O que é Coworking?

Coworking, ou co-working, ou cotrabalho, é um modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos de escritório, reunindo pessoas que trabalham não necessariamente para a mesma empresa ou na mesma área de atuação, podendo inclusive reunir entre os seus usuários os profissionais liberais, empreendedores e usuários independentes.

É uma maneira utilizada por muitos profissionais autônomos para solucionar o problema de isolamento do modelo de trabalho conhecido como home office. Além disso é um ótima alternativa para aumentar sua produtividade e fazer novos contatos de negócios através do networking.

Pessoas e empresas usuárias de coworking também utilizam este modelo de trabalho para estabelecer relacionamentos de negócios onde oferecem e/ou contratam serviços mutuamente. Alguns destes relacionamentos também visam favorecer o surgimento e amadurecimento de ideias e projetos em grupo.

Um serviço já ofertado em Escritórios Virtuais e que hoje está mais difundido. As práticas de conduta do coworking fazem com que este modelo se aproxime mais ao modelo das cooperativas, onde o foco não está apenas no lucro, mas também na sociedade.

Uma tendência que está modificando a forma com que empresas e empreendedores trabalham, compartilham e relacionam entre si. Em um coworking você encontra estrutura bem planejada e pensada para o trabalho autônomo e coletivo. Tem a oportunidade de manter e aumentar o networking com pessoas de diversas áreas e estilos. Pode aumentar a sua produtividade, já que os ambientes e as trocas feitas no espaço são propícios para isso. E tudo isso de maneira mais sustentável e econômica.

Os escritórios de coworking são ótimas opções para profissionais que desejam sair de escritórios residenciais, ou para empresas que procuram se instalar em locais com estrutura qualificada, mas com preço reduzido. Além de oferecerem aluguéis por preços inferiores ao mercado, os coworkings também possibilitam, aos profissionais, a formação de uma rede de contatos especializada e fundamental para a abertura de novas possibilidades.

Quando alguém começa a empreender, uma das principais dúvidas que podem surgir é sobre o local onde vai iniciar seu novo negócio. A maioria destes novos empreendedores, estabelece seu empreendimento em sua própria casa, no que é conhecido como home office.

De fato, trabalhar de casa pode ser bastante tentador, uma vez que estamos no conforto de nossa residência e que não contraímos novos custos. Entretanto, se olharmos para essa situação por outra perspectiva, poderemos perceber que o mesmo conforto que pode nos representar um ponto positivo, também pode nos trazer empecilhos. Por exemplo: receber um potencial cliente em casa não é lá muito profissional, certo?

Pois bem, um dos principais frutos que seu negócio pode ter, uma vez que estiver estabelecido em um espaço de coworking, é justamente o ganho de credibilidade perante seus potencias, clientes, parceiros e até concorrentes. Seu empreendimento deixa de ser visto como um negócio doméstico e passa a ser encarado com a devida seriedade. [8]

Confira algumas vantagens que os escritórios de coworking podem lhe oferecer:
– Internet de Alta Velocidade
– Salas de Reunião
– Localização de destaque
– Segurança
– Café e Água
– Recepcionista Bilíngue
– Ambiente sofisticado e design corporativo
– Linha telefônica própria
– Networking com empresas da rede

Fonte: Wikpédia
Link: https://pt.wikipedia.org/wiki/Coworking

Como faturar com o Chocolate?

Segundo a empresa Euromonitor, os volumes globais de produção de chocolate caíram 1,1% em comparação com 2015. Apesar dessa queda global na produção do doce, no Brasil, os dados são outros. De acordo com dados de 2014 da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates Cacau e Amendoim, o brasileiro consome em média 2,8 quilos de chocolate por ano – sendo 55% desses consumidores da classe C. Com a queda no consumo mundial e a situação econômica do país, as empresas do mercado de chocolate foram desafiadas a reinventar seus produtos.

Muito focadas na importação do chocolate, hoje, as empresas já investem no cacau nacional para criar um produto original e mais sofisticado, por exemplo. “Investir nesse mercado significa ser criativo. É preciso apostar em um produto diferente, embalagens chamativas e se especializar muito no setor, através de cursos, para ganhar credibilidade com o cliente”, diz Leonardo Paiva, consultor do Sebrae-SP.

Para quem pensa em investir nesse setor, é importante se inspirar em quem já se estruturou no mercado brasileiro. Confira três empresas provam que sem dedicação e originalidade não se faz um bom negócio:

1. Brigadeiros by Cousin’s
A loja surgiu em 2011 em um pequeno ponto na zona oeste de São Paulo. A Brigadeiros By Cousin’s chama a atenção pela delicadeza da sua decoração, que se assemelha às pequenas pâtisseries francesas.

O local foi montado pelo casal Giulianna Loduca Scalamandre, 40 anos, e Edoardo Jana, 43. “Minha esposa é designer de interiores, mas se especializou em gastronomia através de cursos. Ela sempre fez doces excelentes, inclusive o brigadeiro. Quando abrimos a loja, focamos nele”, conta Jana.

 Edoardo Jana e Giulianna Loduca Scalamandre da Brigadeiros by Cousin (Foto: Divulgação)

Contudo, pouco tempo depois, a loja estava oferecendo mais de 30 tipos de doces, com uma mistura de receitas francesas e alguns ingredientes brasileiros. “Quando ampliamos a gama de produtos, ficou difícil conciliar a loja e os cursos no exterior da Giulianna. Como não queríamos abrir as receitas para ninguém, ela me capacitou para que eu pudesse fazer qualquer receita na sua ausência. Hoje, quando ela viaja, eu cuido da cozinha tranquilamente”, conta Jana.

Entre os pontos fortes da confeitaria, estão os brigadeiros recheados de bolo de cenoura e com toque de flor de sal e azeite. “Além dos brigadeiros, hoje nosso cardápio conta com 50 tipos diferentes que alternamos todos os dias na vitrine. Prezamos pela delicadeza da decoração e usamos flores comestíveis em vários doces. E todas as embalagens são criações da Giulianna.”, diz Jana.

Com investimento inicial de R$ 1,5 milhão, a empresa fatura mensalmente entre R$ 30 mil e R$ 85 mil. A meta é chegar a R$ 95 mil de faturamento até o final do ano. Para Jana, o comprometimento, a dedicação e o cuidado com o produto são essenciais para alcançar um ótimo resultado. “Trabalhamos com ingredientes da melhor qualidade. Importamos a farinha de amêndoa, usamos chocolate belga em várias receitas, que não leva gordura hidrogenada, e nós mesmos atendemos aos clientes na nossa loja. Precisa disso tudo? Não. Mas se você quer alcançar um ótimo resultado, é preciso dar o máximo de si para os seus clientes”.

2. Mendoá
Criada em 2013, em Ilhéus, na Bahia, estado reconhecido pela plantação de cacau, a empresa investiu desde cedo no setor premium de chocolates brasileiros.

De início, a ideia do administrador Leandro Almeida, 34 anos, era que o brasileiro passasse a reconhecer mais o fruto como uma riqueza nacional. “Sempre houve muita valorização do chocolate importado e poucas pessoas reconheciam que o Brasil também poderia proporcionar um chocolate de ótima qualidade, já que o cacau é uma matéria-prima que encontramos aqui”, conta Almeida.

13.Quase pronto: os tabletes menores, na Mendoá, são embalados um a um manualmente. As barras maiores vão para embalagem automática em outro equipamento. (Foto: Divulgação/Ana Lee)

Para valorizar o cacau brasileiro, Almeida decidiu que a melhor forma seria investindo na produção de um chocolate “bean-to-bar”, ou seja, feito da amêndoa à barra na fazenda de cacau. “Nosso resultado final foi um chocolate que além de saboroso é muito saudável. A linha tradicional é livre de glúten, lactose e gordura hidrogenada”, diz Almeida.

A marca participa com estande próprio do Salon Du Chocolat de Paris e continua investindo em linhas que valorizam os ingredientes nacionais. “Estamos lançando uma linha de bombons recheados com maracujá, amendoim e cupuaçu”, diz Almeida.

Nos dois primeiros anos, o investimento inicial foi de R$ 2,5 milhões e, hoje, a empresa fatura R$ 300 mil por mês. A empresa conta com pontos de venda em mais de 10 estados e tem como meta montar quiosques próprios em shoppings e aeroportos do país.

3. Chocolat Du Jour
Consagrada no mercado nacional e reconhecida internacionalmente, a empresa está perto dos seus 30 anos. Fundada em 1987, pela empreendedora Claudia Landmann, 64 anos, a Chocolat Du Jour permanece como uma empresa familiar.

O negócio surgiu pelo desejo de Claudia de se desafiar e investir em algo que sempre gostou. Ela e o marido, John Landmann, 69 anos, sempre foram apreciadores do doce. “Comecei de forma orgânica por uma falta que eu e meu marido sentíamos de um chocolate brasileiro de qualidade”, conta Claudia. “Nossa ideia não era começar um grande negócio ou ter um retorno financeiro, queríamos fazer algo com prazer e que fosse reconhecido”, diz.

O Choco Damia é um produto com base de macadâmia caramelizada e coberta de chocolate ao leite da Chocolat Du Jour (Foto: Divulgação)

Ao longo dos 30 anos de empresa, Claudia diz que o apoio da família e o interesse dos filhos Patrícia e Manoel em fazer parte da sociedade ajudou a manter o padrão dos chocolates. “Investimos muito no processo do cacau. Essa era nossa vantagem sobre o produto europeu: nós tínhamos o fruto fresco aqui. Desde então, tomamos todo o cuidado com o processo do fruto. Hoje, nós compramos o cacau de uma fazenda parceira na Bahia e produzimos os chocolates aqui em São Paulo (SP)”, diz.

A Chocolat Du Jour já recebeu mais de cinco prêmios internacionais, entre eles, dois dedicados ao bombom de caramelo com flor de sal, premiado pela Academy of Chocolate Awards e pela The International Chocolate Awards.

A empresa não abre o faturamento, mas afirma que o foco hoje é, além de estar sempre inovando nas linhas de chocolate da marca, estruturar o novo site e o e-commerce, que deve renovar o conteúdo, a linguagem e a comunicação da empresa. Os produtos, no site da loja, variam de R$ 22 a mais de R$ 600.

Fonte: PEGN
Link:  http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/08/como-faturar-no-mercado-de-chocolate.html

Google lança ferramenta de busca por emprego

Lançada nos Estados Unidos em junho do ano passado, o Google Jobs finalmente está disponível para os brasileiros a partir desta terça-feira (30). A ferramenta funciona assim: assim que o internauta “der um Google” por temos como “vagas de emprego em São Paulo” ou “vagas como recepcionista”, aparecerá uma uma lista vagas de trabalho disponíveis em alguns sites parceiros.

Por inteligência artificial, o site de pesquisas irá entender o tipo de vaga que o internauta está buscando e mostrar a melhor opção. Também é possível configurar a pesquisa com filtros, como o título da vaga, a data em que ela foi ofertada no site, o setor a que ela pertence, a localização e o tempo estimado de casa até o local de trabalho. A opção de filtrar por salários existe nos Estados Unidos, mas não foi disponibilizada no Brasil.

Até o momento, a companhia conta com seis sites de emprego parceiros: Empregos.com.br, LinkedIn, Love Mondays, OLX, Trampos.com e Vagas.com.br. O internauta pode acessar o serviço pelo celular, tablet ou computador.

 

Fonte:

Metro jornal

O que é Empreendedorismo Social?

Empreendedorismo social é um termo que significa um negócio lucrativo e que ao mesmo tempo traz desenvolvimento para a sociedade. As empresas sociais, diferentes das ONGs ou de empresas comuns, utilizam mecanismos de mercado para, por meio da sua atividade principal, buscar soluções de problemas sociais.

Os negócios sociais integram a lógica dos diferentes setores econômicos e oferecem produtos e serviços de qualidade à população excluída do mercado tradicional, ajudando a combater a pobreza e diminuir a desigualdade. Inclusão social, geração de renda e qualidade de vida são os objetivos principais dos negócios sociais, que também são economicamente rentáveis.

Este tipo de negócio com impacto social tem proliferado por todo o País, por uma geração de empreendedores que pautam sua estratégia em valores sustentáveis. Diversas instituições têm colaborado para a conceituação e fomento deste novo modelo de negócio. A organização internacional Artemisia, a Ashoka, pioneira no campo da inovação social, e a Fundação Schwab, responsável pelo prêmio Empreendedor Social no Brasil, são alguns dos órgãos que estimulam o desenvolvimento destes negócios.

Um exemplo de negócio transformador e de impacto social é a Feira Preta, a maior feira de cultura negra da América Latina. Por meio de ações, feira de negócios e eventos culturais, a organização busca fomentar o empreendedorismo étnico e fortalecer a cultura negra no País. Em 10 edições, a feira já reuniu 400 artistas, 500 expositores e mais de R$ 2 milhões de circulação monetária e 40 mil visitantes.

Segundo Adriana Barbosa, empreendedora à frente do negócio, muito mais do que um evento cultural, a feira é resultado de um conjunto de iniciativas colaborativas, coletivas e inclusivas. “É um ambiente de encontro e valorização da cultura negra que tem um enorme potencial de mercado e é importante para a economia brasileira”, afirma Barbosa.

Fontes:
Artemisia Negócios Sociais
Ashoka
Introdução ao Universo dos Negócios Sociais
Fundação Schwab
Instituto Feira Preta

O que é Crédito Rural?

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O Crédito Rural abrange recursos destinados a custeio, investimento ou comercialização. As suas regras, finalidades e condições estão estabelecidas no Manual de Crédito Rural (MCR), elaborado pelo Banco Central do Brasil. Essas normas são seguidas por todos os agentes que compõem o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), como bancos e cooperativas de crédito.
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Os Créditos de custeio ficam disponíveis quando os recursos se destinam a cobrir despesas habituais dos ciclos produtivos, da compra de insumos à fase de colheita. Já os créditos de investimento são aplicados em bens ou serviços duráveis, cujos benefícios repercutem durante muitos anos.

Porfim, os créditos de comercialização asseguram ao produtor rural e a suas cooperativas os recursos necessários à adoção de mecanismos que garantam o abastecimento e levem o armazenamento da colheita nos períodos de queda de preços.

O produtor pode pleitear as três modalidades de crédito rural como pessoa física ou jurídica. As cooperativas rurais são também beneficiárias naturais do sistema.

Ano a ano, o governo Federal tem alocado cada vez mais recursos para o crédito rural. A maior parte do dinheiro destina-se a créditos de custeio para cobrir os gastos rotineiros com as atividades no campo. Esse dinheiro é tomado diretamente nos bancos ou por meio das cooperativas de crédito.

A oferta de linhas de créditos para investimentos conta com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, conhecidos, pela ordem, como FCO, FNO e FNE.

A Secretaria Política Agrícola (SPA) realiza o acompanhamento da evolução das contratações de crédito rural  ao longo do ano agrícola, de julho a junho, e divulga, mensalmente, informações sobre o desempenho do crédito rural.

Fonte: Ministério da Agricultura

7 dicas para criar um bom ambiente de trabalho

Fonte: Universia Brasil

Além de entender o assunto com o qual se trabalha, para ser um bom funcionário é importante ter um bom relacionamento com aqueles que trabalham no mesmo ambiente que você. Estar em um ambiente agradável ajuda na produtividade e traz mais prazer para os funcionários. Preparamos sete dicas que ajudarão a melhorar o local de trabalho. Confira:

1. Tenha atitudes positivas
Positividade no ambiente corporativo pode fazer toda diferença na vida profissional. Isto afeta a maneira como seus colegas de trabalho e clientes te veem, e reflete na vontade deles para trabalhar com você.

2. Respeite a todos
Todos gostam de ser tratados com respeito. Nesta hora é importante esquecer que há uma hierarquia: independentemente da profissão da pessoa, trate-a com respeito. Isso fará com que você seja bem visto por todos. Além disso, é importante respeitar as opiniões dos outros, que por mais diferentes que sejam da sua também devem ser escutadas e consideradas.

3. Ouça
Ouvir diferentes opiniões e visões de mundo também garantirá um ambiente de trabalho mais saudável. Encoraje seus colegas a expor suas ideias e pensamentos para que haja uma comunicação plena e efetiva em seu local de trabalho.

4. Seja amigável
Mostre que você se preocupa com seu coloca não apenas profissionalmente, mas também pessoalmente. Aproveite o tempo para conhecer um pouco mais sobre ele, sua família e interesses. Lembre-se de tratá-lo como gostaria de ser tratado.

5. Crie uma relação
Almoce com seus colegas e vá ao happy-hour. Ter uma relação fora do expediente ajuda a fortalecer os laços da equipe e motiva o trabalho em equipe. Você pode se surpreender ao descobrir que tem muito em comum com aqueles que trabalham com você.

6. Trabalhe em equipe por uma boa causa

Leve a boa comunicação da equipe para fora do escritório. Proponha um trabalho voluntário em asilos e orfanatos ou arrecadação de dinheiro para os mais necessitados. Mostre que vocês também podem se unir para fazer bem para os outros. Reconheça o bom trabalho e dedicação deles.

7. Agradeça

Demonstrar gratidão é um bom exercício para você e para os outros. Muitas pessoas sentem-se motivadas quando ouvem um simples “obrigado”. Isso mostra valorização de alguma atividade feita.

  • Fonte: Universia Brasil

12 idéias de negócio para quem quer empreender na crise

Fonte integral: Revista Exame

  • Na crise econômica, montar um negócio pode ser uma forma de fugir do desemprego, ou ainda uma oportunidade de ganhar mais do que com como funcionário. No entanto, o período de incertezas aumenta o medo de o empreendimento ir por água abaixo. Sendo assim, como saber qual ideia de negócio dá certo numa época em que todas as moedas são contadas? Antes de tudo, é preciso entender que a recessão é uma época em que as pessoas querem se defender de algo. “Toda vez que a gente entra em uma crise, as pessoas se posicionam contra determinadas ameaças. Mas, todas as vezes que elas existem, há também oportunidades de negócio”, diz Luiz Arnaldo Biagio, professor da Business School São Paulo (BSP). “Essa é a hora de buscar o que você pode fazer de diferente, e tem muita gente prosperando. Claro que não é fácil, mas a gente não pode se abater: a crise tem que servir como um motivador”, afirma Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e professora de empreendedorismo na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e no Insper. Por incrível que pareça, a recessão pode ajudar o empreendedor nacional. Isso porque, com a alta do dólar, a importação se torna uma opção mais cara. “Produtores nacionais podem colocar produtos no mercado e se apresentar para grandes empresas”, analisa Pedro Vidigal, membro da Fundepar, gestora de investimentos em empresas tecnológicas de universidades. Seja qual for o foco do negócio, um empreendedor em tempos de crise não pode se esquecer da situação de seus clientes, que estão controlando mais os gastos. “As pessoas evitam gastar mais com coisas novas, ou seja, há uma tendência de segurar o dinheiro. Você terá que ser mais certeiro no seu negócio”, diz Max Bianchi Godoy, professor de planejamento estratégico do Ibmec/DF. Para acertar esse alvo, a palavra de ordem é estudar muito o mercado e olhar todas as possibilidades. Por isso, os quatro especialistas deram dicas de ideias de negócio que podem dar certo durante a recessão econômica – e por quê. Navegue nas fotos acima e veja algumas dessas ideias.

Dicas para abrir um negócio em casa

Para quem toma a decisão de trabalhar por conta própria, um dos primeiros desafios é decidir onde o empreendimento vai funcionar. Mesmo para quem é autônomo e passa o dia na rua, é preciso ter um local para organizar as contas, planejar compras e entregas e até mesmo produzir o que vai vender.

Em tempos de aperto de cinto, alugar uma sala comercial ou procurar um espaço compartilhado envolve custos que nem sempre o empreendedor é capaz de absorver. Diante desse cenário, trabalhar em casa é a escolha natural.

A vantagem mais evidente de montar seu escritório em um cômodo da casa é o custo: além do valor do aluguel, o empreendedor vai economizar com o trajeto até o trabalho e poderá almoçar em casa todos os dias. Com uma mesa, acesso à internet e uma linha telefônica, é possível trabalhar com e-commerce ou representação comercial. Se for necessário armazenar alguns produtos para usar como mostruário, uma pequena sala consegue dar conta.

O problema é que nem tudo é vantagem no home office. Os riscos e as limitações são grandes, e podem atrapalhar o negócio de quem não está preparado. “Além dos cuidados comuns que qualquer empresa exige, é preciso dedicar uma dose extra de organização para fazer funcionar. Em primeiro lugar, separar a vida da casa da do trabalho. Isso requer disciplina: ter um espaço reservado para o trabalho e todo o cuidado para não se distrair com as coisas do lar”, diz o consultor do Sebrae-SP Fabiano Nagamatsu.

Segundo ele, o empreendedor que trabalha em casa precisa estabelecer uma rotina com início, parada para almoço e fim da jornada. “O empresário deve vestir-se de acordo. Bermuda, chinelo ou pijama durante o expediente não combinam. Tem de entrar no clima da cabeça aos pés literalmente”, afirma Nagamatsu. As contas de casa e as da empresa também nunca devem se misturar – como em uma empresa comum, pessoa física e pessoa jurídica são instâncias diferentes.

Dependendo do ramo de atividade, o empreendedor também precisa de um espaço para receber clientes ou fazer reuniões com fornecedores e parceiros. Nesse caso, o consultor afirma que o cenário ideal é ter uma entrada independente. “A atitude do empreendedor faz muita diferença quando ele monta o negócio onde mora”, diz.

Horários

Montar um espaço para trabalhar em casa foi a saída que Priscilla de Jesus Trindade, 33 anos, encontrou depois que a empresa em que trabalhava como assistente administrativa faliu. Ela já fazia adesivos para unhas para as colegas de trabalho – e perder o emprego foi o estímulo que faltava para levar a produção a sério.

Em um espaço fechado no quintal de casa, Priscilla produz os adesivos que vende pela internet e para salões de beleza. Antes o pai a ajudava com as entregas, mas atualmente ela está fazendo tudo sozinha. “Hoje faço o desenho, todo o controle financeiro e uma vez por semana saio para fazer as entregas e colocar produtos no correio”, conta.

Para Priscila, que hoje é Microempreendedora Individual (MEI), a vida como empreendedora a partir de casa é muito mais recompensadora do que a antiga vida de funcionária, apesar de algumas dificuldades. A principal delas, por enquanto, é adaptar-se o horário “comercial” mesmo estando a poucos passos do quarto e da cozinha de casa. “Estou tentando me adaptar a um horário de trabalho normal. Hoje fico muitas vezes trabalhando até de madrugada e nos fins de semana, ainda mais quando entra alguma encomenda mais urgente”, diz.

Outra questão que deixa Priscilla ainda um pouco perdida é em relação ao fluxo de caixa. Como as entregas são feitas para vários clientes e a quantidade de pagamentos é pulverizada, às vezes é difícil enxergar onde está o dinheiro. “Na empresa você sabe que tem um salário no final do mês, aqui eu às vezes me perco com os recebimentos”, conta. Mesmo assim, a empreendedora não sente saudades do emprego fixo: pelo contrário, pretende aprimorar-se na gestão.

Adaptação

Alguns segmentos são mais indicados para quem pretende trabalhar em casa: e-commerce e representação comercial são os mais comuns. Artesanato e produtos alimentícios também não demandam muito espaço além de um pequeno cômodo para armazenamento ou um freezer horizontal. “Evite negócios que exijam linha de produção ou que produzam barulho, cheiro, que usem produtos químicos ou que provoquem muita movimentação de gente, porque isso vai interferir na vida dos moradores da casa e dos vizinhos”, diz Nagamatsu.

O consultor do Sebrae-SP também lembra que trabalhar em casa pode ser um pouco mais complicado para quem mora em apartamento. É preciso respeitar as regras do condomínio e verificar se há algum tipo de licença especial para exercer a atividade desejada.

A empreendedora Rosana Sacramento, 45 anos, proprietária da Red Onions Culinária Saudável, teve de alugar um pequeno imóvel para instalar sua cozinha, onde produz alimentos totalmente livres de glúten. “No apartamento eu não teria autorização dos órgãos sanitários”, diz.

Antes de empreender, Rosana trabalhava no setor de eventos de uma grande empresa. Ela viajava muito e não tinha tempo para ficar com o filho, hoje com oito anos. Trabalhar por conta própria foi uma alternativa para permanecer mais próxima à família e transformar uma vocação – cozinhar – em profissão. Mas as dificuldades são muitas: à noite, em casa, a empreendedora vai para o “terceiro turno”, controlando planilhas financeiras, elaborando listas de compras e fazendo a divulgação da empresa nas redes sociais.

O marido, autônomo, consegue ajudar com as compras e com as entregas “Sou praticamente todos os departamentos sozinha”, diz Rosana. Atualmente, para tentar aumentar o faturamento, ela passou a comercializar marmitas saudáveis. “O custo do aluguel está impactando no caixa da empresa. Além disso, meus insumos são muito altos”, conta.

Vale a pena trabalhar em casa?

Pontos positivos:

– Redução de custos com aluguel, transporte e alimentação na rua.

– Possibilidade de escolher os horários de trabalho.

– Estar mais próximo à família para almoçar e jantar, com ganhos para a qualidade de vida.

Pontos negativos:

– Risco de misturar vida doméstica e trabalho, principalmente em relação às contas.

– Falta de disciplina com horários e compromissos.

– Espaço inadequado para receber clientes e fornecedores, assim como para armazenar produtos.

– Pode ser solitário para quem gosta de interagir com colegas.

Fonte: Revista PEGN –  Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP
Link: http://revistapegn.globo.com/MEI/noticia/2016/09/dicas-essenciais-para-abrir-um-negocio-em-casa.html

Novo modelo de negócio une ações sociais e geração de lucro

Uma das principais atrações da Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (Finit), que ocorre em Belo Horizonte até sábado (4), a corrida de drones chama a atenção do público. Quatro vezes por dia, qualquer um pode controlar um desses dispositivos voadores e cumprir um percurso com obstáculos. Os dois melhores disputam uma grande final, em que o vencedor é quem pilota mais rápido.

Por trás do entretenimento, existe um novo modelo de negócio que une ações sociais e geração de lucro. Empresa responsável pelos drones, a Mirante Lab, de São Paulo, também sustenta-se com os convites para demonstrações em escolas, eventos e workshops. No entanto, segundo os funcionários, o negócio também fornece retorno para a sociedade ao promover a inclusão de novas tecnologias e ampliar o interesse pela ciência.

“Temos uma missão de inclusão que a gente preza muito: deixar que as pessoas conheçam o que é um drone ou uma impressora 3D [que imprime objetos em três dimensões]. São jovens, pessoas com deficiência e até idosos que entram em contato pela ciência”, destaca Ricardo Yamamoto, gerente de Atividades da Mirante Lab. Fundada há dois anos, a empresa, desde o ano passado, é parceira da Campus Party, evento que reúne jovens para desafios tecnológicos.

Missão

Um desses negócios é a Kitutor, startup de educação online que oferece aulas numa plataforma restrita. Fundador da empresa, Antônio Pinto diz ter muito orgulho da vocação social de seu negócio, que, segundo ele, fornece uma solução barata para escolas que precisam complementar atividades para cumprirem a carga horária de ensino integral. “Nossa solução custa 1% do que o governo gasta hoje para oferecer o contraturno escolar”, declara.

startup (empresa pequena que fornece inovações tecnológicas) de Antônio Pinto ainda está em fase pré-operacional e comercializará a plataforma de ensino online a partir de janeiro. Ele pretende usar o faturamento com a venda da solução tecnológica a escolas e empresas privadas para oferecer de graça a plataforma a escolas públicas. “Também posso atrair patrocinadores que financiem o fornecimento para o ensino público. Ser empresário social não me impede de lucrar. A gente quer ganhar dinheiro fazendo o bem”, resume.

Potencial

O secretário de Inovação e Novos Negócios Ministério do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Vinícius de Souza, diz que o acesso crescente à tecnologia está promovendo uma mudança na cultura de negócios. Segundo ele, os negócios sociais proporcionam impacto positivo em várias áreas, como renda, cidadania e meio ambiente. “Até alguns anos atrás, as grandes empresas constituíam projetos de responsabilidade social para devolver parte dos lucros em ações sociais. Agora, estão nascendo negócios sociais que unem a capacidade de promover melhorias sociais e ambientais enquanto geram lucros”, ressalta.

Para Souza, os negócios sociais são um dos temas que vão liderar a transformação na economia nas próximas décadas. Ele ressalta que o Brasil tem um potencial elevado para esse tipo de empreendimento. “Temos cada vez mais pessoas empoderadas com acesso à tecnologia. Hoje, qualquer pessoa tem informações de qualquer lugar do planeta, que podem ser usadas para mudar a sua vida, a de outros e até influenciar países. O Brasil representa um terreno fértil nessa área”, acrescenta.

Gerente executivo de Tecnologia e Inovação na mineradora Vale e vice-presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Luiz Eugênio Mello diz que os negócios sociais representam uma tendência irreversível. “É certamente uma tendência entre as empresas. Às vezes, é difícil falar do momento atual com o olhar do presente porque a gente não tem o distanciamento histórico. Várias coisas que hoje a gente enxerga como embrionárias, daqui a algumas décadas, serão comuns”, destaca.

Fonte Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2017-11/novo-modelo-de-negocio-une-acoes-sociais-e-geracao-de-lucro

Brasil – Comércio deve contratar mais de 74 mil trabalhadores temporários

O comércio deve contratar 74,1 mil trabalhadores temporários neste final de ano, segundo projeção divulgada hoje (8) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Natal deverá movimentar R$ 34,9 bilhões, um aumento de 5,2% em relação ao ano passado, a maior variação desde 2013.

A projeção anterior divulgada pela CNC era de crescimento de 4,8%, mas foi revisada porque, segundo a confederação, o cenário de inflação baixa, queda de juros e retomada do emprego nos últimos meses deve melhorar os resultados do setor este ano. “O cenário para o comércio está bastante positivo para o curto prazo. O comércio interrompe dois anos de queda”, disse o economista-chefe da Divisão Econômica da CNC, Fábio Bentes.

De acordo com o economista, a revisão para cima da perspectiva de vendas para o Natal também levou em conta o efeito do pagamento do décimo terceiro salário e não apenas da demanda.

Este ano, por causa da crise econômica no país, os varejistas adiaram a temporada de oferta de vagas, que geralmente ocorre entre setembro e novembro, para dezembro. As expectativas, no entanto, são positivas, e a taxa de efetivação dos temporários deve crescer para 30%. Em 2015 e 2016, apenas 15% dos trabalhadores temporários foram efetivados após o Natal. Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro deverão concentrar 47% das contratações.

O salário médio de admissão deverá ter aumento real de 3,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 1.185. O maior pagamento deve ser oferecido no ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.430), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.392). No entanto, estes segmentos devem responder por apenas 2% do total de vagas oferecidas para a temporada.

Em relação às vendas, os segmentos de hiper e supermercados (R$ 11,8 bilhões), lojas de vestuário (R$ 9 bilhões) e de artigos de uso pessoal e doméstico (R$ 5,1 bilhões) deverão responder por 74% do faturamento das vendas natalinas deste ano. Em termos relativos, o maior aumento nas vendas deverá ocorrer nas lojas de móveis e eletrodomésticos, com crescimento de 17,8% na comparação com 2016.

Em termos relativos, o maior aumento nas vendas deverá ocorrer nas lojas de móveis e eletrodomésticos, com crescimento de 17,8% na comparação com 2016. Segundo Bentes, o crescimento das vendas neste setor reflete “um importante da suavização das prestações”, por causa da queda de juros. “Com a renda relativamente estabilizada e aumento do emprego, encaixar prestação no orçamento em 2017 ficou menos difícil do que nos últimos dois anos”.

O economista da CNC ressaltou que as expectativas de crescimento este ano caminham no mesmo sentido das demais datas comemorativas do varejo. “E todas as datas, desde a Páscoa, têm fechado com leve alta depois de dois anos de fortes quedas. E no varejo do Natal deste ano, deve acontecer isso também”.

4 coisas que os ricos não falam e você também não deveria

Falar com pessoas que ascenderam financeiramente por causa do empreendedorismo é uma experiência diferente. A confiança vai além do que está na carteira: a característica tem a ver com as atitudes e o jeito de falar desse grupo de pessoas. Ao perceber isso, o americano Steve Siebold escreveu o livro “How Rich People Think” (“Como Pessoas Ricas Pensam”, em tradução literal), destacando elementos além do dinheiro que separam os ricos de todo o resto. Isso inclui algumas frases que eles não dizem, listadas no site “Business Insider”. Saiba quais são elas:

1 – “Não consigo bancar a minha ideia”
Muitos empreendedores têm grandes ideias que, na maioria das vezes, não são colocadas em prática por acharem que não terão dinheiro o suficiente para seguir adiante. Quando uma pessoa rica tem uma ideia que sabe que não poderá bancar, ela geralmente encontra outras formas de financiá-la, sem deixar a ideia de lado.

2 – “Não mereço ser rico”
Ainda tem muita gente que acredita não merecer ter mais dinheiro do que o necessário para levar uma boa vida. Já as pessoas ricas pensam da seguinte forma: “por que não eu?”. Essa crença faz com que eles se sintam muito mais motivados para perseguirem seus sonhos

3 – “Posso perder tudo”
Em vez de verem a perda como algo ruim, os ricos a enxergam como uma experiência com a qual podem aprender. Para eles, todo investimento requer estratégia e conhecimento dos benefícios e consequências. Quanto mais tentativas e aprendizados, menor é o risco de perda.

4 – “Odeio o meu trabalho”
A maioria das pessoas se arrasta todos os dias para trabalhos dos quais não gostam até que chegue o momento de se aposentarem. Os ricos sabem que o segredo da riqueza é o “combo” paixão e esforço. A primeira é o combustível para o segundo. Uma vez que você faz com que você gosta e com vontade, tudo se torna possível.

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/03/4-coisas-que-os-ricos-nao-falam-e-voce-tambem-nao-deveria.html

Trindade no foco do Grupo Peixoto de Freitas

Comunicado da presidente do Grupo Peixoto de Freitas, Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas:

O Grupo Peixoto de Freitas está dando andamento ao futuro empreendimento de grande porte em Trindade, cidade carinhosamente conhecida como Capital da fé e da Prosperidade. Queremos levar nosso projeto acima de tudo, com objetivos sociais, gerando riqueza e levando emprego e renda onde vamos.

Gostaríamos de agradecer à Prefeitura de Trindade em nome do Ilustríssimo Prefeito Jânio Darrôt e aos empresários locais, pelo apoio e confiança sempre a nós ofertado e prometemos devolver toda este incentivo da maneira mais nobre possível.

Oportunamente, estivemos a visitar alguns locais prováveis de investimento e estamos completamente encantados. Um mundo de oportunidades e desenvolvimento brevemente será vislumbrado neste município se depender do nosso Grupo.

Agradeço a todos que confiam em nossa capacidade, pois estamos sempre levando o desenvolvimento onde vamos, sonho este que começou com a história empreendedora de meu saudoso avô Athayde Peixoto de Freitas e perpetua neste grupo através dos tempos, passando de geração em geração. Assim como meu avô esteve a frente um dia, hoje eu tomo o lugar dele com o compromisso de continuar o trabalho que tão belamente ele começou!

Aproveito para dizer que nosso projeto de instalação em Inhumas no Distrito Industrial Athayde Peixoto de Freitas (que levou o nome em homenagem ao meu avô) está no aguardo de ajustes finais para instalação  de uma das nossas indústrias.

PS: Aprecie logo após o texto algumas foto dos locais de instalação.

Muito obrigada a todos!

Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Presidente do Grupo peixoto de Freitas
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

10 dicas para lidar com colegas de trabalho ‘difíceis’

Todos os profissionais têm colegas na empresa e sabem como a convivência é importante para ter um bom ambiente de trabalho. Mas algumas pessoas enfrentam dificuldades para lidar com outras.

Pode ser o jeito de falar, de trabalhar, de lidar com problemas ou mesmo uma falta de compatibilidade. Tudo isso pode atrapalhar, e muito, o andamento do trabalho.

Segundo Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho e autora do livro “Como gerenciar um chefe com comportamento infantil e prosperar no seu trabalho”, existem alguns comportamentos que podem melhorar o dia a dia no escritório ou, pelo menos, evitar o estresse entre os colegas.

Veja abaixo 10 dicas para melhorar o relacionamento com um colega de trabalho difícil:

1 – Seja gentil e diplomático:
Comece e termine a conversa de uma forma amigável e gentil. Todas as questões a serem discutidas deve ficar no meio da conversa. “Seja paciente e gentil em suas palavras. Pratique, se necessário”, afirma Lynn.

2 – Mantenha a calma:
Tente ser um modelo de profissionalismos. “Você quer que a sua abordagem funcione, então é necessário ser estratégico”, ressalta Lynn. O profissional também pode ter um período para ‘retomar’ a calma.

3 – Não rebata fogo com fogo:
“Evite uma batalha de inteligência”, aconselha Lynn. Também não adianta aumentar o volume da música, no fone de ouvido, ou bater no teclado enquanto digita. A melhor forma é tentar resolver o problema para ter um ambiente de trabalho harmonioso ou, pelo menos, sem brigas e disputas.

4 – Seja discreto e direto:
Fale com o seu colega de trabalho em um local privado para tentar evitar ainda mais atrito. “A bondade é um longo caminho que deve ser trabalhado por semanas, meses ou anos”, afirma Lynn.

5 – Antecipação:
O profissional pode tentar antecipar o que vai incomodá-lo para contornar o problema sempre que possível. Medidas preventivas podem fazer a diferença no dia a dia de trabalho.

6 – Não se sinta culpado:
Todos têm o direito de falar o que sentem sem sentir remorso depois. Segundo Lynn, se o profissional for educado e compassivo na hora de conversar com o colega, ele está fazendo a coisa certa e não deve se sentir mal depois.

7 – Tente ser compreensivo:
O profissional deve ser sensível para entender que as pessoas não são perfeitas. Lynn lembra que ninguém está imune a hábitos que podem irritar os outros.

8 – Use o Bom humor:
A situação de irritação pode ser uma boa oportunidade para usar o humor e tentar diminuir a tensão.

9 – Mantenha a positividade:
“Tente ficar otimista, apesar de loucura. Dessa forma, é mais provável que o profissional consiga algum tipo de cooperação”, ressalta Lynn.

10 – Tire uma pausa:
O profissional deve considerar uma pausa para mudar os ares e não se estressar com o colega em questão. “Ele deve voltar mais relaxado para continuar”, diz Lynn.

Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2015/06/veja-10-dicas-para-lidar-com-colegas-de-trabalho-dificeis.html

Seja o Melhor com Sessões de Desenvolvimento Pessoal e Profissional

Serviços direcionado aos empreendedores e negociadores.
O Desenvolvimento pessoal vem se tornando um fator importante para o mercado atual. Além de oferecer base e provocar consequentemente o desenvolvimento profissional de forma natural, eficaz e rápida.
O desenvolvimento pessoal aplica: programação neurolinguística, instrução pessoal direcionada, técnicas de inserção (pessoais e profissionais), dentre outras opões de melhoria contínua.
Dados:
– Sessões individuais, duplas ou pequenos grupos.
– Sessões de 45 minutos.
– Opções para atendimento domiciliar.
– Sigilo quanto a prestação do serviço.
– Os preços variam pois temos convênios com algumas instituições.
Maiores informações no fone: 55 (62) 98619 1151 (Whatsapp).

Palestras-show: um show de horrores!

Com certeza você já deve ter frequentando alguma palestra em que saiu motivado, mas não sabendo absolutamente nada para aproveitar na tua vida de empreendedor. Isso acontece com mais frequência do que imaginas… Já participei de vários eventos (Palestras, seminários etc) em que saí imaginando: “Meu Deus! Que perda de tempo!”

O problema dos eventos atualmente, principalmente palestras é o quesito motivacional e ridículo que algumas tem assumido. As palestras “entraram na onda” de palestra-show e na verdade virou um show mesmo… que está mais para espetáculo de horrores.

O objetivo de uma palestra é sempre passar informações e abrir a mente de quem vai assisti-la, deixando o ouvinte mais preparado e mais informado para o mercado de trabalho. porém, os eventos que vejo na atualidade se entrenharam nos caminhos da “Coachietagem meia boca” (Coach de ponta de esquina) e viraram palhaçada constante.

Volta e meia algum aluno, cliente ou amigo me envia convite pra assistir “Palestra-show”. Logo penso: “vai ter um idiota falando de motivação e fazendo palhaçada e no final das contas vou perder no mínimo uma hora da minha vida em que eu poderia estar a assistir um evento de qualidade, lendo um livro ou discutindo idéias com pessoas que realmente valem a pena.”

As pessoas hoje se empolgam com bobagens e eventos sem nenhum acréscimo às suas vidas. Se encantam com as palavras de “mude a sua vida!” e no final das contas pagam por um evento ridículo e sem nenhum crédito e depois disso ainda saem achando que estão preparadas para o mercado.

É preciso cuidado com os eventos que frequentamos, porque perdemos tempo e dinheiro que poderiam serem gastos de outras formas muito mais bem formuladas e agregadoras. Um evento que parece espetáculo, não é evento, é show de circo!

 Um ótimo feriado a todos!

Beatriz Peixoto
Economista
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

QUIZ – Que tipo de negociador você é?

Que tipo de negociador você é? O mundo tem vários perfis de negociadores, porém existem alguns em maior quantidade ou que dominam em maior parte a personalidade do empreendedor. Com um simples teste, podes saber mais sobre esse teu lado negociador.

Abraços a todos!

Economista Beatriz Peixoto
(Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)
EMPREENDEDORISMO É O NOSSO FOCO!

OBS: Todos os direitos reservados ao Portal Beatriz Iolanda

Para saber mais sobre você mesmo escolha sem pensar uma das construções abaixo:

Resultado:

01) Se você escolheu a número 01, então és alguém que prima pela negociação onde todos saiam ganhando, quer satisfazer as tuas necessidades sem prejudicar ninguém. Porém cuidado! Podes, nessa onda de bondade e solidariedade, acabar por ficar como o “idiota das negociações”

02) Se você escolheu a número 02, então és alguém completamente frio e calculista em qualquer decisão. Em negociações isso é muito bom, pois foca exatamente no ponto crucial onde queres chegar. Porém cuidado com o exagero de objetividade. Podes deixar passar grandes oportunidades de network.

03) Se você escolheu a número 03, então és um negociador bem forte e decidido, casa admiração com as pessoas que estão contigo nestes empreendimentos e aventuras empresariais. Força e Foco são seus pontos chaves e geralmente se dá bem em qualquer barganha.

04) Se você escolheu a número 04, então és alguém qe geralmente não se prepara o suficiente para negociar e quase sempre acredita que apenas o teu charme vai salvar a situação, mesmo que seja periclitante. Não é vergonha pedir ajuda a terceiros quando dela (ajuda) precisar.

 

Como identificar um líder?

O líder que se que explica com objetividade e exemplos o que espera de sua equipe, em vez de só falar em valores vagos e abstratos, é mais do que um chefe, segundo a consultora de empresas Maria Cristina Gattai. “É o líder”, afirma ela. “Ele não se limita simplesmente a uma posição que ocupa na empresa. Porque sabe que liderança é, antes de tudo, uma questão de atitude”.

A seguir, o que faz o “líder” diferente do chefe tradicional.

1. Colabora para o desenvolvimento individual dos profissionais

Em vez de encaminhar os funcionários para treinamentos planejados e conduzidos pelo RH, o líder chama para si a responsabilidade pela formação e aperfeiçoamento de sua equipe. “Ele direciona as pessoas para o aumento de performance por meio da identificação do que cada um faz melhor”, afirma ela. “Faz parte de seu trabalho desenvolver talentos”.

2. Mostra o destino, mas deixa o outro trilhar o caminho

O líder define as metas com clareza e guia os funcionários para que as atinjam. Porém, não fala como e quando cada um deve fazer para alcançá-las. “Quando o chefe dá a receita, tira a responsabilidade da pessoa pela tomada de decisão”. O que ele faz é ajudar a equipe a buscar soluções próprias.

3. Pratica os valores

Falar sobre os valores de uma empresa pode soar como algo vago e suscitar variadas interpretações. Dizer que proatividade ou lealdade de seus funcionários pode significar atitudes diferentes no entendimento de cada um deles. Portanto, o líder deve se empenhar traduzir em ações o tipo de conduta que espera de seu time. “Ele pode criar indicadores para avaliar se os valores estão sendo cumpridos”.

4. Faz primeiro e depois cobra

“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu falo” não serve para um líder. Para ser seguido e respeitado – e não apenas aceito por uma imposição hierárquica –, ele precisa aplicar os conceitos que prega em suas atitudes cotidianas.

5. Sabe o que quer

Além de saber o que quer, sabe como comunicar e engajar todos no mesmo propósito. “O chefe que não se preocupa em desenvolver uma meta comum, acaba formando uma equipe que se perde no individualismo das pessoas”. O líder tem claro para si o que os funcionários devem atingir e os ajuda com orientações constantes e práticas.

6. Assume que o erro é nosso, o acerto é seu

O líder se empenha no desenvolvimento de cada um individualmente. Para isso, deve premiar o grupo por meio de indicadores de performance e resultados. Já os erros, são responsabilidade de seu próprio trabalho. “O chefe tradicional faz sua gestão reforçando os erros – e não os acertos”.

7. Oferece feedbacks constantes.

Seções formais de feedback servem para o chefe que não tem segurança ou conhecimento para ser assertivo no momento em que a conduta dos subordinados sai dos trilhos. “O líder atua no dia a dia através de conversas em tempo real, conduzidas de maneira informal e rápida (de cinco a dez minutos)”, diz a consultora. Com isso, o comprometimento do grupo tende a aumentar, assim como o desenvolvimento individual de cada um, que saberá exatamente os pontos a serem trabalhados.

8. Investe na diversidade

O líder tradicional busca pessoas que tenham um perfil semelhante ao seu para compor sua equipe de trabalho, segundo Cristina. Já o gestor com postura de coach reconhece que as diferenças entre um e outro podem contribuir para uma equipe mais forte e completa. “Ele explora o que há de melhor em cada estilo para compor um time vencedor”.

9. Dá liberdade à equipe

Saber delegar é uma característica do líder. “Na sua delegação, ele transfere autoridade às pessoas comprometidas e competentes”. Ao final, a responsabilidade sobre o trabalho do grupo volta a ser dele. Já o chefe tradicional não delega as tarefas porque é inseguro e tende a acreditar que, se o fizer, o funcionário terá a chance de se destacar mais do que ele, segundo Cristina.

10. Conhece sua equipe
Enquanto o chefe tradicional se preocupa com a tarefa a ser executada naquele momento, o líder tem uma visão mais ampla de seus subordinados e atividades. “Ele conhece as qualificações e capacidades de cada integrante de seu time”, afirma a consultora. “E mantém essas observações atualizadas, já que a equipe está sempre se desenvolvendo.”

11. Forma sucessores

Dizem que bom professor é aquele que ensina o aluno a ponto de ser superado por ele. Este seria o líder. Alguém que colabora na construção da maturidade profissional dos subordinados, reconhecendo em que aspectos cada um precisa melhorar. Enquanto o líder tradicional está preocupado em manter seu emprego e se mostrar imprescindível para a organização, o líder deixa sucessores prontos a assumir seu posto quando necessário.

Via Época Negócios

9 truques para impressionar quem acabas de conhecer

Alguns especialistas acreditam que a maior parte do seu sucesso não vem só através de seus conhecimentos, mas sim de seus contatos. E sabendo da máxima “a primeira impressão é a que fica”, coletamos algumas dicas de como impressionar rapidamente pessoas que você acabou de conhecer. Elas podem ser extremamente úteis em uma entrevista de emprego ou em um primeiro encontro:

1. Não se intimide

Os primeiros segundos de um primeiro encontro são marcados por reações instintivas – muita gente entra em um modo apelidado de ‘luta ou fuga’ ou ‘fica na defensiva’. Mas são nestes primeiros momentos que fazemos avaliações imediatas inconscientes da outra pessoa (afinal, também estamos na defensiva) e elas variam de acordo com a segurança que sentimos. Esteja consciente de seus sinais e certifique-se de não parecer assustador ou assustado.

2. Respeite os limites

Preste atenção no espaço pessoal e respeite os limites dos outros. Em caso de dúvida, siga as pistas que a outra pessoa der: se ela se inclinar, você se inclina, e assim sucessivamente. Lembre-se que os conceitos de espaço pessoal variam de acordo com cada pessoa.

3. Cumpra as expectativas

Você já conheceu alguém pela internet e, quando finalmente encontrou a pessoa, ficou completamente decepcionado? Em época de Tinder essa situação é extremamente comum. E, às vezes, a pessoa pode até ser bacana – mas é tão diferente do que deixou passar por mensagens que a decepção é inevitável. Evite causar o mesmo tipo de sensação deixando clara, desde o primeiro contato, qual é a sua personalidade e seguindo com ela no primeiro encontro. Ou no caso de uma entrevista de trabalho, não invente uma persona que não condiz com você: são poucas as pessoas que conseguem interpretar papéis com sucesso em situações como essa e as chances de que os entrevistadores percebam que você está sendo falso são grandes.

4. Seja positivo

Sorrir, manter contato visual… tudo isso parece óbvio. Mas, garantimos, funciona. Na hora de explicar situações ou contar histórias, mostre bons sentimentos como gratidão em vez de ressaltar como você ficou frustrado/irritado. Crie imagens positivas – e elas serão associadas com você.

5. Gerencie seu humor

As pessoas são atraídas pelo humor, entusiasmo e confiança mais do que raiva, arrogância e impaciência, isso é óbvio. Mas você sabia que, ao projetar a positividade da qual falamos no tópico anterior, você consegue alterar o próprio humor? Digamos que você esteja nervoso e tente projetar calma – ao fazer isso, são grandes as chances de que seu coração desacelere e que você consiga se manter mais relaxado.

6. Esteja em sintonia

Certifique-se de que suas palavras, tom de voz e linguagem corporal estão todos dizendo a mesma coisa. Não adianta sorrir e se mostrar um cara calmo se a sua perna está tremendo sob a mesa. Mensagens misturadas podem confundir e fazer você perder a credibilidade.

7. Seja curioso

Dê abertura para a outra pessoa falar também, se mostre curioso e faça perguntas. Esteja interessado: as pessoas gostam de se sentir importantes. E, convenhamos, em uma entrevista de emprego ou em um encontro, uma conversa é muito mais agradável do que uma sessão de perguntas e respostas.

8. Pense sobre você

Ok, não estamos dizendo pra você ter um texto decorado. “Meu nome é fulano, tenho X anos, trabalho com Y…”, mas ter alguns tópicos importantes sobre a sua vida memorizados pode ser um diferencial naquele primeiro momento constrangedor do encontro/entrevista. Fale sobre o que você está fazendo da sua vida, o significado que isso tem para você e a diferença que aquele encontro/entrevista pode fazer. De novo, não de forma ensaiada. Pense nisso não como um discurso de vendas (no qual o produto é você), mas como uma mini-apresentação envolvente.

9. Faça valer a pena

Trate cada contato que você faz como se fosse a coisa mais importante que você já fez – mesmo um encontro que não deu lá muito certo. Ok, ele não vai render em um namoro – mas educação nunca é demais. Vai que você encontra essa pessoa na próxima empresa em que for trabalhar?

Via The Muse