

– Pode ser solitário para quem gosta de interagir com colegas.

Fonte: Revista PEGN –  Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP
Link: http://revistapegn.globo.com/MEI/noticia/2016/09/dicas-essenciais-para-abrir-um-negocio-em-casa.html

4 coisas que os ricos não falam e você também não deveria

Falar com pessoas que ascenderam financeiramente por causa do empreendedorismo é uma experiência diferente. A confiança vai além do que está na carteira: a característica tem a ver com as atitudes e o jeito de falar desse grupo de pessoas. Ao perceber isso, o americano Steve Siebold escreveu o livro “How Rich People Think” (“Como Pessoas Ricas Pensam”, em tradução literal), destacando elementos além do dinheiro que separam os ricos de todo o resto. Isso inclui algumas frases que eles não dizem, listadas no site “Business Insider”. Saiba quais são elas:

1 – “Não consigo bancar a minha ideia”
Muitos empreendedores têm grandes ideias que, na maioria das vezes, não são colocadas em prática por acharem que não terão dinheiro o suficiente para seguir adiante. Quando uma pessoa rica tem uma ideia que sabe que não poderá bancar, ela geralmente encontra outras formas de financiá-la, sem deixar a ideia de lado.

2 – “Não mereço ser rico”
Ainda tem muita gente que acredita não merecer ter mais dinheiro do que o necessário para levar uma boa vida. Já as pessoas ricas pensam da seguinte forma: “por que não eu?”. Essa crença faz com que eles se sintam muito mais motivados para perseguirem seus sonhos

3 – “Posso perder tudo”
Em vez de verem a perda como algo ruim, os ricos a enxergam como uma experiência com a qual podem aprender. Para eles, todo investimento requer estratégia e conhecimento dos benefícios e consequências. Quanto mais tentativas e aprendizados, menor é o risco de perda.

4 – “Odeio o meu trabalho”
A maioria das pessoas se arrasta todos os dias para trabalhos dos quais não gostam até que chegue o momento de se aposentarem. Os ricos sabem que o segredo da riqueza é o “combo” paixão e esforço. A primeira é o combustível para o segundo. Uma vez que você faz com que você gosta e com vontade, tudo se torna possível.

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/03/4-coisas-que-os-ricos-nao-falam-e-voce-tambem-nao-deveria.html

Trindade no foco do Grupo Peixoto de Freitas

Comunicado da presidente do Grupo Peixoto de Freitas, Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas:

O Grupo Peixoto de Freitas está dando andamento ao futuro empreendimento de grande porte em Trindade, cidade carinhosamente conhecida como Capital da fé e da Prosperidade. Queremos levar nosso projeto acima de tudo, com objetivos sociais, gerando riqueza e levando emprego e renda onde vamos.

Gostaríamos de agradecer à Prefeitura de Trindade em nome do Ilustríssimo Prefeito Jânio Darrôt e aos empresários locais, pelo apoio e confiança sempre a nós ofertado e prometemos devolver toda este incentivo da maneira mais nobre possível.

Oportunamente, estivemos a visitar alguns locais prováveis de investimento e estamos completamente encantados. Um mundo de oportunidades e desenvolvimento brevemente será vislumbrado neste município se depender do nosso Grupo.

Agradeço a todos que confiam em nossa capacidade, pois estamos sempre levando o desenvolvimento onde vamos, sonho este que começou com a história empreendedora de meu saudoso avô Athayde Peixoto de Freitas e perpetua neste grupo através dos tempos, passando de geração em geração. Assim como meu avô esteve a frente um dia, hoje eu tomo o lugar dele com o compromisso de continuar o trabalho que tão belamente ele começou!

Aproveito para dizer que nosso projeto de instalação em Inhumas no Distrito Industrial Athayde Peixoto de Freitas (que levou o nome em homenagem ao meu avô) está no aguardo de ajustes finais para instalação  de uma das nossas indústrias.

PS: Aprecie logo após o texto algumas foto dos locais de instalação.

Muito obrigada a todos!

Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Presidente do Grupo peixoto de Freitas
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10 dicas para lidar com colegas de trabalho ‘difíceis’

Todos os profissionais têm colegas na empresa e sabem como a convivência é importante para ter um bom ambiente de trabalho. Mas algumas pessoas enfrentam dificuldades para lidar com outras.

Pode ser o jeito de falar, de trabalhar, de lidar com problemas ou mesmo uma falta de compatibilidade. Tudo isso pode atrapalhar, e muito, o andamento do trabalho.

Segundo Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho e autora do livro “Como gerenciar um chefe com comportamento infantil e prosperar no seu trabalho”, existem alguns comportamentos que podem melhorar o dia a dia no escritório ou, pelo menos, evitar o estresse entre os colegas.

Veja abaixo 10 dicas para melhorar o relacionamento com um colega de trabalho difícil:

1 – Seja gentil e diplomático:
Comece e termine a conversa de uma forma amigável e gentil. Todas as questões a serem discutidas deve ficar no meio da conversa. “Seja paciente e gentil em suas palavras. Pratique, se necessário”, afirma Lynn.

2 – Mantenha a calma:
Tente ser um modelo de profissionalismos. “Você quer que a sua abordagem funcione, então é necessário ser estratégico”, ressalta Lynn. O profissional também pode ter um período para ‘retomar’ a calma.

3 – Não rebata fogo com fogo:
“Evite uma batalha de inteligência”, aconselha Lynn. Também não adianta aumentar o volume da música, no fone de ouvido, ou bater no teclado enquanto digita. A melhor forma é tentar resolver o problema para ter um ambiente de trabalho harmonioso ou, pelo menos, sem brigas e disputas.

4 – Seja discreto e direto:
Fale com o seu colega de trabalho em um local privado para tentar evitar ainda mais atrito. “A bondade é um longo caminho que deve ser trabalhado por semanas, meses ou anos”, afirma Lynn.

5 – Antecipação:
O profissional pode tentar antecipar o que vai incomodá-lo para contornar o problema sempre que possível. Medidas preventivas podem fazer a diferença no dia a dia de trabalho.

6 – Não se sinta culpado:
Todos têm o direito de falar o que sentem sem sentir remorso depois. Segundo Lynn, se o profissional for educado e compassivo na hora de conversar com o colega, ele está fazendo a coisa certa e não deve se sentir mal depois.

7 – Tente ser compreensivo:
O profissional deve ser sensível para entender que as pessoas não são perfeitas. Lynn lembra que ninguém está imune a hábitos que podem irritar os outros.

8 – Use o Bom humor:
A situação de irritação pode ser uma boa oportunidade para usar o humor e tentar diminuir a tensão.

9 – Mantenha a positividade:
“Tente ficar otimista, apesar de loucura. Dessa forma, é mais provável que o profissional consiga algum tipo de cooperação”, ressalta Lynn.

10 – Tire uma pausa:
O profissional deve considerar uma pausa para mudar os ares e não se estressar com o colega em questão. “Ele deve voltar mais relaxado para continuar”, diz Lynn.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2015/06/veja-10-dicas-para-lidar-com-colegas-de-trabalho-dificeis.html

Como identificar um líder?

O líder que se que explica com objetividade e exemplos o que espera de sua equipe, em vez de só falar em valores vagos e abstratos, é mais do que um chefe, segundo a consultora de empresas Maria Cristina Gattai. “É o líder”, afirma ela. “Ele não se limita simplesmente a uma posição que ocupa na empresa. Porque sabe que liderança é, antes de tudo, uma questão de atitude”.

A seguir, o que faz o “líder” diferente do chefe tradicional.

1. Colabora para o desenvolvimento individual dos profissionais

Em vez de encaminhar os funcionários para treinamentos planejados e conduzidos pelo RH, o líder chama para si a responsabilidade pela formação e aperfeiçoamento de sua equipe. “Ele direciona as pessoas para o aumento de performance por meio da identificação do que cada um faz melhor”, afirma ela. “Faz parte de seu trabalho desenvolver talentos”.

2. Mostra o destino, mas deixa o outro trilhar o caminho

O líder define as metas com clareza e guia os funcionários para que as atinjam. Porém, não fala como e quando cada um deve fazer para alcançá-las. “Quando o chefe dá a receita, tira a responsabilidade da pessoa pela tomada de decisão”. O que ele faz é ajudar a equipe a buscar soluções próprias.

3. Pratica os valores

Falar sobre os valores de uma empresa pode soar como algo vago e suscitar variadas interpretações. Dizer que proatividade ou lealdade de seus funcionários pode significar atitudes diferentes no entendimento de cada um deles. Portanto, o líder deve se empenhar traduzir em ações o tipo de conduta que espera de seu time. “Ele pode criar indicadores para avaliar se os valores estão sendo cumpridos”.

4. Faz primeiro e depois cobra

“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu falo” não serve para um líder. Para ser seguido e respeitado – e não apenas aceito por uma imposição hierárquica –, ele precisa aplicar os conceitos que prega em suas atitudes cotidianas.

5. Sabe o que quer

Além de saber o que quer, sabe como comunicar e engajar todos no mesmo propósito. “O chefe que não se preocupa em desenvolver uma meta comum, acaba formando uma equipe que se perde no individualismo das pessoas”. O líder tem claro para si o que os funcionários devem atingir e os ajuda com orientações constantes e práticas.

6. Assume que o erro é nosso, o acerto é seu

O líder se empenha no desenvolvimento de cada um individualmente. Para isso, deve premiar o grupo por meio de indicadores de performance e resultados. Já os erros, são responsabilidade de seu próprio trabalho. “O chefe tradicional faz sua gestão reforçando os erros – e não os acertos”.

7. Oferece feedbacks constantes.

Seções formais de feedback servem para o chefe que não tem segurança ou conhecimento para ser assertivo no momento em que a conduta dos subordinados sai dos trilhos. “O líder atua no dia a dia através de conversas em tempo real, conduzidas de maneira informal e rápida (de cinco a dez minutos)”, diz a consultora. Com isso, o comprometimento do grupo tende a aumentar, assim como o desenvolvimento individual de cada um, que saberá exatamente os pontos a serem trabalhados.

8. Investe na diversidade

O líder tradicional busca pessoas que tenham um perfil semelhante ao seu para compor sua equipe de trabalho, segundo Cristina. Já o gestor com postura de coach reconhece que as diferenças entre um e outro podem contribuir para uma equipe mais forte e completa. “Ele explora o que há de melhor em cada estilo para compor um time vencedor”.

9. Dá liberdade à equipe

Saber delegar é uma característica do líder. “Na sua delegação, ele transfere autoridade às pessoas comprometidas e competentes”. Ao final, a responsabilidade sobre o trabalho do grupo volta a ser dele. Já o chefe tradicional não delega as tarefas porque é inseguro e tende a acreditar que, se o fizer, o funcionário terá a chance de se destacar mais do que ele, segundo Cristina.

10. Conhece sua equipe
Enquanto o chefe tradicional se preocupa com a tarefa a ser executada naquele momento, o líder tem uma visão mais ampla de seus subordinados e atividades. “Ele conhece as qualificações e capacidades de cada integrante de seu time”, afirma a consultora. “E mantém essas observações atualizadas, já que a equipe está sempre se desenvolvendo.”

11. Forma sucessores

Dizem que bom professor é aquele que ensina o aluno a ponto de ser superado por ele. Este seria o líder. Alguém que colabora na construção da maturidade profissional dos subordinados, reconhecendo em que aspectos cada um precisa melhorar. Enquanto o líder tradicional está preocupado em manter seu emprego e se mostrar imprescindível para a organização, o líder deixa sucessores prontos a assumir seu posto quando necessário.

Via Época Negócios

9 truques para impressionar quem acabas de conhecer

Alguns especialistas acreditam que a maior parte do seu sucesso não vem só através de seus conhecimentos, mas sim de seus contatos. E sabendo da máxima “a primeira impressão é a que fica”, coletamos algumas dicas de como impressionar rapidamente pessoas que você acabou de conhecer. Elas podem ser extremamente úteis em uma entrevista de emprego ou em um primeiro encontro:

1. Não se intimide

Os primeiros segundos de um primeiro encontro são marcados por reações instintivas – muita gente entra em um modo apelidado de ‘luta ou fuga’ ou ‘fica na defensiva’. Mas são nestes primeiros momentos que fazemos avaliações imediatas inconscientes da outra pessoa (afinal, também estamos na defensiva) e elas variam de acordo com a segurança que sentimos. Esteja consciente de seus sinais e certifique-se de não parecer assustador ou assustado.

2. Respeite os limites

Preste atenção no espaço pessoal e respeite os limites dos outros. Em caso de dúvida, siga as pistas que a outra pessoa der: se ela se inclinar, você se inclina, e assim sucessivamente. Lembre-se que os conceitos de espaço pessoal variam de acordo com cada pessoa.

3. Cumpra as expectativas

Você já conheceu alguém pela internet e, quando finalmente encontrou a pessoa, ficou completamente decepcionado? Em época de Tinder essa situação é extremamente comum. E, às vezes, a pessoa pode até ser bacana – mas é tão diferente do que deixou passar por mensagens que a decepção é inevitável. Evite causar o mesmo tipo de sensação deixando clara, desde o primeiro contato, qual é a sua personalidade e seguindo com ela no primeiro encontro. Ou no caso de uma entrevista de trabalho, não invente uma persona que não condiz com você: são poucas as pessoas que conseguem interpretar papéis com sucesso em situações como essa e as chances de que os entrevistadores percebam que você está sendo falso são grandes.

4. Seja positivo

Sorrir, manter contato visual… tudo isso parece óbvio. Mas, garantimos, funciona. Na hora de explicar situações ou contar histórias, mostre bons sentimentos como gratidão em vez de ressaltar como você ficou frustrado/irritado. Crie imagens positivas – e elas serão associadas com você.

5. Gerencie seu humor

As pessoas são atraídas pelo humor, entusiasmo e confiança mais do que raiva, arrogância e impaciência, isso é óbvio. Mas você sabia que, ao projetar a positividade da qual falamos no tópico anterior, você consegue alterar o próprio humor? Digamos que você esteja nervoso e tente projetar calma – ao fazer isso, são grandes as chances de que seu coração desacelere e que você consiga se manter mais relaxado.

6. Esteja em sintonia

Certifique-se de que suas palavras, tom de voz e linguagem corporal estão todos dizendo a mesma coisa. Não adianta sorrir e se mostrar um cara calmo se a sua perna está tremendo sob a mesa. Mensagens misturadas podem confundir e fazer você perder a credibilidade.

7. Seja curioso

Dê abertura para a outra pessoa falar também, se mostre curioso e faça perguntas. Esteja interessado: as pessoas gostam de se sentir importantes. E, convenhamos, em uma entrevista de emprego ou em um encontro, uma conversa é muito mais agradável do que uma sessão de perguntas e respostas.

8. Pense sobre você

Ok, não estamos dizendo pra você ter um texto decorado. “Meu nome é fulano, tenho X anos, trabalho com Y…”, mas ter alguns tópicos importantes sobre a sua vida memorizados pode ser um diferencial naquele primeiro momento constrangedor do encontro/entrevista. Fale sobre o que você está fazendo da sua vida, o significado que isso tem para você e a diferença que aquele encontro/entrevista pode fazer. De novo, não de forma ensaiada. Pense nisso não como um discurso de vendas (no qual o produto é você), mas como uma mini-apresentação envolvente.

9. Faça valer a pena

Trate cada contato que você faz como se fosse a coisa mais importante que você já fez – mesmo um encontro que não deu lá muito certo. Ok, ele não vai render em um namoro – mas educação nunca é demais. Vai que você encontra essa pessoa na próxima empresa em que for trabalhar?

Via The Muse

Odeia fazer networking? Veja dicas para começar uma rede de contatos

Seja para manter contato com outros colegas ou procurar um novo emprego, muitas pessoas usam o networking para ficar atentas ao que acontece no mercado de trabalho. E quem não sabe como manter uma rede de contatos? E quem odeia esse método?

O Business Insider, site de carreiras norte-americano, listou 10 dicas para que esses profissionais comecem a aproveitar a ferramenta que é cada vez mais útil para a carreira. Veja abaixo:

1) Se conectar parece difícil, comece reconectando
Um bom primeiro passo é se reconectar com amigos antigos, seja da faculdade, da infância ou do trabalho. Segundo Adam Grant, autor do livro “Give and take” (Dar e receber, em português), em alguns casos, retomar esses contatos pode até ajudar mais do que procurar os profissionais mais próximos.

2) Mexa-se
A maioria das pessoas dá desculpas para evitar o networking. Umas falam que são tímidas ou que têm vergonha de falar com desconhecidos. Se é o seu caso, pode ser algo simples de resolver. Vale pensar em diferentes possibilidades e abordagens no ambiente de trabalho.

Jeffrey Pfeffer, professor da Stanford’s Graduate School of Business e autor do livro “Power: Why some people have it and others don’t” (Poder: por que algumas pessoas têm e outras não?), conta a história de um gerente que atribuía seu sucesso a uma decisão sobre onde se sentar no escritório. Ele notou que durante o dia muitas pessoas iam para o refeitório e banheiro e encontrou um ponto em que os caminhos se cruzavam, passando a trabalhar neste local. Segundo ele, a simples mudança fez muita diferença e ele passou a ter mais acesso ao que acontecia no departamento.

3) Descubra suas ‘superconexões’
Quando algumas pessoas são responsáveis por um grande número de contato e oportunidades na sua vida profissional, elas podem ser considerados “superconexões”. Depois de identificar quem são, você precisa se lembrar de como se encontrou com elas. Isso vai ajudá-lo a colocar em prática, novamente, as táticas utilizadas para ficar perto desses contatos principais.

4) Comece um ‘fundo para pessoas interessantes’
Fazer um bom networking pode custar caro. Happy hours, almoços e jantares são boas opções para manter contato com outros colegas. Portanto, você pode criar uma reserva financeira para esses gastos e, quando houver um convite para alguma reunião de negócios, você não terá desculpa para não ir.

5) Três questões de ouro
Os profissionais desejam que a reunião seja amistosa e pessoal, mas também querem estabelecer as bases de uma relação que será benéfica para ambos.

Segundo Judy Robinett, autora do livro “How to be a power connector” (Como ser um conector, em português), antes de deixar qualquer encontro, confira se respondeu três perguntas: “como posso ajudá-lo?”, “quais ideias você tem para mim?”, “quem mais você conhece que eu deveria falar?”.

Ao responder essas questões, você percebe que a reunião foi produtiva, com a troca de ideias e experiências, além de até conseguir novos contatos.

6) Como não ser desprezível
Quando se tratam de relações comerciais, é importante parar de pensar na palavra “negócio” e focar em “relacionamentos”. Ser amável, curioso e generoso contam muitos pontos na hora do networking. Procure estar envolvido na conversa, demonstrar entusiasmo e fazer perguntas. Pessoas que criam esse tipo de energia positiva conseguem atingir grandes objetivos.

7) O favor de 5 minutos
Um dos maiores problemas que as pessoas enfrentam na hora do networking é como continuar essa relação. O que deve ser feito depois do primeiro encontro profissional? A melhor forma é pensar na outra pessoa primeiro e fazer alguma coisa por ela, um pequeno favor. Para quem ajuda isso significa oferecer apenas alguns minutos do seu tempo, já para quem recebe pode ser um grande benefício.

8) Consolidar a relação pedindo um favor
Pedir favores pode ajudar a fortalecer o vínculo entre os profissionais. A medida ajuda a criar uma relação entre pessoas que antes não tinham nada em comum. Isso também pode ser usado para se aproximar de colegas com quem você tem problemas ou pouca afinidade.

9) Dicas dos melhores
Segundo Adam Rifkin, considerado o melhor “networker” do Vale do Silício em 2011 pela revista “Fortune”, é preciso fazer pequenas coisas para se aproximar de outros profissionais todos os dias, como um hábito. Quanto mais você fizer, melhor se sairá.

Outra dica de Rifkin é manter a rede de contatos sempre ativa e não somente quando há necessidade. Caso você seja despedido, já tem uma lista de 5 a 10 pessoas para quem recorrer pedir conselhos.

10) Forme comunidades
Bons “networkers” constroem pontes, tornam-se pilares da sua rede de contatos e formam comunidades. Para manter o relacionamento constante, você precisa ter encontros regulares com diferentes grupos e sempre manter a conversa em dia.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/08/odeia-fazer-networking-veja-dicas-para-comecar-uma-rede-de-contatos.html