Desorganização atrapalha funcionamento do cérebro e provoca estresse

Texto gentilmente cedido por Extra Globo

  • Por Camila Muniz

    O fim de semana chega e é hora de tentar pôr ordem à bagunça acumulada durante toda a semana. Se essa tem sido sua rotina nos dias de folga — e mesmo assim, o problema parece nunca chegar ao fim —, melhor rever seus hábitos. Segundo especialistas, viver em meio à desorganização gera estresse e perda de tempo, o que interfere diretamente no bem-estar e na qualidade de vida.

Segundo o neurologista Leandro Teles, membro da Academia Brasileira de Neurologia, ser organizado facilita o trabalho do cérebro, pois permite que ele tenha previsibilidade para executar tarefas.

— Quando está tudo embaralhado e alguém procura algo, o cérebro gasta tempo e performance para achar o que se quer. Com isso, ele fica cansado e há queda de rendimento em atividades que exigem mais energia, como tomada de decisões, por exemplo — diz o médico. — Se o ambiente está arrumado, a pessoa já parte do meio do caminho. Isso traz tranquilidade, gera serotonina (neurotransmissor) e controla o bem-estar.

De acordo com a psicoterapeuta holística e hipnóloga Myriam Durante, toda bagunça é resultado de uma procrastinação que, em geral, se deve a alguma insatisfação.

— Se as pessoas não estão felizes, elas ficam empurrando tudo com a barriga — afirma a especialista em comportamento humano.

Para as crianças, organização é fundamental para o aprendizado. Estudar em ambientes desarrumados dificulta a concentração em uma só tarefa, o que atrapalha a consolidação de informações no cérebro.

— Os pequenos pegam o exemplo dos pais. Não adianta dizer a eles para manter o quarto impecável se o resto da casa está bagunçado — diz Myriam Durante.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/desorganizacao-atrapalha-funcionamento-do-cerebro-provoca-estresse-18528794.html#ixzz4Hm9UkiSZ

Dicas de Segurança – Parte 02

Dicas de segurança
(Texto gentilmente cedido pelo Governo do Ceará)

Quando você estiver no carro:

  • Não deixe as chaves no contato (ignição) de seu carro, ainda que seja por alguns momentos, nem entregue-as à pessoas entranhas.
  • Obedeça as regras de trânsito.
  • Quando seu veículo apresentar defeito, chame um mecânico de sua confiança.

Quando você estiver em casa:

  • Verificar portas e janelas, deixando-as devidamente trancadas.
  • Reforçar todas as fechaduras das portas e janelas, se possível use obstáculos.
  • Não abrir portas para estranhos. Exigir identificação dos empregados avulsos, tipo lavadeira, faxineira, conserto de telefone, vendedores e entregadores de frutas, pizzas, etc.
  • Não entregue as chaves de dependências da casa à secretária do lar, ou serviçais de qualquer natureza.
  • Não receba encomendas quando não solicitadas ou que suscitem procedência estranha.
  • Evite guardar em sua casa dinheiro e valores desnecessários (jóias, telas, etc).
  • Em caso de dúvida consulte a Polícia Civil (ver telefones e endereços).
  • Mantenha também sempre à mão os telefones de Emergência da Polícia.
  • Conheça a localização da delegacia de Polícia de seu bairro. Instrua seus familiares e colaboradores de como proceder em caso de perigo iminente ou de simples observação de suspeitos nas imediações.

Quando em preparo ou durante a viagem:

  • Evitar evidenciar esse objetivo à vista de pessoas e nem deles fazer ciência, a não ser ao vizinho de maior confiança.
  • Verificar o veículo antes de partir, bem como os documentos e equipamentos obrigatórios (pneus, bagagens, e passageiros).
  • Não conduzir à vista, em veículos, objetos valiosos ou pacotes.
  • Evitar pedir ou dar “caronas” a estranhos, bem como manter as portas do carro travadas, os vidros levantados e usar o cinto de segurança.
  • Quando hospedar-se em hotel, guardar seus valores em cofres.
  • Não ingerir bebida alcoólica e/ou substância tóxica ao dirigir veículo.
  • Evitar andar sozinho ou transitar em lugares ermos.

Segurança pessoal na rua:

  • Evite distrair-se, mantendo-se sempre alerta.
  • Não usar jóias ou objetos que despertem atenção.
  • Muitas vezes o pretexto de esmola, explicações de superstições, locais de apostas e explicações de crendices constituem-se em ambientes propícios a vigaristas e estelionatários. Evite esses ambientes.
  • Não deixe sua bolsa ou objetos em lugares de freqüência pública.
  • Andar armado sem a devida permissão legal é crime.

Crianças e Idosos:

  • Crianças e pessoas da terceira idade não podem andar sozinhos ou acompanhar-se de pessoas estranhas.
  • Orientar os filhos a não atender a solicitação de estranhos e não aceitar passeios, convites ou presentes, tais como balas, pipocas, etc.
  • Estar sempre atento ao comportamento do filho nas suas relações de amizade, particularmente nas de Colégio e de passeios.
  • Com filhos na idade escolar, acompanhá-los na entrada e saída do Colégio.
  • Instruir seu filho a evitar contato com vendedores no Colégio.

Cartões de crédito:

  • Não guardar o cartão de crédito junto a senha no mesmo lugar, e não entregá-lo a estranhos.
  • Ao usar caixa eletrônico, evite movimentos que transpareçam a senha digitada.
  • Evitar favor de pessoas estranhas no manuseio de seu cartão magnético.
  • Diante de perda, furto ou roubo de seu cartão magnético e/ou documentos similares, prestar queixa imediatamente à Delegacia de Polícia mais próxima e comunicar a instituição a ele vinculado.
  • Ao utilizar o cartão magnético em equipamentos que usem carbono, rasgue-o (o carbono) e guarde consigo a segunda via para evitar clonagem.
  • Não fornecer por telefone dados pessoais ou números de documentos, assim como horários de saída e chegada em casa.
  • Não discar em seu telefone números solicitados.

Cuidados fiscais:

  • Ao comprar mercadorias, observar se os dados da nota fiscal coincidem com o endereço determinado.
  • Ao emitir cheques, evitar espaços em branco, alterações ou rasuras.

Para todos os casos:

  • Em qualquer local em que se encontre, não reagir diante de um assalto.
  • E em caso de emergência, chame a Polícia (disque 190 )

10 passos para trabalhar menos e produzir mais

Por Murilo Aguiar – (IG São Paulo)

Você chega ao seu escritório e começa a ler seus e-mails para resolver as pendências. Enquanto um e-mail mais pesado carrega, abre o projeto que precisa terminar até sexta-feira. Nesse meio tempo, o seu telefone toca e seu chefe lhe pede para preparar uma apresentação para a reunião de quinta-feira. Você então começa a esboçar a apresentação, até ser interrompido por um colega do setor financeiro que está cobrando as notas fiscais de um projeto já finalizado. Você deixa de lado o que está fazendo e vai atrás das notas. Ao todo, já se passou uma hora do expediente e você ainda não chegou perto de concluir qualquer tarefa.

Ainda que as atividades do exemplo acima não sejam nada semelhantes ao que você vive no seu dia a dia, esta situação de ter várias coisas para realizar e não conseguir finalizar nenhuma é comum à muitos todos os profissionais. Como consequência, muitos sacrificam a vida pessoal e trabalham mais de 10 horas por dia para terminar o seu trabalho. Ou seja, o famoso workaholic (do “work-a-holic”, em inglês, ou viciado em trabalho) do seu escritório pode, na verdade, ser apenas alguém que não consegue organizar o seu tempo e melhorar a produtividade.

No entanto, não é preciso sentir-se culpado por isso. Não conseguir aproveitar bem o seu tempo de trabalho é reversível e, em alguns casos, não é só uma questão de personalidade dispersa. “Tem uma questão de ferramenta. Às vezes, a pessoa não consegue focar e aumentar a produtividade porque ela não conhece as ferramentas que podem ajudá-la a fazer isso”, conta o coach especialista em administração de tempo, Daniel Burd, da Call Daniel.

Para ajudá-lo a trabalhar menos e produzir mais, o iG ouviu especialistas em administração de tempo e criou uma lista com dez dicas práticas e fáceis de serem aplicadas no dia a dia do ambiente de trabalho.

No entanto, a coach Jaqueline Weigel, sócia-fundadora da Weigel Coaching, lembra que o trabalhar menos não significa diminuir a sua carga horário. “É você ser mais eficiente, ou seja, você conseguir aproveitar melhor o tempo e ter uma qualidade melhor de produção. Por ‘menos’, a gente quer dizer menos preço a ser pago, menos exaustão e sacrifício. E produzir mais é ter mais resultado e ser capaz de fazer isso com qualidade e satisfação”, lembra Jaqueline.

Veja abaixo 10 dicas para você trabalhar menos e produzir mais no seu dia de trabalho:

1 – Tenha uma agenda

Parece simples, mas ter o costume de utilizar uma agenda ou um calendário pode otimizar, e muito, o seu dia a dia. Seja de papel ou eletrônica, a agenda vai tirar do seu cérebro a responsabilidade de armazenar todas as atividades que você precisa realizar. “Quando você anota uma coisa em algum lugar, você se foca na sua tarefa do dia e não no que você tem que fazer amanhã”, conta Jaqueline.

2 – Divida o seu dia em blocos

Por uma semana, anote o tempo que você leva para fazer todas as atividades do seu trabalho. Depois, divida estas atividades em três blocos: as que realmente são importantes e trazem resultados, as que são emergenciais, ou seja, atividades que surgiram durante o dia e precisaram ser resolvidas naquele momento e as circunstanciais, que são as tarefas que não trazem resultados muito relevantes, como olhar e-mails, organizar o escritório e atender o telefone. No final, verifique se não está gastando tempo demais fazendo coisas que não vão lhe trazer nenhum resultado. Para o especialista Júlio Amorim, da consultoria Great Group, o ideal é que o profissional gaste, pelo menos, 60% do tempo dela fazendo as atividades do primeiro grupo, que são as mais relevantes. Em seguida, as atividades emergenciais e, por último, as circunstanciais.

3 – Tenha um grande objetivo para o dia

Ao chegar no escritório, priorize uma grande atividade para dedicar mais tempo, seja um grande projeto no qual está trabalhando ou a apresentação de uma reunião importante no dia seguinte. “Não faça uma lista de cinco ou de sete objetivos. Tudo o que você fizer a mais que o objetivo principal é lucro. O que acontece é que as pessoas colocam várias metas e não conseguem atingir tudo, depois ficam frustradas”, ressalta Burd.

4 – Estipule um prazo para todas as tarefas

Toda atividade precisa de um bom planejamento para ser executada de maneira assertiva e sem tomar mais tempo que o necessário. Desta maneira, a primeira coisa que se deve fazer antes de começar a trabalhar em cima de uma tarefa é estipular um prazo para que ela acabe. Quando o profissional inicia uma atividade sem um prazo para terminar ele está mais suscetível a se dispersar com outras demandas que surgirem durante o processo. Para Amorim, é imprescindível que o funcionário negocie com o líder o horário ou data de entrega de um projeto que ele tenha lhe passado, pois sem este limite o profissional corre o risco de levar mais tempo que o desejado pelo seu chefe.

5 – Organize o seu e-mail em pastas

Em alguns casos, o profissional recebe dezenas e até centenas de e-mails durante um único dia de trabalho, facilitando a dispersão e a perda de tempo com uma atividade que, a princípio, parece simples. Segundo Daniel Burd, o recomendável é que a pessoa crie quatro pastas em seu sistema de e-mails, para melhorar o uso da ferramenta.

Pasta 1 –“Aguardando resposta” – Coloque nesta pasta os e-mails que você mandou para alguém e ainda está aguardando o retorno. Pelo menos uma vez por semana entre nesta pasta e exclua os e-mail que você já obteve resposta.
Pasta 2 – “Ações não-urgentes” – Nesta pasta, deixe os e-mails que você pretende responder, mas que não são tão urgentes, como um documento que você precisa ler ou uma demanda que pode ser respondida na próxima semana.
Pasta 3 – “Arquivo” – Deixe nesta pasta os e-mails que não demandam nenhuma ação, que já foram respondidos e que você deseja guardar apenas para uma futura pesquisa e referência.
Pasta 4 – “Caixa de Entrada” – Nesta pasta, a mais importante, você deve deixar apenas os e-mails que precisam ser respondidos à curto prazo.

6 – Reserve um tempo do dia para o imprevisto

Antes de criar o hábito de organizar o tempo que dedicará do seu dia de trabalho para cada atividade, lembre-se que nem tudo está sob o seu controle e que imprevistos acontecem. Uma reunião pode demorar mais do que o agendado anteriormente, uma negociação com um cliente pode ser mais trabalhosa do que o imaginado ou, simplesmente, uma queda de energia pode interromper o seu trabalho por alguns minutos. Segundo o especialista em produtividade e administração de tempo Christian Barbosa, o ideal é que o profissional reserve de duas a três horas do dia para as atividades não planejadas. “Dessa forma, você terá um dia com atividades importantes e, quando eventuais urgências aparecem, entrarão em seu dia no espaço previsto, sem necessidade de um acúmulo extra de trabalho. Quanto mais você se planejar, menos urgências você terá e as situações fora da programação serão menos frequentes”, diz ele.

7 – Compartilhe as responsabilidades

Alguns profissionais têm dificuldade de atender a tantos pedidos de seus líderes por dependerem da ação de terceiros para concluírem suas tarefas. Quando estas pessoas se atrasam, o profissional acaba passando horas a mais no escritório para conseguir entregar tudo no tempo estipulado pelo seu chefe. Para evitar que isto aconteça, o diálogo é a melhor solução. Além de deixar claro para as outras pessoas qual é o seu próprio prazo, crie, em conjunto com elas, um limite para que cada uma entregue o que precisa a tempo de você finalizar o projeto. Dessa forma, todos estarão comprometidos e você não se sobrecarrega minutos antes da entrega.

8 – Reserve um tempo para não fazer nada

Isso mesmo. Para obter uma melhor produtividade dentro do ambiente profissional não é preciso ficar horas seguidas em frente ao computador, atendendo o telefone e respondendo e-mails. Pelo contrário, quando fazemos isso, forçamos o nosso cérebro a trabalhar intensamente e o nosso raciocínio começa a ficar confuso. De acordo com Jaqueline, o tempo ocioso colabora para uma melhor concentração do profissional quando ele sentar e voltar a trabalhar. Faça intervalos de dez minutos a cada hora para conversar com colegas, comer alguma coisa e descansar.

9 – Organize o seu ambiente de trabalho

Segundo Christian Barbosa, “ambiente bagunçado é um convite para a improdutividade”. Isto não significa que o profissional precisa ser metódico e compulsivo por uma mesa ou gaveta organizada. Na verdade, se mesmo não reservando um espaço específico para cada tipo de documento você consegue encontrar o que precisa sem perder tempo, ótimo. O problema se cria quando o ambiente está tão desorganizado que a pessoa gasta mais de meia hora vasculhando o escritório para encontrar uma pasta. No entanto, Barbosa lembra que não é preciso organizar tudo em um dia, pois provavelmente você irá se cansar e desistirá. Reserve um tempo de cada dia para organizar as gavetas, depois em outro dia para organizar as pastas e assim por diante.

10 – Saiba dizer não

Sabe aquele pedido que o seu chefe faz para ser entregue daqui meia hora e que você sabe que levará pelo menos duas horas? Pois então, é esse o momento em que você precisa admitir que não conseguirá concluir a tarefa no tempo estipulado e que precisará de mais tempo ou de ajuda. Sem deixar isso claro para o seu líder, ele entenderá que você concorda em entregar o que lhe foi pedido no prazo que ele lhe passou. Desta maneira, ou você vai fazer um trabalho ruim, ou vai ultrapassar o prazo e deixar que seu chefe interprete o seu atraso de uma maneira equivocada. “Você precisa admitir que o tempo é limitado e que a sua capacidade é limitada. A chave do sucesso não é você fazer mais coisas do que consegue. As pessoas têm dificuldade de admitir que não conseguem. Essa é a maior barreira para conseguir produzir mais em menos tempo”, aponta Jaqueline Weigel.

Fonte: IG
Link: http://economia.ig.com.br/2014-04-05/10-passos-para-voce-trabalhar-menos-e-produzir-mais.html

GRUPO PEIXOTO DE FREITAS: Desenvolvimento é o nosso objetivo!

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Família Peixoto de Freitas (Foto): Senhor Ataíde Peixoto de Freitas Júnior (“Seu Ataidinho”) Senhora Maria Aparecida Silva Freitas (“Dona Cidinha”) Primogênita: Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas (esquerda) Filha do meio: Biany A. Peixoto de Freitas Teixeira (meio) Caçula: Bárbara Miqueline Peixoto de Freitas (direita).

O Grupo Peixoto de Freitas brevemente lançará mais uma empresa (Indústria) no Distrito Industrial Athayde Peixoto de Freitas (em Inhumas – Goiás) onde serão disponibilizados vários empregos e oportunidades para a população, contribuindo assim para o desenvolvimento econômico nesta região que acolheu nossos antepassados com tanto carinho. Queremos retribuir com muito amor tudo o que nos foi ofertado.

Agradecemos mais uma vez a homenagem ao saudoso Athayde Peixoto de Freitas, pelo nome dado ao Distrito Industrial. Todo esse esforço e dedicação são a nossa maior conquista.

Agradecemos a todos que sempre nos motivaram com apoio e confiança em nossa competência.

Família Peixoto de Freitas

Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Presidente do Grupo Peixoto de Freitas

Falta de escrever à mão prejudica o desenvolvimento cerebral

Uma pesquisa americana sugere que o uso excessivo de teclados e telas sensíveis ao toque em vez de escrever à mão, com lápis e papel, pode prejudicar o desenvolvimento de crianças.

A neurocientista cognitiva Karin James, da Universidade de Bloomington, nos Estados Unidos, estudou a importância da escrita à mão para o desenvolvimento do cérebro infantil. Ela estudou crianças que, apesar de ainda não alfabetizadas, eram capazes de identificar letras, mas não sabiam como juntá-las para formar palavras.

No estudo, as crianças foram separadas em grupos diferentes: um foi treinado para copiar letras à mão enquanto o outro usou computadores. A pesquisa testou a capacidade destas crianças de aprender as letras; mas os cientistas também usaram exames de ressonância magnética para analisar quais áreas do cérebro eram ativadas e, assim, tentar entender como o cérebro muda enquanto as crianças se familiarizavam com as letras do alfabeto.

O cérebro das crianças foi analisado antes e depois do treinamento e os cientistas compararam os dois grupos diferentes, medindo o consumo de oxigênio no cérebro para mensurar sua atividade.

Respostas diferentes

Os pesquisadores descobriram que o cérebro responde de forma diferente quando aprende através da cópia de letras à mão de quando aprende as letras digitando-as em um teclado. As crianças que trabalharam copiando as letras à mão mostraram padrões de ativação do cérebro parecidos com os de pessoas alfabetizadas, que conseguem ler e escrever.

Este não foi o caso com as crianças que usaram o teclado.

O cérebro parece ficar “ligado” e responde de forma diferente às letras quando as crianças aprendem a escrevê-las à mão, estabelecendo uma ligação entre o processo de aprender a escrever e o de aprender a ler.

“Os dados do exame do cérebro sugerem que escrever prepara um sistema que facilita a leitura quando as crianças começam a passar por este processo”, disse James.

Além disso, desenvolver as habilidades motoras mais sofisticadas necessárias para escrever à mão pode ser benéfico em muitas outras áreas do desenvolvimento cognitivo, acrescentou a pesquisadora.

Fonte: BBC
Link: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/02/150212_gch_criancas_teclados_fn

Bancos terão que trocar de imediato nota falsa sacada em caixa eletrônico

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu nesta terça-feira (31) que as instituições financeiras serão obrigadas a substituir imediatamente as notas falsas sacadas em seus caixas eletrônicos, informou o Banco Central. Até então, não havia uma regra fixa e, em alguns casos, a troca chegava a demorar até 180 dias.

A regra, porém, ainda não está valendo pois depende de regulamentação adicional, o que deve acontecer nas próximas semanas.

“Hoje, fica na relação do banco com o seu cliente [a possibilidade de substituição imediata da nota falsa por uma verdadeira]. Não tivemos nesse ano nenhum registro de um cliente que sacou uma nota falsa em um ATM [caixa eletrônico]. Hoje, não temos estabelecidos prazos, mas já chegou a demorar 180 dias”, disse Marcelo Cota, do Banco Central.

Proteção
De acordo com Cota, a medida aprovada pelo Conselho Monetário Nacional visa a proteção do cliente bancário e a agilidade no recebimento dos valores, no caso de receber uma nota falsa em um caixa eletrônico.

“Isso é mais uma proteção ao cliente bancário”, declarou.

Ele esclareceu que essa obrigatoriedade vale somente para notas sacadas nos caixas eletrônicos, e não abrange, portanto, notas recebidas em outros locais, como no comércio. Nesse caso, o cliente não tem direito ao ressarcimento.

“Se recebeu do comércio, é dever do cidadão levar a uma agência, qualquer que seja, não precisa ser no banco dele. O banco vai reter, mandar ao Banco Central, ele poderá acompanhar como está sendo a verificação se a nota é falsa ou não”, disse Cota.

Questionado se os clientes não poderiam tentar ludibriar os bancos, buscando substituir uma nota recebida em outro local, alegando que foi sacada no caixa eletrônico, Cota disse que as instituições financeiras sabem “exatamente quando o cliente saca, em que momento sacou, e têm o conhecimento da relação com seu cliente para isso”.

“Essa regra [de ressarcimento automático aos clientes] pode dar margem à fraude, mas já discutimos com o banco e eles alegam que têm um relacionamento próximo com os clientes. A maioria dos saques vai até R$ 300. Vamos lidar com a situação porque o banco hoje conhece seus clientes”, explicou ele.

Fonte: Globo
Link: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2016/05/banco-tera-de-trocar-imediatamente-nota-falsa-sacada-em-caixa-eletronico.html

Diminui o número de pessoas que desejam presentear no Dia dos Namorados

Uma das datas mais importantes para o comércio, Dia dos Namorados deve ter queda de nas vendas este ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Mais de um terço da população campo-grandense não deve fazer compras na data, segundo dados de pesquisa de intenção de compra divulgada hoje (30), pela Faculdade Estácio de Sá de Campo Grande.

Conforme o levantamento, os dados mostram que de 2014 para 2015 houve aumento de 1,75% na intenção de compras, já de 2015 para 2016, a queda foi considerada significativa, de 7,4%, no número das pessoas que tem intenção de ir às compras.

Em relação aos gastos, 64% estão dispostos a gastar entre R$ 51,00 e R$ 200,00 com o presente. Vestuário é a principal opção para agradar a pessoa amada, com 29% das intenções de compra, seguida de perfumes e cosméticos (24%) e calçados (10%).

A crise econômica que atinge o país pode ser uma das explicações para a diminuição do número de pessoas que desejam comprar. O medo do endividamento faz com que 66% dos que irão às compras desejem pagar a vista e 34% a prazo.

Shoppings são os lugares preferidos de 47% dos consumidores para fazer as compras, devido a reunir vários tipos de lojas em um único lugar. Lojas do centro são escolha de 24% dos namorados e 6% preferem encomendar o produto pela internet.

Fonte: Correio do Estado
Link: http://www.correiodoestado.com.br/economia/diminui-o-numero-de-pessoas-que-desejam-presentear-no-dia-dos/278953/

Quem vai às compras no Dia dos Namorados deve gastar até R$ 200

Dia dos Namorados, 12 de junho, está chegando mas as expectativas não são boas para empresários que usam as datas comemorativas para alavancar as vendas. Pesquisa feita pela faculdade Estácio de Sá mostra que 7% a menos de consumidores pretende ir às compras.

Os números mostram que um terço da população não vai comprar presente no Dia dos Namorados deste ano. Porém, entre os que vão presentear, 64% pretende gastar entre R$ 50 e R$ 200. Apenas 16% estão dispostos a gastar entre R$ 200 e R$ 350.

Entre os presentes, 29% preferem comprar vestuário, 24% perfumes ou cosméticos e 10% calçados. A maioria, 66% pretende pagar o presente à vista, com cartão de débito ou dinheiro e 34% a prazo, com cartão de crédito ou outro tipo de financiamento.

A pesquisa foi desenvolvida por acadêmicos dos cursos de administração e ciências contábeis, para servir como base para empresários da cidade sobre o comportamento dos consumidores.
Entre os 737 consumidores ouvidos pela pesquisa, 62% são mulheres e outros 38% são homens.

A maioria dos que vão comprar, 31% tem idade entre 18 e 25 anos, e 27% entre 26 e 33 anos. Do total, 45% são solteiros e 43,5% casados

A grande maioria, 47% afirma que vai comprar em shoppings e 24% no Centro, devido a diversidade de produtos, preços, proximidade, segurança.

Fonte: Campo Grande News
Link: http://www.campograndenews.com.br/economia/quem-vai-as-compras-no-dia-dos-namorados-deve-gastar-ate-rs-200

Empreendedores – Adibe Khouri

Adibe 01A personalidade empreendedora de hoje é Adibe Khouri. Coordenadora do curso de Farmácia da faculdade Estácio de Sá de Goiás. Graduada em Química pela Universidade Federal de Goiás, bacharel em farmácia generalista pela Faculdade Estácio de Sá de Goiás) e Mestre em Ecologia e Produção Sustentável pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

PBI – Por que escolheste esta carreira?
Eu acho que a carreira me escolheu. Minha primeira graduação foi bacharel em Química, eu pensei que fosse atuar em laboratório e com o tempo eu descobri que amava sala de aula, coisa que, durante a minha graduação, eu nunca imaginei. Aí foi persistência, dedicação… e me encontrei dentro de uma sala de aula. Na docência da sala de aula até que eu chegasse à coordenação foi seguindo o curso natural. Fui sempre almejando crescer um pouco mais até chegar onde eu estou.

PBI – Quais os principais desafios que encontraste?
Muita dedicação, muito estudo, muita persistência pra saber o que a gente quer. Inclusive, quando fiz a minha segunda graduação, a minha meta era chegar onde estou hoje e, lógico, eu almejo, cada dia crescer mais. Se eu precisar desistir de algumas coias em prol de outras que vão me beneficiar na minha carreira, desisto e eu vou lutar pelo que eu quero.

Adibe 2PBI – Onde encontraste apoio?
Encontrei apoio na família, que eu acho que é o alicerce de tudo. Eu tive a minha família sempre muito presente, pais, irmãos e muitos amigos que andaram do meu lado e são eles que me apoiam.


PBI – Houve dificuldade por ser mulher?

Não encontrei dificuldade por ser mulher. Eu tive dificuldade com pessoas que queriam uma carreira, mas nem sempre se dedicavam e tentavam puxar o teu tapete, seja você mulher ou homem. Então, como mulher eu não encontrei dificuldade, mas como pessoa sim.  Eu encontrei muita gente que sorri na sua frente e tenta te derrubar por trás.


PBI – Como se encontra o mercado atual para quem escolhe seguir a mesma carreira?

O mercado em geral está difícil. Não tem um mercado bom. Educação está virando brincadeira, está virando um conto onde a gente não sabe onde é a parte séria. O que precisa é ter muita dedicação, muita força de vontade e pensar que sempre ter que construir algo melhor.

PBI – Qual a tua dica (ou dicas) de ouro para quem está começando?
Dedicação, muita dedicação. Muita meta. Eu brinco que tem duas diferenças, duas coisas importantes: a gente pode ter sonho e pode ter metas. O problema do sonho é que gente às vezes protela ele. Fala “isso não vai ser agora então eu vou deixar pra sonhar isso mais pra frente”, já a meta não, você determina o prazo para as metas. Então o que a gente tem que lutar é atrás de metas. Com dignidade e com ética você vai longe. Lute pelo que você quer sempre. Nunca deixe ninguém apagar seus sonhos.

Adibe 03

Tomadores de tempo (Parte 01): Dedicam a vida a desperdiçar o tempo deles e o teu!

* Por Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

Quem nunca esteve em contato ou até mesmo já foi um “tomador de tempo” alheio? O pior tipo de pessoa (profissional) é esse, que torna o seu tempo bem menos aproveitável…

Esses dias fui surpreendida por um amigo que estava me narrando um problema que considerei extremamente comum e ao mesmo tempo, extremamente inoportuno. Ele estava a me narrar como um profissional que trabalha com ele o faz perder tempo o tempo todo!

Meu amigo trabalha como consultor numa área bem específica e grande parte do seu trabalho se restringe à área comercial (principalmente a capitação de clientes). Ele me narrou que sempre que precisa de alguma informação e esta mesma informação tem que ser adquirida com o tal rapaz que trabalha com ele, o meu amigo já começa a prever o processo que será uma verdadeira romaria em busca de conhecimento que se dará em seguida…

O processo dá-se da seguinte maneira:

Meu amigo solicita a informação de forma simples e direta perguntando: “Quanto está a taxa de juros pra fazer investimento em tal coisa hoje?”. E o rapaz, ao invés de responder “Está X%!”, começa a dissertar e filosofar sobre o assunto: “Mas por que você quer saber essa taxa? Tem cliente novo perguntando sobre isso? Tipo… Se for cliente novo perguntando acho que PODEMOS falar pra o cliente que pode haver investimento melhor, sobre as possibilidades de taxa…”

O cara não se “manca” que, obviamente, se o meu amigo trabalha no comercial, então ele provavelmente já negociou com o cliente e o próprio cliente decidiu fazer o suposto investimento e quer saber a taxa e está esperando (às vezes numa ligação) a respectiva informação.

E assim vai o rapaz, dissertando (ou melhor dizendo enrolando) o meu amigo durante minutos (que parecem horas). O pior é que meu amigo fica muito irritado com isso, mas ele e o rapaz são empregados do escritório e meu amigo depende do cidadão pra pegar a informação e concluir o fornecimento de dados

Esse amigo também me narrou outro procedimento que chega a ser cômico (se não fosse trágico): o referido rapaz não sabe responder diretamente de nenhuma forma.

Lembrei-me da LEI DO TERCEIRO EXCLUÍDO, Lei da lógica que afirma que uma pergunta não pode ter mais do que 2 (duas) respostas válidas quando a pergunta restringe-se a isso. Por exemplo, quando alguém te pergunta se você gosta de jiló… A tua resposta só pode ser SIM ou Não! Mas existem pessoas que conseguem a proeza de “dissertar” horas e horas sobre como talvez gostem de jiló.

Voltando ao meu amigo. Ele diz que por vezes questiona o referido rapaz se o cliente tem que pagar tal taxa… E o rapaz (por incrível que pareça) disserta horas e horas sobre o “talvez” pagamento, falando minúcias sobre quais os quesitos que ele tem que pagar e quais os quesitos para ele não ter que pagar.

Isso seria de grande ajuda para o meu amigo (saber mais informação melhor), mas o problema é que o referido rapaz, disserta sobre isso todas as vezes que o meu amigo pergunta se tal cliente tem que pagar a taxa ou não. O meu amigo precisa da informação rápida. Se for pra ele ter que saber a informação e ter que perder minutos preciosos (com o cliente esperando) pra ouvir as “viagens” do referido rapaz, então acho melhor o dono do escritório despedir o cara que passa as taxas e; pagar melhor o meu amigo para que ele acumule as 2 funções… Além do dono do escritório economizar muito mais, ainda tem a vantagem de o meu amigo passar a informação para o cliente bem mais rápido…

Quando ele me contou lembrei-me de um monte de pessoas assim… Inclusive em grupo de trabalho no whatsapp isso é um problema… Você faz uma pergunta direta e o cara disserta e disserta e disserta…

Fico pensando, neste mundo globalizado, o quanto essas pessoas são extremamente mal vistas. Então fica a dica: Não se torne um “tomador de tempo”… Seja um facilitador de tempo e consequentemente facilitador de dinheiro.

Um dia produtivo à todos!

Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas.

Seja uma pessoa educada – Parte 03: Na internet

*Por Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

Caríssimos,

Continuando as dicas sobre como se comportar, hoje tecerei comentários à respeito do comportamento na internet, especificamente o Facebook.

Eu particularmente sigo a máxima de que a melhor forma de se resolver um problema é evitá-lo, então, quando alguém me causa aborrecimentos a primeira vez, eu já bloqueio.  Às vezes a pessoa ainda nem causou aborrecimento, mas suspeito de que algum dia poderá causar, eu também bloqueio. Isso é bom porque quando ela procura o teu perfil no Facebook, dá “perfil inexistente”. Por isso que tem muita gente que procuram pessoas no Facebook e não acham… Estão bloqueados!

Saiba que a página do Facebook de uma pessoa é o seu castelo. Então, se não te agrada o que ela posta, não vá tecer comentários inconvenientes. Do mesmo jeito que tens o direito de postar o que quiser, a outra pessoa também tem. Sendo assim todo mundo fica feliz, ela posta o que quer na página DELA e tu postas o que queres na TUA página.

Eu acho que o Facebook deveria ter uma ferramenta para que pudéssemos permitir ou não comentários em uma determinada postagem. Isso evitaria muitas brigas de pessoas que saem do Facebook delas pra ir fazer barraco no face de outras pessoas. Ou mesmo aquele “amigo” que não tem o que fazer e fica comentando asneiras nas postagens alheias.

Outra coisa que é muito chata é quando alguém te adiciona em grupos de segmentos específicos, onde geralmente existe polêmica tipo: RELIGIÃO, POLÍTICA E FUTEBOL. (Na verdade, qualquer adição de grupo é um incômodo, mas existem alguns que são completamente sem noção do quanto são inconvenientes).

Esses dias me adicionaram em um grupo cujo nome era: “Fulano de tal para vereador”.  Eu saí na hora e ainda jurei que o meu voto ele já tinha perdido. Se o candidato não respeita o meu direito de escolher ou não o grupo político que entro, então não vai respeitar as escolhas dos eleitores (contribuintes). e também já fica aquele negócio de o pessoal achar que estás apoiando o cidadão. Pode ser que você já tenha o teu candidato e prefira continuar com ele.

Esses tipos de grupos (religiosos, políticos, futebol…) não devem ser impostos pois traçam um perfil que a pessoa pode não querer passar na sua  imagem pública. Assim, por exemplo, se me adicionam em um grupo religioso sem minha permissão, as pessoas que entrarem no meu perfil, mesmo sem saber que não autorizei que o grupo me adicionasse, pensarão: “Beatriz segue tal religião… ela até está no grupo tal…”. Já existe uma rotulação de uma coisa que é inverídica.

Outra coisa que sugiro que evitem é a “cutucada”. Sinceramente não sei para que serve aquilo, além do fato de ser extremamente incômodo. Se queres convidar a pessoa para a tua rede, que o faça logo. Evite as cutucadas.

Vou ficando por aqui e em breve teremos mais dicas sobre como se comportar. Desejo a todos dias muito produtivos!

Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

Seja uma pessoa educada – Parte 02: Nas tuas visitas

Caríssimos amigos,

Continuando a falar sobre visitas e como se deve proceder em uma delas, principalmente sendo em um empreendimento, casa de amigos ou familiares, creio que muitas dúvidas surgem ao longo da análise e meditação à respeito do assunto.

Uma coisa que noto sempre é quando a visita (e geralmente são as visitas que não seguem aquele mandamento de que visitas devem ser rápidas) devido ao fato de que as pessoas visitadas geralmente tem mais o que fazer e precisam otimizar o seu tempo assim como todos na atualidade é que o visitante dá-se ao trabalho de perguntar: “Estou atrapalhando?”, tenha a certeza de que está atrapalhando muitíssimo sim!!!… O que achas que vais ouvir se fizer uma pergunta dessas? Achas que o visitado vai dizer a verdade mais sincera e responder: “Está me atrapalhando deveras e eu sou uma pessoa que tem mais o que fazer.”

Com o passar dos anos a tendência é de cada vez mais as pessoas trabalharem em casa, devido às facilidades como internet. E algumas pessoas não entendem que o horário de trabalho é sagrado.  A pessoa às vezes cedeu um pouquinho do seu tempo para te dar atenção por você ser uma pessoa querida, mas não abuse, porque assim vais deixar de ser uma pessoa querida bem rapidinho

Se quiser encontrar uma pessoa para uma coisa demorada, então que marque em local que não seja a empresa ou casa da pessoa. Marque em um café, caso seja para discutir negócios ou no mais outros assuntos, pois assim, quando a pessoa sentir que está na hora dela, ela mesma dirá a ti que tem que ir embora e não dependerá da tua “boa vontade” de ser mancar e ir embora da casa ou escritório dela.

Muitas pessoas talvez não reparem, mas deixam de ser convidadas a frequentar casas e escritórios por causa da “folga” em demasia. Uma amiga me disse que sempre recebia uma visita pela manha para o café, mas que a pessoa se estendia até o almoço e ia ficando. Ela tinha que fazer as coisas dela e acabava por atrasar tudo. Resultado: Não convidou mais e quando a pessoa se oferecia ela desconversava. Não se pode esperar mais que isso. Quem é dono de casa sabe da dificuldade.

Eu não me estendo em visitas principalmente após as 22 horas e convenhamos, o que falta na atualidade é “desconfiômetro”. Para teres um  parâmetro de quanto tua visita já chegou ao ponto de ser inadequada em casa ou escritório alheio, não se demore (em hipótese nenhuma), mas do que 1 HORA. Creio que esta é a quantidade de hora ideal.

Outra coisa também é ficar falando de política, futebol, religião… Nossa… Como tem gente chata nesse mundo! Tem gente que traça verdadeiras teses sobre esses assuntos que me deixam com sono. Esses aí eu realmente não faço questão nenhuma de receber.

Enfim, para garantir que não é visita chata, nunca se convide a ir em escritório ou casa de ninguém… se quiser, marque num restaurante ou café para matar as saudades de teus amigos ou falar de negócios. Assim você não perde o teu tempo e principalmente, não fica empatando o tempo dos outros.

Em breve darei mais dicas…

Dias produtivos à todos!

Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas.

 

Seja uma pessoa educada – Parte 01: Nas tuas visitas

* Por Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

Seja uma pessoa educada em tuas visitas. Isso te garante que o visitado o queira receber novamente.

Já é mais do que claro as regras da boa educação quando se visita uma empresa, escritório, casa de parentes ou amigos. Mas existem pessoas que precisam ser lembradas constantemente sobre as regras da boa educação.

Uma coisa que com certeza deve-se fazer é nunca aparecer sem combinar a visita antes. Não se deve apenas avisar, deve-se COMBINAR a visita. Ligue antes e pergunte: Podes me receber tal dia e tal hora? E quando for não se demore em tuas visitas, as pessoas, caso estejam trabalhando provavelmente tem mais o que fazer e se estiverem em casa podem ter mais o que fazer, ou, podem apenas, estar tentando ter um momento de descanso que deve ser respeitado. As pessoas tem responsabilidades: empresas para dirigir e vidas e filhos para cuidar.

Alguns visitantes tem manias terríveis no agir ou falar. Tem por exemplo aquela visita que não se toca que o controle da televisão é do DONO DA CASA e em hipótese nenhuma tu deves sugerir canais e/ou pedir o controle para tê-lo em suas mãos: isso é EXTREMAMENTE MAL EDUCADO.

Algumas pessoas quando visitam locais: casas, escritórios, estabelecimentos também devem conter palpites que não acrescentam nada. Por exemplo, se uma reforma JÁ FOI FEITA, não adianta ficar fazendo comentários do tipo: “podia ter feito assim…”. Se não fizeram, então agora o teu palpite se torna desnecessário e inconveniente, além de grosseiro.

Nunca coloque os pés em sofás, cadeiras, abra geladeiras, abra armários, fique perambulando pelo local para conhece-lo sem ser convidado a tal.

Caso, quem o esteja recebendo tenha que sair para pegar alguma coisa, em hipótese nenhuma deves segui-lo. Principalente se ele for à uma área restrita da empresa, ou, caso esteja em uma residência, vá à cozinha, ou quartos, pois são áreas que se destinam apenas ao morador e tú é apenas uma visita e se quiser ser recebido novamente, deve ter a postura de pessoas bem educada.

Não são todas as pessoas que herdam aquele costume do interior que trata de mostrar a casa ou empresa às visitas que nelas vão à primeira vez, algumas pessoas ODEIAM ISSO. Não seja inconveniente pedindo para ver.

Não exija comes e bebes. Não são todas as pessoas que estão preparadas para servir um buffet. E antes de reclamar que não foi “bem servido” pergunte-se se levas-te algum mimo (come ou bebe) para a pessoa visitada, afinal a educação também deve se estender ao visitante.

Em breve postarei mais sugestões!

Dias produtivos à todos!

Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas

Petrobras descarta ajustes nos preços da gasolina e do diesel

A Petrobras informou hoje (4), em nota, que “não há previsão, neste momento, de reajuste nos preços de comercialização de gasolina e diesel”.

A divulgação da nota ocorreu depois de notícias veiculadas no fim de semana sobre um possível anúncio da estatal de reduzir os preços da gasolina e do diesel.

No texto, a estatal diz que “avalia permanentemente a competitividade de suas práticas e condições comerciais”.

Fonte: Ag Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-04/petrobras-descarta-ajustes-no-preco-de-gasolina-e-diesel

Dólar cai mais de 3% na semana e fecha a R$ 3,563, menor valor desde agosto

Após começar o dia em alta, o dólar comercial inverteu o sentido ainda pela manhã e fechou esta sexta-feira (1º) em queda de 0,93%, cotado a R$ 3,563 na venda. É o menor valor de fechamento desde 27 de agosto de 2015, quando o dólar terminou o dia valendo R$ 3,553.

É a terceira baixa seguida da moeda. Na véspera, o dólar caiu 0,68%, e fechou o mês de março com desvalorização de 10,17%, a maior queda mensal desde abril de 2003. A moeda encerra a semana com baixa de 3,22%. No ano, a desvalorização é de 9,76%.

Cenário político

Investidores continuavam de olho no cenário político. O dólar vem caindo nas últimas semanas conforme cresceram as chances de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Muitos investidores apostam que eventual troca de governo poderia ajudar a resgatar a confiança no país, mas alguns ponderam que a instabilidade política tende a agravar as incertezas.

Pela manhã, a Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Lava Jato, que prendeu o ex-secretário do PT Silvio Pereira e o empresário de Santo André Ronan Maria Pinto.

A nova fase da operação aprofunda as investigações sobre suposto empréstimo fraudulento de R$ 12 milhões do banco Schahin direcionado ao PT.

Economia dos EUA

Investidores também olhavam para o cenário externo. Nesta manhã, o governo norte-americano divulgou que a criação de empregos fora do setor agrícola gerou 215 mil vagas em março. Além disso, houve um aumento no salário, o que sugere um fortalecimento da economia dos Estados Unidos.

Com isso, o mercado vê sinais de que o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) possa elevar os juros gradualmente neste ano. Juros mais altos nos EUA podem atrair para lá recursos atualmente aplicados em países emergentes, como o Brasil.

Fonte: UOL
Link: http://economia.uol.com.br/cotacoes/noticias/redacao/2016/04/01/dolar-cai-mais-de-3-na-semana-e-fecha-a-r-3563-menor-valor-desde-agosto.htm

workshop: Mulheres no Poder

“NÃO NAMORE O PRESIDENTE DA EMPRESA… SEJA A PRESIDENTE DA EMPRESA!” (Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas)

Whatsapp do INSCTE: 0055 62 8619 1151

Este evento vai mudar a vida de muitas mulheres. Seja uma mulher de negócios forte e empreendedora. Tenha os conhecimentos para se adequar ao mercado. Seja uma mulher poderosa!
Um workshop de mulheres, com mulheres e para as mulheres!!!…
 
Local do evento: Chácara José de Almeida (BR 153, próximo ao Centro Cultural Oscar Niemeyer
Data: 07/05/2016 (Sábado)
Horário: 08:00 h às 18:00 h (Horário de Brasília)
Com certificado de 10 horas.
 
Investimento:
A vista: R$2.000,00 (Dois mil reais) – Em dinheiro ou no cartão
A prazo: R$2.200,00 (Dois mil e duzentos reais) em 3 vezes – SOMENTE NO CARTÃO – para o dia 02 de Junho de 2016 (02/06/2016).

OBS:
01 – NÃO ACEITAMOS PAGAMENTOS EM CHEQUE.
02 – NÃO RESERVAMOS VAGAS SEM A INSCRIÇÃO E PAGAMENTO.

Por que empreender em tempos de crise pode ser um bom negócio

Por José Dornelas*

Quando há crises, a economia se retrai, as pessoas gastam menos e os empreendedores precisam usar a criatividade para, no mínimo, tentar manter o mesmo ritmo de vendas. Além disso, a maioria que pretende criar um negócio adia o sonho. Mas, será que estão corretos?

Quem pensa em iniciar a sua própria empresa geralmente fica receoso em colocar o negócio para funcionar quando há uma grande crise econômica, como a que vivenciamos neste momento. Isso é natural, pois os resultados sonhados podem não vir tão rápido quanto se espera.

Porém, já que a maioria pensa dessa forma, pode ser justamente em momentos como os de crise que você deva iniciar o seu negócio. Isso tem um fundamento estatístico que pode explicar o porquê.

Vários estudos mostram que qualquer negócio em fase inicial, com investimento de até R$ 1 milhão, pode levar até dois anos para atingir o ponto de equilíbrio. E cerca de 3,5 anos para recuperar o investimento inicial.

Naturalmente, cada negócio tem suas peculiaridades e esses números são uma média. Assim, há negócios que podem obter resultados antes ou mesmo após tais marcos de referência.

De qualquer maneira, as crises econômicas mais recentes não têm sido duradouras. Pelo contrário, são cíclicas. A crise atual, segundo os economistas, deve começar a sumir no retrovisor em cerca de dois anos. São especulações, mas é partir delas que os empresários retomam a confiança no futuro.

Por isso, talvez valha muito a pena iniciar um negócio agora, pois em quaisquer circunstâncias, um negócio em fase inicial terá dificuldades para crescer rápido, pois tudo é novo, os clientes ainda não existem, a marca é desconhecida, a equipe encontra-se em formação etc.

Esse tempo que leva para fazer a empresa deslanchar pode ser um bom laboratório para você testar o seu modelo de negócio com menos concorrência, já que a maioria pisa no freio em momentos de crise, corta investimentos e adia novos projetos.

Claro que tomar tal iniciativa envolve muitos outros fatores, inclusive o seu apetite para o risco. E arriscar de maneira calculada é algo nítido nos empreendedores que se destacam junto aos demais.

As grandes empresas são cobradas de maneira diferente daquelas em fase inicial, pois precisam mostrar resultados anuais aos acionistas. Assim, os executivos que não enxergam possibilidade de aumento de receita no curto prazo, cortam custos. Por isso, as demissões em massa.

E essas ações dos grandes acabam interferindo no humor dos demais e no temor dos pequenos, pois muitos fornecem aos grandes.

A decisão não é simples e fácil, mas os dados do passado mostram que é na crise que muitos projetos bem-sucedidos são iniciados. Que tal colocar aquela sua ideia em prática?

* José Dornelas é especialista em empreendedorismo, presidente da Empreende e autor do best-seller “Empreendedorismo, transformando ideias em negócios.” http://www.josedornelas.com.br/

Fonte: UOL
Link: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/colunistas/jose-dornelas/2015/06/15/por-que-empreender-em-tempos-de-crise-pode-ser-um-bom-negocio.htm

Estão te roubando agora!

Por: Sidney Santos

Tenho certeza de que alguém está te roubando no exato momento em que você lê esta coluna. Não é só você – estão fazendo isso na minha empresa também. Não sei quanto estão tirando agora. Não sei quem. Mas sei que estão. Há talvez algum funcionário fraudando notas de vendas. Outro pode estar embolsando cheques de clientes. Ou há gente numa de nossas 19 unidades pegando “emprestado” dinheiro do caixa. E querem saber? Eu não sofro. Aprendi a conviver com esse tipo de malandragem.

Sempre que digo isso a outro empreendedor, ele me olha com espanto. Parece que está perguntando: será que esse cara ficou tão rico a ponto de não se importar de ser enganado ou é bobo mesmo? Pois, creio eu, sou apenas realista. Todo pequeno ou médio empresário está sujeito à pilantragem de algum de seus funcionários. E, à medida que a empresa cresce e fica difícil controlar tudo, é bem provável que os furtos aumentem. É ingenuidade acreditar no contrário.

A primeira vez que descobri que fui roubado faz uns 15 anos. O escritório principal do Grupo Sid tinha sido assaltado por ladrões profissionais, que levaram cheques pré-datados de clientes. Pouco tempo depois, identifiquei que a funcionária que mais me deu apoio moral na ocasião havia aproveitado a confusão do roubo e enfiado na bolsa boa parte dos cheques que os ladrões de verdade tinham deixado para trás.

Foi um choque. Demiti a mulher. Mas, de lá para cá, apareceram muitos outros casos. Não é que eu não faça nada. Invisto em sistemas de segurança e monitoro tudo. Mas funcionários mal-intencionados são criativos. Por mais sofisticados que sejam os controles, não dá para ter 100% de certeza de nada.

Fundei minha primeira empresa aos 17 anos. Hoje, estou com 38 e comando 270 profissionais. Nesse tempo todo aprendi que o método mais eficiente para controlar a roubalheira na empresa é o olho do dono mesmo. O funcionário desonesto tem de achar que, a qualquer momento, pode ser pego em flagrante – e por você. Inventei métodos próprios de vigilância. Um deles é o fax do dinheiro. Funciona assim: de vez em quando, telefono para uma das filiais e peço ao gerente de lá para enviar um fax – nota por nota, frente e verso – do dinheiro que consta no caixa. Como as cédulas são numeradas, não há como usar uma mesma nota para fazer de conta que o caixa tem mais do que realmente tem. Com esse sistema, já flagrei dois funcionários com a mão na massa. Eles enviaram uma mesma nota de 50 reais várias vezes. Claro que não fico pedindo fax de dinheiro a toda hora. O importante é que eles saibam que posso fazer isso de repente.

O último desfalque (até agora) foi feito por uma funcionária que, pouco antes de ser desmascarada, foi premiada com uma TV de 50 polegadas pelo bom desempenho. Contei o episódio a minha filha Isabella, de 9 anos (acho importante ela saber dessas situações complicadas da vida). Primeiro, ela perguntou: “Papai, tem certeza disso?” Respondi que sim. “E ela tem filhos, papai?” Ela tem. “Acho que eles vão sofrer, porque é triste ter uma mãe que rouba.” E concluiu: “Podemos, pelo menos, pegar a TV de volta?”

Outro dia, minha irmã Alexandra soube que eu estava abrindo mais duas filiais e falou: “Por que, se você sabe que vão te roubar?” Porque ter de lidar com a má conduta de determinadas pessoas faz parte da jornada de todo empresário. É por medo de ser enganado que vou desistir de crescer? De jeito nenhum. Pode ser que me levem dinheiro e mercadorias, mas nunca minha motivação para empreender. Fora isso, os funcionários desonestos são minoria. A maioria é gente séria e disposta a trabalhar. São elas que levam a empresa para a frente e nos fazem acreditar no ser humano.

Fonte: Exame
Link: http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/22/noticias/estao-te-roubando-agora-528742

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