PTC pretende lançar Beatriz Peixoto para Deputada Federal

 

O Partido Trabalhista Cristão pretende lançar a economista Beatriz Peixoto para Deputada Federal por Goias.

A economista é natural de Inhumas, cidade próxima à capital do Estado. Vem de uma família de empreendedores. Seu avô, Athayde Peixoto foi um dos maiores construtores e colaboradores para o desenvolvimento da cidade. Inclusive, o primeiro Distrito Industrial da cidade levou o nome de seu avô, Athayde Peixoto.

O PTC resolveu cogitar a economista como candidata devido ao destaque da mesma na área do empreendedorismo, nome novo na politica, boa aceitação e com histórico familiar tradicionalmente forte na luta pelo desenvolvimento econômico.

Ela é economista, professora universitária, com excelente grau de capacitação, consultora empresarial e escritora (dentre outros predicados de grande relevância).

O PTC espera lançar nomes de força e destaque, como o de Beatriz Peixoto, e com isso revolucionar essa nova política que está a chegar.

Depois de atuação do Banco Central, dólar recua para R$ 3,53

Depois que o Banco Central (BC) intensificou a venda de dólares no mercado futuro, a moeda norte-americana fechou em queda pela primeira vez em dois dias. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (3) vendido a R$ 3,531, com queda de R$ 0,019 (-0,52%).

A divisa oscilou bastante ao longo do dia, alternando momentos de alta e de queda. No fim da manhã, por volta das 12h, encostou em R$ 3,57, mas desacelerou durante a tarde até fechar em pequena queda.

Hoje, o Banco Central começou a atuar no mercado de câmbio acelerando a rolagem (renovação) de contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro, que venceriam em junho. A medida havia sido anunciada na noite de quarta-feira, após a moeda norte-americana fechar no maior nível em quase dois anos.

O desempenho do mercado de câmbio não se estendeu para a Bolsa de Valores. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou esta quinta-feira (3) com queda de 1,49%, aos 83.288 pontos. Esse foi o terceiro recuo seguido do indicador.

Anúncio do Fed

Ontem (2), o Fed manteve os juros básicos da maior economia do planeta em uma faixa entre 1,5% e 1,75% ao ano. Em comunicado, no entanto, a autoridade monetária norte-americana indicou que pode elevar a taxa na próxima reunião, em junho.

O fato de a inflação da maior economia do planeta estar em alta aumenta as possibilidades de que o Fed eleve os juros além do previsto. Taxas mais altas em economias avançadas atraem os investidores internacionais, que retiram o dinheiro de países emergentes, como o Brasil, pressionando para cima a cotação do dólar.

*Com informações da Agência EFE

Fonte: Ag Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-05/depois-de-atuacao-do-banco-central-dolar-recua-para-r-353

BC nega que cédulas carimbadas percam valor

O Banco Central esclareceu que as cédulas carimbadas com a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os dizeres “Lula livre” não perdem o valor, mas alertou que deverão ser repostas, o que implicará custo para o país.

Nas redes sociais e pelo WhatsApp, circularam diversas imagens de cédulas sendo carimbadas com a mensagem de apoio ao ex-presidente. Alguns vídeos mostram cédulas com mensagens escritas a mão.

Houve comerciantes que se recusaram a receber as notas carimbadas e fixaram avisos perto do caixa.

Mensagens com conteúdo falso foram amplamente divulgadas nas redes sociais. “Banco Central acaba de divulgar que a rede bancária está proibida de receber notas com carimbo ‘Lula Livre’. Se receberem tais notas, os bancos deverão chamar a polícia. O portador estará sujeito ao Artigo 163 do CP [Código Penal]”, dizia uma dessas mensagens, desmentidas pela instituição.

Em nota, o Banco Central (BC) esclareceu que, ao contrário do que foi divulgado, as notas não perdem o valor. “Cédulas com rabiscos, símbolos ou quaisquer marcas estranhas continuam com valor e podem ser trocadas ou depositadas na rede bancária. As notas descaracterizadas apresentadas na rede bancária serão recolhidas ao Banco Central para destruição”, diz o texto. A nota do BC informa ainda que o comércio não é obrigado a aceitar as notas, mas os bancos são.

O BC informa que as notas danificadas podem continuar circulando, porém lembra que a fabricação de novas cédulas e moedas gera custos para o país e que “sua reposição elevará ainda mais esse custo”.

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-05/bc-nega-que-cedulas-carimbadas-percam-valor

Commodities fecham abril em alta

Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, fecharam abril em alta. O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), registrou crescimento de 3,99%, em abril comparado a março. No ano, a alta ficou em 3,64% e, em 12 meses, em 12,6%.

O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.

Em abril, o segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) subiu 9,69%, enquanto o de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo, níquel, ouro e prata) teve alta de 5,52%.

No segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz, carne de porco, cacau e suco de laranja), houve alta de 1,72%.

O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 3,61% no mês passado, de 6,11%, no ano e de 13,1%, em 12 meses.

Fonte: Ag Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-05/commodities-fecham-abril-em-alta

Goiás retoma geração de emprego e Aparecida de Goiânia cresce junto

Por Maione Padeiro*

O estado de Goiás vive um ciclo virtuoso de sua economia, dando exemplo pra outros estados brasileiros na geração de emprego e renda. Entre os fatores que explicam a expansão do mercado de trabalho estão a manutenção das políticas de estímulo à economia, com destaque para programas de incentivos fiscais e a política de divulgação das potencialidades do Estado no exterior por meio das missões comerciais.

A união de esforços entre o setor público e privado resultou em prosperidade para o estado de Goiás. O governador José Eliton tem firmado o compromisso em viabilizar a construção de polos industriais, sobretudo em incentivar o empreendedorismo e garantir o crescimento da industrialização e modernização de negócios. O crescimento da indústria e a geração de empregos demostram o aquecimento da economia goiana. É uma prioridade do governo estadual investir em inovação e tecnologia e fortalecer a vocação econômica de Goiás.

Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital, está se consolidando como um dos maiores polos industriais de Goiás e sua vocação econômica para a indústria e comércio está crescendo e gerando empregos. Nos últimos dez anos, o município adquiriu cinco polos industriais e ocupa o terceiro lugar no ranking de maior Produto Interno Bruto (PIB) entre todos os municípios goianos. Com acesso à duas das maiores rodovias do país, BR-153 e BR-060, Aparecida é um polo estratégico de investimentos, em virtude à fácil logística de transporte e ao seu parque industrial, que conecta o município às regiões norte, sul e sudeste do Brasil. Tais fatores, somados aos investimentos em capacitação profissional vem atraindo muitas indústrias de grande porte, como a Pepsico, UPS SCS Logistíca, Merck Sharp, BRFoods, Sallo Confecção, Café Moinho Fino Indústria, Fokus Distribuidora, Tranzilli Expresso e Logística, Luztol Indústria Química, Forte Bom  Colchões, Hipermarcas e viárias outras.

Sendo intermediador entre empresas e trabalhadores de Aparecida de Goiânia, o SINE Municipal oferece em média 3 mil vagas de emprego por semana. Um canal direito junto aos empresários e programas de cursos para qualificação profissional para encaminhar interessados ao mercado de trabalho. Com a instalação de novas indústrias na cidade, o secretário do Trabalho, Emprego e Renda, Adriano Montovani, comemora o crescimento da oferta e procura por vagas de emprego no município. O secretário tem feito um belo trabalho juntamente com toda equipe, no sentido de captar vagas e encaminhar interessados ao mercado de trabalho. A cidade se transforma, gera emprego e a vida da população melhora. Esse e o “Goiás avançado sem parar”

* Maione Padeiro é ex-presidente da ala jovem da associação comercial industrial de Aparecida de Goiânia (ACIAG jovem), Articulista, Comendador da PMGO, Supervisor  do Programa Goiás na Frente região metropolitana e membro do Fórum Jovem de Lideranças Empresariais de Goiás ; email: maionysousa@hotmail.com

Conta de luz: bandeira tarifária mais cara em Maio

Com a entrada no mês de maio, os consumidores sentirão um aumento nas contas de luz. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudou a bandeira tarifária de verde para amarela.

O valor cobrado com a alteração será de R$ 1 a cada 100 kilowatt hora (kWh) consumidos. Segundo a Aneel, a mudança ocorre em razão do final do período chuvoso.

Com o início do período seco, cai o volume de chuva sobre os reservatórios das principais usinas hidrelétricas geradoras do país. Com isso, há a necessidade de se fazer uso da energia produzida pelas usinas termelétricas, que têm maior custo de produção.

Composto pelas cores verde, amarela e vermelha (patamar 1 e 2), o sistema de bandeiras foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

Com a adoção da bandeira amarela, a Aneel aconselha os consumidores a adotar hábitos que contribuam para a economia de energia, como tomar banhos mais curtos utilizando o chuveiro elétrico, não deixar a porta da geladeira aberta e não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar-condicionado.

Fonte: Ag Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-05/conta-de-luz-maio-comeca-com-bandeira-tarifaria-mais-cara

Prazo de adesão ao Refis de micro e pequenas empresas começou

A partir de hoje (2), micro e pequenos empresários que estão em dívida com a União podem aderir ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Refis). A iniciativa oferece o parcelamento da dívida e descontos de até 90% sobre atrasos, de acordo com a modalidade de adesão.

O prazo para inscrições começou hoje e vai até as 21h do dia 9 de julho, exclusivamente pela internet, no Portal e-CAC PGFN. Para se inscrever basta clicar na opção “Programa Especial de Regularização Tributária – Simples Nacional”, disponível em “adesão ao parcelamento”.

O programa abrange os débitos vencidos até a competência do mês de novembro de 2017 e inscritos em Dívida Ativa da União até a data de adesão ao programa, inclusive aqueles que foram objeto de parcelamentos anteriores ativos ou rescindidos, ou que estão em discussão judicial, mesmo que em fase de execução fiscal ajuizada.

Para aderir ao programa, o contribuinte deverá pagar uma entrada correspondente a 5% do valor total da dívida, que poderá ser dividida em cinco prestações mensais. O montante restante poderá ser quitado em até 175 parcelas. Os juros poderão ter redução de 50% a 90% e as multas de 25% a 70%, de acordo com o número de parcelas.

Valor da parcela não pode ser inferior a R$ 300

Pelas regras do programa, o valor da parcela não poderá ser inferior a R$ 300. Além disso, não são necessárias a garantia e/ou o arrolamento de bens para aderir ao programa.

O projeto, que instituía o programa, chegou a ser vetado pelo presidente Michel Temer, sob o argumento de que feria a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas. Temer voltou atrás e o Congresso derrubou o veto no mês passado.

O veto foi criticado por pequenas indústrias e organizações que representam o setor. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Refis pode beneficiar cerca de 600 mil empresas, que devem cerca de R$ 20 bilhões à União.

Fonte: Ag Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-05/prazo-de-adesao-ao-refis-de-micro-e-pequenas-empresas-comeca-hoje

ENCEJA 2018 – Turmas em INHUMAS

Abrimos inscrições para as TURMAS DE REVISÃO para o ENCEJA 2018  na cidade de Inhumas – Goiás. Provavelmente as aulas serão no mês de Julho (Férias escolares) à noite durante a semana.
Ótima oportunidade para quem deseja concluir o Ensino Médio ou Fundamental.
Telefone para contato: 986191151 (Whatsapp).
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Saiba mais na notícia divulgada sobre o Exame:

As inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja Nacional) 2018 foram abertas na manhã desta segunda-feira, 16 de abril, e podem ser feitas até 23h59 de 27 de abril, exclusivamente pela internet, no endereço enccejanacional.inep.gov.br/encceja. O Sistema de Inscrição também pode ser acessado por meio do Portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no endereço www.inep.gov.br. As provas serão aplicadas em 5 de agosto.

O Exame é direcionado aos jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada para cada nível de ensino. A participação é voluntária e gratuita, mas existe uma idade mínima exigida. Quem visa a Certificação de Conclusão do Ensino Fundamental precisa ter 15 anos completos na data de realização do Exame. Quem visa a Certificação de Conclusão do Ensino Médio precisa ter 18 anos completos.

Os resultados individuais do Encceja permitem a emissão de dois documentos distintos: a Certificação de Conclusão de Ensino Fundamental ou do Ensino Médio, para o participante que conseguir a nota mínima exigida nas quatro provas objetivas e na redação; e a Declaração Parcial de Proficiência, para o participante que conseguir a nota mínima exigida em uma das quatro provas, ou em mais de uma, mas não em todas. A inscrição e a realização das provas não garantem a certificação. Será certificado apenas o participante que atingir o mínimo de 100 pontos em cada uma das áreas de conhecimento do Encceja e que atingir, adicionalmente, no caso de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física no Ensino Fundamental; e de Linguagens e Códigos e suas Tecnologias no Ensino Médio, proficiência de pelo menos cinco pontos na prova de redação.

Orientações para inscrição – O Inep elabora, aplica e corrige as provas, mas a certificação é competência das Secretarias Estaduais de Educação e dos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia que tiverem assinado termo de adesão ao Encceja com o Inep. Durante a inscrição, o participante precisa escolher a instituição certificadora na qual pretende solicitar a certificação ou a declaração parcial de proficiência.

Durante a inscrição o participante também precisa ficar atento à seleção das áreas de conhecimento. Quem visa o Certificado de Conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio precisa ter proficiência nas quatro áreas do conhecimento e na redação. O participante que já tem alguma declaração parcial de proficiência, obtida em edições passadas do Enem ou do próprio Encceja, fica liberado de fazer a prova da área na qual já tem proficiência comprovada. Quem não tem uma declaração parcial de proficiência deve escolher fazer todas as provas do nível de ensino para o qual busca a certificação.

O Encceja é composto por quatro provas objetivas por nível de ensino e uma redação. Cada prova tem 30 questões de múltipla escolha por prova. No Ensino Fundamental as áreas de conhecimento avaliadas são: Ciências Naturais; Matemática; Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação; e História e Geografia. No Ensino Médio as áreas são: Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Linguagens e Códigos e suas Tecnologias e Redação; e Ciências Humanas e suas Tecnologias.

Clique aqui para acessar o tutorial da inscrição.

Clique aqui para acessar as telas do Sistema de Inscrição.

Aumenta preocupação de bancos com risco político e fiscal, diz BC

As instituições financeiras estão mais preocupadas com o cenário político, devido às eleições deste ano, e com os riscos fiscais. É o que mostra pesquisa realizada trimestralmente e divulgada hoje(17) no Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central (BC)

Os riscos fiscais são citados por 56% dos bancos pesquisados, segundo pesquisa do Banco Central – Marcello Casal/Agência Brasil

A pesquisa é feita com 55 instituições financeiras, que representam 92% do sistema financeiro em termos de ativos, envolvendo bancos públicos e privados.

Segundo o relatório, a frequência de citação de fatores relacionados com “inadimplência e recessão” continua apresentando forte redução. Depois de ter caído de 90% em maio de 2017 para 72% em agosto de 2017, a frequência de citação desse risco atingiu 56% em fevereiro de 2018.

“A melhora na percepção é consistente com o processo de recuperação econômica iniciado em 2017, refletido no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país] nesse ano, após dois anos de recessão”, diz o relatório.

Em contraste, acrescenta o BC, a preocupação com riscos políticos continuou sua trajetória de crescimento, e foi o mais citado pelos bancos. “Enquanto esse risco era citado por 44% das instituições em maio de 2017, na última pesquisa foi citado por 64% das instituições, motivado pelas incertezas associadas ao processo eleitoral de 2018”, destaca o BC.

Por sua vez, os riscos fiscais continuam a ser objeto de preocupação das instituições, sendo citado por 56% dos bancos pesquisados. “As instituições financeiras mantiveram os riscos políticos e fiscais como os mais prováveis e com maior impacto no sistema financeiro”, afirma o relatório.

Nos últimos seis meses, houve piora na percepção de fatores de risco advindos do cenário internacional (citados por 51% dos respondentes em fevereiro de 2018, ante 28% em agosto de 2017) e aumento da probabilidade de acontecer.

“Nesse grupo, a principal preocupação se refere ao processo de retirada de estímulos monetários nos Estados Unidos e em outras economias avançadas e suas repercussões no sobrefluxo de capitais e no custo de captação de países emergentes”, explica o relatório. Esse cenário envolve aumento da incerteza, fuga de capitais, alta do dólar e redução da nota de crédito dada por agências de classificação de risco.

Rentabilidade

O relatório do BC também aponta que a rentabilidade dos bancos foi “fortemente beneficiada” pela queda das despesas de provisão (recursos reservados para o caso de inadimplência). Segundo o relatório, o retorno sobre o patrimônio líquido alcançou 13,8% em dezembro de 2017, com aumento de 1,3 pontos percentuais em relação a junho do ano passado.

Apesar do recuo nas provisões, o BC avalia que o nível de provisões permanece adequado ao perfil de risco, tanto para empresas quanto para famílias. “O nível de provisões, quando comparado com a carteira de ativos problemáticos, conservou-se acima de 80% durante todo o ano de 2017, indicando que o sistema financeiro vem mantendo provisionamento em linha com o perfil de risco da carteira de crédito”, diz o BC, no relatório.

Segundo o BC, a redução do risco de crédito às famílias e às micro e pequenas empresas propiciou queda das despesas de provisão, “influenciando de forma relevante o aumento da rentabilidade dos bancos”.

Para 2018, a expectativa é de arrefecimento do movimento de recuperação da rentabilidade. Por um lado, despesas de provisão em contração menor e potencial redução das margens de juros pressionam a rentabilidade para baixo”. Entretanto, há expectativa por “ganhos de eficiência, busca por fontes alternativas de receitas e a retomada do crescimento de crédito”, aponta o relatório.

Comenda Berenice Artiaga é entregue à Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

No Dia Internacional da Mulher (8 de Março de 2018) a economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas foi agraciada com a Comenda Berenice Artiaga, na Assembléia Legislativa de Goiás, Cidade de Goiânia, Capital do Estado de Goiás.

A comenda, que tem o nome da ex-deputada estadual Berenice Artiaga, é uma das mais altas honrarias do Legislativo Goiano. Foi instituída em 1998 para homenagear mulheres atuantes no Estado. O projeto que originou a comenda é de iniciativa da ex-deputada Dária Alves.

A homenagem foi devido à contribuição da Economista no  empreendedorismo goiano, onde ela é referência.  Em nota ela agradeceu a honraria e lembrou que nada mais fez do que dar continuidade ao trabalho começado por seus antepassados.

Portal Beatriz Iolanda
www.beatriziolanda.com
Empreendedorismo é o nosso foco!

O que é Coworking?

Coworking, ou co-working, ou cotrabalho, é um modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos de escritório, reunindo pessoas que trabalham não necessariamente para a mesma empresa ou na mesma área de atuação, podendo inclusive reunir entre os seus usuários os profissionais liberais, empreendedores e usuários independentes.

É uma maneira utilizada por muitos profissionais autônomos para solucionar o problema de isolamento do modelo de trabalho conhecido como home office. Além disso é um ótima alternativa para aumentar sua produtividade e fazer novos contatos de negócios através do networking.

Pessoas e empresas usuárias de coworking também utilizam este modelo de trabalho para estabelecer relacionamentos de negócios onde oferecem e/ou contratam serviços mutuamente. Alguns destes relacionamentos também visam favorecer o surgimento e amadurecimento de ideias e projetos em grupo.

Um serviço já ofertado em Escritórios Virtuais e que hoje está mais difundido. As práticas de conduta do coworking fazem com que este modelo se aproxime mais ao modelo das cooperativas, onde o foco não está apenas no lucro, mas também na sociedade.

Uma tendência que está modificando a forma com que empresas e empreendedores trabalham, compartilham e relacionam entre si. Em um coworking você encontra estrutura bem planejada e pensada para o trabalho autônomo e coletivo. Tem a oportunidade de manter e aumentar o networking com pessoas de diversas áreas e estilos. Pode aumentar a sua produtividade, já que os ambientes e as trocas feitas no espaço são propícios para isso. E tudo isso de maneira mais sustentável e econômica.

Os escritórios de coworking são ótimas opções para profissionais que desejam sair de escritórios residenciais, ou para empresas que procuram se instalar em locais com estrutura qualificada, mas com preço reduzido. Além de oferecerem aluguéis por preços inferiores ao mercado, os coworkings também possibilitam, aos profissionais, a formação de uma rede de contatos especializada e fundamental para a abertura de novas possibilidades.

Quando alguém começa a empreender, uma das principais dúvidas que podem surgir é sobre o local onde vai iniciar seu novo negócio. A maioria destes novos empreendedores, estabelece seu empreendimento em sua própria casa, no que é conhecido como home office.

De fato, trabalhar de casa pode ser bastante tentador, uma vez que estamos no conforto de nossa residência e que não contraímos novos custos. Entretanto, se olharmos para essa situação por outra perspectiva, poderemos perceber que o mesmo conforto que pode nos representar um ponto positivo, também pode nos trazer empecilhos. Por exemplo: receber um potencial cliente em casa não é lá muito profissional, certo?

Pois bem, um dos principais frutos que seu negócio pode ter, uma vez que estiver estabelecido em um espaço de coworking, é justamente o ganho de credibilidade perante seus potencias, clientes, parceiros e até concorrentes. Seu empreendimento deixa de ser visto como um negócio doméstico e passa a ser encarado com a devida seriedade. [8]

Confira algumas vantagens que os escritórios de coworking podem lhe oferecer:
– Internet de Alta Velocidade
– Salas de Reunião
– Localização de destaque
– Segurança
– Café e Água
– Recepcionista Bilíngue
– Ambiente sofisticado e design corporativo
– Linha telefônica própria
– Networking com empresas da rede

Fonte: Wikpédia
Link: https://pt.wikipedia.org/wiki/Coworking

Como faturar com o Chocolate?

Segundo a empresa Euromonitor, os volumes globais de produção de chocolate caíram 1,1% em comparação com 2015. Apesar dessa queda global na produção do doce, no Brasil, os dados são outros. De acordo com dados de 2014 da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates Cacau e Amendoim, o brasileiro consome em média 2,8 quilos de chocolate por ano – sendo 55% desses consumidores da classe C. Com a queda no consumo mundial e a situação econômica do país, as empresas do mercado de chocolate foram desafiadas a reinventar seus produtos.

Muito focadas na importação do chocolate, hoje, as empresas já investem no cacau nacional para criar um produto original e mais sofisticado, por exemplo. “Investir nesse mercado significa ser criativo. É preciso apostar em um produto diferente, embalagens chamativas e se especializar muito no setor, através de cursos, para ganhar credibilidade com o cliente”, diz Leonardo Paiva, consultor do Sebrae-SP.

Para quem pensa em investir nesse setor, é importante se inspirar em quem já se estruturou no mercado brasileiro. Confira três empresas provam que sem dedicação e originalidade não se faz um bom negócio:

1. Brigadeiros by Cousin’s
A loja surgiu em 2011 em um pequeno ponto na zona oeste de São Paulo. A Brigadeiros By Cousin’s chama a atenção pela delicadeza da sua decoração, que se assemelha às pequenas pâtisseries francesas.

O local foi montado pelo casal Giulianna Loduca Scalamandre, 40 anos, e Edoardo Jana, 43. “Minha esposa é designer de interiores, mas se especializou em gastronomia através de cursos. Ela sempre fez doces excelentes, inclusive o brigadeiro. Quando abrimos a loja, focamos nele”, conta Jana.

 Edoardo Jana e Giulianna Loduca Scalamandre da Brigadeiros by Cousin (Foto: Divulgação)

Contudo, pouco tempo depois, a loja estava oferecendo mais de 30 tipos de doces, com uma mistura de receitas francesas e alguns ingredientes brasileiros. “Quando ampliamos a gama de produtos, ficou difícil conciliar a loja e os cursos no exterior da Giulianna. Como não queríamos abrir as receitas para ninguém, ela me capacitou para que eu pudesse fazer qualquer receita na sua ausência. Hoje, quando ela viaja, eu cuido da cozinha tranquilamente”, conta Jana.

Entre os pontos fortes da confeitaria, estão os brigadeiros recheados de bolo de cenoura e com toque de flor de sal e azeite. “Além dos brigadeiros, hoje nosso cardápio conta com 50 tipos diferentes que alternamos todos os dias na vitrine. Prezamos pela delicadeza da decoração e usamos flores comestíveis em vários doces. E todas as embalagens são criações da Giulianna.”, diz Jana.

Com investimento inicial de R$ 1,5 milhão, a empresa fatura mensalmente entre R$ 30 mil e R$ 85 mil. A meta é chegar a R$ 95 mil de faturamento até o final do ano. Para Jana, o comprometimento, a dedicação e o cuidado com o produto são essenciais para alcançar um ótimo resultado. “Trabalhamos com ingredientes da melhor qualidade. Importamos a farinha de amêndoa, usamos chocolate belga em várias receitas, que não leva gordura hidrogenada, e nós mesmos atendemos aos clientes na nossa loja. Precisa disso tudo? Não. Mas se você quer alcançar um ótimo resultado, é preciso dar o máximo de si para os seus clientes”.

2. Mendoá
Criada em 2013, em Ilhéus, na Bahia, estado reconhecido pela plantação de cacau, a empresa investiu desde cedo no setor premium de chocolates brasileiros.

De início, a ideia do administrador Leandro Almeida, 34 anos, era que o brasileiro passasse a reconhecer mais o fruto como uma riqueza nacional. “Sempre houve muita valorização do chocolate importado e poucas pessoas reconheciam que o Brasil também poderia proporcionar um chocolate de ótima qualidade, já que o cacau é uma matéria-prima que encontramos aqui”, conta Almeida.

13.Quase pronto: os tabletes menores, na Mendoá, são embalados um a um manualmente. As barras maiores vão para embalagem automática em outro equipamento. (Foto: Divulgação/Ana Lee)

Para valorizar o cacau brasileiro, Almeida decidiu que a melhor forma seria investindo na produção de um chocolate “bean-to-bar”, ou seja, feito da amêndoa à barra na fazenda de cacau. “Nosso resultado final foi um chocolate que além de saboroso é muito saudável. A linha tradicional é livre de glúten, lactose e gordura hidrogenada”, diz Almeida.

A marca participa com estande próprio do Salon Du Chocolat de Paris e continua investindo em linhas que valorizam os ingredientes nacionais. “Estamos lançando uma linha de bombons recheados com maracujá, amendoim e cupuaçu”, diz Almeida.

Nos dois primeiros anos, o investimento inicial foi de R$ 2,5 milhões e, hoje, a empresa fatura R$ 300 mil por mês. A empresa conta com pontos de venda em mais de 10 estados e tem como meta montar quiosques próprios em shoppings e aeroportos do país.

3. Chocolat Du Jour
Consagrada no mercado nacional e reconhecida internacionalmente, a empresa está perto dos seus 30 anos. Fundada em 1987, pela empreendedora Claudia Landmann, 64 anos, a Chocolat Du Jour permanece como uma empresa familiar.

O negócio surgiu pelo desejo de Claudia de se desafiar e investir em algo que sempre gostou. Ela e o marido, John Landmann, 69 anos, sempre foram apreciadores do doce. “Comecei de forma orgânica por uma falta que eu e meu marido sentíamos de um chocolate brasileiro de qualidade”, conta Claudia. “Nossa ideia não era começar um grande negócio ou ter um retorno financeiro, queríamos fazer algo com prazer e que fosse reconhecido”, diz.

O Choco Damia é um produto com base de macadâmia caramelizada e coberta de chocolate ao leite da Chocolat Du Jour (Foto: Divulgação)

Ao longo dos 30 anos de empresa, Claudia diz que o apoio da família e o interesse dos filhos Patrícia e Manoel em fazer parte da sociedade ajudou a manter o padrão dos chocolates. “Investimos muito no processo do cacau. Essa era nossa vantagem sobre o produto europeu: nós tínhamos o fruto fresco aqui. Desde então, tomamos todo o cuidado com o processo do fruto. Hoje, nós compramos o cacau de uma fazenda parceira na Bahia e produzimos os chocolates aqui em São Paulo (SP)”, diz.

A Chocolat Du Jour já recebeu mais de cinco prêmios internacionais, entre eles, dois dedicados ao bombom de caramelo com flor de sal, premiado pela Academy of Chocolate Awards e pela The International Chocolate Awards.

A empresa não abre o faturamento, mas afirma que o foco hoje é, além de estar sempre inovando nas linhas de chocolate da marca, estruturar o novo site e o e-commerce, que deve renovar o conteúdo, a linguagem e a comunicação da empresa. Os produtos, no site da loja, variam de R$ 22 a mais de R$ 600.

Fonte: PEGN
Link:  http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/08/como-faturar-no-mercado-de-chocolate.html

Google lança ferramenta de busca por emprego

Lançada nos Estados Unidos em junho do ano passado, o Google Jobs finalmente está disponível para os brasileiros a partir desta terça-feira (30). A ferramenta funciona assim: assim que o internauta “der um Google” por temos como “vagas de emprego em São Paulo” ou “vagas como recepcionista”, aparecerá uma uma lista vagas de trabalho disponíveis em alguns sites parceiros.

Por inteligência artificial, o site de pesquisas irá entender o tipo de vaga que o internauta está buscando e mostrar a melhor opção. Também é possível configurar a pesquisa com filtros, como o título da vaga, a data em que ela foi ofertada no site, o setor a que ela pertence, a localização e o tempo estimado de casa até o local de trabalho. A opção de filtrar por salários existe nos Estados Unidos, mas não foi disponibilizada no Brasil.

Até o momento, a companhia conta com seis sites de emprego parceiros: Empregos.com.br, LinkedIn, Love Mondays, OLX, Trampos.com e Vagas.com.br. O internauta pode acessar o serviço pelo celular, tablet ou computador.

 

Fonte:

Metro jornal

O que é Empreendedorismo Social?

Empreendedorismo social é um termo que significa um negócio lucrativo e que ao mesmo tempo traz desenvolvimento para a sociedade. As empresas sociais, diferentes das ONGs ou de empresas comuns, utilizam mecanismos de mercado para, por meio da sua atividade principal, buscar soluções de problemas sociais.

Os negócios sociais integram a lógica dos diferentes setores econômicos e oferecem produtos e serviços de qualidade à população excluída do mercado tradicional, ajudando a combater a pobreza e diminuir a desigualdade. Inclusão social, geração de renda e qualidade de vida são os objetivos principais dos negócios sociais, que também são economicamente rentáveis.

Este tipo de negócio com impacto social tem proliferado por todo o País, por uma geração de empreendedores que pautam sua estratégia em valores sustentáveis. Diversas instituições têm colaborado para a conceituação e fomento deste novo modelo de negócio. A organização internacional Artemisia, a Ashoka, pioneira no campo da inovação social, e a Fundação Schwab, responsável pelo prêmio Empreendedor Social no Brasil, são alguns dos órgãos que estimulam o desenvolvimento destes negócios.

Um exemplo de negócio transformador e de impacto social é a Feira Preta, a maior feira de cultura negra da América Latina. Por meio de ações, feira de negócios e eventos culturais, a organização busca fomentar o empreendedorismo étnico e fortalecer a cultura negra no País. Em 10 edições, a feira já reuniu 400 artistas, 500 expositores e mais de R$ 2 milhões de circulação monetária e 40 mil visitantes.

Segundo Adriana Barbosa, empreendedora à frente do negócio, muito mais do que um evento cultural, a feira é resultado de um conjunto de iniciativas colaborativas, coletivas e inclusivas. “É um ambiente de encontro e valorização da cultura negra que tem um enorme potencial de mercado e é importante para a economia brasileira”, afirma Barbosa.

Fontes:
Artemisia Negócios Sociais
Ashoka
Introdução ao Universo dos Negócios Sociais
Fundação Schwab
Instituto Feira Preta

O que é Crédito Rural?

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O Crédito Rural abrange recursos destinados a custeio, investimento ou comercialização. As suas regras, finalidades e condições estão estabelecidas no Manual de Crédito Rural (MCR), elaborado pelo Banco Central do Brasil. Essas normas são seguidas por todos os agentes que compõem o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), como bancos e cooperativas de crédito.
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Os Créditos de custeio ficam disponíveis quando os recursos se destinam a cobrir despesas habituais dos ciclos produtivos, da compra de insumos à fase de colheita. Já os créditos de investimento são aplicados em bens ou serviços duráveis, cujos benefícios repercutem durante muitos anos.

Porfim, os créditos de comercialização asseguram ao produtor rural e a suas cooperativas os recursos necessários à adoção de mecanismos que garantam o abastecimento e levem o armazenamento da colheita nos períodos de queda de preços.

O produtor pode pleitear as três modalidades de crédito rural como pessoa física ou jurídica. As cooperativas rurais são também beneficiárias naturais do sistema.

Ano a ano, o governo Federal tem alocado cada vez mais recursos para o crédito rural. A maior parte do dinheiro destina-se a créditos de custeio para cobrir os gastos rotineiros com as atividades no campo. Esse dinheiro é tomado diretamente nos bancos ou por meio das cooperativas de crédito.

A oferta de linhas de créditos para investimentos conta com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, conhecidos, pela ordem, como FCO, FNO e FNE.

A Secretaria Política Agrícola (SPA) realiza o acompanhamento da evolução das contratações de crédito rural  ao longo do ano agrícola, de julho a junho, e divulga, mensalmente, informações sobre o desempenho do crédito rural.

Fonte: Ministério da Agricultura

7 dicas para criar um bom ambiente de trabalho

Fonte: Universia Brasil

Além de entender o assunto com o qual se trabalha, para ser um bom funcionário é importante ter um bom relacionamento com aqueles que trabalham no mesmo ambiente que você. Estar em um ambiente agradável ajuda na produtividade e traz mais prazer para os funcionários. Preparamos sete dicas que ajudarão a melhorar o local de trabalho. Confira:

1. Tenha atitudes positivas
Positividade no ambiente corporativo pode fazer toda diferença na vida profissional. Isto afeta a maneira como seus colegas de trabalho e clientes te veem, e reflete na vontade deles para trabalhar com você.

2. Respeite a todos
Todos gostam de ser tratados com respeito. Nesta hora é importante esquecer que há uma hierarquia: independentemente da profissão da pessoa, trate-a com respeito. Isso fará com que você seja bem visto por todos. Além disso, é importante respeitar as opiniões dos outros, que por mais diferentes que sejam da sua também devem ser escutadas e consideradas.

3. Ouça
Ouvir diferentes opiniões e visões de mundo também garantirá um ambiente de trabalho mais saudável. Encoraje seus colegas a expor suas ideias e pensamentos para que haja uma comunicação plena e efetiva em seu local de trabalho.

4. Seja amigável
Mostre que você se preocupa com seu coloca não apenas profissionalmente, mas também pessoalmente. Aproveite o tempo para conhecer um pouco mais sobre ele, sua família e interesses. Lembre-se de tratá-lo como gostaria de ser tratado.

5. Crie uma relação
Almoce com seus colegas e vá ao happy-hour. Ter uma relação fora do expediente ajuda a fortalecer os laços da equipe e motiva o trabalho em equipe. Você pode se surpreender ao descobrir que tem muito em comum com aqueles que trabalham com você.

6. Trabalhe em equipe por uma boa causa

Leve a boa comunicação da equipe para fora do escritório. Proponha um trabalho voluntário em asilos e orfanatos ou arrecadação de dinheiro para os mais necessitados. Mostre que vocês também podem se unir para fazer bem para os outros. Reconheça o bom trabalho e dedicação deles.

7. Agradeça

Demonstrar gratidão é um bom exercício para você e para os outros. Muitas pessoas sentem-se motivadas quando ouvem um simples “obrigado”. Isso mostra valorização de alguma atividade feita.

  • Fonte: Universia Brasil

12 idéias de negócio para quem quer empreender na crise

Fonte integral: Revista Exame

  • Na crise econômica, montar um negócio pode ser uma forma de fugir do desemprego, ou ainda uma oportunidade de ganhar mais do que com como funcionário. No entanto, o período de incertezas aumenta o medo de o empreendimento ir por água abaixo. Sendo assim, como saber qual ideia de negócio dá certo numa época em que todas as moedas são contadas? Antes de tudo, é preciso entender que a recessão é uma época em que as pessoas querem se defender de algo. “Toda vez que a gente entra em uma crise, as pessoas se posicionam contra determinadas ameaças. Mas, todas as vezes que elas existem, há também oportunidades de negócio”, diz Luiz Arnaldo Biagio, professor da Business School São Paulo (BSP). “Essa é a hora de buscar o que você pode fazer de diferente, e tem muita gente prosperando. Claro que não é fácil, mas a gente não pode se abater: a crise tem que servir como um motivador”, afirma Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e professora de empreendedorismo na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e no Insper. Por incrível que pareça, a recessão pode ajudar o empreendedor nacional. Isso porque, com a alta do dólar, a importação se torna uma opção mais cara. “Produtores nacionais podem colocar produtos no mercado e se apresentar para grandes empresas”, analisa Pedro Vidigal, membro da Fundepar, gestora de investimentos em empresas tecnológicas de universidades. Seja qual for o foco do negócio, um empreendedor em tempos de crise não pode se esquecer da situação de seus clientes, que estão controlando mais os gastos. “As pessoas evitam gastar mais com coisas novas, ou seja, há uma tendência de segurar o dinheiro. Você terá que ser mais certeiro no seu negócio”, diz Max Bianchi Godoy, professor de planejamento estratégico do Ibmec/DF. Para acertar esse alvo, a palavra de ordem é estudar muito o mercado e olhar todas as possibilidades. Por isso, os quatro especialistas deram dicas de ideias de negócio que podem dar certo durante a recessão econômica – e por quê. Navegue nas fotos acima e veja algumas dessas ideias.

Dicas para abrir um negócio em casa

Para quem toma a decisão de trabalhar por conta própria, um dos primeiros desafios é decidir onde o empreendimento vai funcionar. Mesmo para quem é autônomo e passa o dia na rua, é preciso ter um local para organizar as contas, planejar compras e entregas e até mesmo produzir o que vai vender.

Em tempos de aperto de cinto, alugar uma sala comercial ou procurar um espaço compartilhado envolve custos que nem sempre o empreendedor é capaz de absorver. Diante desse cenário, trabalhar em casa é a escolha natural.

A vantagem mais evidente de montar seu escritório em um cômodo da casa é o custo: além do valor do aluguel, o empreendedor vai economizar com o trajeto até o trabalho e poderá almoçar em casa todos os dias. Com uma mesa, acesso à internet e uma linha telefônica, é possível trabalhar com e-commerce ou representação comercial. Se for necessário armazenar alguns produtos para usar como mostruário, uma pequena sala consegue dar conta.

O problema é que nem tudo é vantagem no home office. Os riscos e as limitações são grandes, e podem atrapalhar o negócio de quem não está preparado. “Além dos cuidados comuns que qualquer empresa exige, é preciso dedicar uma dose extra de organização para fazer funcionar. Em primeiro lugar, separar a vida da casa da do trabalho. Isso requer disciplina: ter um espaço reservado para o trabalho e todo o cuidado para não se distrair com as coisas do lar”, diz o consultor do Sebrae-SP Fabiano Nagamatsu.

Segundo ele, o empreendedor que trabalha em casa precisa estabelecer uma rotina com início, parada para almoço e fim da jornada. “O empresário deve vestir-se de acordo. Bermuda, chinelo ou pijama durante o expediente não combinam. Tem de entrar no clima da cabeça aos pés literalmente”, afirma Nagamatsu. As contas de casa e as da empresa também nunca devem se misturar – como em uma empresa comum, pessoa física e pessoa jurídica são instâncias diferentes.

Dependendo do ramo de atividade, o empreendedor também precisa de um espaço para receber clientes ou fazer reuniões com fornecedores e parceiros. Nesse caso, o consultor afirma que o cenário ideal é ter uma entrada independente. “A atitude do empreendedor faz muita diferença quando ele monta o negócio onde mora”, diz.

Horários

Montar um espaço para trabalhar em casa foi a saída que Priscilla de Jesus Trindade, 33 anos, encontrou depois que a empresa em que trabalhava como assistente administrativa faliu. Ela já fazia adesivos para unhas para as colegas de trabalho – e perder o emprego foi o estímulo que faltava para levar a produção a sério.

Em um espaço fechado no quintal de casa, Priscilla produz os adesivos que vende pela internet e para salões de beleza. Antes o pai a ajudava com as entregas, mas atualmente ela está fazendo tudo sozinha. “Hoje faço o desenho, todo o controle financeiro e uma vez por semana saio para fazer as entregas e colocar produtos no correio”, conta.

Para Priscila, que hoje é Microempreendedora Individual (MEI), a vida como empreendedora a partir de casa é muito mais recompensadora do que a antiga vida de funcionária, apesar de algumas dificuldades. A principal delas, por enquanto, é adaptar-se o horário “comercial” mesmo estando a poucos passos do quarto e da cozinha de casa. “Estou tentando me adaptar a um horário de trabalho normal. Hoje fico muitas vezes trabalhando até de madrugada e nos fins de semana, ainda mais quando entra alguma encomenda mais urgente”, diz.

Outra questão que deixa Priscilla ainda um pouco perdida é em relação ao fluxo de caixa. Como as entregas são feitas para vários clientes e a quantidade de pagamentos é pulverizada, às vezes é difícil enxergar onde está o dinheiro. “Na empresa você sabe que tem um salário no final do mês, aqui eu às vezes me perco com os recebimentos”, conta. Mesmo assim, a empreendedora não sente saudades do emprego fixo: pelo contrário, pretende aprimorar-se na gestão.

Adaptação

Alguns segmentos são mais indicados para quem pretende trabalhar em casa: e-commerce e representação comercial são os mais comuns. Artesanato e produtos alimentícios também não demandam muito espaço além de um pequeno cômodo para armazenamento ou um freezer horizontal. “Evite negócios que exijam linha de produção ou que produzam barulho, cheiro, que usem produtos químicos ou que provoquem muita movimentação de gente, porque isso vai interferir na vida dos moradores da casa e dos vizinhos”, diz Nagamatsu.

O consultor do Sebrae-SP também lembra que trabalhar em casa pode ser um pouco mais complicado para quem mora em apartamento. É preciso respeitar as regras do condomínio e verificar se há algum tipo de licença especial para exercer a atividade desejada.

A empreendedora Rosana Sacramento, 45 anos, proprietária da Red Onions Culinária Saudável, teve de alugar um pequeno imóvel para instalar sua cozinha, onde produz alimentos totalmente livres de glúten. “No apartamento eu não teria autorização dos órgãos sanitários”, diz.

Antes de empreender, Rosana trabalhava no setor de eventos de uma grande empresa. Ela viajava muito e não tinha tempo para ficar com o filho, hoje com oito anos. Trabalhar por conta própria foi uma alternativa para permanecer mais próxima à família e transformar uma vocação – cozinhar – em profissão. Mas as dificuldades são muitas: à noite, em casa, a empreendedora vai para o “terceiro turno”, controlando planilhas financeiras, elaborando listas de compras e fazendo a divulgação da empresa nas redes sociais.

O marido, autônomo, consegue ajudar com as compras e com as entregas “Sou praticamente todos os departamentos sozinha”, diz Rosana. Atualmente, para tentar aumentar o faturamento, ela passou a comercializar marmitas saudáveis. “O custo do aluguel está impactando no caixa da empresa. Além disso, meus insumos são muito altos”, conta.

Vale a pena trabalhar em casa?

Pontos positivos:

– Redução de custos com aluguel, transporte e alimentação na rua.

– Possibilidade de escolher os horários de trabalho.

– Estar mais próximo à família para almoçar e jantar, com ganhos para a qualidade de vida.

Pontos negativos:

– Risco de misturar vida doméstica e trabalho, principalmente em relação às contas.

– Falta de disciplina com horários e compromissos.

– Espaço inadequado para receber clientes e fornecedores, assim como para armazenar produtos.

– Pode ser solitário para quem gosta de interagir com colegas.

Fonte: Revista PEGN –  Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP
Link: http://revistapegn.globo.com/MEI/noticia/2016/09/dicas-essenciais-para-abrir-um-negocio-em-casa.html