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BEATRIZ IOLANDA PEIXOTO DE FREITAS: Economista, Palestrante, Consultora Empresarial, Escritora, Roteirista, Colunista e Professora Universitária.

Franquias são opções para quem quer crescer ou investir

*Por Paula Monteiro

O sonho de muitos empreendedores é ampliar o negócio, seja para firmar a marca ou aumentar o faturamento. Mas como planejar essa expansão? Qual a hora mais adequada para apostar no crescimento? O consultor Marcelo Cherto explica que a franquia é um caminho excelente quando você quer atingir um mercado razoavelmente grande, com um grau de controle bastante alto sobre a fortma como as coisas acontecem em cada ponto de venda, mas você não tem muitos , mas o empreendedor não tem muitos recursos financeiros.

Foi exatamente o que a Fernanda Castanheda fez. Ela já tinha sido franqueada de outras marcas quando decidiu abrir a sua própria loja de bolos junto com uma sócia. “Quando nasceu a ideia, logo pensamos que precisávamos ter o negócio em vários lugares e, por isso, decidimos franquear”, conta. Foi assim que, de ex-franqueada a franqueadora, Fernanda e a sócia cresceram. Abriram três lojas próprias e franquearam 41.

O consultor Marcelo Cherto destaca que “se elas tivessem 44 unidades próprias, teriam que investir R$ 250 mil ou R$ 300 mil multiplicado 44 vezes. E teriam que ter um esquema de supervisão muito mais rígido”. O custo de 44 lojas próprias seria de aproximadamente R$ 11 milhões. Bem acima do investimento inicial que elas fizeram, de R$ 110 mil.

O consultor explica também que, quando você tem franquias, o seu franqueado acaba sendo o gestor do próprio negócio.

“Ele é um gestor altamente motivado porque ele pôs dinheiro próprio no negócio, então ele vai fazer o negócio da melhor forma possível”.

A Lúcia Souza é um exemplo disso. Ela abriu três franquias da marca de bolos da Fernanda e já pensa em abrir mais uma loja no ano que vem. O investimento para ter uma unidade é de R$ 190 mil.

Alma do negócio: como crescer?

Veja dicas de mercado para fazer o seu negócio crescer

Veja dicas de mercado para fazer o seu negócio crescer

O consultor Marcelo Cherto explica que existem três variáveis principais quando se pensa em ocupação de mercado. A primeira é olhar qual é a cobertura de mercado que se quer atingir, ou seja, em quantos pontos de venda, em quantos lugares, em quantos mercados, em quantos estados, cidades, o empresário quer estar presente. Depois, é preciso saber qual é o custo que você está disposto a bancar para alcançar essa cobertura. E, terceiro, saber qual é o grau de controle que você quer exercer sobre a forma que o produto ou serviço vai chegar ao consumidor.

Além de poder ampliar o negócio com lojas próprias ou franqueadas, é possível oferecer licenciamentos da marca, ou estruturar uma equipe de revendedores diretos para ampliar a área de cobertura geográfica, ou ainda abrir um e-commerce, um atendimento por telemarketing. A escolha do modelo de crescimento vai depender do tipo de negócio. É preciso avaliar prós e contras.

E não é preciso optar por apenas um formato. A dica do consultor Marcelo Cherto é apostar num mix de canais: em alguns mercados você pode ter franquias e em outros mercados, lojas próprias. Em outros, você vai ter representantes comerciais ou distribuidores.

O mais importante é agir – nunca ficar parado.

Fonte: PEGN
Link: https://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2018/12/16/franquias-sao-opcoes-para-quem-quer-crescer-ou-investir-em-um-negocio.ghtml

Como responder sobre objetivos de carreira em uma entrevista de emprego?

Entrevistas de emprego são compostas por diversas perguntas acerca da vida profissional e acadêmica do candidato.

  • Apesar de variarem muito na forma de abordagem, todas entrevistas de emprego têm um objetivo em comum: ajudar o entrevistador a verificar se o seu perfil está alinhado à cultura da empresa.
  • Entre as perguntas mais temidas pelos candidatos, estão as famosas “qual é o seu objetivo profissional?” e “como você se vê daqui a cinco anos?”
  • Você deve ser transparente em relação aos seus objetivos profissionais, mostrando como quer contribuir para o desenvolvimento da empresa.

Entre as perguntas mais temidas pelos candidatos, estão as famosas “qual é o seu objetivo profissional?” e “como você se vê daqui a cinco anos?”. Se você já participou de um processo seletivo, provavelmente já se deparou com elas — e é bem provável que tenha hesitado na hora de responder, afinal, qual é a resposta certa?

Para te ajudar a se preparar melhor e ter todas as respostas na ponta da língua, separamos as melhores dicas de como responder sobre objetivos de carreira. Confira!

1. Diga a verdade

Sabe aquele ditado que diz que mentira tem perna curta? Pois é, parece óbvio, mas é muito importante ressaltar: nunca minta sobre suas pretensões. Não dizer a verdade pode te prejudicar muito no processo seletivo e, se mesmo assim você for contratado, a mentira não tardará muito para mostrar suas consequências negativas.

Você deve ser transparente em relação aos seus objetivos profissionais, mostrando como quer contribuir para o desenvolvimento da empresa. Falar sobre evolução na carreira e desejo de enfrentar novos desafios são boas respostas. No entanto, é importante também falar sobre como você quer fazer parte e colaborar com o crescimento da organização.

Se você não quer colaborar para o desenvolvimento da empresa ou não se vê trabalhando ali daqui a alguns anos, pense bem: talvez essa não seja a vaga certa para você. É preferível desistir e procurar algo que realmente te agrade a mentir e ficar infeliz e improdutivo no trabalho.

2. Foque no objetivo profissional, mas não se esqueça dos pessoais

Daqui a 5 anos, você se vê apenas trabalhando? Você pode até dizer isso, mas é bem provável que o entrevistador não acredite. Para mostrar que você está realmente certo dessa escolha e que a decisão de concorrer àquela vaga foi bem pensada, mostre que o trabalho está incluído nos seus planos de vida.

Para ficar mais claro, você pode dizer: “daqui a cinco anos pretendo estar evoluindo profissionalmente, com um emprego estável. Quero concluir os estudos e construir minha casa aqui nessa cidade”. Isso mostra que você procura estabilidade e que irá se dedicar à empresa para que ela cresça — e para que você cresça junto com ela.

Mas atenção: cuidado para não exagerar! O interesse do entrevistador é no seu objetivo profissional e esse deve ser o seu foco. Características e metas pessoais devem aparecer como um complemento nas suas falas ou, se for o caso, como histórias que ajudem a exemplificar suas competências.

3. Valorize sua experiência e reconheça seus limites

Recrutadores e gestores gostam de candidatos que apontam como querem auxiliar no progresso da empresa a partir de suas habilidades profissionais, além de valorizarem a humildade daqueles que assumem que ainda têm muito o que aprender.

Se seu objetivo é conquistar um cargo de gerência e você sente que tem competência para isso, não há motivo para não dizer. No entanto, muito cuidado com o orgulho e o pedantismo. Em vez de se autointitular como “ótimo para liderar grupos”, use uma história para mostrar ao recrutador que você tem essa habilidade.

Também vale a pena citar experiências anteriores, se forem positivas, que mostrem que você evoluiu profissionalmente e que está em busca dos objetivos que citou.

4. Mostre que você conhece a empresa

Um ponto muito valorizado em processos seletivos é o conhecimento do candidato sobre a empresa. Quando você é capaz de falar sobre o modo como a empresa funciona, isso mostra, no mínimo, que você fez o dever de casa e estudou antes da entrevista.

Conheça a estrutura organizacional da empresa, identifique o posicionamento dela no mercado e tente perceber em que direção a organização está caminhando. Se os seus objetivos convergem com os objetivos da empresa, seu trabalho lá será muito mais fácil — e o interesse do recrutador por você certamente será muito maior.

5. Tome cuidado com o modo como se expressa

De nada adianta pensar bem em todas as respostas se você não conseguir expressá-las da maneira correta. Seja claro e direto, não faça rodeios e não deixe nada subentendido.

Se durante a entrevista você sentir que o nervosismo te impediu de falar algo da maneira que queria, não hesite em pedir para começar de novo e se explicar direito. É melhor reconhecer o nervosismo do que perder a vaga por ser mal interpretado.

Muito cuidado com algumas respostas que podem causar má impressão. Por exemplo: um candidato falar que está participando do processo só porque está interessado nos benefícios da empresa não demonstra que ele será um profissional engajado com a organização. Muito pelo contrário: passa a impressão de que, caso receba uma proposta melhor que a atual, tenderá a trocar de emprego para aproveitar os benefícios oferecidos.

Ter cautela é necessário no momento de responder. É preciso que o candidato mostre que se identifica com a empresa e que a organização pode, sim, contar com sua atuação e contribuição como profissional. Mostrar o quanto se quer o emprego e, mais do que isso, como se quer colaborar com a companhia, é fundamental para conquistar a vaga.

E então, preparado para a próxima entrevista? Falar sobre seu objetivo profissional pode parecer algo difícil, mas seguindo todas as nossas dicas, você pode ter certeza de que a tarefa será muito mais fácil.

Tente se conhecer bem, refletir sobre quem você realmente é e sobre o que quer. É claro que seus objetivos podem mudar, mas, para evoluir profissionalmente, é preciso construir metas bem pensadas.

Fonte Universia
Link: http://noticias.universia.com.br/emprego/noticia/2017/04/13/1151604/responder-sobre-objetivos-carreira-entrevista-emprego.html

4 Dicas para lidar com colegas de trabalho falsos

A convivência harmoniosa no ambiente de trabalho é necessária, mas nem sempre é uma tarefa fácil. Isso porque os profissionais geralmente precisam lidar com pessoas com os mais variados perfis, que inclui extrovertidos, introvertidos, comunicativos, calados, nervosos e até mesmo os falsos. Lidar com colegas de trabalho falsos pode gerar um grande desgaste emocional e até mesmo físico. Isso porque esses profissionais agem de maneira diferente com o chefe e com os colegas de trabalho.

Enquanto se apresentam de maneira mais solícita com os líderes e demais membros da alta diretoria da empresa, agem de maneira hostil, ríspida e falsa com os demais membros da equipe. Diversos são os fatores que contribuem para que um profissional se torne um colega de trabalho falso. Mas, esta não é uma questão relevante para este artigo. Aqui, quero te ajudar a lidar com os seus colegas de trabalho que você já percebeu que agem de maneira falsa dentro da organização empresarial. Quer saber mais sobre este assunto? Continue a leitura!

4 dicas para lidar com colegas de trabalho falsos

As dicas a seguir tem o intuito de contribuir com a harmonia e a boa relação no ambiente de trabalho. Lidar com colegas de trabalho falsos é algo delicado e por vezes requer astúcia por parte de quem não age da mesma maneira. Além disso, as atitudes dos colegas de trabalho falsos podem afetar de maneira negativa o desempenho dos demais colaboradores. Por isso, é importante buscar formas eficazes e seguras de lidar com tais questões. Quer saber como fazer isso? Então, confira as dicas!

1 – Fique atento e seja observador

Pessoas falsas geralmente apresentam falas que divergem de seus atos. Para identificar um colega falso, portanto, a dica é ser observador e identificar as divergências entre falas e atos.Fique atento ao que é dito e feito por esses colegas de trabalho. Vale destacar que observar é diferente de interpretar: observe os fatos tal qual eles são e evite dar interpretações ao que você está vendo.

2 – Fique de olho nos assuntos

Colegas falsos costumam falar sobre outras pessoas, geralmente em tom de julgamento. A atenção e observação citadas no item 1 são importantes aqui. Observe o que os colegas falsos falam e como são julgadores. Mas, não se envolva nas falácias destas pessoas. Fique longe de fofocas e jamais incentive os colegas a falarem de outras pessoas. Caso seja interpelado por este colega falso, evite dar espaço para que ele faça fofocas de outros colegas ou de outras pessoas.

3 – Veja se outras pessoas também estão incomodadas

É importante identificar se há outros colegas que estão incomodados com as atitudes falsas de determinada pessoa. Procure conversar sobre isso com outros colaboradores, certificando-se de que o colega em questão realmente age de maneira falsa. Ter essa atitude é importante para que não haja dúvidas quanto às atitudes do colega falso. Muitas vezes, pode ser apenas uma má impressão da sua parte e se certificar quanto a isso é muito importante para evitar ações precipitadas ou até mesmo constrangedoras.

4 – Seja pacífico

Confrontar o colega falso não é a melhor alternativa pois isso pode gerar confusões e atritos. Ao invés de criar atritos, o recomendado é que você e os demais colegas encontrem meios pacíficos para conviver com a pessoa falsa. Uma alternativa é mostrar que o indivíduo cometeu um erro, ao invés de escancarar a atitude falsa dele. Lembre-se que você está diante de uma pessoa que age de maneira falsa e qualquer confronto será mais uma oportunidade para que ela aja com falsidade. Busque ser pacífico na hora de lidar com erros e demais desconfortos causados pelas atitudes falsas deste colega.

Reportar isso ao gestor é uma boa alternativa?

Esta é uma dúvida bastante comum entre os colaboradores que lidam com colegas de trabalho falsos. A resposta para esta dúvida é: sim, reportar os problemas causados pelo colega falso é necessário. Mas, esta não é uma conversa simples e fácil e requer atenção.

É importante que você não concentre sua narrativa em si mesmo. Afinal, este não é um problema pessoal e sim, algo que diz respeito também a organização empresarial. Portanto, na hora de conversar com o gestor sobre os fatos, não use “eu”. Fale dos transtornos que as atitudes falsas do colega tem comprometido o andamento das atividades da equipe. Quer exemplos?

1 – As fofocas do colega falso tem atrapalhado o cumprimento dos prazos estabelecidos pois existem colegas que acreditaram no que foi dito. Ao invés de dizer “o colega x tem feito fofocas ao meu respeito e eu não gostei”, diga “tenho tido dificuldades para cumprir os prazos pois as atividades que competem ao colega X não são executadas em tempo hábil”. Isso fará com que o gestor investigue quais as causas para este problema e ele mesmo tome as devidas providências para solucionar a questão.

2 – O colega falso se comprometeu a entregar algum material importante no prazo mas isso não aconteceu. O resultado disso impactou a sua produtividade. Assim como no exemplo anterior, comunique ao seu gestor que houve atrasos e que você tem preocupação quanto a isso. Não use o “eu” ao relatar o ocorrido.

É importante salientar que esta é uma forma profissional e madura de conversar com o gestor sobre este problema. Cabe ao gestor tomar as iniciativas para resolver esta questão. Mas, antes disso é fundamental que ele tenha ciência do quanto as atitudes deste colaborador afetam os resultados da empresa. As atitudes falsas contribuem de maneira negativa com o ambiente de trabalho afetam de maneira perigosa a produtividade.

Espero que este artigo contribua de maneira poderosa e efetiva com a sua carreira, querida pessoa! Que este artigo te ajude a lidar com os colegas de trabalho falso de modo eficaz e seguro. Agora, me conte: como você costuma lidar com esta questão? Use o espaço abaixo para contar sua experiência e a sua opinião sobre o assunto. Se este conteúdo te ajudou de forma positiva e você acredita que ajudará outras pessoas, curta e compartilhe-o em suas redes sociais.

Fonte: IBCoating
Link: https://www.ibccoaching.com.br/portal/confira-4-dicas-de-como-lidar-com-colegas-de-trabalho-falsos/

Participe: Seleção dos melhores aplicativos (app) de Goiás

BEATRIZ IOLANDA
www.beatriziolanda.com
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

Caros empreeendedores de Goiás,

Nosso portal de negócios fará uma matéria especial sobre os melhores aplicativos (app) criados em nossa região. Envia-nos o link do teu aplicativo pela página página de CONTATO do nosso portal ou nas mensagens INBOX da nossa FANPAGE.

Os links dos aplicativos poderão ser enviados até às 23:59h do dia 12/Jan/2019, que, por acaso é o dia do meu aniversário.

Relacionaremos os 10 melhores aplicativos dos mais diversos direcionamentos.

Nossa Banca Examinadora será composta por 3 profissionais da área:

01 – Giovanna Grassini:
Professora universitária, formada em ciências da computação, especialista em governança de TI, mídias interativas.
Email: gmgrassini@gmail.com

02 – Jairton Pimenta de Lima:
Engenheiro de dados e especialista em Business Intelligence na GFT (gft.com), engenheiro de dados no Banco Votorantim.

03 – TTales Roger Garbim:
Analista de sistemas, Tec. Mobile hardware (Android + iOs), Eng. de Software.
Site:  https://www.nexttec.com.br

Boa sorte!

Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Economista

5 dicas para ampliar seu networking

*Por Eline Kullock

Falamos o tempo todo de networking. Como é importante ter contatos especialmente nessa hora de crise, quando é essencial ter uma rede que nos ajude na busca por uma recolocação de trabalho ou de informações relevantes de um curso novo, uma palestra motivacional, alguma informação de mercado que nos auxilie a entender quais áreas de mercado vão crescer nos próximos anos.

Cada um faz sua própria rede. Não dá pra dizer, hoje em dia, que existe uma única forma de ter uma rede. Com tantas páginas de relacionamento, o mais bacana é que há inúmeras formas de se criar canais de identificação com amigos (e novos amigos) seja pelo Huddl, Instagram, Twiiter, Pinterest, Linked In, Ello, Tumblr, Skoob, Ology, ou o bom e velho Facebook.

No entanto, é possível seguir alguns passos para você começar a dar os primeiros passos para a criação, manutenção e desenvolvimento da sua rede de contatos:

1. Na medida em que você encontrar pontos de identificação com uma determinada pessoa, será mais fácil estabelecer parcerias com ela. Já estudaram na mesma escola e gostaram? Gostam de cachorros? Gostam de fotografias? Curtem caminhadas longas? São do mesmo signo? Isto aproxima as pessoas.  Aproveite as semelhanças e estabeleça um clima de sintonia, de amizade, de identidade.

2. Mostre alegria, bom humor. Ninguém quer estar perto de gente deprimida ou pessimista.

3. Espalhe conteúdo relevante. Sempre que você encontrar alguma coisa relevante, repasse aos amigos. As pessoas se lembrarão de você e pensarão: este cara é inteligente, profundo e sabe dividir! Não guarda as coisas só pra si próprio.

4. Escute as pessoas. Na maioria das vezes, as pessoas estão carentes e não tem com quem conversar. Estão solitárias e são apenas um número na multidão. Mesmo que você não possa ajuda-las, mesmo que você não entenda completamente o que elas possam estar dizendo, o simples fato de você estar presente quando elas precisam faz com que você seja uma pessoa extremamente relevante para elas. Esteja presente. Nem que seja somente para ser um ouvido amigo.

5.  Apresente amigos. Você provavelmente tem amigos que acredita que poderiam se dar muito bem. Porque pensam de maneira parecida, porque gostam das mesmas coisas, porque trabalham na mesma área. Faça este trabalho, sempre que achar que isto vale a pena. Sem forçar a barra. Isto os fará lembrar de você, sempre que a situação for inversa. Assim, ampliando a rede de contato deles, você estará convidando-os a ampliar o seu network.

Enfim, há várias maneiras de ampliar sua rede de contatos. Na mesa do bar, na roda de amigos, no passeio com seu cachorro, no supermercado, na manicure, no prédio, no clube ou na praia. Toda oportunidade vale a pena. Não só para uma possível oportunidade de emprego. Mas porque a vida é feita de oportunidades que a gente descobre e abraça. Na relação com pessoas, nas experiências vividas, nas oportunidades que surgem. Então, carpe diem – tratem de curtir bem cada dia que surge.

*Eline Kullock é especialista em Recursos Humanos, carreira e conflitos de gerações.

Fonte: Você SA

FMI: investimento público no Brasil foi menor que em países emergentes

O investimento público do Brasil ficou abaixo da média dos países emergentes e da América Latina, nas duas últimas décadas. É o que conclui relatório com avaliação da gestão do investimento público no Brasil, divulgado hoje (30) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

No período de 1995 a 2015, o investimento público no Brasil foi, em média, de 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Já os países emergentes registraram 6,4% e os países da América Latina, 5,5%.

Em 2015, o estoque de capital público era de apenas 35% do PIB, em comparação com a média de 92% das economias emergentes e 86% da América Latina.

O relatório ressalta que há uma grande margem para aumento da eficiência do investimento público no Brasil. O hiato de eficiência do Brasil em relação aos países mais eficientes é de 39%. Esse resultado é maior do que a média observada nos demais países emergentes (27%) ou da América Latina (29%).

O documento propõe um plano de ação que recomenda, entre outros pontos, fortalecer a priorização estratégica do investimento público e desenvolver um banco de projetos de alta qualidade; padronizar os procedimentos de avaliação e seleção de projetos; e o aperfeiçoamento das análises e da estrutura dedicada às concessões e parcerias público-privadas.

O relatório é resultado de uma missão do FMI, solicitada pela Secretaria do Tesouro Nacional, realizada ao longo do segundo semestre de 2017. Foram avaliados 15 temas chaves, relacionados às fases de planejamento, alocação de recursos e implementação de projetos.

Fonte: Agencia Brasil

Brasil sediará 11ª Cúpula do Brics em 2019

A 10ª Cúpula do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, será realizada no Brasil no ano que vem. A confirmação foi anunciada hoje (30) por meio de nota oficial, após reunião do presidente Michel Temer com os líderes do grupo, em Buenos Aires, na Argentina, onde participam da Cúpula do G20.

Paralelamente, Temer e os demais líderes reiteraram a preocupação com a forma como vem ocorrendo a expansão econômica global. Em nota, eles destacaram que há riscos, se o movimento atual for mantido, de ser “menos equilibrada” e de aumento de retração.

“Receamos que os impactos negativos das políticas de normalização de algumas das maiores economias avançadas sejam uma importante fonte da volatilidade experimentada recentemente por economias emergentes.”

O caminho, segundo os líderes do Brics, é o do “diálogo e da coordenação de políticas, no espírito de parceria, no G20 e em outros fóruns, para prevenir que potenciais riscos se espalhem”.

Clima

No comunicado, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul se comprometem a à implementação do Acordo de Paris, incluindo os princípios das responsabilidades comuns, porém, diferenciadas e das respectivas capacidades.

“Instamos os países desenvolvidos a proverem aos países em desenvolvimento apoio financeiro, tecnológico e de capacitação, para aumentar suas capacidades de mitigação e adaptação.”

Terrorismo

A nota, divulgada pelo Itamaraty no começo da tarde, condena os ataques terroristas e todas as manifestações afins. “Condenamos o terrorismo em todas as suas formas e manifestações, independetemente de onde e por quem cometidos.”

O texto apela para o combate às ações terroristas com base em argumento de ordem jurídica internacional. “Instamos todas as nações a adotarem uma abordagem abrangente no combate ao terrorismo, incluindo todos os elementos enumerados na Declaração de Joanesburgo.”

Multilateralismo

Os líderes do Brics defenderam o sistema multilateral de comércio baseado em regras e na intermediação da Organização Mundial do Comércio. “Para assegurar o comércio internacional transparente, não discriminatório, aberto e inclusivo.”

O texto acrescenta que a OMC assegura os países contra eventuais medidas protecionistas e criticaram aqueles que não seguem os acordos firmados.

“O espírito e as regras da OMC são contrários a medidas unilaterais e protecionistas. Instamos todos os membros a se oporem a essas medidas inconsistentes com a OMC, a reafirmarem os compromissos que assumiram e a recuarem de tais medidas de natureza discriminatória e restritiva.”

Porém, destacaram que é necessário buscar aprimoramentos. “Apoiamos o trabalho de melhoria da OMC, com vistas a aumentar sua relevância e eficiência, para enfrentar desafios atuais e futuros.”

“Reafirmamos nosso compromisso de fortalecer nossa comunicação e cooperação e de trabalhar em conjunto e colaborativamente com outros membros para permitir que a OMC acompanhe a evolução dos tempos, promova crescimento inclusivo e a participação de todos os países no comércio internacional e desempenhe um papel relevante na governança econômica global.”

Infraestrutura

Os líderes defenderam a constituição de uma Rede de Proteção Financeira Global forte, com um Fundo Monetário Internacional (FMI) baseado em cotas e com recursos adequados em seu centro. O prazo para as negociações, de acordo com o texto, é entre março e junho de 2019 (primavera na Europa).

“Reafirmamos nosso compromisso com a conclusão da 15ª Revisão Geral de Cotas do FMI, incluindo uma nova fórmula de cotas, para assegurar o fortalecimento da voz das economias emergentes e em desenvolvimento dinâmicas, para refletir suas contribuições relativas à economia mundial, garantindo a proteção dos países de menor desenvolvimento relativo.”

Fonte: Agencia Brasil

Taxa de desemprego cai para 11,7% em outubro, diz IBGE

A taxa de desocupação fechou o trimestre móvel no mês de outubro em 11,7%, caindo 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (maio/julho), quando a taxa foi 12,3% – confirmando que o desemprego continua em queda no país.

Ainda assim, o país fechou o trimestre móvel encerrado em outubro com uma população de 12,4 milhões de pessoas desempregadas, número que, no entanto, registra 4% inferior ao do trimestre encerrado em julho – menos 517 mil pessoas sem emprego.

As informações foram divulgadas hoje (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa nacional por amostra de domicílio – Pnad Contínua. Em relação ao mesmo trimestre móvel de igual período do ano passado, quando a taxa de desemprego estava em 12,2%, com queda de -0,5 ponto percentual.

Os dados do IBGE indicam que a população ocupada no final de outubro chegava a 92,9 milhões, um aumento de 1,4% (mais 1,2 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de maio a julho deste ano; e mais 1,5% (1,4 milhão de pessoas) na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2017.

Segundo a pesquisa, as 12,4 milhões de pessoas que integravam a população desocupada no trimestre móvel encerrado em outubro representava uma queda de 4,0% (menos 517 mil pessoas) frente ao trimestre de maio a julho de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve redução de -3,1% (menos 389 mil pessoas).

Taxa de subutilização

Uma análise detalhada da Pnad Contínua mostra que a taxa de subutilização e de pessoas desalentadas contínua apontando relativa estabilidade, o que reforça a tese de que o desemprego vem caindo em decorrência da informalidade.

A taxa de subutilização da força de trabalho, por exemplo, que ficou em 24,1% no trimestre de agosto a outubro, caiu apenas 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, quando estava em 24,5%. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, o quadro foi de estabilidade (23,8%).

O mesmo ocorreu em relação à população subutilizada que ficou estável em 27,2 milhões, em comparação ao trimestre de maio a julho deste ano (27,6 milhões). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (26,6 milhões), esse grupo cresceu 2,6% (mais de 696 mil pessoas).

Já o número de pessoas desalentadas fechou o trimestre móvel encerrado em outubro em 4,7 milhões, também ficando estável em relação ao trimestre maio a julho, mas chegando a subir 10,6% em relação ao mesmo trimestre de 2017, quando haviam 4,7 milhões de pessoas nestas condições – 4,3% da força de trabalho.

O número de empregados no setor privado com carteira assinada foi de 32,9 milhões de pessoas, ficando estável em ambas as comparações.

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-11/taxa-de-desemprego-cai-117-em-outrubro-diz-ibge

Como encontrar satisfação no trabalho

Quando a edição do livro How to Find Fulfilling Work terminou, o editor responsável pelo projeto ficou satisfeito com o resultado. Então, desligou o computador, levantou de sua mesa e pediu demissão. É esse poder de transformar a realidade sem sentido que o filósofo australiano Roman Krznaric, autor do livro, deseja despertar nas pessoas que buscam dar um novo significado ao que fazem.

Roman é um dos fundadores da The School of Life, uma espécie de escola alternativa, fundada em Londres em 2008 por escritores e filósofos (entre eles, Alain de Botton), para promover cursos de curta duração e encontros para discutir questões práticas da vida. No Brasil, o livro recebeu o título Como Encontrar o Trabalho da Sua Vida (Objetiva, 177 páginas).

O mérito de Roman é explicar a inquietação de um grupo cada vez maior de profissionais e sugerir um método de reflexão para reposicionar a carreira. “Nunca um número tão grande de pessoas sentiu tanta insatisfação com a vida profissional e tanta incerteza sobre como resolver o problema”, disse Roman em entrevista a VOCÊ S/A.

Pesquisas recentes apontam que na Europa, 60% dos profissionais escolheriam uma carreira diferente se isso fosse possível e, nos Estados Unidos, o nível de satisfação com a ocupação é dos mais baixos que se tem registro.

No Brasil, a pesquisa feita para o Guia VOCÊ S/A – As Melhores Empresas para Você Trabalhar aponta que os funcionários estão menos satisfeitos a cada ano, embora as companhias tenham melhorado suas práticas de RH. Mas você nem precisaria desses dados para se dar conta de que tem muita gente infeliz com o que faz.

Basta puxar o assunto numa mesa de bar, que alguém vai reclamar de não ver propósito no trabalho. Para alguns, um salário generoso é o bastante. Segundo Roman, a partir do momento que a renda é suficiente para cobrir as necessidades básicas, aumentos acrescentam pouco ao nível de satisfação do funcionário.

“Quando se trabalha apenas por um salário é porque o emprego é só um meio para encontrar sentido fora dali”, diz Taynã Malaspina, mestre em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Nem todo mundo pensa assim. O banqueiro carioca André Esteves, presidente do banco de investimento BTG Pactual, afirma que só contrata Ph.Ds, que no BTG é um acrônimo para “poor, hungry and desperate to get rich” (em bom português, “pobre, esfomeado e desesperado para ficar rico”).

“Nós queremos profissionais ousados, com sangue na boca, que gostem de empreender e ganhar dinheiro”, diz Renata Santiago, advogada que fez carreira no banco na área de gestão de grandes fortunas e, há sete anos, migrou para o RH do BTG. Detalhe: o programa de trainee do BTG, que está no terceiro ano, recebe 5 mil currículos de jovens interessados em ficar milionários depois de alguns poucos anos de muita, muita, ralação.

Roman não se convence por exemplos como o do BTG. Para ele, trata-se de um perfil específico de trabalhador, cujas ambições não necessariamente correspondem às da maioria das pessoas. De acordo com Roman, há outros quatro fatores, além da grana, que fazem com que o profissional se sinta motivado. São eles: ter status, fazer a diferença no mundo, usar seus talentos e colocar em prática suas paixões.

Trabalho com significado

Com mais gente buscando sentido no que faz, surgem grupos de pessoas que questionam a relação que têm com o emprego. É o exemplo da comunidade Escape the City, que começou como um movimento de três ingleses insatisfeitos com as corporações nas quais trabalhavam e reúne hoje mais de 100.000 pessoas em seu site.

O objetivo do Escape the City é fazer a ponte entre quem busca oportunidades de trabalho fora de grandes organizações e possíveis empregadores. Aqui no Brasil, o site 99jobs, montado por jovens profissionais que saíram de empresas como Odebrecht e Santander, se propõe a conectar, com 99% de assertividade (daí o 99 do nome), jovens e empresas que comungam dos mesmos valores.

Enquanto isso, o site Continue Curioso conta, por meio de curtos vídeos, as histórias de pessoas que buscam ser felizes com suas ocupações. “Nossa ideia não é filmar exclusivamente quem foi atrás dessa satisfação fora das empresas”, afirma Julia na Mendonça, uma das idealizadoras do site, “mas também quem encontra soluções não convencionais para realizar o trabalho em que acredita”, diz Cristiane Schmidt, uma das sócias do CC.

Infeliz, por quê?

Mas por que tantos questionamentos de carreira surgem neste momento? Para Roman Krznaric, os fatores que agregam o “sentido da vida” migraram de outras esferas sociais para o trabalho. Quando não era possível escolher a profissão (não faz tanto tempo assim, pergunte a seus avós se eles tiveram chance de escolher onde trabalhar), as pessoas conseguiam encontrar significado na religião e na vida em comunidade.

“Por um lado, houve um declínio da importância da religião nas nossas vidas”, diz Roman, “e, por outro, passamos a viver em grandes cidades, o que fez com que pequenas comunidades deixassem de existir como antes”. Então, o trabalho foi ganhando cada vez mais importância social, passou a ser uma fonte de significado.

Mas, se há mais oportunidades de trabalho, por que vivemos tão angustiados com a opção profissional que fizemos? Ter mais possibilidades de carreira parece ótimo, mas pode ser também extremamente frustrante. O psicólogo americano Barry Schwartz chama isso de paradoxo da escolha.

Schwartz usa uma analogia para explicar a situação. Quando as pessoas tinham apenas uma opção de modelo de calça jeans para comprar, era aquela que adquiriam, por mais que ela só se tornasse confortável depois de lavada algumas vezes. Hoje, ao entrar numa loja de roupas, o consumidor se sente perdido entre as possibilidades de modelos, tecidos, lavagens.

Quando finalmente leva um jeans para casa, não parece que aquele era, de fato, o melhor de todos. Para Schwartz, assim como temos uma grande quantidade de opções de produtos, passamos a ter uma grande quantidade de escolhas na vida. O que Schwartz quer dizer é que há mais possibilidades de escolha e, portanto, mais possibilidades de ser feliz.

Se você vai conseguir optar por algo que o realize já é outra questão. “Aumentar opções de realização no trabalho aumenta também as expectativas de que a escolha feita deve ser boa”, diz o psicólogo americano. A saída, segundo ele, é lidar com o desconforto em relação ao que é deixado de lado.

Respeito e bons amigos

“Buscar a plena e ‘eterna’ identificação com o trabalho é um mito”, diz Pedro Bendassoli, professor de psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Isso porque não há uma identidade imutável, e é justamente à medida que as pessoas trabalham e se frustram que entendem o que as move.

Para Roman, a melhor maneira de lidar com isso é pensar que não se tem apenas uma identidade. Então, por mais que sim, o trabalho seja uma parte da identidade, muitas atividades podem assumir esse espaço, não apenas o emprego do momento.

Fonte; Exame
link: https://exame.abril.com.br/carreira/como-encontrar-satisfacao-no-trabalho/

Desemprego é maior entre nordestinos, mulheres e negros, divulga IBGE

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 11,9% no terceiro trimestre de 2018, mas chega a 14,4% na Região Nordeste, a 13,8% para a população parda e a 14,6% para a preta – grupos raciais definidos na pesquisa conforme a declaração dos entrevistados. Quando analisado o gênero, as mulheres, com 13,6%, têm uma taxa de desemprego maior que a dos homens, de 10,5%.

Os dados foram divulgados hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa consta na Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (Pnad Contínua Tri). É considerada desocupada a pessoa com mais de 14 anos que procurou emprego e não encontrou.

Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Sergipe (17,5%), Alagoas (17,1%), Pernambuco (16,7%) e Bahia (16,2%). Apesar disso, a maior desocupação verificada no terceiro trimestre de 2018 foi no Amapá, onde o percentual chegou a 18,3%.

A Região Sul tem a menor taxa de desocupação do país, com 7,9%, e Santa Catarina é o estado com o menor percentual, de 6,2%. No trimestre anterior, a Região Sul tinha taxa de desocupação de 8,2% e o Nordeste, 14,8%.

Do contingente de 12,5 milhões de pessoas que procuraram emprego e não encontraram, 52,2% eram pardos, 34,7% eram brancos e 12% eram pretos. Tais percentuais diferem da participação de cada um desses grupos na força de trabalho total: pardos (47,9%), brancos (42,5%) e pretos (8,4%).

O IBGE informou ainda que, no terceiro trimestre de 2018, o número de desalentados somou 4,78 milhões de pessoas. O contingente ainda está próximo dos 4,83 milhões contabilizados no segundo trimestre, o maior percentual da série histórica. O IBGE considera desalentado quem está desempregado e desistiu de procurar emprego.

O percentual de pessoas desalentadas chegou a 4,3% e tem sua maior taxa no Maranhão e em Alagoas onde chega a 16,6% e 16%. O Maranhão também tem o menor percentual de trabalhadores com carteira assinada (51,1%).

No terceiro trimestre deste ano, 74,1% dos empregados do setor privado tinham carteira assinada, percentual que ficou estável em relação ao trimestre anterior.

Além de ter a menor taxa de desemprego do país, de 6,2%, Santa Catarina também tem o menor percentual de desalentados, de 0,8%, e o maior percentual de trabalhadores com carteira assinada, de 88,4%.

A taxa de subutilização da força de trabalho no Brasil foi de 24,2%, o que representa 27,3 milhões. Esse número soma quem procurou emprego e não encontrou, quem não procurou, quem procurou e não estava mais disponível para trabalhar e quem trabalha menos de 40 horas por semana e que gostaria de trabalhar mais.

A população ocupada somou 92,6 milhões de pessoas. Esse total tem 67,5% de empregados, 4,8% de empregadores, 25,4% de pessoas que trabalharam por conta própria e 2,4% de trabalhadores familiares auxiliares.

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-11/desemprego-e-maior-entre-nordestinos-mulheres-e-negros-divulga-ibge

7 passos para a transformação pessoal

É verdade que muitas vezes as melhores coisas vem em pequenos pacotes, e isso também pode funcionar quando chega a hora da mudança.

No entanto, a maioria das pessoas resistem à mudança, enquanto procuram a transformação.

A mudança duradoura ocorre quando você toma pequenos passos continuamente ao longo do tempo, aumentando a confiança e a autoestima. Você pode melhorar a sua saúde, relacionamentos, carreira e qualquer desafio que enfrente.

A filosofia de dar pequenos passos é encontrada na palavra japonesa Kaizen, que significa Kai (mudança) e Zen (bom).

O professor da faculdade de Medicina da UCLA, Dr. Robert Maurer, autor de “One Small Step Can Change Your Life”, acredita que o processo funciona porque você constrói novas conexões em seu cérebro.

Aqui está como dar pequenos passos para a transformação pessoal

1. SUBSTITUA A NECESSIDADE DA PERFEIÇÃO

Se você está preparando uma palestra ou apresentação, sinta alegria de compartilhar algo pelo qual você sente paixão.

Isso não é muito diferente do que contar para os outros sobre um filme que você viu. Use esse mesmo entusiasmo para o seu produto ou serviço.

2. EVITE LUTAR OU FUGIR

Uma mulher começou a caminhar em frente ao aparelho de TV durante 1 minuto, todos os dias. Logo ela começou a buscar outras coisas que poderia fazer por 1 minuto em frente à TV.

Isso se transformou em um programa de exercícios aeróbicos e a uma perda de 30kg. A mudança contínua constrói a dinâmica.

3. SEU CÉREBRO AMA PEQUENAS PERGUNTAS

O autor do best seller de “War of Art”, Steven Pressfeld não se obriga a escrever de forma brilhante, nem mesmo tem um prazo.

Ele só se força, diariamente, a superar a resistência. Quando você dá um passo através da resistência ela cai.

4. ELOGIE-SE COM PEQUENAS RECOMPENSAS

Isso vai aumentar a sua motivação. O psicólogo francês Emilie Coué começou todo o seu movimento com uma frase simples: todos os dias, em todos os sentidos, eu estou ficando melhor e melhor.

Melhore a sua saúde, dando uma mordida menor em seus doces. Aumente a sua sensação de segurança, economizando 50 centavos por dia e ensinando a si mesmo como é a sensação de ter mais do que se precisa.

Você terá uma sensação geral de abundância.

5. RESOLVA PEQUENOS PROBLEMAS

E identifique pequenos aborrecimentos que se acumulam ao longo do tempo.

Considere se você realmente precisa mudar sua carreira ou localização, ou se você precisa ter uma conversa profunda com alguém para superar o medo da intimidade.

6. TOME PEQUENAS ATITUDES HOJE

É mais fácil amar o que você está fazendo quando você está totalmente disponível para ser quem é com as ações que toma.

A alegria invisível e a gratidão aumentam quando você não está diluindo esses pequenos momentos com distrações ou com arrependimentos passados ou preocupações futuras.

Madre Teresa disse: “não é o quanto fazemos, mas quanto amor colocamos naquilo que fazemos”.

7. PENSE EM PEQUENOS PENSAMENTOS

Em vez de sentir-se oprimido pelo tempo que leva para concluir o mestrado ou escrever um best seller, dê passos incrementais, em vez disso.

Faça um curso online, ou escreva por 5 minutos em um momento em que você venceu o medo.

Tudo na vida é uma série de pequenos pensamentos. Lao Tzu disse: “a viagem de mil milhas começa com 1 passo”.

As etapas podem ser aparentemente pequenas e insignificantes, mas quando avançam em direção à mudança contínua, elas transformam a sua vida.

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Este artigo foi adaptado do original, “Change Ahead: 7 Simple Steps to Personal Transformation”, do NaturalNews.

5 maneiras de se manter motivado no trabalho

Alguma vez você já tentou ficar motivado no trabalho, mas nada funciona? Você começa a se sentir terrível, como se estivesse ficando pra trás e largando o seu negócio ou carreira.

Você está entediado, letárgico e você não quer se encontrar com seus amigos, porque não sabe dizer para eles em que está trabalhando – ou, em que não está trabalhando.

Muitos de nós já sofreu com esse problema, e sentimos uma frustração que vem direto de uma motivação no trabalho. Mas, nem tudo está perdido. Existem algumas coisas importantes que contribuem para seu trabalho e que pode aumentar a sua motivação.

Aqui estão 5 coisas que você deve certificar que suas tarefas têm e que, caso não tenham você deve começar a mudar a partir de agora:

1. A identidade das tarefas

O trabalho é mais motivador quando está claro o que exatamente você está realizando. Pense nisso: quão grande é a sensação quando você sabe que está progredindo em grandes projetos?

Por outro lado, nada é pior do que trabalhar todos os dias e pensar: o que é mesmo que estou fazendo?

Se você está se sentindo como uma barata tonta, tente o seguinte: no final de cada dia ou semana, faça uma got-done list, uma lista do que você tem feito (o oposto de uma to-do list), onde você lista todas as tarefas que você completou.

Para ter uma dose extra de motivação, mantenha a lista em algum lugar visível.

2. O significado das tarefas

Outra chave para se manter motivado é saber que o trabalho que estamos realizando faz a diferença para algumas pessoas e, o impacto que você causa nos clientes é reconhecido pela empresa e parceiros de negócios.

Se você não está enxergando esse significado, tente ir mais fundo. Você pode mapear seus relatórios de vendas semanais para mostrar até onde está indo.

Ou então, a sua empresa pode rastrear o custo de aquisição de clientes e encontrar maneiras desse concentrar sobre os aspectos do seu trabalho com mais frequência.

3. Variedade das habilidades

Você se sente como se estivesse fazendo o mesmo trabalho diariamente? Isso não é nem um pouco estimulante.

Mas, quando você se envolve com diferentes habilidades, isso é fantástico para a sua motivação.

Tente estruturar os seus dias, para que você possa trabalhar em diferentes tarefas (e, portanto fazer o uso de diferentes habilidades) durante todo o dia.

Por exemplo, em vez de escrever todas as segundas, e criar apresentação de clientes às terças, tente fazer um pouco de cada coisa, em cada parte do seu dia.

Quando estimulamos partes diferentes do nosso cérebro, conseguimos recarregar nossa motivação.

4. Feedback

Um dos fatores mais motivadores que você pode ter é ter feedback sobre o seu trabalho.

Não apenas para impulsionar e inflar o ego quando você faz um bom trabalho, mas porque o feedback certo pode ajudá-lo a aprimorar suas habilidades ainda mais.

Isso também pode ajudar você a ver a diferença que o seu trabalho está causando. Se você não sabe como está se saindo, é fácil se perder no meio de tudo que você está fazendo.

Se você achar que está em um buraco negro de feedback, pergunte ao seus colegas de trabalho, como você está se saindo, a cada 1 ou 2 semanas.

5. Autonomia

Este é um grande ponto: ter autonomia em seu trabalho. Agora, isso não significa que você sempre poderá fazer o que quiser, mas significa que você pode escolher como fazer as coisas.

Até mesmo para os empreendedores, é muito importante usar a liberdade para criar as coisas de maneira diferente, de vez em quando. Fugir do convencional e dos padrões ajuda a nos tornarmos mais criativos.

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Este artigo foi adaptado do original, “5 Simple Ways to Get Motivated at Work”, do The Daily Muse.


Also published on Medium.

Os 9 tipos de empreendedores mais comuns no Brasil

Informal, visionário, franqueado ou social. Com mais de 5 milhões de pequenas empresas, não poderiam faltar vários tipos de empreendedores. José Dornelas, especialista em empreendedorismo, classifica os empreendedores em seu livro Empreendedorismo para Visionários. “O que eu tento mostrar é que o comportamento empreendedor pode existir em várias pessoas, independente da atividade dela”, conta Dornelas.

Como cada um tem seus motivos para empreender, as variações são grandes. Há dois grandes grupos: os empreendedores por necessidade, que só empreendem para sobreviver, e os empreendedores por oportunidade, que identificam um nicho com potencial de crescimento. Veja a seguir os principais tipos propostos por Dornelas e descubra qual o seu perfil.

1. O informal

Este tipo ganha dinheiro porque precisa sobreviver. “O informal está muito ligado a necessidades. A pessoa não tem visão de longo prazo, quer atender necessidade de agora”, diz Dornelas.

O empreendedor deste perfil trabalha para garantir o suficiente para viver, tem um risco relativamente baixo e não tem muitos planos para o futuro. “Esse tipo tem diminuído bastante com iniciativas como o Microeemprendedor Individual (MEI)”, opina.

2. O cooperado

Este tipo costuma empreender ligado a cooperativas, como artesãos. Por isso, trabalho em equipe é primordial. Sua meta é crescer até poder ser independente. “Empreende de maneira muito intuitiva”, explica Dornelas. Geralmente, estes empreendedores dispõem de poucos recursos e tem um baixo risco.


3. O individual

Este é o empreendedor informal que se formalizou através do MEI e começa a estruturar de fato uma empresa. “Por mais que esteja formalizado, ele não está pensando em crescer muito”, diz Dornelas. Este perfil ainda está muito ligado à necessidade de sobrevivência e geralmente trabalha sozinho ou com mais um funcionário apenas.

4. O franqueado e o franqueador

Muitos desconsideram o franqueado como empreendedor, mas a iniciativa de comandar o negócio, mesmo que uma franquia, deve ser levada em conta. Geralmente, procuram uma renda mensal média e o retorno do investimento. Do outro lado, está o franqueador, responsável por construir uma rede através de sua marca. “Costumam ser exemplos de empreendedorismo”, afirma.

5. O social

A vontade de fazer algo bom pelo mundo aliada a ganhar dinheiro move este empreendedor. “Este tipo tem crescido muito, principalmente entre os jovens que, ainda na faculdade, têm aberto o próprio negócio para resolver problemas que a área pública não consegue”, diz Dornelas.

Nesta categoria, trabalho em equipe é primordial e o objetivo é mudar o mundo e inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo.

6. O corporativo

É o intraempreendedor, ou seja, o funcionário que empreende novos projetos na empresa que trabalha. “O dilema das empresas hoje é aumentar a quantidade de pessoas com esse perfil”, explica. Seu principal objetivo é crescer na carreira, com promoções e bônus.


7. O público

O empreendedor público é uma variação do corporativo para o setor governamental. Para Dornelas, ainda existem muitos funcionários públicos preocupados em utilizar melhor recursos e inovar nos serviços básicos. Sua motivação está ligada ao fato de conseguir provar que seu trabalho é nobre e tem valor para a sociedade.

8. O do conhecimento

Este empreendedor usa um profundo conhecimento em determinada área para conseguir faturar. É como um atleta que se prepara e ganha medalhas importantes. “Eles sabem capitalizar para empreender e fazer acontecer, como escritores e artistas”, explica. Eles buscam realização profissional e reconhecimento com isso.

9. O do negócio próprio

Este é o mais comum e costuma abrir um negócio próprio por estilo de vida ou porque pensa grande. “Este é o mais se aproxima do visionário”, define Dornelas. Dentro deste perfil, encontramos subtipos: o empreendedor nato, o serial e o “normal”.

O empreendedor nato costuma ser tido como genial, com trajetória de negócio exemplar, como Bill Gates. Já o serial é aquele que cria negócios em sequência. Ele não se apaixona pela empresa em si, mas pelo ato de empreender. Por fim, o “normal” é o empreendedor que planeja para minimizar os riscos e segue o plano estabelecido.

Fonte: Revista Exame
Link: https://exame.abril.com.br/pme/os-9-tipos-de-empreendedores-mais-comuns-no-brasil/

Quem é a pessoa mais rica do mundo?

Jeff Bezos é o homem mais rico da história recente com fortuna de 152 mil milhões de dólares.

O fundador da Amazon tem uma fortuna avaliada em 152 mil milhões de dólares, mais 57 mil milhões do que Bill Gates, 2º do ranking da Bloomberg. É o homem mais rico desde pelo menos 1982.

Jeff Bezos é o homem mais rico da história recente. De acordo com o ranking dos multimilionários da Bloomberg, o dono da Amazon, de 54 anos, tem uma fortuna avaliada em 152 mil milhões de dólares (cerca de 131 mil milhões de euros), mais do que toda a riqueza gerada em Angola em 2017, cujo PIB atingiu os 124 mil milhões de dólares.

Esta lista das pessoas mais ricas do mundo é atualizada diariamente pela Bloomberg. A fortuna do norte-americano, que tem mais 57 mil milhões de dólares do que o número dois da lista, Bill Gates (95.3 mil milhões de dólares, cerca de 83 mil milhões de euros), duplicou nos últimos dois anos graças ao crescimento das ações da Amazon, lê-se na CNBC.

Desde 1982, ano em que a Forbes criou o ranking das pessoas mais ricas do mundo, que não há registo de alguém ter atingido a marca de Bezos, refere a Bloomberg. O que chegou mais perto foi precisamente Bill Gates, em 1999, e a fortuna que alcançou nessa altura valeria atualmente 149 mil milhões de dólares (cerca de 128 mil milhões de euros). Bezos, que também é proprietário da cadeia de supermercados Whole Foods e do jornal Washington Post, já tinha ultrapassado a marca dos 100 mil milhões de dólares no ano passado.

Confira a lista dos 10 mais ricos do mundo (valores de 18/07/2018). A mulher mais rica aparece em 11.º lugar: é Françoise Bettencourt Meyers, herdeira do império L’Oréal, cuja fortuna está avaliada em 49.2 mil milhões de dólares (cerca de 42 mil milhões de euros).

Lista dos 10 mais ricos (valores de 18/07/2018):

  1. Jeff Bezos (dono da Amazon e do Washington Post): 152 mil milhões de dólares — 131 mil milhões de euros;
  2. Bill Gates (co-fundador da Microsoft): 95.3 mil milhões de dólares — 83 mil milhões de euros;
  3. Mark Zuckerberg (fundador e CEO do Facebook): 83.8 mil milhões de dólares — 72 mil milhões de euros;
  4. Warren Buffett (CEO da Berkshire Hathaway): 79.2 mil milhões de dólares — 68 mil milhões de euros;
  5. Bernard Arnault (CEO da LVMH): 75 mil milhões de dólares — 64 mil milhões de euros;;
  6. Amancio Ortega (presidente e fundador da Inditex): 74.9 mil milhões de dólares — 64 mil milhões de euros;
  7. Carlos Slim (presidente da América Móvil): 62.7 mil milhões de dólares — 54 mil milhões de euros;
  8. Larry Page (co-fundador da Google): 58.4 mil milhões de dólares — 50 mil milhões de euros;
  9. Sergey Brin (co-fundador da Google): 56.9 mil milhões de dólares — 49 mil milhões de euros;
  10. Larry Ellison (co-fundador e diretor da Oracle Corporation): 55.2 mil milhões de dólares — 47 mil milhões de euros;.
Fonte:Observador
Link: https://observador.pt/2018/07/18/jeff-bezos-e-o-homem-mais-rico-da-historia-recente-com-fortuna-de-152-mil-milhoes-de-dolares/

Problemas no Facebook durante a política? Seus problemas acabaram!

Muitas pessoas atualmente tem-se deparado com um problema sério no que ser refere às suas amizades no Facebook  rede social muito popular pelo mundo).

Na época de campanhas eleitorais então, este problema tem se agravado porque as pessoas perderam a educação, a classe e de quebra, o equilíbrio mental.

 Teu Facebook é teu castelo e você tem o direito de postar nele o que você quiser. Conheço pessoas que nunca comentam em perfis alheios, mas sempre são acometidas por algum comentário “sem noção’ de alguém intolerante.

Para que você possa emitir a tua opinião, sem precisa desfazer tua amizade virtual, vão aqui algumas dica preciosas:

01 – Como bloquear comentários na postagem?

Para desativar os comentários na sua própria publicação ou em uma publicação em um grupo que você administra ou modera siga:
  1. Encontre o post que você deseja desativar os comentários.
  2. Clique no menu de três pontos;
  3. Em seguida, selecione “desativar comentários” (ou o contrário).

02 – Como desativar publicações de outras pessoas no teu perfil?

Para ativar ou desativar publicações de outras pessoas:
  1. Clique em Configurações na parte superior da Página.
  2. Em Geral, clique em Publicações do visitante.
  3. Clique para escolher entre as opções Permitir que os visitantes da Página enviem publicações e Desativar publicações de outras pessoas na Página.

03 – Como bloquear comentários de uma pessoa especificamente?

Para isso, basta definir quem pode visualizar o seu “post”. Na prática, sempre que publicar algo clique no botão de “Público” e seleccione a opção “Personalizado”. No campo “Não partilhar isto com:” adicione o nome do amigo (ou lista de amigos) do qual irá ocultar as suas publicações.
Lembrando que nesta opção de bloquear apenas uma ou algumas pessoas para que não vejam tua publicação, a publicação tem que estar no modo “Somente amigos”.

Espero ter ajudado para que você continue tendo um bom relacionamento interpessoal com todos os teus amigos virtuais.

Abraços!

Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Economista

Eleições têm atrasado contratações no mercado de trabalho

*O Estadão

Apesar de uma projeção de mais vagas para trabalhadores temporários este ano, as contratações estão atrasadas em relação ao ano passado. “Há uma expectativa melhor, mas ainda em compasso de espera”, diz Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

Segundo ela, as empresas pretendem fazer a maior parte das admissões a partir de novembro porque só no mês que vem se saberá quem será o próximo presidente. E esse é um dado importante nas projeções de vendas de Natal.

Neste ano, quase dois terços das vagas temporárias são para pessoas com 18 a 34 anos, de acordo com pesquisa feita pelo SPC Brasil e pela CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) com 1.168 empresas, entre o final de agosto e a primeira semana de setembro. A idade média é de 28 anos.

“O desemprego é maior entre os mais jovens e há oportunidade para eles resolverem esse problema, nem que seja por um curto período”, diz Marcela.

A pesquisa mostra também que 28% dos empresários pretendem efetivar ao menos um temporário. Não é alta, mas a chance de efetivação existe, ressalta a economista.

A expectativa de aumento no número de vagas de temporários para o final de ano é confirmada pela agência de empregos Luandre, uma das maiores do setor. De acordo com a agência, a oferta de vagas temporárias deve crescer 30% este ano.

Parte dessas contratações já ocorreram na indústria entre agosto e este mês, puxada pela produção de alimentos. Em seguida está o varejo, interessado em admitir a partir de novembro estoquistas, vendedores e operadores de caixa para atender o movimento maior de fim de ano.

Intenção

Marcela, do SPC Brasil, observa que não só o total de vagas é um pouco maior neste ano, mas também a intenção dos empresários é mais positiva. No ano passado, quando foi feita a pesquisa, 82% dos entrevistados disseram que não tinham contratado e que não pretendiam contratar.

Agora essa marca recuou para 72%. Também a fatia daqueles que não tinham contratado temporários, mas planejavam admitir quase dobrou no último ano, passou de 6% para 14%.

Link: https://noticias.r7.com/economia/eleicoes-tem-atrasado-contratacoes-no-mercado-de-trabalho-15102018https://noticias.r7.com/economia/eleicoes-tem-atrasado-contratacoes-no-mercado-de-trabalho-15102018

Os empregos que morrem e os empregos que nascem no mercado de identidades

*Artigo de Márcio dos Anjos

O apocalipse do emprego é profecia recorrente na era digital. Da última vez que vi, 2030 seria o ano do bilhete azul planetário, segundo estudo que o Fórum Econômico de Davos levou muito a sério. Nele, estipulava-se que robôs tomariam “400 milhões a 800 milhões de empregos”, o que dá, no mínimo, uma bela margem de erro: pode haver desemprego cibernético.

Para o Brasil, o mesmo estudo cravou cerca de 15,7 milhões de desempregos gerados, sem especificar aí se já incluem aqueles produzidos por anos de barbeiragens na economia.

Não me impressiono porque sei que o Brasil é um resiliente museu do trabalho. O ano de 2018 terminará com 6% dos servidores da administração federal em cargos que só agora foram tidos como obsoletos, tais como datilógrafos e operadores de caldeira. No Congresso há 74 ascensoristas subindo e descendo ao custo de R$ 5 milhões anuais. Cobradores de ônibus, que já sumiram do panorama europeu há anos, veem suas recontratações ser periodicamente debatidas no Rio; enquanto isso, em Berlim, um misantropo pode se deslocar tranquilamente por quilômetros de metrô sem lidar com seres humanos para comprar sua passagem. Caso queira abastecer seu carro, um português opera a bomba sozinho, sem qualquer temor. O brasileiro, por sua vez, tem quatro frentistas por posto defendidos por lei, junto com o direito de os pneus calibrarem em troca de alguns reais – fator decisivo no caráter privilegiófilo da nação.

Foi-se o tempo em que bocejávamos ao ler sobre o êxodo dos trabalhadores substituídos por máquinas agrícolas, saciados com a ideia de que a marcha da história vinha em nossa direção. Agora, a revolução se dá na urbe. Dos garçons aos tradutores e personal trainers, a realidade passa o rodo sem romantismos, prometendo futuro apenas a engenheiros ambientais, gestores de RH e produtividadeiros em geral.

Mas há o cansaço, e o cansaço é de humanas. Assim como a economia verde impulsionará a roda na direção contrária do aquecimento global, é provável que boa parte da humanidade queira pagar para recuperar os modos de vida que a modernidade nos tomou. Foi assim com a venda de comida em trailers e com o rótulo de “artesanal”. Aos poucos, a mídia começa a detectar nos millennials certo gosto pela alfaiataria – o que indica que isso ocorre há pelo menos dois anos.

Ter roupas sob medida é parte nostálgica de um mercado das identidades que tem muito a crescer, impulsionado pelo protagonismo em redes sociais, pelo identitarismo e pela indecisão que muitos têm sobre o que fazer com a própria vida. Depois da onda dos coaches, um interesse cada vez maior a respeito das origens e da construção da própria imagem deverá popularizar testes de herança genética de sites como MyHeritage e AncestryDNA, braços de uma indústria que projeta para 2020 um valor de mercado de R$ 39 bilhões, segundo o Guardian. Seus resultados são dúbios, por vezes frustrantes, e sua coleta de material suscita questões sobre privacidade biogenética, mas a busca por excepcionalidades de nascença liga pouco para isso. Obviamente, também se fazem libras organizando viagens para revisitar essas raízes vagas, seja no Leste Europeu, seja na África.

Esse público exigirá conversas de perfil empático, de “gente como a gente”, sobre a História prêt-à-porter que o cliente queira ouvir, conhecedor daquele bistrozinho tribal que transformará aquela noite num jardim das delícias artesanais, adaptadas ao paladar de quem paga. A autenticidade sempre pode ser negociada, desde que a narrativa seja reconfortante, e o atendimento atencioso. Guia de viagem? Não. Roteirista da vida dos outros.

Fonte: Época
Link: https://epoca.globo.com/os-empregos-que-morrem-os-empregos-que-nascem-no-mercado-de-identidades-22980795#ixzz5UI5qkkw7

Linda Ação Social na UPA Geraldo Magela Padeiro

Na tarde do dia 16 de outubro de 2018, uma TV LED foi doada à brinquedoteca da UPA Geraldo Magela Padeiro no Parque Flamboyant em Aparecida de Goiânia.

A TV foi recebida om alegria pelos diretores da unidade: Caroline Almeida (Diretora Geral) e Luciano Silva (Diretor Administrativo), sendo a terceira TV doada à unidade que em Junho sofreu um furto, onde foram levados aparelhos de TV usados na unidade pelas crianças.

Sensibilizados com a falta da aparelhagem, a família do falecido vereador de Aparecida de Goiânia, Geraldo Magela Padeiro, cuja UPA leva o nome, entraram em contato com alguns parceiros que imediatamente doaram os equipamentos.

Maione Padeiro, filho do saudoso Vereador, foi quem ajudou a conseguir e entregar a TV.