Dicas para abrir um negócio em casa

Para quem toma a decisão de trabalhar por conta própria, um dos primeiros desafios é decidir onde o empreendimento vai funcionar. Mesmo para quem é autônomo e passa o dia na rua, é preciso ter um local para organizar as contas, planejar compras e entregas e até mesmo produzir o que vai vender.

Em tempos de aperto de cinto, alugar uma sala comercial ou procurar um espaço compartilhado envolve custos que nem sempre o empreendedor é capaz de absorver. Diante desse cenário, trabalhar em casa é a escolha natural.

A vantagem mais evidente de montar seu escritório em um cômodo da casa é o custo: além do valor do aluguel, o empreendedor vai economizar com o trajeto até o trabalho e poderá almoçar em casa todos os dias. Com uma mesa, acesso à internet e uma linha telefônica, é possível trabalhar com e-commerce ou representação comercial. Se for necessário armazenar alguns produtos para usar como mostruário, uma pequena sala consegue dar conta.

O problema é que nem tudo é vantagem no home office. Os riscos e as limitações são grandes, e podem atrapalhar o negócio de quem não está preparado. “Além dos cuidados comuns que qualquer empresa exige, é preciso dedicar uma dose extra de organização para fazer funcionar. Em primeiro lugar, separar a vida da casa da do trabalho. Isso requer disciplina: ter um espaço reservado para o trabalho e todo o cuidado para não se distrair com as coisas do lar”, diz o consultor do Sebrae-SP Fabiano Nagamatsu.

Segundo ele, o empreendedor que trabalha em casa precisa estabelecer uma rotina com início, parada para almoço e fim da jornada. “O empresário deve vestir-se de acordo. Bermuda, chinelo ou pijama durante o expediente não combinam. Tem de entrar no clima da cabeça aos pés literalmente”, afirma Nagamatsu. As contas de casa e as da empresa também nunca devem se misturar – como em uma empresa comum, pessoa física e pessoa jurídica são instâncias diferentes.

Dependendo do ramo de atividade, o empreendedor também precisa de um espaço para receber clientes ou fazer reuniões com fornecedores e parceiros. Nesse caso, o consultor afirma que o cenário ideal é ter uma entrada independente. “A atitude do empreendedor faz muita diferença quando ele monta o negócio onde mora”, diz.

Horários

Montar um espaço para trabalhar em casa foi a saída que Priscilla de Jesus Trindade, 33 anos, encontrou depois que a empresa em que trabalhava como assistente administrativa faliu. Ela já fazia adesivos para unhas para as colegas de trabalho – e perder o emprego foi o estímulo que faltava para levar a produção a sério.

Em um espaço fechado no quintal de casa, Priscilla produz os adesivos que vende pela internet e para salões de beleza. Antes o pai a ajudava com as entregas, mas atualmente ela está fazendo tudo sozinha. “Hoje faço o desenho, todo o controle financeiro e uma vez por semana saio para fazer as entregas e colocar produtos no correio”, conta.

Para Priscila, que hoje é Microempreendedora Individual (MEI), a vida como empreendedora a partir de casa é muito mais recompensadora do que a antiga vida de funcionária, apesar de algumas dificuldades. A principal delas, por enquanto, é adaptar-se o horário “comercial” mesmo estando a poucos passos do quarto e da cozinha de casa. “Estou tentando me adaptar a um horário de trabalho normal. Hoje fico muitas vezes trabalhando até de madrugada e nos fins de semana, ainda mais quando entra alguma encomenda mais urgente”, diz.

Outra questão que deixa Priscilla ainda um pouco perdida é em relação ao fluxo de caixa. Como as entregas são feitas para vários clientes e a quantidade de pagamentos é pulverizada, às vezes é difícil enxergar onde está o dinheiro. “Na empresa você sabe que tem um salário no final do mês, aqui eu às vezes me perco com os recebimentos”, conta. Mesmo assim, a empreendedora não sente saudades do emprego fixo: pelo contrário, pretende aprimorar-se na gestão.

Adaptação

Alguns segmentos são mais indicados para quem pretende trabalhar em casa: e-commerce e representação comercial são os mais comuns. Artesanato e produtos alimentícios também não demandam muito espaço além de um pequeno cômodo para armazenamento ou um freezer horizontal. “Evite negócios que exijam linha de produção ou que produzam barulho, cheiro, que usem produtos químicos ou que provoquem muita movimentação de gente, porque isso vai interferir na vida dos moradores da casa e dos vizinhos”, diz Nagamatsu.

O consultor do Sebrae-SP também lembra que trabalhar em casa pode ser um pouco mais complicado para quem mora em apartamento. É preciso respeitar as regras do condomínio e verificar se há algum tipo de licença especial para exercer a atividade desejada.

A empreendedora Rosana Sacramento, 45 anos, proprietária da Red Onions Culinária Saudável, teve de alugar um pequeno imóvel para instalar sua cozinha, onde produz alimentos totalmente livres de glúten. “No apartamento eu não teria autorização dos órgãos sanitários”, diz.

Antes de empreender, Rosana trabalhava no setor de eventos de uma grande empresa. Ela viajava muito e não tinha tempo para ficar com o filho, hoje com oito anos. Trabalhar por conta própria foi uma alternativa para permanecer mais próxima à família e transformar uma vocação – cozinhar – em profissão. Mas as dificuldades são muitas: à noite, em casa, a empreendedora vai para o “terceiro turno”, controlando planilhas financeiras, elaborando listas de compras e fazendo a divulgação da empresa nas redes sociais.

O marido, autônomo, consegue ajudar com as compras e com as entregas “Sou praticamente todos os departamentos sozinha”, diz Rosana. Atualmente, para tentar aumentar o faturamento, ela passou a comercializar marmitas saudáveis. “O custo do aluguel está impactando no caixa da empresa. Além disso, meus insumos são muito altos”, conta.

Vale a pena trabalhar em casa?

Pontos positivos:

– Redução de custos com aluguel, transporte e alimentação na rua.

– Possibilidade de escolher os horários de trabalho.

– Estar mais próximo à família para almoçar e jantar, com ganhos para a qualidade de vida.

Pontos negativos:

– Risco de misturar vida doméstica e trabalho, principalmente em relação às contas.

– Falta de disciplina com horários e compromissos.

– Espaço inadequado para receber clientes e fornecedores, assim como para armazenar produtos.

– Pode ser solitário para quem gosta de interagir com colegas.

Fonte: Revista PEGN –  Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP
Link: http://revistapegn.globo.com/MEI/noticia/2016/09/dicas-essenciais-para-abrir-um-negocio-em-casa.html

Novo modelo de negócio une ações sociais e geração de lucro

Uma das principais atrações da Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (Finit), que ocorre em Belo Horizonte até sábado (4), a corrida de drones chama a atenção do público. Quatro vezes por dia, qualquer um pode controlar um desses dispositivos voadores e cumprir um percurso com obstáculos. Os dois melhores disputam uma grande final, em que o vencedor é quem pilota mais rápido.

Por trás do entretenimento, existe um novo modelo de negócio que une ações sociais e geração de lucro. Empresa responsável pelos drones, a Mirante Lab, de São Paulo, também sustenta-se com os convites para demonstrações em escolas, eventos e workshops. No entanto, segundo os funcionários, o negócio também fornece retorno para a sociedade ao promover a inclusão de novas tecnologias e ampliar o interesse pela ciência.

“Temos uma missão de inclusão que a gente preza muito: deixar que as pessoas conheçam o que é um drone ou uma impressora 3D [que imprime objetos em três dimensões]. São jovens, pessoas com deficiência e até idosos que entram em contato pela ciência”, destaca Ricardo Yamamoto, gerente de Atividades da Mirante Lab. Fundada há dois anos, a empresa, desde o ano passado, é parceira da Campus Party, evento que reúne jovens para desafios tecnológicos.

Missão

Um desses negócios é a Kitutor, startup de educação online que oferece aulas numa plataforma restrita. Fundador da empresa, Antônio Pinto diz ter muito orgulho da vocação social de seu negócio, que, segundo ele, fornece uma solução barata para escolas que precisam complementar atividades para cumprirem a carga horária de ensino integral. “Nossa solução custa 1% do que o governo gasta hoje para oferecer o contraturno escolar”, declara.

startup (empresa pequena que fornece inovações tecnológicas) de Antônio Pinto ainda está em fase pré-operacional e comercializará a plataforma de ensino online a partir de janeiro. Ele pretende usar o faturamento com a venda da solução tecnológica a escolas e empresas privadas para oferecer de graça a plataforma a escolas públicas. “Também posso atrair patrocinadores que financiem o fornecimento para o ensino público. Ser empresário social não me impede de lucrar. A gente quer ganhar dinheiro fazendo o bem”, resume.

Potencial

O secretário de Inovação e Novos Negócios Ministério do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Vinícius de Souza, diz que o acesso crescente à tecnologia está promovendo uma mudança na cultura de negócios. Segundo ele, os negócios sociais proporcionam impacto positivo em várias áreas, como renda, cidadania e meio ambiente. “Até alguns anos atrás, as grandes empresas constituíam projetos de responsabilidade social para devolver parte dos lucros em ações sociais. Agora, estão nascendo negócios sociais que unem a capacidade de promover melhorias sociais e ambientais enquanto geram lucros”, ressalta.

Para Souza, os negócios sociais são um dos temas que vão liderar a transformação na economia nas próximas décadas. Ele ressalta que o Brasil tem um potencial elevado para esse tipo de empreendimento. “Temos cada vez mais pessoas empoderadas com acesso à tecnologia. Hoje, qualquer pessoa tem informações de qualquer lugar do planeta, que podem ser usadas para mudar a sua vida, a de outros e até influenciar países. O Brasil representa um terreno fértil nessa área”, acrescenta.

Gerente executivo de Tecnologia e Inovação na mineradora Vale e vice-presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Luiz Eugênio Mello diz que os negócios sociais representam uma tendência irreversível. “É certamente uma tendência entre as empresas. Às vezes, é difícil falar do momento atual com o olhar do presente porque a gente não tem o distanciamento histórico. Várias coisas que hoje a gente enxerga como embrionárias, daqui a algumas décadas, serão comuns”, destaca.

Fonte Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2017-11/novo-modelo-de-negocio-une-acoes-sociais-e-geracao-de-lucro

Brasil – Comércio deve contratar mais de 74 mil trabalhadores temporários

O comércio deve contratar 74,1 mil trabalhadores temporários neste final de ano, segundo projeção divulgada hoje (8) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Natal deverá movimentar R$ 34,9 bilhões, um aumento de 5,2% em relação ao ano passado, a maior variação desde 2013.

A projeção anterior divulgada pela CNC era de crescimento de 4,8%, mas foi revisada porque, segundo a confederação, o cenário de inflação baixa, queda de juros e retomada do emprego nos últimos meses deve melhorar os resultados do setor este ano. “O cenário para o comércio está bastante positivo para o curto prazo. O comércio interrompe dois anos de queda”, disse o economista-chefe da Divisão Econômica da CNC, Fábio Bentes.

De acordo com o economista, a revisão para cima da perspectiva de vendas para o Natal também levou em conta o efeito do pagamento do décimo terceiro salário e não apenas da demanda.

Este ano, por causa da crise econômica no país, os varejistas adiaram a temporada de oferta de vagas, que geralmente ocorre entre setembro e novembro, para dezembro. As expectativas, no entanto, são positivas, e a taxa de efetivação dos temporários deve crescer para 30%. Em 2015 e 2016, apenas 15% dos trabalhadores temporários foram efetivados após o Natal. Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro deverão concentrar 47% das contratações.

O salário médio de admissão deverá ter aumento real de 3,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 1.185. O maior pagamento deve ser oferecido no ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.430), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.392). No entanto, estes segmentos devem responder por apenas 2% do total de vagas oferecidas para a temporada.

Em relação às vendas, os segmentos de hiper e supermercados (R$ 11,8 bilhões), lojas de vestuário (R$ 9 bilhões) e de artigos de uso pessoal e doméstico (R$ 5,1 bilhões) deverão responder por 74% do faturamento das vendas natalinas deste ano. Em termos relativos, o maior aumento nas vendas deverá ocorrer nas lojas de móveis e eletrodomésticos, com crescimento de 17,8% na comparação com 2016.

Em termos relativos, o maior aumento nas vendas deverá ocorrer nas lojas de móveis e eletrodomésticos, com crescimento de 17,8% na comparação com 2016. Segundo Bentes, o crescimento das vendas neste setor reflete “um importante da suavização das prestações”, por causa da queda de juros. “Com a renda relativamente estabilizada e aumento do emprego, encaixar prestação no orçamento em 2017 ficou menos difícil do que nos últimos dois anos”.

O economista da CNC ressaltou que as expectativas de crescimento este ano caminham no mesmo sentido das demais datas comemorativas do varejo. “E todas as datas, desde a Páscoa, têm fechado com leve alta depois de dois anos de fortes quedas. E no varejo do Natal deste ano, deve acontecer isso também”.

4 coisas que os ricos não falam e você também não deveria

Falar com pessoas que ascenderam financeiramente por causa do empreendedorismo é uma experiência diferente. A confiança vai além do que está na carteira: a característica tem a ver com as atitudes e o jeito de falar desse grupo de pessoas. Ao perceber isso, o americano Steve Siebold escreveu o livro “How Rich People Think” (“Como Pessoas Ricas Pensam”, em tradução literal), destacando elementos além do dinheiro que separam os ricos de todo o resto. Isso inclui algumas frases que eles não dizem, listadas no site “Business Insider”. Saiba quais são elas:

1 – “Não consigo bancar a minha ideia”
Muitos empreendedores têm grandes ideias que, na maioria das vezes, não são colocadas em prática por acharem que não terão dinheiro o suficiente para seguir adiante. Quando uma pessoa rica tem uma ideia que sabe que não poderá bancar, ela geralmente encontra outras formas de financiá-la, sem deixar a ideia de lado.

2 – “Não mereço ser rico”
Ainda tem muita gente que acredita não merecer ter mais dinheiro do que o necessário para levar uma boa vida. Já as pessoas ricas pensam da seguinte forma: “por que não eu?”. Essa crença faz com que eles se sintam muito mais motivados para perseguirem seus sonhos

3 – “Posso perder tudo”
Em vez de verem a perda como algo ruim, os ricos a enxergam como uma experiência com a qual podem aprender. Para eles, todo investimento requer estratégia e conhecimento dos benefícios e consequências. Quanto mais tentativas e aprendizados, menor é o risco de perda.

4 – “Odeio o meu trabalho”
A maioria das pessoas se arrasta todos os dias para trabalhos dos quais não gostam até que chegue o momento de se aposentarem. Os ricos sabem que o segredo da riqueza é o “combo” paixão e esforço. A primeira é o combustível para o segundo. Uma vez que você faz com que você gosta e com vontade, tudo se torna possível.

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/03/4-coisas-que-os-ricos-nao-falam-e-voce-tambem-nao-deveria.html

Trindade no foco do Grupo Peixoto de Freitas

Comunicado da presidente do Grupo Peixoto de Freitas, Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas:

O Grupo Peixoto de Freitas está dando andamento ao futuro empreendimento de grande porte em Trindade, cidade carinhosamente conhecida como Capital da fé e da Prosperidade. Queremos levar nosso projeto acima de tudo, com objetivos sociais, gerando riqueza e levando emprego e renda onde vamos.

Gostaríamos de agradecer à Prefeitura de Trindade em nome do Ilustríssimo Prefeito Jânio Darrôt e aos empresários locais, pelo apoio e confiança sempre a nós ofertado e prometemos devolver toda este incentivo da maneira mais nobre possível.

Oportunamente, estivemos a visitar alguns locais prováveis de investimento e estamos completamente encantados. Um mundo de oportunidades e desenvolvimento brevemente será vislumbrado neste município se depender do nosso Grupo.

Agradeço a todos que confiam em nossa capacidade, pois estamos sempre levando o desenvolvimento onde vamos, sonho este que começou com a história empreendedora de meu saudoso avô Athayde Peixoto de Freitas e perpetua neste grupo através dos tempos, passando de geração em geração. Assim como meu avô esteve a frente um dia, hoje eu tomo o lugar dele com o compromisso de continuar o trabalho que tão belamente ele começou!

Aproveito para dizer que nosso projeto de instalação em Inhumas no Distrito Industrial Athayde Peixoto de Freitas (que levou o nome em homenagem ao meu avô) está no aguardo de ajustes finais para instalação  de uma das nossas indústrias.

PS: Aprecie logo após o texto algumas foto dos locais de instalação.

Muito obrigada a todos!

Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Presidente do Grupo peixoto de Freitas
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

10 dicas para lidar com colegas de trabalho ‘difíceis’

Todos os profissionais têm colegas na empresa e sabem como a convivência é importante para ter um bom ambiente de trabalho. Mas algumas pessoas enfrentam dificuldades para lidar com outras.

Pode ser o jeito de falar, de trabalhar, de lidar com problemas ou mesmo uma falta de compatibilidade. Tudo isso pode atrapalhar, e muito, o andamento do trabalho.

Segundo Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho e autora do livro “Como gerenciar um chefe com comportamento infantil e prosperar no seu trabalho”, existem alguns comportamentos que podem melhorar o dia a dia no escritório ou, pelo menos, evitar o estresse entre os colegas.

Veja abaixo 10 dicas para melhorar o relacionamento com um colega de trabalho difícil:

1 – Seja gentil e diplomático:
Comece e termine a conversa de uma forma amigável e gentil. Todas as questões a serem discutidas deve ficar no meio da conversa. “Seja paciente e gentil em suas palavras. Pratique, se necessário”, afirma Lynn.

2 – Mantenha a calma:
Tente ser um modelo de profissionalismos. “Você quer que a sua abordagem funcione, então é necessário ser estratégico”, ressalta Lynn. O profissional também pode ter um período para ‘retomar’ a calma.

3 – Não rebata fogo com fogo:
“Evite uma batalha de inteligência”, aconselha Lynn. Também não adianta aumentar o volume da música, no fone de ouvido, ou bater no teclado enquanto digita. A melhor forma é tentar resolver o problema para ter um ambiente de trabalho harmonioso ou, pelo menos, sem brigas e disputas.

4 – Seja discreto e direto:
Fale com o seu colega de trabalho em um local privado para tentar evitar ainda mais atrito. “A bondade é um longo caminho que deve ser trabalhado por semanas, meses ou anos”, afirma Lynn.

5 – Antecipação:
O profissional pode tentar antecipar o que vai incomodá-lo para contornar o problema sempre que possível. Medidas preventivas podem fazer a diferença no dia a dia de trabalho.

6 – Não se sinta culpado:
Todos têm o direito de falar o que sentem sem sentir remorso depois. Segundo Lynn, se o profissional for educado e compassivo na hora de conversar com o colega, ele está fazendo a coisa certa e não deve se sentir mal depois.

7 – Tente ser compreensivo:
O profissional deve ser sensível para entender que as pessoas não são perfeitas. Lynn lembra que ninguém está imune a hábitos que podem irritar os outros.

8 – Use o Bom humor:
A situação de irritação pode ser uma boa oportunidade para usar o humor e tentar diminuir a tensão.

9 – Mantenha a positividade:
“Tente ficar otimista, apesar de loucura. Dessa forma, é mais provável que o profissional consiga algum tipo de cooperação”, ressalta Lynn.

10 – Tire uma pausa:
O profissional deve considerar uma pausa para mudar os ares e não se estressar com o colega em questão. “Ele deve voltar mais relaxado para continuar”, diz Lynn.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2015/06/veja-10-dicas-para-lidar-com-colegas-de-trabalho-dificeis.html

Seja o Melhor com Sessões de Desenvolvimento Pessoal e Profissional

Serviços direcionado aos empreendedores e negociadores.
O Desenvolvimento pessoal vem se tornando um fator importante para o mercado atual. Além de oferecer base e provocar consequentemente o desenvolvimento profissional de forma natural, eficaz e rápida.
O desenvolvimento pessoal aplica: programação neurolinguística, instrução pessoal direcionada, técnicas de inserção (pessoais e profissionais), dentre outras opões de melhoria contínua.
Dados:
– Sessões individuais, duplas ou pequenos grupos.
– Sessões de 45 minutos.
– Opções para atendimento domiciliar.
– Sigilo quanto a prestação do serviço.
– Os preços variam pois temos convênios com algumas instituições.
Maiores informações no fone: 55 (62) 98619 1151 (Whatsapp).

Palestras-show: um show de horrores!

Com certeza você já deve ter frequentando alguma palestra em que saiu motivado, mas não sabendo absolutamente nada para aproveitar na tua vida de empreendedor. Isso acontece com mais frequência do que imaginas… Já participei de vários eventos (Palestras, seminários etc) em que saí imaginando: “Meu Deus! Que perda de tempo!”

O problema dos eventos atualmente, principalmente palestras é o quesito motivacional e ridículo que algumas tem assumido. As palestras “entraram na onda” de palestra-show e na verdade virou um show mesmo… que está mais para espetáculo de horrores.

O objetivo de uma palestra é sempre passar informações e abrir a mente de quem vai assisti-la, deixando o ouvinte mais preparado e mais informado para o mercado de trabalho. porém, os eventos que vejo na atualidade se entrenharam nos caminhos da “Coachietagem meia boca” (Coach de ponta de esquina) e viraram palhaçada constante.

Volta e meia algum aluno, cliente ou amigo me envia convite pra assistir “Palestra-show”. Logo penso: “vai ter um idiota falando de motivação e fazendo palhaçada e no final das contas vou perder no mínimo uma hora da minha vida em que eu poderia estar a assistir um evento de qualidade, lendo um livro ou discutindo idéias com pessoas que realmente valem a pena.”

As pessoas hoje se empolgam com bobagens e eventos sem nenhum acréscimo às suas vidas. Se encantam com as palavras de “mude a sua vida!” e no final das contas pagam por um evento ridículo e sem nenhum crédito e depois disso ainda saem achando que estão preparadas para o mercado.

É preciso cuidado com os eventos que frequentamos, porque perdemos tempo e dinheiro que poderiam serem gastos de outras formas muito mais bem formuladas e agregadoras. Um evento que parece espetáculo, não é evento, é show de circo!

 Um ótimo feriado a todos!

Beatriz Peixoto
Economista
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

QUIZ – Que tipo de negociador você é?

Que tipo de negociador você é? O mundo tem vários perfis de negociadores, porém existem alguns em maior quantidade ou que dominam em maior parte a personalidade do empreendedor. Com um simples teste, podes saber mais sobre esse teu lado negociador.

Abraços a todos!

Economista Beatriz Peixoto
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

OBS: Todos os direitos reservados ao Portal Beatriz Iolanda

Para saber mais sobre você mesmo escolha sem pensar uma das construções abaixo:

Resultado:

01) Se você escolheu a número 01, então és alguém que prima pela negociação onde todos saiam ganhando, quer satisfazer as tuas necessidades sem prejudicar ninguém. Porém cuidado! Podes, nessa onda de bondade e solidariedade, acabar por ficar como o “idiota das negociações”

02) Se você escolheu a número 02, então és alguém completamente frio e calculista em qualquer decisão. Em negociações isso é muito bom, pois foca exatamente no ponto crucial onde queres chegar. Porém cuidado com o exagero de objetividade. Podes deixar passar grandes oportunidades de network.

03) Se você escolheu a número 03, então és um negociador bem forte e decidido, casa admiração com as pessoas que estão contigo nestes empreendimentos e aventuras empresariais. Força e Foco são seus pontos chaves e geralmente se dá bem em qualquer barganha.

04) Se você escolheu a número 04, então és alguém qe geralmente não se prepara o suficiente para negociar e quase sempre acredita que apenas o teu charme vai salvar a situação, mesmo que seja periclitante. Não é vergonha pedir ajuda a terceiros quando dela (ajuda) precisar.

 

Como identificar um líder?

O líder que se que explica com objetividade e exemplos o que espera de sua equipe, em vez de só falar em valores vagos e abstratos, é mais do que um chefe, segundo a consultora de empresas Maria Cristina Gattai. “É o líder”, afirma ela. “Ele não se limita simplesmente a uma posição que ocupa na empresa. Porque sabe que liderança é, antes de tudo, uma questão de atitude”.

A seguir, o que faz o “líder” diferente do chefe tradicional.

1. Colabora para o desenvolvimento individual dos profissionais

Em vez de encaminhar os funcionários para treinamentos planejados e conduzidos pelo RH, o líder chama para si a responsabilidade pela formação e aperfeiçoamento de sua equipe. “Ele direciona as pessoas para o aumento de performance por meio da identificação do que cada um faz melhor”, afirma ela. “Faz parte de seu trabalho desenvolver talentos”.

2. Mostra o destino, mas deixa o outro trilhar o caminho

O líder define as metas com clareza e guia os funcionários para que as atinjam. Porém, não fala como e quando cada um deve fazer para alcançá-las. “Quando o chefe dá a receita, tira a responsabilidade da pessoa pela tomada de decisão”. O que ele faz é ajudar a equipe a buscar soluções próprias.

3. Pratica os valores

Falar sobre os valores de uma empresa pode soar como algo vago e suscitar variadas interpretações. Dizer que proatividade ou lealdade de seus funcionários pode significar atitudes diferentes no entendimento de cada um deles. Portanto, o líder deve se empenhar traduzir em ações o tipo de conduta que espera de seu time. “Ele pode criar indicadores para avaliar se os valores estão sendo cumpridos”.

4. Faz primeiro e depois cobra

“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu falo” não serve para um líder. Para ser seguido e respeitado – e não apenas aceito por uma imposição hierárquica –, ele precisa aplicar os conceitos que prega em suas atitudes cotidianas.

5. Sabe o que quer

Além de saber o que quer, sabe como comunicar e engajar todos no mesmo propósito. “O chefe que não se preocupa em desenvolver uma meta comum, acaba formando uma equipe que se perde no individualismo das pessoas”. O líder tem claro para si o que os funcionários devem atingir e os ajuda com orientações constantes e práticas.

6. Assume que o erro é nosso, o acerto é seu

O líder se empenha no desenvolvimento de cada um individualmente. Para isso, deve premiar o grupo por meio de indicadores de performance e resultados. Já os erros, são responsabilidade de seu próprio trabalho. “O chefe tradicional faz sua gestão reforçando os erros – e não os acertos”.

7. Oferece feedbacks constantes.

Seções formais de feedback servem para o chefe que não tem segurança ou conhecimento para ser assertivo no momento em que a conduta dos subordinados sai dos trilhos. “O líder atua no dia a dia através de conversas em tempo real, conduzidas de maneira informal e rápida (de cinco a dez minutos)”, diz a consultora. Com isso, o comprometimento do grupo tende a aumentar, assim como o desenvolvimento individual de cada um, que saberá exatamente os pontos a serem trabalhados.

8. Investe na diversidade

O líder tradicional busca pessoas que tenham um perfil semelhante ao seu para compor sua equipe de trabalho, segundo Cristina. Já o gestor com postura de coach reconhece que as diferenças entre um e outro podem contribuir para uma equipe mais forte e completa. “Ele explora o que há de melhor em cada estilo para compor um time vencedor”.

9. Dá liberdade à equipe

Saber delegar é uma característica do líder. “Na sua delegação, ele transfere autoridade às pessoas comprometidas e competentes”. Ao final, a responsabilidade sobre o trabalho do grupo volta a ser dele. Já o chefe tradicional não delega as tarefas porque é inseguro e tende a acreditar que, se o fizer, o funcionário terá a chance de se destacar mais do que ele, segundo Cristina.

10. Conhece sua equipe
Enquanto o chefe tradicional se preocupa com a tarefa a ser executada naquele momento, o líder tem uma visão mais ampla de seus subordinados e atividades. “Ele conhece as qualificações e capacidades de cada integrante de seu time”, afirma a consultora. “E mantém essas observações atualizadas, já que a equipe está sempre se desenvolvendo.”

11. Forma sucessores

Dizem que bom professor é aquele que ensina o aluno a ponto de ser superado por ele. Este seria o líder. Alguém que colabora na construção da maturidade profissional dos subordinados, reconhecendo em que aspectos cada um precisa melhorar. Enquanto o líder tradicional está preocupado em manter seu emprego e se mostrar imprescindível para a organização, o líder deixa sucessores prontos a assumir seu posto quando necessário.

Via Época Negócios

9 truques para impressionar quem acabas de conhecer

Alguns especialistas acreditam que a maior parte do seu sucesso não vem só através de seus conhecimentos, mas sim de seus contatos. E sabendo da máxima “a primeira impressão é a que fica”, coletamos algumas dicas de como impressionar rapidamente pessoas que você acabou de conhecer. Elas podem ser extremamente úteis em uma entrevista de emprego ou em um primeiro encontro:

1. Não se intimide

Os primeiros segundos de um primeiro encontro são marcados por reações instintivas – muita gente entra em um modo apelidado de ‘luta ou fuga’ ou ‘fica na defensiva’. Mas são nestes primeiros momentos que fazemos avaliações imediatas inconscientes da outra pessoa (afinal, também estamos na defensiva) e elas variam de acordo com a segurança que sentimos. Esteja consciente de seus sinais e certifique-se de não parecer assustador ou assustado.

2. Respeite os limites

Preste atenção no espaço pessoal e respeite os limites dos outros. Em caso de dúvida, siga as pistas que a outra pessoa der: se ela se inclinar, você se inclina, e assim sucessivamente. Lembre-se que os conceitos de espaço pessoal variam de acordo com cada pessoa.

3. Cumpra as expectativas

Você já conheceu alguém pela internet e, quando finalmente encontrou a pessoa, ficou completamente decepcionado? Em época de Tinder essa situação é extremamente comum. E, às vezes, a pessoa pode até ser bacana – mas é tão diferente do que deixou passar por mensagens que a decepção é inevitável. Evite causar o mesmo tipo de sensação deixando clara, desde o primeiro contato, qual é a sua personalidade e seguindo com ela no primeiro encontro. Ou no caso de uma entrevista de trabalho, não invente uma persona que não condiz com você: são poucas as pessoas que conseguem interpretar papéis com sucesso em situações como essa e as chances de que os entrevistadores percebam que você está sendo falso são grandes.

4. Seja positivo

Sorrir, manter contato visual… tudo isso parece óbvio. Mas, garantimos, funciona. Na hora de explicar situações ou contar histórias, mostre bons sentimentos como gratidão em vez de ressaltar como você ficou frustrado/irritado. Crie imagens positivas – e elas serão associadas com você.

5. Gerencie seu humor

As pessoas são atraídas pelo humor, entusiasmo e confiança mais do que raiva, arrogância e impaciência, isso é óbvio. Mas você sabia que, ao projetar a positividade da qual falamos no tópico anterior, você consegue alterar o próprio humor? Digamos que você esteja nervoso e tente projetar calma – ao fazer isso, são grandes as chances de que seu coração desacelere e que você consiga se manter mais relaxado.

6. Esteja em sintonia

Certifique-se de que suas palavras, tom de voz e linguagem corporal estão todos dizendo a mesma coisa. Não adianta sorrir e se mostrar um cara calmo se a sua perna está tremendo sob a mesa. Mensagens misturadas podem confundir e fazer você perder a credibilidade.

7. Seja curioso

Dê abertura para a outra pessoa falar também, se mostre curioso e faça perguntas. Esteja interessado: as pessoas gostam de se sentir importantes. E, convenhamos, em uma entrevista de emprego ou em um encontro, uma conversa é muito mais agradável do que uma sessão de perguntas e respostas.

8. Pense sobre você

Ok, não estamos dizendo pra você ter um texto decorado. “Meu nome é fulano, tenho X anos, trabalho com Y…”, mas ter alguns tópicos importantes sobre a sua vida memorizados pode ser um diferencial naquele primeiro momento constrangedor do encontro/entrevista. Fale sobre o que você está fazendo da sua vida, o significado que isso tem para você e a diferença que aquele encontro/entrevista pode fazer. De novo, não de forma ensaiada. Pense nisso não como um discurso de vendas (no qual o produto é você), mas como uma mini-apresentação envolvente.

9. Faça valer a pena

Trate cada contato que você faz como se fosse a coisa mais importante que você já fez – mesmo um encontro que não deu lá muito certo. Ok, ele não vai render em um namoro – mas educação nunca é demais. Vai que você encontra essa pessoa na próxima empresa em que for trabalhar?

Via The Muse

QUIZ – Você está preparado para prestar um concurso?

Muitas pessoas alegam estarem preparadas para fazer um concurso, mas será que isso realmente é verdade?
Faça o teste e descubra…
Abraços a todos!

Economista Beatriz Peixoto
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!!!…

Você está animado para prestar um concurso?

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Odeia fazer networking? Veja dicas para começar uma rede de contatos

Seja para manter contato com outros colegas ou procurar um novo emprego, muitas pessoas usam o networking para ficar atentas ao que acontece no mercado de trabalho. E quem não sabe como manter uma rede de contatos? E quem odeia esse método?

O Business Insider, site de carreiras norte-americano, listou 10 dicas para que esses profissionais comecem a aproveitar a ferramenta que é cada vez mais útil para a carreira. Veja abaixo:

1) Se conectar parece difícil, comece reconectando
Um bom primeiro passo é se reconectar com amigos antigos, seja da faculdade, da infância ou do trabalho. Segundo Adam Grant, autor do livro “Give and take” (Dar e receber, em português), em alguns casos, retomar esses contatos pode até ajudar mais do que procurar os profissionais mais próximos.

2) Mexa-se
A maioria das pessoas dá desculpas para evitar o networking. Umas falam que são tímidas ou que têm vergonha de falar com desconhecidos. Se é o seu caso, pode ser algo simples de resolver. Vale pensar em diferentes possibilidades e abordagens no ambiente de trabalho.

Jeffrey Pfeffer, professor da Stanford’s Graduate School of Business e autor do livro “Power: Why some people have it and others don’t” (Poder: por que algumas pessoas têm e outras não?), conta a história de um gerente que atribuía seu sucesso a uma decisão sobre onde se sentar no escritório. Ele notou que durante o dia muitas pessoas iam para o refeitório e banheiro e encontrou um ponto em que os caminhos se cruzavam, passando a trabalhar neste local. Segundo ele, a simples mudança fez muita diferença e ele passou a ter mais acesso ao que acontecia no departamento.

3) Descubra suas ‘superconexões’
Quando algumas pessoas são responsáveis por um grande número de contato e oportunidades na sua vida profissional, elas podem ser considerados “superconexões”. Depois de identificar quem são, você precisa se lembrar de como se encontrou com elas. Isso vai ajudá-lo a colocar em prática, novamente, as táticas utilizadas para ficar perto desses contatos principais.

4) Comece um ‘fundo para pessoas interessantes’
Fazer um bom networking pode custar caro. Happy hours, almoços e jantares são boas opções para manter contato com outros colegas. Portanto, você pode criar uma reserva financeira para esses gastos e, quando houver um convite para alguma reunião de negócios, você não terá desculpa para não ir.

5) Três questões de ouro
Os profissionais desejam que a reunião seja amistosa e pessoal, mas também querem estabelecer as bases de uma relação que será benéfica para ambos.

Segundo Judy Robinett, autora do livro “How to be a power connector” (Como ser um conector, em português), antes de deixar qualquer encontro, confira se respondeu três perguntas: “como posso ajudá-lo?”, “quais ideias você tem para mim?”, “quem mais você conhece que eu deveria falar?”.

Ao responder essas questões, você percebe que a reunião foi produtiva, com a troca de ideias e experiências, além de até conseguir novos contatos.

6) Como não ser desprezível
Quando se tratam de relações comerciais, é importante parar de pensar na palavra “negócio” e focar em “relacionamentos”. Ser amável, curioso e generoso contam muitos pontos na hora do networking. Procure estar envolvido na conversa, demonstrar entusiasmo e fazer perguntas. Pessoas que criam esse tipo de energia positiva conseguem atingir grandes objetivos.

7) O favor de 5 minutos
Um dos maiores problemas que as pessoas enfrentam na hora do networking é como continuar essa relação. O que deve ser feito depois do primeiro encontro profissional? A melhor forma é pensar na outra pessoa primeiro e fazer alguma coisa por ela, um pequeno favor. Para quem ajuda isso significa oferecer apenas alguns minutos do seu tempo, já para quem recebe pode ser um grande benefício.

8) Consolidar a relação pedindo um favor
Pedir favores pode ajudar a fortalecer o vínculo entre os profissionais. A medida ajuda a criar uma relação entre pessoas que antes não tinham nada em comum. Isso também pode ser usado para se aproximar de colegas com quem você tem problemas ou pouca afinidade.

9) Dicas dos melhores
Segundo Adam Rifkin, considerado o melhor “networker” do Vale do Silício em 2011 pela revista “Fortune”, é preciso fazer pequenas coisas para se aproximar de outros profissionais todos os dias, como um hábito. Quanto mais você fizer, melhor se sairá.

Outra dica de Rifkin é manter a rede de contatos sempre ativa e não somente quando há necessidade. Caso você seja despedido, já tem uma lista de 5 a 10 pessoas para quem recorrer pedir conselhos.

10) Forme comunidades
Bons “networkers” constroem pontes, tornam-se pilares da sua rede de contatos e formam comunidades. Para manter o relacionamento constante, você precisa ter encontros regulares com diferentes grupos e sempre manter a conversa em dia.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/08/odeia-fazer-networking-veja-dicas-para-comecar-uma-rede-de-contatos.html

QUIZ – Você é um chefe insuportável?

Muitos chefes ruins nem sabem o quão ruins são!
Isso se torna um problema terrível para os empregados e podem se transformar em horas de terror…
Façamos um teste para descobri se você é um chefe ordinário e poder tomar as devidas providências para que o problema seja sanado!
Abraços a todos!

Economista Beatriz Peixoto
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

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QUIZ – Você está preparado para empreender?

Muitos querem empreender neste novo mundo cheio de oportunidades…
Mas estás realmente pronto para encarar este desafio?
Façamos um teste para descobrirmos!!!…

Abraços a todos!
Economista Beatriz Peixoto

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Doações para cursos de capacitação da população carente

Caríssimos amigos,

O Portal de Negócios sempre oferece alguns cursos de forma gratuita aos empreendedores mais necessitados e que não podem pagar. Nestes cursos tentamos fornecer todo o material pois a maior destes novos empreendedores são pessoas mais necessitadas.

Os cursos oferecidos gratuitamente geralmente são: Empreendedorismo, Vendas e Atendimento ao Cliente, podendo variar para outros cursos caso seja necessário.

Gostaríamos da colaboração da população seja com doação de papel, canetas, fotocópias de apostilas ou algum brinde que possa tornar o curso mais proveitoso para esta parte da população empreendedora que precisa de uma oportunidade.

Caso tua empresa ou até tu mesmo queira contribuir, teremos o prazer de divulgar tua marca ou teu nome (caso seja tua vontade). Apenas doe!

Para maiores informações sobre os cursos e o procedimento das doações entre em contato pelo fone:
+55 62 98619 1151 (Whatsapp)

Agradecemos todo o apoio e confiança que sempre foi dado ao Portal Beatriz Iolanda.

Beatriz Peixoto
Economista
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)

Capacitação: A arma mais agressiva do Mercado de Trabalho

Na atualidade, a capacitação tem se tornado fator determinante na conquista de uma boa posição de trabalho. Com a dinamização e pulverização das informação através da globalização, fator este influenciado definitivamente pelo acesso à internet, tornou-se cada dia mais importante acompanhar as mudanças que são feitas no mercado.

O trabalhador atual precisa cada dia mais estar atento ao que se utiliza no momento do teu ofício. Novas ferramentas e fontes de informação são criadas todos os dias e da mesma forma que estas podem se tornar suas maiores aliadas, também podem se tornar um fardo quando o mesmo (trabalhador) não tem conhecimento ou não sabe lidar com elas.

Usualmente, tende-se a se capacitar para isso procura-se fontes que possam fornecer tal conhecimento. Mas cuidado! É preciso verificar se a fonte de fornecimento de todas essa capacitação é confiável. no mundo globalizado atual o que vale é o conhecimento e como ele é aplicado.

Capacite-se sempre! isso é fator de corte no mundo profissional e a capacitação, com certeza, é tua maior aliada na busca de uma boa colocação no mercado de trabalho!

Abraços a Todos!

Beatriz Peixoto
Economista
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)