Finep receberá US$1,5 bilhão do BID para financiar pesquisas

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) vai receber US$ 1,5 bilhão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), via empréstimo, para financiar pesquisas nos próximos cinco anos. O anúncio foi feito pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Segundo o ministério, esta é a primeira vez que a Finep capta recursos no exterior. Do total, US$ 310 milhões serão executados este ano.

Entre os projetos que devem receber os recursos do BID estão o Plano de Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química (Padiq) e o Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação do Setor de Mineração e Transformação Mineral (Inova Mineral). Um programa voltado ao setor de biocombustíveis avançados, em fase de estruturação pela Finep, também terá acesso a esses recursos.

O BID ainda será coinvestidor em empresas inovadoras em estágio inicial e vai auxiliar, com recursos não reembolsáveis e apoio técnico especializado, o fortalecimento institucional da Finep e o desenvolvimento e aplicação de metodologias e processos para o monitoramento de resultados.

Em nota, o presidente da Finep, Marcos Cintra, diz que o governo pretende “potencializar todos os instrumentos disponíveis para alavancar seu crescimento econômico, além de um claro sinal de confiança internacional”. O empréstimo, segundo ele, “sinaliza novos rumos no relacionamento financeiro do país com o exterior.”

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2017-01/finep-pede-emprestimo-de-15-bilhao-no-exterior-para-financiar

Reforma da Previdência vai dificultar acesso à aposentadoria

*Por Daniel Mello

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou hoje (20) nota técnica em que afirma que a reforma da previdência social vai restringir o direito à aposentadoria. “O que esse projeto vai fazer é estender, na verdade, sob a capa de igualdade de tratamento ao impor idade mínima e ampliar o tempo de contribuição, é condenar a maior parte dos trabalhadores brasileiros a não se aposentar mais”,  disse a economista do departamento, Patrícia Pelatieri, após participar de uma reunião com líderes de centrais sindicais.

Na avaliação da economista, um dos principais problemas do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) é acabar com parte das diferenciações previstas nas regras atuais, por sexo e ocupação. “Sob a aparente uniformidade que dá para todos os trabalhadores, na verdade, ela aprofunda muitas desigualdades”, destacou.

O estudo do Dieese foi feito a partir da comparação das regras existentes e as propostas de mudança, detalhando os impactos de cada medida. “Para garantir o valor integral do benefício, a pessoa trabalhadora teria que contribuir por 49 anos, tempo que demonstra a utopia que será o desejo de se aposentar com valor integral, mesmo que calculado com base em toda a trajetória contributiva”, diz  a nota técnica sobre o aumento do tempo de contribuição.

A economista ressaltou que o mercado de trabalho brasileiro é “extremamente desigual”, o que dificulta que os trabalhadores consigam contribuir ininterruptamente para atingir novas exigências. “Essa PEC que está sendo apresentada trata de uma transformação profunda nas regras existentes de cobertura previdenciária no Brasil”, acrescentou.

Pelas regras propostas, o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Neste caso, ele receberá 76% do valor da aposentadoria – que corresponderá a 51% da média dos salários de contribuição, acrescidos de um ponto percentual desta média para cada ano de contribuição. A cada ano que contribuir a mais o trabalhador terá direito a um ponto percentual. Desta forma, para receber a aposentadoria integral (100% do valor), o trabalhador precisará contribuir por 49 anos, a soma dos 25 anos obrigatórios e 24 anos a mais.

Mobilização

As centrais sindicais preparam uma mobilização conjunta para negociar a reforma. “As seis centrais sindicais decidiram fazer um calendário de mobilizações, porque a reforma da Previdência já está no Congresso Nacional, vai ser debatida e vai ter um resultado. Então, nós achamos que para ter negociações tem que ter pressão para que possamos  modificar e trazer o que interessa para os trabalhadores”, disse o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

Uma das demandas é que, além de um ajuste mais brando sobre o tempo de contribuição e idades mínimas, seja feita uma regra de transição gradativa para quem já está no mercado de trabalho. “Tem que ter uma proporcionalidade para o tempo de trabalho que já foi exercido, que a regra de transição seja mais justa”, destacou Juruna.

Conforme a proposta do governo, haverá uma regra de transição para quem está perto da aposentadoria. Homens com 50 anos de idade ou mais e mulheres com 45 anos de idade ou mais poderão aposentar-se com regras diferenciadas. A regra de transição só vale para o tempo de aposentadoria, já para o cálculo do benefício valerá a nova regra proposta. Trabalhadores nessa situação deverão cumprir um período adicional de contribuição, uma espécie de “pedágio”, equivalente a 50% do tempo que faltaria para atingir o tempo de contribuição exigido.

O governo argumenta que a reforma é necessária por causa do envelhecimento da população e o aumento das despesas da União com o pagamento de aposentadorias e que faz parte do pacote de medidas do ajuste fiscal da economia.

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-01/reforma-da-previdencia-vai-dificultar-acesso-aposentadoria-diz-dieese

Dólar cai e bolsa no Brasil sobe em dia de posse de Trump

* Por Wellton Máximo

O mercado financeiro teve um dia de tranquilidade no dia da posse do novo presidente norte-americano, Donald Trump. A moeda norte-americana fechou no menor valor em oito dias, e a bolsa de valores encerrou no nível mais alto em quase três meses.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (20) vendido a R$ 3,182, com queda de R$ 0,018 (-0,55%). A cotação está no menor valor desde o dia 12 (R$ 3,176). O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou o dia com alta de 0,89%, aos 64.521 pontos, no maior nível desde 31 de outubro.

Com a queda de hoje, o dólar acumula baixa de 2,1% em 2017. A divisa começou o dia operando próxima da estabilidade, mas ampliou a queda no decorrer da tarde após o novo presidente norte-americano não anunciar medidas econômicas durante a cerimônia de posse.

Em novembro, o dólar subiu 6,18% após Trump vencer as eleições para a presidência dos Estados Unidos. A moeda, no entanto, reverteu a alta nas últimas semanas, operando próximo aos níveis registrados antes da votação.

No início de dezembro, o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, anunciou que os juros básicos dos Estados Unidos podem subir até três vezes este ano dependendo da política econômica de Trump. Segundo o órgão, caso o novo presidente aumente os gastos públicos para estimular a maior economia do planeta, a autoridade monetária terá de subir os juros para evitar que a inflação no país aumente.

Taxas mais altas nos Estados Unidos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, e pressionam para cima o dólar em todo o planeta. Isso porque os investidores internacionais lucram menos com a diferença entre as taxas altas nos países emergentes e as taxas menores nos países desenvolvidos.

* Com informações da Prensa Latina e da Agência Ansa

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-01/dolar-cai-e-bolsa-no-brasil-sobe-em-dia-de-posse-de-trump

Baixa produtividade é entrave para o Brasil competir

Dirigentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) consideram a baixa produtividade um dos principais entraves ao aumento da competitividade da economia brasileira. Os representantes da entidade comentaram os resultados da pesquisa Competitividade Brasil, divulgada hoje (19) e que mostra o país no penúltimo lugar em um ranking de 18 países.

O Brasil superou apenas a Argentina em uma lista de países escolhidos por suas semelhanças com a economia brasileira, seja pelo nível de renda parecido ou por competirem com os mesmos produtos no mercado externo. O país demonstrou o pior desempenho em custo e disponibilidade de capital. No entanto, para a CNI, os problemas para custear e achar mão de obra também merecem destaque. O Brasil ocupou o décimo primeiro lugar na avaliação desse quesito.

O gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, diz que a mão de obra mais cara está ligada também à baixa produtividade, ou seja, reduzida capacidade de produzir com eficiência. “O problema é a baixa produtividade. Nesta edição da pesquisa, a gente ficou no vermelho em crescimento da força de trabalho [conceito associado às pessoas disponíveis com capacidade para serem empregadas] e isso nos fez cair várias posições”, comentou.

Fonseca afirmou que o aumento da produtividade passa pela melhoria da educação. “Em termos de solução, vários fatores dificultam. A educação é um deles. A baixa qualidade da educação dificulta que os trabalhadores consigam absorver novas tecnologias, em um mundo em que a tecnologia muda muito rápido. Ou seja, o aprendizado tem que ser rápido e isso é difícil”, declarou.

Curiosamente, a educação foi o quesito em que o Brasil ficou mais bem posicionado no ranking: ocupou o nono lugar, entre 15 países com informações disponíveis sobre o assunto. O principal motivo foi o subfator gastos com educação, no qual o país figura em quarto lugar.

Os representantes da CNI acreditam que isso reforça o entendimento de que gastos altos não significam educação de qualidade, já que apesar dos investimentos elevados o país ocupou posições baixas em quesitos como qualidade e disseminação da educação, respectivamente 12º e décimo lugares. “Se eu só manter o gasto e não tiver resultado, eu acabo não tendo competitividade. O grande investimento na educação tem que ser na questão da gestão”, disse Renato da Fonseca.

“Quando comparamos o desempenho de diversos estados em relação a gastos na educação, é surpreendente observarmos que nos que têm os melhores resultados não necessariamente a associação é perfeita em termos de gastos. Estados do Nordeste mostram desempenhos superiores aos do Sul e Sudeste”, acrescentou o diretor de Políticas e Estratégia da CNI, José Augusto Fernandes.

Impactos da crise

Na avaliação da CNI, a crise econômica dos anos recentes piorou o desempenho do país na pesquisa Brasil Competitividade. De 2015 para 2016, o país retrocedeu posições em quatro dos nove fatores que determinam a capacidade de competir: disponibilidade e custo de mão de obra, ambiente macroeconômico, competição e escala do mercado doméstico e tecnologia e inovação.

A penúltima posição na classificação geral, contudo, repetiu o resultado que vem sendo registrado desde 2012. A pesquisa foi feita pela primeira vez em 2010 e repetiu-se em 2012, 2013 e 2014.

O primeiro lugar no ranking geral do estudo este ano foi ocupado pelo Canadá, seguido pela Coreia do Sul, Austrália, China, Espanha e Chile. Foram analisados ainda, em ordem de classificação, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia, Indonésia, África do Sul, México, Índia, Colômbia e Peru, além do Brasil e Argentina, que ocuparam os últimos dois lugares.

Fonte: Ag Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-01/baixa-produtividade-e-entrave-para-o-brasil-competir-diz-cni

10 práticas de liderança para conquistar a confiança da equipe

*Texto gentilmente cedido por Jiva Negócios

Se antes o papel das chefias era restrito apenas a delegar ordens, a situação mudou completamente. Hoje as empresas esperam muito mais dos seus líderes, pois eles podem ser agentes multiplicadores da cultura organizacional. Porém, antes de tudo, é necessário conquistar a confiança do time.

Veja dez práticas de liderança para o empreendedor conquistar a confiança da equipe:

01 – Seja transparente. Quando for necessário adotar uma mudança que envolva todos os membros da equipe, faça uma reunião e comunique a informação pessoalmente. Vale sempre mostrar quais são as condições financeiras da empresa e as metas que devem ser atingidas.

02 – Entregue o que prometeu. Faça de tudo para não quebrar promessas e seja franco sobre as possibilidades reais que tem a oferecer à sua equipe. É claro que nem sempre é possível entregar tudo. Caso não seja possível, lembre-se da primeira dica: seja transparente.

03 – Seja convincente. Quando apresentar uma proposta à sua equipe, apresente argumentos que a convençam que a atitude adotada trará resultados positivos a todos. Lembre-se que uma equipe só atinge metas, quando acredita que é possível alcançá-las, mesmo que sejam difíceis.

04 – Saiba escutar. Nas reuniões, além de comunicar informações, abra espaço para as pessoas tirarem dúvidas, apresentarem sugestões quando for o caso. Além de saber expressar suas ideias e apresentá-las, o líder precisa exercitar a prática de escutar.

05 – Dê sempre feedback. Feedback é uma ferramenta essencial a quem deseja ser líder. Nunca deixe a sua equipe sem retorno em relação a alguma solicitação apresentada individualmente ou coletivamente.

06 – Exercite a autocrítica. O feedback também é uma ferramenta importante para que você identifique quais seus pontos fortes e aqueles que precisam ser trabalhados. Esteja preparado a ouvir opiniões sobre seu próprio desempenho e mudar se necessário.

07 – Converse com a equipe. Se sua equipe ou um funcionário está dando sinais de uma performance abaixo do esperado pela organização, não deixe que o problema ganhe grandes proporções. Converse individualmente com cada colaborador.

08 – Valorize o trabalho duro. No fim do dia, é essencial valorizar o trabalho de quem se esforçou para entregar um bom resultado. Um “obrigado”, quando sincero e proferido no momento apropriado, pode fortalecer os laços entre chefe e funcionário.

09 – Invista na equipe. Uma boa alternativa é oferecer cursos para os empregados. Tal medida também demonstra que você se importa com o desenvolvimento pessoal e profissional de quem trabalha com você.

10 – Por fim, a liderança deve ser capaz de considerar e avaliar o desempenho do grupo como um todo, sua sinergia no dia a dia da empresa, a cooperação na execução dos projetos, bem como o trabalho em equipe nos momentos de crise.

Fonte:Jiva
Link: http://jiva.com.br/blog/estrategia/10-praticas-de-lideranca-para-o-empreendedor-conquistar-a-confianca-da-equipe/

Confiança do empresário volta a subir no começo de 2017

O índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) avançou de 48 pontos em dezembro do ano passado para 50,1 pontos em janeiro de 2017, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (18). A alta aconteceu apos três meses seguidos de queda.

O levantamento, que dá origem ao indicador, foi feito entre 3 e 13 de janeiro com 2.791 empresas do país. Pela metodolodia utilizada, valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário e acima deste patamar indicam empresários confiantes.

Em 50,1 pontos, portanto, o índice está praticamente sobre a linha divisória que separa confiança de falta de confiança dos empresários. O indicador também ficou 13,6 pontos acima de janeiro de 2016. Entretanto, ainda está abaixo da média histórica, que é de 54,1 pontos.

“O aumento no índice de confiança deve-se à melhora das perspectivas dos empresários. O índice de expectativas, um dos componentes do ICEI, registrou crescimento de 3,1 pontos na comparação mensal. As expectativas com relação a economia brasileira, que eram pessimistas em dezembro, tornaram-se neutras”, informou a Confederação Nacional da Indústria.

Já as perspectivas com relação à empresa, outro componente do ICEI, tornaram-se mais positivas, com o índice crescendo 2,6 pontos de dezembro para janeiro deste ano.

“O índice de condições atuais, por sua vez, variou 0,5 ponto, dentro da margem de erro do índice. O índice, de 41,2 pontos, permanece abaixo da linha divisória, refletindo a continuidade de piora nas condições atuais”, concluiu a CNI.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/economia/noticia/confianca-do-empresario-volta-a-subir-no-comeco-de-2017.ghtml

Governo anuncia R$ 8,2 bilhões de crédito para pequenas e microempresas

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (18) a liberação de R$ 8,2 bilhões em financiamentos para pequenas e microempresas para os próximos dois anos a partir de março. O dinheiro estará disponível em empréstimos do Banco do Brasil e do BNDES.

O programa, chamado de “Empreender Mais Simples: Menos Burocracia, Mais Crédito”, também prevê o investimento de R$ 200 milhões na melhoria de dez sistemas informatizados para auxiliar na desburocratização e gestão de empresas. Os primeiros módulos modernizados serão lançados em fevereiro, segundo o Sebrae, um dos responsáveis pelo programa.

As medidas são promovidas pelo Sebrae e Banco do Brasil, além do próprio governo federal. Elas visam reduzir a burocracia enfrentada por empreendedores e orientá-los na busca de verbas para expandir o negócio.

Dos R$ 8,2 bilhões disponibilizados, em torno de R$ 7 bilhões sairão do BNDES, numa modalidade em que as pequenas e microempresas poderão ter um prazo de pagamento de até 60 meses, carência de até 12 meses e encargos totais a partir de 1,63% ao mês.

O R$ 1,2 bilhão restante sairá de uma linha de empréstimo do Banco do Brasil, que conta com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Por meio dessa última modalidade de empréstimo, o interessado poderá realizar o financiamento com contratação simplificada, prazo de até 48 meses para o pagamento, isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e taxas de juros a partir de 1,56% ao mês. A carência será de até 12 meses para a quitação da primeira parcela do valor principal.

Em contrapartida, o empreendedor deve garantir os empregos gerados e a renda até um ano após depois da contratação do crédito. Se o negócio contar com mais de dez empregados, o dono terá de contratar um jovem aprendiz em até seis meses após o empréstimo.

Em fevereiro, nove cidades terão agentes especializados do Sebrae para prestar consultorias às empresas que buscarem os empréstimos: Campinas, Ribeirão Preto, Vitória, Manaus, Cuiabá, Sinop, Natal, Mossoró e Curitiba. Depois, a partir de março, a expectativa é que o convênio esteja operando plenamente, com 500 agentes em todo o país.

Modernização de sistemas

Um dos sistemas a serem modernizados, informou o presidente do Sebrae, Afif Domingis, é o e-Social. Os empreendedores poderão usar a ferramentar para atualizar de uma só vez as obrigações trabalhistas e previdenciárias.

Com a mudança, 13 obrigações acessórias serão descartadas e o comerciante poderá incluir o recolhimento das contribuições ao INSS dos empregados e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na guia do Simples Nacional.

Confira todos os sistemas que serão modernizados, segundo o Sebrae:

– Implantação do sistema Redesimples
– Documentos fiscais eletrônicos das micro e pequenas empresas
– e-Social
– Processo de restituição automatizada do Simples Nacional
– Pedido eletrônico de isenção de IPI e IOF
– Pedido simplificado de restituição e compensação
– Repositório nacional de dados do Simples Nacional
– Aprimoramento do Portal do Empreendedor e Conta Corrente (fiscal) do MEI
– Sistema de pagamento do Simples Nacional por modalidades eletrônicas
– Sistema de parcelamento do Simples Nacional

Micro e pequenas empresas no Brasil

De acordo com dados do Sebrae, as pequenas e microempresas somam 11,5 milhões de negócios no país, o que representa 98,5% de todas as empresas brasileiras. Ao todo, elas são responsáveis por 27% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 41% da massa salarial. Ao todo, metade dos pequenos negócios estão na região Sudeste.

Segundo o Sebrae, apesar do crescimento de pequenas e microempresas no país, 83% dos donos desses empreendimentos não procuraram crédito no ano passado. Já 19% dos que procuraram um banco para um empréstimo em algum momento tiveram o pedido negado. Estudo da entidade também indica que a inadimplência aumentou de 3,4% em 2012 para 8% em 2016.

Fonte: G1
link: http://g1.globo.com/politica/noticia/governo-anuncia-r-82-bilhoes-em-financiamentos-para-pequenas-e-microempresas.ghtml

Reconhecimento importa mais do que dinheiro?

Por que algumas empresas conseguem engajar seus funcionários e outras não? A motivação de equipes é uma questão central para companhias pequenas e grandes. Enquanto uns acreditam que o que importa é o bônus no final do ano, outras apostam em escritórios lindos, comida de graça para colaboradores e diversão à vontade: mesas de pebolim, áreas destinadas para fazer massagem e até videogames.

A chave da motivação está no reconhecimento. “O reconhecimento é uma espécie de mágica humana – uma pequena conexão humana, um presente de uma pessoa para outra que se traduz em um resultado muito maior e mais significativo”, avalia Dan Ariely no livro “Payoff” (Recompensa, em uma tradução livre).

Para entender como funciona a motivação, Ariely montou um estudo com universitários americanos, no qual eles deveriam encontrar pares de letras idênticas juntas em folhas impressas com letras de forma aleatória. Eles ganhavam US$ 0,55 ao terminar a primeira folha, US$ 0,50 na segunda, US$ 0,45 na terceira, e assim sucessivamente.

Os participantes foram divididos em três grupos. No primeiro, cada participante anotava seu nome na sua folha e a entregava para o monitor do estudo, que avaliava os resultados com atenção e o questionava se ele tinha interesse em continuar o experimento, ganhando US$ 0,05 a menos. No segundo grupo, o participante não precisava assinar a folha e o monitor não verificava o seu trabalho, simplesmente colocando a folha em uma pilha de papeis. Por fim, quando o participante do terceiro e último grupo entregava as folhas, o monitor não reconhecia em absoluto seu trabalho e simplesmente colocava a folha em uma máquina fragmentadora de papeis.

À primeira vista, seria fácil de imaginar que os participantes do terceiro grupo, por terem um estímulo maior para não procurarem pelas letras idênticas e terem, assim, menos trabalho, continuariam por mais tempo, para ganhar mais dinheiro com menos esforço. No entanto, os resultados mostraram que os participantes do primeiro grupo continuaram a encontrar as letras idênticas até o valor da remuneração cair até US$ 0,15, enquanto os do segundo e terceiro grupos pararam quando a folha valia, em média, US$ 0,27 e US$ 0,29, respectivamente.

“Os resultados mostram que quando somos reconhecidos por nosso trabalho, ficamos mais dispostos a trabalhar mais para ganhar menos, e que quando não somos reconhecidos, perdemos muito da nossa motivação”, destaca Ariely, e emenda: “também fica claro que podemos aumentar a motivação simplesmente reconhecendo os esforços de quem trabalha conosco”.

O dinheiro importa sim, mas menos do que imaginamos. Ao reconhecermos o trabalho dos outros e darmos a ele significado, temos mais chance de engajá-los no trabalho. Se mantemos uma visão de que as pessoas trabalham apenas por dinheiro e não se importam com o resultado do seu trabalho, temos muito menos chances de aumentar a motivação da nossa equipe.

Em empresas grandes, quando é difícil para um colaborador ter uma visão do todo, o problema da motivação pode ficar ainda mais complexo. No entanto, ao reconhecer o trabalho individual de cada funcionário, sua colaboração, inteligência e criatividade ajuda muito mais do que instalar mais uma mesa de ping pong no escritório.

Post em parceria com a jornalista Carolina Ruhman Sandler

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/economia/blog/samy-dana/post/reconhecimento-importa-mais-do-que-dinheiro.html

PIB deve se acelerar ao longo de 2017

O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta segunda-feira (16), em Davos, na Suíça, que a economia brasileira vai voltar a crescer já no primeiro trimestre de 2017 e que essa trajetória de crescimento deve se acelerar ao longo do ano.

“Já esperamos um crescimento no primeiro trimestre de 2017 e um crescimento acelerando-se ao longo de 2017, onde o quarto trimestre deste ano, comparado com o quarto trimestre de 2016, nós esperamos um crescimento de 2%”, disse o ministro, que está em Davos para participar do Fórum Econômico Mundial.

Ao ser questionado sobre a decisão do Fundo Monetário Internacional (FMI), que reviu, para baixo, a sua previsão para o crescimento do PIB do Brasil em 2017, de 0,5% para 0,2%, Meirelles afirmou que o “FMI tende a ser conservador.”

Na avaliação do ministro, “o que importa é a trajetória de crescimento da economia.”Ele apontou que o mercado espera um crescimento “um pouco acima” de 0,5% para a economia em 2017.

Entretanto, Meirelles disse que o governo deve anunciar nos próximos dias uma revisão nas suas próprias previsões para o crescimento do PIB em 2017, que hoje é de alta de 1%. Ele não disse, porém, se essa revisão será para baixo.

Meirelles afirmou que o governo está fazendo o possível para reverter o cenário de recessão e desemprego e que a economia já mostra sinais de recuperação.

“A crise é séria, é grave, mas nós herdamos, não construímos [a crise]”, disse.

O ministro citou que o Brasil reduziu a instabilidade fiscal, que a inflação está caindo, o que permitiu que o Banco Central tomasse “medidas adequadas” e que isso vai impulsionar o crescimento. Ele se refere ao corte de 0,75 ponto percentual na taxa Selic, anunciada na semana passada pelo Banco Central, e que levou os juros a 13% ao ano.

Rio de Janeiro

Sobre a negociação do ajuste fiscal do Rio de Janeiro, que permitirá que o estado renegocie o pagamento da dívida que tem com a União e deixe de pagar parcelas por 36 meses, o ministro da Fazenda informou que o acordo será formalizado na próxima segunda-feira (23). A previsão anterior era que isso acontecesse ainda nesta semana.

Meirelles afirmou que o governo está aberto a negociar acordos semelhantes com outros estados. “Mas não há fila de outros estados pedindo [acordo], exatamente porque as condições são muito duras”, disse.

O ministro terá uma participação mais curta no Fórum Econômico Mundial porque voltará ao Brasil para continuar negociando o plano de recuperação fiscal do Rio de Janeiro. A volta do ministro está agendada para a noite de quarta-feira (18).

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/economia/noticia/trajetoria-de-crescimento-do-pib-deve-se-acelerar-ao-longo-de-2017-diz-meirelles.ghtml

Temer diz a agência que vai liberar R$ 12 bilhões para pré-custeio da safra agrícola

O presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira (16), em entrevista à agência Reuters, que anunciará até a próxima semana a liberação de R$ 12 bilhões para o pré-custeio da safra agrícola 2017/2018. O G1apurou que o anúncio deve ocorrer nesta quinta (19).

Esse financiamento tem como objetivo ajudar produtores rurais a adquirir insumos para as plantações do início do ano, antes mesmo da próxima safra. Entre os produtos mais adquiridos com a verba estão sementes, fertilizantes, pesticidas e máquinas agrícolas.

“Vamos injetar na agricultura R$ 12 bilhões. O plano pré-safra vai ser anunciado nesta semana ou na semana que vem”, afirmou o presidente a Reuters.

Os recursos serão viabilizados por meio de uma linha de crédito do Banco do Brasil e sairão de captações da Poupança Rural e do depósito à vista.

O montante reservado pelo governo federal para o pré-custeio da safra agrícola deste ano é superior ao de 2016 e de 2015. Nos últimos dois anos, o Executivo federal havia liberado R$ 10 bilhões e R$ 9 bilhões, respectivamente.

As taxas que serão cobradas dos produtores rurais no plano pré-safra deste ano ainda não foram anunciadas oficialmente. No ano passado, o financiamento de até R$ 710 mil teve taxas de até 7,75% ao ano e, o de até R$ 1,2 milhão, 8,75% ao ano.

Micro e pequenas empresas

Na mesma entrevista a Reuters, Temer informou que, nesta semana, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) anunciará a liberação de R$ 1,2 bilhão para financiamento as empresas deste segmento.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/temer-diz-a-agencia-que-vai-liberar-r-12-bilhoes-para-pre-custeio-da-safra-agricola.ghtml

Dólar cai ante real com volta de leilão do BC e exterior

O Dólar opera em queda nesta terça-feira (17), influenciado pela volta do Banco Central ao mercado cambial e também pelo recuo da moeda norte-americana no exterior, segundo a Reuters.

Às 12h20, a moeda norte-americana caía 0,77%, vendida a R$ 3,2133, depois de ter acumulado ganho de 1,98% nos dois pregões anteriores. Veja a cotação.

Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, queda de 1,09%, a R$ 3,2030
Às 10h, queda de 1,06%, a R$ 3,2040
Às 10h30, queda de 1,98%, a R$ 3,2075
Às 11h09, queda de 0,89%, a R$ 3,2097

Na mínima do dia, o dólar foi a R$ 3,1924. O mercado externo também contribuía para o movimento de queda do dólar. A moeda norte-americana cedia ante uma cesta de moedas e divisas de emergentes, como o peso mexicano.

Atuação do BC
“O Banco Central agiu para preservar a segurança do mercado e dar mais tranquilidade aos agentes diante dos fatos externos”, destacou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva, à Reuters.

O BC anunciou na noite passada que fará nesta sessão leilão de até 12 mil contratos de swaps tradicionais – equivalentes à venda futura de dólares -, decisão tomada após avaliar as condições de mercado. A venda será para rolagem dos contratos que vencem em fevereiro e que somam o equivalente a US$ 6,431 bilhões.

Se mantiver o mesmo ritmo de swaps ofertados nos próximos dias e vendê-los na íntegra, o BC rolará o volume total em 11 leilões. A última vez que o BC entrou no mercado de câmbio foi dia 13 de dezembro.

O presidente do BC, Ilan Goldfajn, disse nesta terça-feira que a autoridade monetária poderá sempre fornecer hedge a empresas se os mercados não estiverem funcionando bem e se houver problemas de liquidez, acrescentando ainda que o BC pode usar suas ferramentas cambiais para evitar volatilidade excessiva ou falta de liquidez dentro do regime de câmbio flutuante, que considera a primeira linha de defesa da economia contra choques externos.

Cenário externo
Os mercados aguardam a posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, na próxima sexta-feira. Ainda há temores de que sua política econômica possa ser inflacionária, o que pressionaria o Federal Reserve, banco central norte-americano, a aumentar ainda mais os juros e atrair à maior economia do mundo recursos hoje aplicados em outras praças, como a brasileira.

Na véspera, a moeda norte-americana avançou 0,52%, vendida a R$ 3,2385.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/cotacao-do-dolar-170117.ghtml

Corte maior de juro contribui para retomada da economia, diz BC

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou nesta terça-feira (17), por meio da ata de sua última reunião, que a decisão de intensificar o ritmo de redução dos juros contribui, desde já, para o processo de estabilização e posterior retomada da atividade econômica.

A ata se refere à decisão do Copom da semana passada de baixar a taxa básica da economia, a Selic, de 13,75% para 13% ao ano. Foi o maior corte em quase cinco anos e o terceiro seguido promovido pelo colegiado.

O documento aponta, porém, que esse ritmo maior de corte de juros não implicará em desvio em relação ao objetivo de levar a inflação para a meta de 4,5% em 2017 e 2018. O BC estima que o IPCA ficará entre 4% e 4,4% neste ano, abaixo da meta central de inflação fixada para o período, e entre 3,4% e 4,5% no ano seguinte.

Recessão e inflação

A economia brasileira passa por forte recessão, tendo o Produto Interno Bruto (PIB) encolhido 3,8% em 2015, o maior tombo em 25 anos, e com estimativa de um recuo de cerca de 3,5% no ano passado (resultado ainda será divulgado pelo IBGE). Para 2017, o governo estima um crescimento de 1%, o mercado vê uma expansão de 0,5%, mas o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta uma alta de apenas 0,2%.

Ao mesmo tempo, os últimos indicadores mostram inflação mais controlada. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, voltou a ficar abaixo do teto de 6,5% no ano passado, somando 6,29%, depois de ter alcançado 10,67% em 2015.

“O processo contínuo de distensão do mercado de trabalho [aumento do desemprego] e a desaceleração significativa da atividade econômica podem produzir desinflação mais intensa que a refletida nas expectativas de inflação medidas pela pesquisa Focus [que traz as expectativas dos bancos] e nas projeções condicionais produzidas pelo Copom”, avaliou o Banco Central.

O BC acrescentou que a “dinâmica mais favorável da inflação no período recente mostra sinais de desinflação mais difundida” e que a “atividade econômica aquém do esperado e a perspectiva de uma recuperação mais demorada e gradual tendem a reforçar esse processo”.

Decisões futuras

Sobre as decisões futuras a respeito da taxa básica de juros, o Copom informou que a extensão do ciclo (de corte dos juros) e “possíveis revisões no ritmo de flexibilização continuarão dependendo das projeções e expectativas de inflação” e da evolução dos fatores de risco – como o comportamento da inflação, da taxa de crescimento, das reformas fiscais e de outros ajustes na economia.

Na semana passada, o mercado financeiro estimou que o Copom realizará um corte menor de juros, de 0,50 ponto percentual, em seu próximo encontro, em fevereiro, para 12,50% ao ano. Para o fim de 2017, porém, os analistas já preveem que a taxa Selic estará em 9,75% ao ano, ou seja, abaixo de 10% ao ano.

Fonte : G1
Link: http://g1.globo.com/economia/noticia/corte-maior-de-juro-contribui-para-retomada-da-economia-diz-bc.ghtml

10 maneiras de encantar teus clientes

Por Mariana Iwakura

Atitude de quem presta um serviço – e não só a técnica – é o que mais “gruda” na memória do cliente. Para criar uma lembrança positiva, o especialista em experiência do consumidor Shep Hyken destaca: é preciso ser mais do que satisfatório. É necessário ser mágico. Durante a 54ª Convenção Anual da International Franchise Association, em Nova Orleans, Hyken elencou dez atitudes para encantar o freguês, garantir a satisfação e, mais do que isso, ganhar um cliente fiel.

1. Saiba qual é o valor do consumidor. Faça com o que o freguês entenda que ele é importante. Para isso, dê aos funcionários a autonomia para “mimar” quem está na loja. Hykon dá um exemplo: se um cliente pede para fazer a cópia de uma chave, mas percebe que esqueceu a carteira depois que o produto já foi concluído, dê a chave a ele. “O freguês vale muito mais do que esse pequeno valor”, diz. As melhores empresas deixam claro que os empregados não precisam de aprovação para fazer algo pelos usuários.

2. Analise os momentos ruins e os bons. As empresas já têm o hábito de estudar por que algo deu errado e como evitar esse erro em situações futuras. Veja também o que deu certo e como é possível multiplicar os cenários em que o cliente tem a iniciativa de elogiar o atendimento.

3. Ofereça algo a mais para incrementar as vendas. O McDonald’s faz isso sempre: “Fritas para acompanhar?” A ideia é sempre dar ao cliente a possibilidade de comprar algo que ele nem lembrava de que precisava. Em uma loja de material de construção, por exemplo, o freguês que compra tinta não pode ir embora sem que o vendedor ofereça pincéis a ele. Porque, se isso não for feito, o cliente chegará em casa, perceberá que não comprou o pincel, e a memória que ele tem da loja ficará prejudicada.

4. Faça mentoring. Ajude os vendedores e estimule-os a ajudar outras pessoas. A rede de fast-food Pitta Pit faz isso – os candidatos a uma vaga nos restaurante passam pela linha de montagem de kebabs antes mesmo que sejam aprovados. Assim, podem aprender com funcionários experientes.

5. Conheça o que atrai os seus clientes. Por que as pessoas vão à sua loja, e não à do concorrente? Ofereça serviços ou produtos únicos, que o diferenciem do resto.

6. Recupere-se bem. Se o cliente tiver uma experiência ruim – ele vai ao restaurante e a carne não está no ponto que ele havia pedido, por exemplo –, não só resolva o problema. Faça isso rapidamente e reestabeleça a confiança. “O freguês saberá que sempre pode contar com você, mesmo que algo dê errado”, diz Hykon.

7. Reúna ideias. As sugestões de inovação vêm não só dos clientes, mas também dos empregados e dos parceiros. Crie oportunidades para que essas pessoas elaborem maneiras de transformar o estabelecimento em um lugar melhor para trabalhar ou de atender o usuário ainda melhor.

8. Faça a gestão da fila. As pessoas detestam esperar. Se eles agendaram um serviço, querem ser “donas” daquele tempo. Portanto, se você vai se atrasar, avise. Se há uma fila no restaurante, mande um funcionário já anotar os pedidos, para que as pessoas o recebam mais rapidamente quando se sentarem. Defina qual é a expectativa de espera e supere-a.

9. Surpreenda. Dê ao cliente algo que ele não estava esperando. Se tem uma escola de natação, dê ao aluno uma touca com o seu nome impresso. A Zappos faz isso – dá a alguns clientes um upgrade para entrega no próximo dia, mesmo que não tenham pagado por isso.

10. Conecte-se às mídias sociais. Se o cliente faz uma reclamação online, você deve ser rápido no monitoramento e na resposta. O mesmo vale para um elogio. Use as mídias sociais também para produzir conteúdo sobre a sua área de atuação. “Vire uma fonte de informação”, afirma Hykon.

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Franquias/noticia/2014/02/10-maneiras-de-encantar-o-cliente.html

Dólar tem maior alta em 8 anos após eleição de Trump

Por Welington Máximo

Dois dias depois das eleições presidenciais norte-americanas, o mercado financeiro viveu um dia de turbulências. A moeda norte-americana teve a maior alta diária em oito anos e a bolsa de valores caiu significativamente. O dólar comercial subiu R$ 0,152 (4,73%) e encerrou esta quinta-feira (10) vendido a R$ 3,361. A moeda fechou no maior valor desde 7 de julho (R$ 3,366).

dólar
O dólar fechou no maior valor desde 7 de julhoArquivo/Agência Brasil

Desde hoje, 10/11/2016 Banco Central não faz mais leilões de swap cambial reverso, que equivalem à compra de dólares no mercado futuro e tinham como objetivo conter a queda do dólar. Há poucos instantes, o órgão anunciou que voltará a rolar (renovar) integralmente os contratos em circulação de swap cambial tradicional, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro e que servem para segurar a alta da divisa.

O dia também foi de instabilidade na bolsa de valores. Depois de iniciar o dia em alta, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, reverteu a trajetória e fechou esta quinta-feira com queda de 3,25%, aos 61.201 pontos. As ações da Petrobras, as mais negociadas, lideraram a queda, com recuo de 4,99% nos papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) e de 6,91% nos papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos).

Em contrapartida, os papéis da mineradora Vale foram na contramão e fecharam em forte alta. As ações ordinárias subiram 7,48%; e as preferenciais, 8,21%.

Além de fatores políticos internos, o mercado financeiro continua influenciado pela eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, que tem provocado turbulências globais no mercado financeiro. A Bolsa de Londres recuou 1,21%. Em Paris, a queda foi 0,28%. Nos Estados Unidos, as bolsas tiveram desempenho misto. O índice Nasdaq, que engloba as ações das empresas de tecnologia, caiu 0,81%. Em contrapartida, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou em alta de 1,2%, quarto dia seguido de alta e em nível recorde.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: Ag Brasil
link:

PRECATÓRIOS – Compre e venda com segurança

Muitas pessoas sofrem com a espera pelo recebimento dos precatório, mas sabia que podes negociá-lo (vendê-lo)?

Por que esperar o recebimento do governo  que pode se dar em prazos absurdos como 20 anos? A venda do seu precatório pode ser feita e, em média de 2 meses, podes receber o dinheiro referente ao mesmo com a sessão de direitos e com toda a segurança.

Para quem também se interessa em comprar precatórios nós temos a solução.

A negociação é feita apenas para precatórios acima de 300 MIL REAIS e preferencialmente para os precatórios de salários, pensões e desapropriações.

Contate-nos e saiba mais informações.
Horário comercial de Brasília (08:00h às 18:00h)
0055 62 99977 1677

Bolsa cai e dólar sobe no Brasil após eleição de Trump

O dólar sobe e a bolsa de valores no Brasil cai na manhã de hoje (9), após o anúncio da vitória do empresário Donald Trump na eleição para a presidência dos Estados Unidos. Trump venceu a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton.

Às 9h50 de hoje (9), o dólar estava cotado a R$ 3,2450. Às 10h, o dólar era vendido a R$ 3,2380. O Índice de Valores da Bolsa de São Paulo (Ibovespa) caia 3,24% por volta das 10h20, com 62.079,76 pontos.

Os mercados financeiros no mundo desabaram com a notícia da vitória de Donald Trump. O índice Nikkei do Japão caiu mais de 800 pontos, ou seja quase 5%.
As aplicações financeiras estão se transferindo para o ouro. O peso mexicano está em queda livre.

Edição: Kleber Sampaio
Fonte: Agencia Brasil
LinK: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-11/bolsa-cai-e-dolar-sobe-no-brasil-apos-eleicao-de-trump

Meirelles: Brasil está preparado para qualquer volatilidade após eleição nos EUA

Por Daniel Lima

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (9), em nota, que o Brasil está preparado para lidar com qualquer volatilidade dos mercados resultante das eleições presidenciais nos Estados Unidos. “Estamos acompanhando a evolução dos principais indicadores econômicos e o possível impacto na projeção de cenários e dos efeitos para o crescimento, particularmente nas projeções para 2017”, disse.

Mais cedo, o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, já tinha informado que o Brasil acompanhava as movimentações do mercado financeiro após a eleição de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos.

“Nós estamos acompanhando os mercados globais e do Brasil e, caso necessário, tomaremos as medidas adequadas”, afirmou o presidente do BC. Ele preferiu não comentar o resultado das eleições e seus possíveis desdobramentos para mercados emergentes, como o do Brasil.

O empresário Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos obtendo, nesta madrugada, 276 votos de delegados do colégio eleitoral. Ele disputou as eleições contra a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton.

Edição: Juliana Andrade
Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-11/meirelles-brasil-esta-preparado-para-qualquer-volatilidade-apos-eleicao-nos

PEC do Teto deve aumentar desigualdade social, dizem economistas

Por Ana Cristina Campos

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 55/2016) que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos à correção da inflação do ano anterior deverá aumentar a desigualdade social no país e impactar as políticas sociais, na avaliação de economistas que participaram hoje (3) de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado.

Para a professora de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Esther Dweck, a PEC está baseada em um diagnóstico equivocado sobre a situação fiscal do país e vai piorar a distribuição de renda e a possibilidade de recuperação da economia.

“A política fiscal é crucial para a distribuição de renda. A distribuição de renda não se dá pelo sistema produtivo. Ela se dá pela capacidade que os estados têm de arrecadar parte da renda que foi gerada na economia e redistribuir essa renda”, avaliou Esther, ex-secretária de Orçamento do Ministério do Planejamento no governo da ex-presidenta Dilma Rousseff.

Brasília - A professora de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Esther Dweck, durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos para discutir a PEC 55/2016, que limita os gastos públicos do govern
Brasília - A professora de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Esther Dweck, durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos para discutir a PEC 55/2016, que limita os gastos públicos do governo Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para a economista, o governo precisa intervir na desaceleração econômica e não cortar mais despesas. Ela argumenta que a crise fiscal não é resultado de um crescimento maior de despesas, mas de queda na receita por causa da diminuição da arrecadação, decorrente da crise econômica.

“A PEC não trata de arrecadação, não trata de pagamento de juros [da dívida] e não trata de retomada do crescimento. Ao contrário, ela tende a piorar a retomada do crescimento. Os únicos alvos da PEC são as despesas primárias, que, no Brasil, são justamente o principal elemento de distribuição de renda que a gente teve nos últimos tempos”, afirmou a professora da UFRJ.

Segundo a ex-secretária de Orçamento, a PEC propõe um corte sistemático das despesas em proporção do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas pelo Brasil, o que vai afetar as despesas sociais. “A ideia é que se reduzam em torno de 0,5% do PIB ao ano as despesas primárias […]. O que mais cresceu nos últimos anos foram as despesas sociais. No caso de saúde e educação, em relação aos mínimos, a gente antes tinha um percentual fixo de receitas e agora eles necessariamente vão cair.”

Conselho Federal de Economia

O presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Júlio Miragaya, reconhece a necessidade de o Brasil retomar o quanto antes o crescimento econômico. “Evidentemente, todos estão cientes das consequências sociais que a recessão econômica tem provocado nas pessoas, particularmente o elevado índice de desemprego. Mas esse crescimento não pode se dar a qualquer preço. Ele tem que preservar a inclusão social e avançar na distribuição social e espacial da renda”, disse.

Brasília - O presidente do Conselho Federal de Economia, Júlio Miragaya, discute as consequências da PEC 55/2016,que limita os gastos públicos, na Comissão de Assuntos Econômicos (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - O presidente do Conselho Federal de Economia, Júlio Miragaya, discute as consequências da PEC 55/2016, que limita os gastos públicos, na Comissão de Assuntos Econômicos Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para o Cofecon, os gastos públicos primários da União têm contribuído para diminuir as desigualdades, o que pode ser comprometido com o atual formato da PEC 55.

“O Brasil persiste como um dos países de maior desigualdade social e o principal mecanismo da concentração da renda e da riqueza é nosso modelo tributário, altamente regressivo, economicamente irracional e socialmente injusto. Nós tributamos o consumo e a produção. Economicamente, isso é irracional. Os países, no mundo inteiro, tributam a renda e a riqueza e, aí, passa a ser socialmente justo. Nós adotamos um caminho inverso”, afirmou Miragaya.

Para o economista, em vez de debater a reforma tributária, o governo traça um falso diagnóstico para a crise, identificando “uma suposta e inexistente gastança do setor público, responsabilizando despesas com saúde, educação, previdência e assistência social pelo aumento do déficit”.

“Dessa forma, omite as efetivas razões, que são os gastos com juros da dívida pública, responsáveis por 80% do déficit nominal – no último ano, porque anteriormente era mais ainda, até porque tínhamos superávit primário –, as excessivas renúncias fiscais, o baixo nível de combate à sonegação fiscal, a frustração da receita”, destacou o presidente do Cofecon.

“Para buscar o reequilíbrio das contas públicas, o governo Temer propõe um conjunto de ações cujos efeitos negativos recairão sobre a população mais vulnerável, sendo a PEC 55 uma das principais”.

Governo

O Ministério da Fazenda foi convidado para participar da audiência na CAE, mas não enviou representante.

A PEC do Teto propõe um novo regime fiscal para o país, em que o aumento dos gastos públicos, em um ano, esteja limitado pela inflação do ano anterior. O governo, autor da proposta, defende a medida como fundamental para o controle da dívida pública e a retomada de confiança na economia e nega que ela vá retirar recursos de áreas como saúde e educação.

O relator da PEC 55/2016 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), apresentou na terça-feira (1º) parecer favorável à aprovação do texto na Casa. Eunício manteve o texto original que veio da Câmara para que a proposta não tenha que voltar para a análise dos deputados. O objetivo é que a PEC entre em vigor o mais breve possível.

Eunício afirmou que a proposta não vai cortar gastos de áreas como saúde e educação. “Nem saúde nem educação perdem recursos. É balela dizer que essa PEC corta gastos. Ela não corta um centavo ao nível de hoje. Ela disciplina gastos para o futuro: começa pelo piso que gasta hoje e corrige pela inflação do ano anterior”, disse.

O texto foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados e encaminhado ao Senado na semana passada. Na Câmara, a PEC tramitou com o número 241 e, no Senado, ganhou o número 55.

Edição: Lílian Beraldo
Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-11/pec-deve-aumentar-desigualdade-e-impactar-politicas-sociais-dizem
Scan ME
Scan ME © Scan ME powered by Patrick