10 maneiras de encantar teus clientes

Por Mariana Iwakura

Atitude de quem presta um serviço – e não só a técnica – é o que mais “gruda” na memória do cliente. Para criar uma lembrança positiva, o especialista em experiência do consumidor Shep Hyken destaca: é preciso ser mais do que satisfatório. É necessário ser mágico. Durante a 54ª Convenção Anual da International Franchise Association, em Nova Orleans, Hyken elencou dez atitudes para encantar o freguês, garantir a satisfação e, mais do que isso, ganhar um cliente fiel.

1. Saiba qual é o valor do consumidor. Faça com o que o freguês entenda que ele é importante. Para isso, dê aos funcionários a autonomia para “mimar” quem está na loja. Hykon dá um exemplo: se um cliente pede para fazer a cópia de uma chave, mas percebe que esqueceu a carteira depois que o produto já foi concluído, dê a chave a ele. “O freguês vale muito mais do que esse pequeno valor”, diz. As melhores empresas deixam claro que os empregados não precisam de aprovação para fazer algo pelos usuários.

2. Analise os momentos ruins e os bons. As empresas já têm o hábito de estudar por que algo deu errado e como evitar esse erro em situações futuras. Veja também o que deu certo e como é possível multiplicar os cenários em que o cliente tem a iniciativa de elogiar o atendimento.

3. Ofereça algo a mais para incrementar as vendas. O McDonald’s faz isso sempre: “Fritas para acompanhar?” A ideia é sempre dar ao cliente a possibilidade de comprar algo que ele nem lembrava de que precisava. Em uma loja de material de construção, por exemplo, o freguês que compra tinta não pode ir embora sem que o vendedor ofereça pincéis a ele. Porque, se isso não for feito, o cliente chegará em casa, perceberá que não comprou o pincel, e a memória que ele tem da loja ficará prejudicada.

4. Faça mentoring. Ajude os vendedores e estimule-os a ajudar outras pessoas. A rede de fast-food Pitta Pit faz isso – os candidatos a uma vaga nos restaurante passam pela linha de montagem de kebabs antes mesmo que sejam aprovados. Assim, podem aprender com funcionários experientes.

5. Conheça o que atrai os seus clientes. Por que as pessoas vão à sua loja, e não à do concorrente? Ofereça serviços ou produtos únicos, que o diferenciem do resto.

6. Recupere-se bem. Se o cliente tiver uma experiência ruim – ele vai ao restaurante e a carne não está no ponto que ele havia pedido, por exemplo –, não só resolva o problema. Faça isso rapidamente e reestabeleça a confiança. “O freguês saberá que sempre pode contar com você, mesmo que algo dê errado”, diz Hykon.

7. Reúna ideias. As sugestões de inovação vêm não só dos clientes, mas também dos empregados e dos parceiros. Crie oportunidades para que essas pessoas elaborem maneiras de transformar o estabelecimento em um lugar melhor para trabalhar ou de atender o usuário ainda melhor.

8. Faça a gestão da fila. As pessoas detestam esperar. Se eles agendaram um serviço, querem ser “donas” daquele tempo. Portanto, se você vai se atrasar, avise. Se há uma fila no restaurante, mande um funcionário já anotar os pedidos, para que as pessoas o recebam mais rapidamente quando se sentarem. Defina qual é a expectativa de espera e supere-a.

9. Surpreenda. Dê ao cliente algo que ele não estava esperando. Se tem uma escola de natação, dê ao aluno uma touca com o seu nome impresso. A Zappos faz isso – dá a alguns clientes um upgrade para entrega no próximo dia, mesmo que não tenham pagado por isso.

10. Conecte-se às mídias sociais. Se o cliente faz uma reclamação online, você deve ser rápido no monitoramento e na resposta. O mesmo vale para um elogio. Use as mídias sociais também para produzir conteúdo sobre a sua área de atuação. “Vire uma fonte de informação”, afirma Hykon.

Fonte: PEGN
Link: http://revistapegn.globo.com/Franquias/noticia/2014/02/10-maneiras-de-encantar-o-cliente.html

Dólar tem maior alta em 8 anos após eleição de Trump

Por Welington Máximo

Dois dias depois das eleições presidenciais norte-americanas, o mercado financeiro viveu um dia de turbulências. A moeda norte-americana teve a maior alta diária em oito anos e a bolsa de valores caiu significativamente. O dólar comercial subiu R$ 0,152 (4,73%) e encerrou esta quinta-feira (10) vendido a R$ 3,361. A moeda fechou no maior valor desde 7 de julho (R$ 3,366).

dólar
O dólar fechou no maior valor desde 7 de julhoArquivo/Agência Brasil

Desde hoje, 10/11/2016 Banco Central não faz mais leilões de swap cambial reverso, que equivalem à compra de dólares no mercado futuro e tinham como objetivo conter a queda do dólar. Há poucos instantes, o órgão anunciou que voltará a rolar (renovar) integralmente os contratos em circulação de swap cambial tradicional, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro e que servem para segurar a alta da divisa.

O dia também foi de instabilidade na bolsa de valores. Depois de iniciar o dia em alta, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, reverteu a trajetória e fechou esta quinta-feira com queda de 3,25%, aos 61.201 pontos. As ações da Petrobras, as mais negociadas, lideraram a queda, com recuo de 4,99% nos papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) e de 6,91% nos papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos).

Em contrapartida, os papéis da mineradora Vale foram na contramão e fecharam em forte alta. As ações ordinárias subiram 7,48%; e as preferenciais, 8,21%.

Além de fatores políticos internos, o mercado financeiro continua influenciado pela eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, que tem provocado turbulências globais no mercado financeiro. A Bolsa de Londres recuou 1,21%. Em Paris, a queda foi 0,28%. Nos Estados Unidos, as bolsas tiveram desempenho misto. O índice Nasdaq, que engloba as ações das empresas de tecnologia, caiu 0,81%. Em contrapartida, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou em alta de 1,2%, quarto dia seguido de alta e em nível recorde.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: Ag Brasil
link:

PRECATÓRIOS – Compre e venda com segurança

Muitas pessoas sofrem com a espera pelo recebimento dos precatório, mas sabia que podes negociá-lo (vendê-lo)?

Por que esperar o recebimento do governo  que pode se dar em prazos absurdos como 20 anos? A venda do seu precatório pode ser feita e, em média de 2 meses, podes receber o dinheiro referente ao mesmo com a sessão de direitos e com toda a segurança.

Para quem também se interessa em comprar precatórios nós temos a solução.

A negociação é feita apenas para precatórios acima de 300 MIL REAIS e preferencialmente para os precatórios de salários, pensões e desapropriações.

Contate-nos e saiba mais informações.
Horário comercial de Brasília (08:00h às 18:00h)
0055 62 99977 1677

Bolsa cai e dólar sobe no Brasil após eleição de Trump

O dólar sobe e a bolsa de valores no Brasil cai na manhã de hoje (9), após o anúncio da vitória do empresário Donald Trump na eleição para a presidência dos Estados Unidos. Trump venceu a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton.

Às 9h50 de hoje (9), o dólar estava cotado a R$ 3,2450. Às 10h, o dólar era vendido a R$ 3,2380. O Índice de Valores da Bolsa de São Paulo (Ibovespa) caia 3,24% por volta das 10h20, com 62.079,76 pontos.

Os mercados financeiros no mundo desabaram com a notícia da vitória de Donald Trump. O índice Nikkei do Japão caiu mais de 800 pontos, ou seja quase 5%.
As aplicações financeiras estão se transferindo para o ouro. O peso mexicano está em queda livre.

Edição: Kleber Sampaio
Fonte: Agencia Brasil
LinK: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-11/bolsa-cai-e-dolar-sobe-no-brasil-apos-eleicao-de-trump

Meirelles: Brasil está preparado para qualquer volatilidade após eleição nos EUA

Por Daniel Lima

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (9), em nota, que o Brasil está preparado para lidar com qualquer volatilidade dos mercados resultante das eleições presidenciais nos Estados Unidos. “Estamos acompanhando a evolução dos principais indicadores econômicos e o possível impacto na projeção de cenários e dos efeitos para o crescimento, particularmente nas projeções para 2017”, disse.

Mais cedo, o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, já tinha informado que o Brasil acompanhava as movimentações do mercado financeiro após a eleição de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos.

“Nós estamos acompanhando os mercados globais e do Brasil e, caso necessário, tomaremos as medidas adequadas”, afirmou o presidente do BC. Ele preferiu não comentar o resultado das eleições e seus possíveis desdobramentos para mercados emergentes, como o do Brasil.

O empresário Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos obtendo, nesta madrugada, 276 votos de delegados do colégio eleitoral. Ele disputou as eleições contra a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton.

Edição: Juliana Andrade
Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-11/meirelles-brasil-esta-preparado-para-qualquer-volatilidade-apos-eleicao-nos

PEC do Teto deve aumentar desigualdade social, dizem economistas

Por Ana Cristina Campos

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 55/2016) que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos à correção da inflação do ano anterior deverá aumentar a desigualdade social no país e impactar as políticas sociais, na avaliação de economistas que participaram hoje (3) de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado.

Para a professora de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Esther Dweck, a PEC está baseada em um diagnóstico equivocado sobre a situação fiscal do país e vai piorar a distribuição de renda e a possibilidade de recuperação da economia.

“A política fiscal é crucial para a distribuição de renda. A distribuição de renda não se dá pelo sistema produtivo. Ela se dá pela capacidade que os estados têm de arrecadar parte da renda que foi gerada na economia e redistribuir essa renda”, avaliou Esther, ex-secretária de Orçamento do Ministério do Planejamento no governo da ex-presidenta Dilma Rousseff.

Brasília - A professora de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Esther Dweck, durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos para discutir a PEC 55/2016, que limita os gastos públicos do govern
Brasília - A professora de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Esther Dweck, durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos para discutir a PEC 55/2016, que limita os gastos públicos do governo Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para a economista, o governo precisa intervir na desaceleração econômica e não cortar mais despesas. Ela argumenta que a crise fiscal não é resultado de um crescimento maior de despesas, mas de queda na receita por causa da diminuição da arrecadação, decorrente da crise econômica.

“A PEC não trata de arrecadação, não trata de pagamento de juros [da dívida] e não trata de retomada do crescimento. Ao contrário, ela tende a piorar a retomada do crescimento. Os únicos alvos da PEC são as despesas primárias, que, no Brasil, são justamente o principal elemento de distribuição de renda que a gente teve nos últimos tempos”, afirmou a professora da UFRJ.

Segundo a ex-secretária de Orçamento, a PEC propõe um corte sistemático das despesas em proporção do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas pelo Brasil, o que vai afetar as despesas sociais. “A ideia é que se reduzam em torno de 0,5% do PIB ao ano as despesas primárias […]. O que mais cresceu nos últimos anos foram as despesas sociais. No caso de saúde e educação, em relação aos mínimos, a gente antes tinha um percentual fixo de receitas e agora eles necessariamente vão cair.”

Conselho Federal de Economia

O presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Júlio Miragaya, reconhece a necessidade de o Brasil retomar o quanto antes o crescimento econômico. “Evidentemente, todos estão cientes das consequências sociais que a recessão econômica tem provocado nas pessoas, particularmente o elevado índice de desemprego. Mas esse crescimento não pode se dar a qualquer preço. Ele tem que preservar a inclusão social e avançar na distribuição social e espacial da renda”, disse.

Brasília - O presidente do Conselho Federal de Economia, Júlio Miragaya, discute as consequências da PEC 55/2016,que limita os gastos públicos, na Comissão de Assuntos Econômicos (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - O presidente do Conselho Federal de Economia, Júlio Miragaya, discute as consequências da PEC 55/2016, que limita os gastos públicos, na Comissão de Assuntos Econômicos Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para o Cofecon, os gastos públicos primários da União têm contribuído para diminuir as desigualdades, o que pode ser comprometido com o atual formato da PEC 55.

“O Brasil persiste como um dos países de maior desigualdade social e o principal mecanismo da concentração da renda e da riqueza é nosso modelo tributário, altamente regressivo, economicamente irracional e socialmente injusto. Nós tributamos o consumo e a produção. Economicamente, isso é irracional. Os países, no mundo inteiro, tributam a renda e a riqueza e, aí, passa a ser socialmente justo. Nós adotamos um caminho inverso”, afirmou Miragaya.

Para o economista, em vez de debater a reforma tributária, o governo traça um falso diagnóstico para a crise, identificando “uma suposta e inexistente gastança do setor público, responsabilizando despesas com saúde, educação, previdência e assistência social pelo aumento do déficit”.

“Dessa forma, omite as efetivas razões, que são os gastos com juros da dívida pública, responsáveis por 80% do déficit nominal – no último ano, porque anteriormente era mais ainda, até porque tínhamos superávit primário –, as excessivas renúncias fiscais, o baixo nível de combate à sonegação fiscal, a frustração da receita”, destacou o presidente do Cofecon.

“Para buscar o reequilíbrio das contas públicas, o governo Temer propõe um conjunto de ações cujos efeitos negativos recairão sobre a população mais vulnerável, sendo a PEC 55 uma das principais”.

Governo

O Ministério da Fazenda foi convidado para participar da audiência na CAE, mas não enviou representante.

A PEC do Teto propõe um novo regime fiscal para o país, em que o aumento dos gastos públicos, em um ano, esteja limitado pela inflação do ano anterior. O governo, autor da proposta, defende a medida como fundamental para o controle da dívida pública e a retomada de confiança na economia e nega que ela vá retirar recursos de áreas como saúde e educação.

O relator da PEC 55/2016 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), apresentou na terça-feira (1º) parecer favorável à aprovação do texto na Casa. Eunício manteve o texto original que veio da Câmara para que a proposta não tenha que voltar para a análise dos deputados. O objetivo é que a PEC entre em vigor o mais breve possível.

Eunício afirmou que a proposta não vai cortar gastos de áreas como saúde e educação. “Nem saúde nem educação perdem recursos. É balela dizer que essa PEC corta gastos. Ela não corta um centavo ao nível de hoje. Ela disciplina gastos para o futuro: começa pelo piso que gasta hoje e corrige pela inflação do ano anterior”, disse.

O texto foi aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados e encaminhado ao Senado na semana passada. Na Câmara, a PEC tramitou com o número 241 e, no Senado, ganhou o número 55.

Edição: Lílian Beraldo
Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-11/pec-deve-aumentar-desigualdade-e-impactar-politicas-sociais-dizem

5 passos para tornar tua paixão um negócio lucrativo

Por Mariana Fonseca (Revista Exame)

Você faz bolos deliciosos, tira fotografias ótimas ou sabe tocar violão como ninguém. Já ouviu muitas vezes que deveria abrir um negócio e se animou com tal perspectiva. Porém, não sabe se isso realmente daria certo.

Essa é uma situação muito comum no mundo do empreendedorismo: será que é possível criar um negócio bem sucedido a partir de um hobby ou de uma paixão?

Para todos os especialistas consultados por EXAME.com, não só é muito possível como recomendável: gostar do que faz é um grande estímulo para o sucesso no mundo empreendedor.

“A paixão é um grande combustível para o sucesso dos seus negócios. Isso pode vir, sem dúvida nenhuma, a partir de um hobby”, afirma David Pinto, diretor da escola de empreendedorismo Longitude. “Você vai naturalmente ter dias calmos e dias com desafios, nos quais será preciso buscar forças para superar. Se seu negócio já faz parte da sua essência, será um estímulo a mais para não desistir.”

Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae/SP, complementa ressaltando que o negócio nascido de um hobby geralmente não é feito apenas por necessidade – e sim pela visão de uma chance de negócio. “Este empreendedor é mais de oportunidade, porque enxerga um empreendimento a partir do que ele já gosta de fazer. Isso faz com que ele se prepare mais antes de abrir a empresa e não tome medidas desesperadas.”

Além disso, quem cria um negócio a partir de uma paixão já existente possui características úteis para o sucesso empresarial: maior criatividade, maior capacidade crítica e maior dedicação. O empreendedor já conhece o que é feito atualmente, então consegue criar em cima disso. Ele também tem autocrítica, já que ele próprio é um consumidor dos produtos do mercado em que irá atuar.

“Essa é a chance de ele trabalhar com algo que gosta e evoluir durante o tempo, tendo um negócio que até os consumidores podem perceber que é feito com muita dedicação”, explica Luciano Lugli, fundador do Grupo E-Lar, que fornece consultoria e treinamento para empreendedores e franqueados.

Ficou animado e quer criar um negócio a partir da sua paixão, mas não sabe como? Confira, a seguir, as dicas para transformar um grande interesse em um grande negócio:

1. Você quer empreender ou só continuar com sua paixão?

Antes de começar um negócio baseado na sua paixão, responda com sinceridade: há espaço para o seu empreendimento, diante da concorrência já existente, e você está disposto a batalhar pelo seu espaço? Ou você está alimentando um sonho insustentável apenas porque gosta do que faz?

“Uma coisa é gostar de cozinhar para seus amigos e família. Outra é gerir um restaurante e ter de cumprir uma série de exigências naturais ao mundo dos negócios, como fazer horas extras e comprar eficientemente sua matéria-prima”, explica Pinto.

2. Há mais espaço no mercado?

Agora, está na hora de fazer uma extensa pesquisa do setor em que você vai atuar e decidir como você irá se posicionar.

“É preciso perceber se faltam algumas atualizações de mercado por parte das empresas do setor; se outras pessoas sentem a mesma necessidade de inovação; e se há potencial maior de compra com essa atualização, pensando no momento econômico da criação do negócio. Tem gente que segue com sonhos que não possuem viabilidade, ignorando tais passos, e então está fadada ao fracasso”, completa Lugli.

3. Outras pessoas têm o mesmo hobby?

Se você já descobriu que seu futuro mercado possui espaço para que seu empreendimento se destaque, o próximo passo é fazer uma pesquisa mais assertiva com o público-alvo pretendido: será que só você pagaria pelo que está propondo ou há outras pessoas apaixonadas pelo mesmo hobby?

O primeiro passo para responder tal pergunta é não ficar restrito apenas às opiniões de amigos e familiares: afinal, as pessoas mais próximas tendem a elogiar suas paixões, mesmo que elas não sejam suficientes para abrir um negócio. “Analise se as pessoas estão avaliando bem o meu produto porque elas são próximas ou porque ele realmente vale tudo isso. Ou, melhor ainda, faça uma pesquisa além das colegas e leve para pessoas mais distantes, em um teste de mercado mesmo”, recomenda Nagamatsu.

Pinto endossa o conselho e recomenda fazer uma espécie de “venda na planta”: procurar pessoas que tenham os mesmos interesses que você – em um fórum, por exemplo – e fazer uma pesquisa de consumo. “Comece a testar sua ideia de negócio ao apresentar seu produto, conversar com quem já consome produtos relativos ao seu hobby e adquira mais informações dos seus futuros clientes.”

Com essa apuração real, você terá acesso a mais opiniões sobre sua empresa – o que pode levar a um ajuste de processos e até mesmo na ideia de negócio. “Às vezes, o empreendedor se empolga com a ideia e acaba não entendendo que é só ele que gosta daquilo. Para evitar perda de tempo e apresentar algo não vantajoso para o mercado, é importante fazer essa pesquisa”, diz Lugli.

“Não é muito legal quando você ouve um não sobre o que você ama. Mas, se você quer ser empreendedor, saiba que será preciso corrigir sua empresa todos os dias: seja na definição do público-alvo, nos processos ou na contratação de funcionários, por exemplo.”

4. Você se considera um empreendedor?

Uma falha comum de quem abre um negócio a partir de um hobby é achar que tudo permanece o mesmo, fora o maior tempo de dedicação a essa paixão. Porém, para ter sucesso em um empreendimento, é preciso ter uma mudança de comportamento e reconhecer que, agora, você se utiliza do seu talento para gerar receita.

“Além de ter um hobby que desempenha bem, você precisa tornar-se um empresário. Muitos são bons no que fazem, mas não são bons no gerenciamento do negócio”, explica Nagamatsu. “Agora, você não venderá apenas para amigos e família, mas venderá para clientes.”

Ignorar esta mudança de comportamento gera uma situação muito comum aos empreendedores iniciantes: cobrar menos do que deve, por estar desempenhando algo de que gosta muito. “Você precisa ser mais centrado e reconhecer que seu hobby virou um empreendimento. Ou seja, algo que tem um CNPJ e que gera um gasto de tempo e de dinheiro”, alerta Nagamatsu. É preciso não apenas vender, mas vender bem, com um preço adequado.

5. Você sabe equilibrar diversão e deveres?

Seguindo o mesmo raciocínio, uma outra parte do processo de reconhecer-se como empreendedor é saber que, por mais que seu empreendimento seja derivado de uma paixão, será preciso fazer tarefas mais “chatas” para que ele dê certo.

“Nem sempre você irá fazer o que gosta. Há atividades que não são prazerosas e que não trazem resultados glamorosos para quem vê de fora, mas que são essenciais para o dia a dia da empresa”, explica Lugli. “Pode acontecer de, durante muito tempo, o dono de negócio não conseguir mostrar seu diferencial ou resultado para os outros.”

Essas atividades não tão prazerosas envolvem toda a gestão do negócio: desde realizar um estudo de mercado até ter de lidar com finanças e gerenciamento de funcionários problemáticos, por exemplo. Um empreendedor de verdade sabe que sempre é preciso reconhecer suas deficiências e buscar aprimoramentos: seja no próprio conhecimento sobre seu hobby ou sobre aspectos gerenciais.

“Leia, faça cursos, mantenha-se informado. Se sua deficiência está na capacidade de vender, tente ao menos entender como funciona a área, como identificar um funcionário produtivo e quando saber que é seu produto a causa de poucas vendas. Você não precisa ter como objetivo se tornar um vendedor, necessariamente”, conclui o especialista.

Fonte: Revista Exame
Link: http://exame.abril.com.br/pme/transformar-paixao-hobby-negocio/

Brasil – Retomada da economia em 2017 trará de volta geração de emprego

Por Mariana branco

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (31) que com a confiança na economia brasileira aumentando, há indicações de retorno do crescimento em 2017. Em entrevista exclusiva ao programa A Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Meirelles disse que o crescimento econômico trará como “consequência natural e inevitável” a retomada do emprego.

“Existem diversas indicações de que teremos, de fato, a economia crescendo no próximo ano”, afirmou o ministro durante o programa, que estreou hoje um novo formato. Meirelles voltou a defender a necessidade das reformas econômicas para a retomada do crescimento. “O Brasil precisa reformar a economia para que cresça e seja capaz de gerar empregos, gerar renda para a população e baixar a inflação.”

PEC dos Gastos

O ministro também reforçou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, chamada de PEC 241 durante a tramitação na Câmara, não reduzirá investimentos na educação e saúde. A proposta limitará os gastos públicos à inflação oficial do ano anterior durante 20 anos. “O que se estabelece é um mínimo de gastos com saúde e educação, é acima do mínimo estabelecido até agora. O Executivo e o Congresso podem, inclusive, aprovar mais despesas. Portanto, é algo que preserva, sim, o investimento nessas duas áreas fundamentais para a sociedade”, disse.

Caso a PEC 55 seja aprovada pelo Senado, não haverá impacto para o orçamento da educação em 2017, primeiro ano de vigência da restrição. O gasto na área vai seguir a regra constitucional, que prevê que 18% de tudo que o governo arrecada tem que ser aplicado em educação. No caso da saúde, em 2017, a parcela do orçamento subirá dos atuais 13,7% para 15%. A partir de 2018, o crescimento dos pisos para educação e saúde passarão a ser corrigidos pela inflação do ano anterior.

Na entrevista a A Voz do Brasil, Meirelles comparou a PEC dos Gastos Públicos à redução de despesas de uma família que gasta acima da capacidade de sua renda. “Imaginem uma família que comece a gastar mais do que ganha, a tomar empréstimos em quantidades cada vez maiores. Esta proposta vai limitar o crescimento dos gastos, da mesma maneira que faz uma família que está gastando mais do que ganha.”

O ministro da Fazenda reafirmou que, com a aprovação da PEC, não será preciso aumentar impostos. “O aumento seria necessário se as despesas continuassem a crescer de forma descontrolada. No momento em que o governo corta na própria carne, como disse o presidente Michel Temer, elimina a necessidade de aumentar impostos.”

Nova A Voz do Brasil

Programa de rádio mais antigo do Brasil, A Voz do Brasil estreou hoje um novo formato, mais interativo e próximo do cidadão. Com jornalismo, prestação de serviço e diálogo com os ouvintes, o programa terá mais participação do público.

Edição: Luana Lourenço

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-10/retomada-da-economia-em-2017-trara-de-volta-geracao-de-emprego-diz

Brasil – Balança acumula superávit recorde de US$ 38,5 bi até outubro

Por Mariana Branco

A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 38,527 bilhões de janeiro a outubro deste ano. O resultado é o melhor para o período desde o início da série histórica, em 1989. Antes, o maior saldo registrado havia sido o de janeiro a outubro de 2006, positivo em US$ 38,166 bilhões.

colombia

Saldo positivo:as exportações superaram as importações em US$ 2,3 bilhões no último mês.EBC

O governo projeta superávit entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões para 2016. O resultado pode ser recorde histórico anual, caso supere o saldo positivo de US$ 46,4 bilhões verificado em 2006.

Para o mês de outubro, foi registrado superávit de US$ 2,346 bilhões, o melhor para o período desde 2011. Naquele ano, houve saldo positivo de US$ 2,362 bilhões para o mesmo mês.

Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A balança comercial tem superávit quando as exportações, vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior, superam as importações, que são as compras do país também no exterior.

Exportações e importações

O saldo positivo de outubro resultou de US$ 13,721 bilhões em exportações e US$ 11,375 bilhões em importações. O valor exportado caiu 10,2% em relação a outubro de 2015, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Na comparação com setembro, as exportações caíram 8,8%.

Em relação às compras do Brasil no exterior, houve queda de 15% na comparação com outubro de 2015. Comparado com setembro deste ano, as importações caíram 0,4% segundo a média diária.

Edição: Lidia Neves
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-11/balanca-acumula-superavit-recorde-de-us-385-bi-ate-outubro

Brasil – Governo federal ficará com R$ 38,5 bi de recursos da repatriação

Por Bruno Bochini

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (1º) que dos R$ 50,9 bilhões arrecadados com regularização de ativos do exterior, por meio da chamada Lei da Repatriação, R$ 38,5 bilhões irão para o governo federal. O restante será dividido entre estados e municípios.

Segundo Meirelles, do montante destinado ao governo federal, mais da metade será usado para o pagamento de restos a pagar do Orçamento e uma parte irá para cumprir a meta de resultado primário de 2016. O detalhamento de como serão usados os recursos será feito na próxima quinta-feira (3).

Há ainda a previsão de que os recursos da repatriação sejam usados para contrapor “uma possível frustração de arrecadação” até o fim de ano, segundo o ministro.

“Tudo isso já está nas contas e mais da metade deverá, sim, ser usada para pagamento de restos a pagar, que são muito altos e que foram deixados em uma quantidade enorme pelo governo anterior”, disse Meirelles em entrevista após palestra para empresários na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista.

Balanço

A Receita Federal arrecadou R$ 50,9 bilhões em impostos e multas com a regularização de ativos do exterior. O valor dos ativos regularizados chegou ao montante de R$ 169,940 bilhões, segundo o órgão. O prazo para pessoas físicas e empresas com recursos no exterior quitarem as pendências com o Fisco com desconto na multa terminou ontem (31). O total de pessoas físicas que fizeram a declaração foi de 25.011 e de pessoas jurídicas, 103.

“Isso mostra o acerto da iniciativa, em primeiro lugar. E mostra outra coisa, da maior importância, na medida em que brasileiros que estão com recursos no exterior há muitos anos, irregularmente, estão dispostos a regularizar o capital, pagar os tributos, pagar multa, e trazer o recurso para o país, para investir aqui ou manter regularizado de maneira que ele possa a qualquer momento para país, isso é muito importante porque mostra uma confiança no Brasil, nas instituições brasileiras, confiança com a economia brasileira”, destacou Meirelles.

De acordo com o ministro da Fazenda, a economia do país deverá reagir positivamente à medida, mas não imediatamente. “No devido tempo, sim. Não há, evidentemente, um influxo súbito de capitais. Isso está vinculado às oportunidades de investimento, à melhora gradual da economia, ao crescimento do país, mas recursos que estavam lá fora agora estão disponíveis para serem investidos no país”, disse.

Segundo round

Meirelles disse apoiar um “segundo round” da lei da repatriação, ou seja, uma nova oportunidade para que pessoas físicas e jurídicas legalizem recursos depositados no exterior. “Do ponto de vista do Ministério da Fazenda, quanto mais arrecadar, melhor”, disse.

“Não temos nada contra fazermos um novo projeto. Evidentemente, tem que levar em conta que seja consistente como o primeiro. Acho que, na medida em que o primeiro foi um sucesso, isso de fato pode encorajar algumas pessoas que estavam com medo a, inclusive, regularizar o seu capital porque viram que o primeiro foi um sucesso, que está funcionando, teve um volume expressivo”, disse.

Meirelles ressalvou que a decisão para que um novo programa de repatriação ocorra deverá ser tomada pelo Congresso Nacional. “É absolutamente possível que o Congresso decida. Ele é soberano para isso e o Congresso pode decidir discutir e até aprovar um novo projeto”, disse.

Mais cedo, o presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou que vai apresentar um projeto de lei para reabrir o prazo para a repatriação em 2017.

Edição: Luana Lourenço

Fonte: Agencia brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-11/governo-federal-ficara-com-r-385-bi-de-recursos-da-repatriacao-diz

Prazo para regularizar recursos no exterior não será alterado, diz Receita

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

A equipe econômica não cogita a alteração do prazo para a regularização de recursos no exterior, disse há pouco o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. Ele disse ser impossível para o governo editar uma medida provisória com o adiamento da data limite, que acaba em 31 de outubro, porque provocaria insegurança jurídica.

Segundo o secretário, uma medida provisória não pode ser editada porque a regularização de ativos, também conhecida como repatriação, envolve questões penais, como a anistia do crime de evasão de divisas. Ele disse que o governo estuda medidas para aliviar a situação de contribuintes com dificuldades em regularizar a situação fiscal, mas descartou a possibilidade de que o prazo de adesão ao programa seja adiado.

Por causa da dificuldade em autenticar as informações prestadas pelos contribuintes em relação ao patrimônio no exterior, muitos bancos brasileiros deixaram de aceitar pedidos de regularização de ativos. Como a autenticação dos dados leva cerca de duas semanas e as instituições financeiras podem ser responsabilizadas caso o contribuinte forneça informações erradas, os principais bancos do país deixaram de receber adesões ao programa de repatriação desde o último dia 14.

Para contornar esses problemas, Rachid citou a instrução normativa editada ontem (20) que ampliou, até 31 de dezembro, o prazo para que as instituições financeiras estrangeiras forneçam informações sobre ativos de brasileiros no exterior. A instrução normativa também adiou para o fim do ano o prazo para o contribuinte retificar a declaração do Imposto de Renda. O prazo de adesão, no entanto, foi mantido para o fim deste mês. “O programa [de repatriação] está em vigor há mais de 200 dias. Durante todo esse tempo, temos falado para o contribuinte não deixar para aderir na última hora”, disse o secretário.

Brasília - O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, durante audiência pública na Comissão Especial de Combate à Corrupção para debater medidas contra a corrupção (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Brasília – O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, disse que o programa recebeu mais de 9 mil declarações de pessoas físicasMarcelo Camargo/Agência Brasil

Por meio da regularização de ativos no exterior, contribuintes com recursos em outros países terão até 31 de outubro para declararem os bens à Receita Federal pagando 15% de Imposto de Renda e 15% de multa em troca da anistia de crime de evasão de divisas. O dinheiro pode ser mantido no exterior, desde que conste da declaração do Imposto de Renda e passe a ser tributado todos os anos.

Segundo os números mais recentes divulgados pelo governo, até anteontem (18), a repatriação rendeu R$ 18,6 bilhões ao governo. De acordo com a Receita Federal, o programa tinha recebido 9.195 declarações de pessoas físicas e 34 de pessoas jurídicas, totalizando R$ 61,3 bilhões em recursos regularizados, sobre os quais incidiram multa e Imposto de Renda.

Acordo com Argentina

Rachid deu as declarações em solenidade com o chefe da Administração Federal de Ingressos Públicos da Argentina, Alberto Abad. Até o fim do ano, os dois órgãos assinarão um memorando de entendimento para estabelecer a troca automática de informações financeiras e patrimoniais de contribuintes dos dois países.

De acordo com Rachid, a Receita Federal detectou 1.106 argentinos que fizeram alguma operação imobiliária no Brasil em 2015 e 11 mil com movimentações financeiras no país no mesmo ano. Desse total, 142 serão investigados por alienações (venda e compra de imóveis) superiores a R$ 500 mil, que envolvem R$ 458 milhões, e 134 argentinos serão monitorados por operações financeiras de mais de R$ 500 mil, que somam R$ 154 milhões em crédito e R$ 136 milhões em débito (despesas).

De acordo com Abad, existem cerca de 75 mil brasileiros residentes na Argentina, dos quais apenas 10% declaram Imposto de Renda no país vizinho. Eles possuem 1.047 imóveis, 10,9 mil carros e 11,7 mil contas bancárias em território argentino. A partir de 2017, os dois países trocarão informações para selecionarem os contribuintes com maior suspeita de irregularidade.

Tanto o Brasil como a Argentina assinaram o acordo com os países do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a troca automática de informações tributárias para prevenir a evasão fiscal no planeta. O acordo entrará em vigor em 2017 na Argentina e em 2018 no Brasil. A assinatura do memorando de entendimento, explicou Rachid, antecipa o intercâmbio de dados para o início do próximo ano.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: Agencia brasil

Sessões de coaching executivo, profissional e pessoal com qualidade e preços incríveis

Caríssimos empreendedores,

O PORTAL BEATRIZ IOLANDA em parceria com outras empresas do GRUPO PEIXOTO DE FREITAS (Beatriz Iolanda Executive Consulting  e o Instituto de Ciência e tecnologia Empresarial – INSCTE) disponibilizou preços incríveis para novos clientes com fechamento de pacote de no mínimo 12 sessões.

Conheça os nossos pacotes com variações de acordo com tuas necessidades: PNL, empreendedorismo, autoconfiança, autoestima e outra infinidades de alternativas para que a sessão seja adaptável à tua necessidade e tua capacidade de investimento.

As sessões são feitas em Goiânia. a não ser que o pacote de serviços fechado pelo cliente seja o que possua atendimento externo.

Conheça nossas propostas e alcance o objetivos que almejas.
Maiores informações pelo fone:
+00 55 62 99977 1677

Meirelles diz que teto de gastos preservará saúde e educação

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita o crescimento dos gastos públicos preservará a saúde e a educação, sem retirar direitos dessas áreas, disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Em pronunciamento que irá em cadeia nacional de rádio e televisão às 20h, o ministro defendeu a criação do teto de gastos como medida essencial para a recuperação da economia.

“O governo [do presidente Michel] Temer enviou uma proposta para mudar a Constituição e equilibrar o orçamento nos próximos anos. É necessário um prazo para ajustar as contas de forma gradual, sem retirar direitos, sem cortar o dinheiro dos projetos mais importantes, aqueles essenciais. Saúde e educação, por exemplo, serão preservados. Estamos criando mecanismos para garantir que essas áreas prioritárias não terão perdas”, destacou o ministro.

De acordo com Meirelles, o controle dos gastos permitirá ao país recuperar a credibilidade. “A confiança de consumidores, investidores e empresários já está retornando. Já notamos os primeiros sinais dessa mudança. Confiamos que o Congresso aprovará essa medida que vai equilibrar as contas públicas. Este é o caminho para a volta do crescimento de nossa economia e para a criação dos empregos de que o nosso povo precisa.”

O ministro pediu empenho do Congresso na votação da proposta, cujo texto-base foi aprovado mais cedo pela comissão especial da Câmara dos Deputados que discute a proposta. “Confiamos que o Congresso aprovará essa medida que vai equilibrar as contas públicas. Este é o caminho para a volta do crescimento de nossa economia e para a criação de empregos que o nosso povo precisa.”

Segundo Meirelles, o momento atual da economia exige, de toda a sociedade, dedicação e esforço para que o Brasil volte a crescer. Ele ressaltou que a recessão pune as camadas mais pobres e que somente o reequilíbrio das contas públicas possibilitará a recuperação do país. “Não aceitamos mais inflação e desemprego, porque os mais pobres é que pagam essa conta. Com a aprovação da proposta que equilibra as contas públicas, vamos superar esse momento e recolocar o Brasil no caminho da justiça social com desenvolvimento de verdade.”

O ministro da Fazenda atribuiu o déficit primário recorde nas contas públicas ao governo anterior, que expandiu os gastos sem se preocupar com a arrecadação. O déficit primário é o resultado negativo das contas públicas desconsiderando o pagamento dos juros da dívida do governo.

“Só neste ano o nosso déficit será de R$ 170 bilhões. Ou seja, esse é o tamanho do prejuízo que tivemos que assumir. E isso já vinha ocorrendo em anos anteriores. O governo vinha se endividando e pagando juros muito altos para poder financiar essa conta. A inflação saiu do controle e está acima dos limites aceitáveis. O clima de insegurança tomou conta da economia”, disse o ministro.

Meirelles comparou ainda a situação das contas públicas ao orçamento doméstico. “Na sua casa, todos sabem que não podem se endividar para gastar mais do que ganham, continuamente. Com o governo acontece a mesma coisa. Temos que sair da crise e reverter esse quadro de recessão e de desemprego. É por isso que defendemos o equilíbrio das contas do país”, ressaltou.

Apesar de exibido hoje (6), o pronunciamento foi gravado na terça-feira (4), por causa da viagem do ministro aos Estados Unidos. De hoje até domingo (9), Meirelles participa da reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial em Washington. Segunda-feira (10), ele chega a Nova York, onde ficará até quarta-feira (12) e terá reuniões com empresários e investidores.

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-10/em-pronunciamento-meirelles-diz-que-teto-de-gastos-preservara-saude-e

Ministro da Fazenda prevê queda do desemprego para 2017

Por Bruno Bochinni

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (30), após participar de evento com empresários na capital paulista, que a taxa de desemprego deverá começar a perder força a partir de 2017. Segundo ele, a situação da economia ainda é grave, mas a queda nos indicadores está começando a estabilizar.

Brasília - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, recebe o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Jacob Lew (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que a situação da economia ainda é grave. (Créditos Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

“A expectativa é que [o desemprego] comece a cair no ano que vem”, disse. “Esperamos que, com o crescimento da economia, a retomada do emprego acontecerá inevitavelmente. Não imediatamente, acreditamos que durante o ano de 2017, certamente. Não há dúvida que com o crescimento acentuado e continuado da economia nos próximos anos, aí de fato, o desemprego vai tender a cair de uma forma consistente”.

O ministro da Fazenda disse, no entanto, que é prematuro falar em recuperação econômica, e que o país ainda vive uma recessão. “Ainda é prematuro dizer que já começou a recuperação [econômica]”, disse. “É muito séria ainda a situação. A economia continua em recessão, mas a queda começa a se estabilizar e muitos setores começam a dar indicadores de que podem já estar no início do processo de recuperação, que deve se confirmar e consolidar no próximo ano”.

Meirelles voltou a defender a proposta de emenda à Constituição (PEC), em tramitação no Congresso Nacional, que estabelece um teto para os gastos públicos. De acordo com ministro, mesmo antes de ser aprovada, a medida já está gerando um clima positivo na economia. “O fato de que já está em andamento no Congresso já faz com que a expectativa já melhore, que a economia já comece a dar sinal de recuperação”, disse.

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-09/ministro-da-fazenda-preve-queda-do-desemprego-para-2017

BNDES prioriza energia solar e deixa de financiar térmicas a carvão e a óleo

Por Alana Gandra

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) decidiu ampliar o apoio a projetos de energia solar de até 70% para até 80% dos itens financiáveis em Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), usada pela instituição em suas operações e atualmente em 7,5% ao ano. O banco também extinguiu o financiamento a usinas térmicas a carvão e a óleo.

As novas condições de financiamento para o setor de energia elétrica foram divulgadas hoje (3), pela instituição, no Rio de Janeiro, e já valem para os próximos leilões de energia, programados para outubro e dezembro próximos. O banco não concederá mais empréstimos-ponte para empreendedores do setor elétrico. Há exigência de participação mínima de 20% de recursos próprios do investidor nos projetos, com possibilidade de emissão de debêntures (título de crédito representativo de empréstimo que uma companhia faz junto a terceiros), das quais o BNDES se compromete a adquirir até 50%, visando reduzir o risco, principalmente na fase de construção do empreendimento.

A diretora de Infraestrutura e Sustentabilidade do BNDES, Marilene Ramos, informou que as decisões foram tomadas em consenso com o Ministério de Minas e Energia e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O objetivo é privilegiar, dentro dos recursos de TJLP, projetos de fontes de energia alternativas que mostram maior retorno social e ambiental. Haverá ainda espaço para financiamentos a taxa de mercado, buscando maior participação do setor privado na emissão de debêntures, segundo Marilene.

A diretora disse que a priorização para energia solar está ligada ao fato que essa é uma tecnologia em fase de desenvolvimento no Brasil e é preciso consolidar o segmento no setor de energia brasileiro. O banco manteve em até 80% sua participação em projetos de eficiência energética, definindo o mesmo nível de financiamento para projetos de iluminação pública eficiente.

“É um setor que, nós acreditamos, vai crescer muito, porque são projetos de grande viabilidade, têm condições de, financiados dessa forma, se pagarem em prazos relativamente curtos, e representam, para as cidades e prefeituras, uma enorme economia. Além disso, têm um impacto social muito grande, na medida em que as cidades mais iluminadas são mais seguras, permitem opções de lazer noturno e, além disso, propiciam a instalação aqui de uma cadeia de produção de todos os equipamentos”. Na questão específica das luminárias a ‘led’, Marilene Ramos destacou que é um mercado que gera empregos de alto nível e qualidade.

Energias alternativas

O BNDES decidiu manter em até 70% em TJLP sua participação nos itens financiáveis nas demais fontes alternativas, entre as quais eólica, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e cogeração renovável. O intuito é dar incentivos à participação dessas fontes na matriz energética nacional. Para energia eólica, em especial, o prazo de financiamento é de 16 anos, “tendo em vista a vida útil do equipamento”, observou a superintendente da Área de Energia, Carla Primavera. Para as demais energias alternativas, o prazo de financiamento é de 20 anos.

A diretora de Infraestrutura disse que as novas condições de financiamento à energia elétrica estão alinhadas com o compromisso assumido pelo governo brasileiro no Acordo de Paris, em dezembro do ano passado, para aumentar a participação das energias alternativa na matriz. Daí a decisão do banco de não financiar mais usinas termelétricas a carvão e a óleo, responsáveis pela maior emissão de gases poluentes na atmosfera.

Dentro da meta de ampliar a participação privada nos setores de geração de energia de grandes usinas hidrelétricas, linhas de transmissão e distribuição, o BNDES promoveu alterações, prevendo participação maior do mercado privado. No caso das hidrelétricas, por exemplo, o banco reduziu a parcela em TJLP dos itens financiáveis de 70% para 50%. Marilene Ramos lembrou, porém, que assim como todos os demais setores, a participação do BNDES poderá se elevar até 80% do valor total dos itens financiáveis, incluindo a emissão de debêntures a serem emitidas pelo empreendedor.

No caso do setor de distribuição de energia, o banco manteve o financiamento em 50% dos itens financiáveis, sendo que a metade disso será com recursos em TJLP e a outra metade em taxas de mercado. No setor de transmissão, ocorreu alteração maior, onde a participação do banco chega a até 80% dos itens financiáveis, mas integralmente a custos de mercado. Nessa área, o banco alongou o prazo de financiamento para 20 anos, prevendo a possibilidade de emissão de debêntures.

Marilene Ramos informou que a decisão de deixar as linhas de transmissão sem crédito mais barato ou subsidiado, representado pela TJLP, objetiva evitar distorções em relação à geração. “Porque uma linha de transmissão muito longa, financiada a TJLP, acaba mascarando a maior ou menor viabilidade de um projeto de geração que está localizado em regiões mais distantes, em detrimento de outro que poderia ser mais viável. A ideia é que dentro do financiamento de linhas de transmissão, essa condição é totalmente internalizada na modelagem, antes do leilão e, com isso, você vai ter uma visão mais realista do que efetivamente custa transmitir energia no país, e não diluir parte desses custos para o conjunto geral dos consumidores”. A meta é definir seus custos reais, completou.

Térmicas a carvão

A diretora Marilene Ramos afirmou que a decisão do BNDES de não financiar mais térmicas a carvão e a óleo, com o objetivo de promover a participação na matriz de fontes de energia limpas, não impede que haja projetos com carvão no país desde que sejam financiados pelo mercado em geral. A superintendente de Energia, Carla Primavera, acrescentou que os projetos relativos a leilões passados respeitam as condições divulgadas pelo BNDES antes de sua realização. “Eventualmente, se existir algum projeto dentro da casa para aprovação, que foi objeto de um leilão passado, as condições passadas são respeitadas”.

Empréstimo-ponte

O banco não concederá mais empréstimos-ponte para empreendimentos do setor elétrico. “Mas estamos trabalhando para dar agilidade ao processo de financiamento internamente para que o empreendedor possa contar rapidamente com financiamento de longo prazo, evitando situações em que, às vezes, o projeto já está muito avançado quando, enfim, se consegue aprovar financiamento de longo prazo. Nós queremos tirar o empréstimo-ponte e colocar nesse lugar agilidade. Esse é o nosso objetivo”, ressaltou Marilene Ramos. Não há impedimentos para que o investidor faça também empréstimos pelo mercado, segundo a diretora.

Fonte: Agência Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-10/bndes-prioriza-energia-solar-e-deixa-de-financiar-termicas-carvao-e-oleo

Dólar cai e fecha no menor valor desde agosto após eleições municipais

Por Welton Máximo

No dia seguinte às eleições municipais, o dólar fechou no menor valor desde agosto e a bolsa de valores teve a maior alta diária em um mês. O dólar comercial fechou esta segunda-feira (3) vendido a R$ 3,206, com recuo de R$ 0,046 (-1,41%). A cotação encerrou no menor valor desde 22 de agosto (R$ 3,202).

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou com 59.461 pontos, com alta de 1,87%. Essa foi a maior alta diária desde 2 de setembro, quando o indicador tinha subido 2,37%. Em 2016, o dólar acumula queda de 18,8%; e a bolsa, alta de 37,2%.

A reação do mercado financeiro ocorreu no dia seguinte ao primeiro turno das eleições municipais, que resultou no crescimento de prefeituras administradas pelo PMDB e pelo PSDB e em queda no número de municípios comandados pelo PT.

Fonte: Agencia Brasil
Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-10/dolar-cai-e-fecha-no-menor-valor-desde-agosto-apos-eleicoes-municipais

BEATRIZ IOLANDA BUSINESS COFFEE – Sucesso!

O BEATRIZ IOLANDA BUSINESS COFFE realizado no último dia 24 de setembro de 2016 na cidade de Inhumas (Goiás) contou com a presença brilhante do público empreendedor da região.

14463114_1173777956030169_3659251838947517972_n

Também compareceram algumas autoridades e alguns candidatos a cargos públicos na última eleição com a intenção de conhecer melhor os direcionamentos econômicos e as novas estratégias de mercado com o intuito de aplicá-las em sua presente e/ou futura gestão.

14469587_1173830109358287_2337107665929636889_n
Paula Pacheco, Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas e Pacheco Jr. (candidato a prefeito Inhumas)
Prefeitável Pacheco jr e Esposa.
Saulo Couto, Deputada Flávia Morais, Prefeito Dioji Ikeda e Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas.

Grande parte do público foi interessada principalmente nas técnicas apresentadas para redução de custos e aumento de vendas explanadas pelos renomados palestrantes.

Dr José Everson Nogueira Reis (Advogado e Diretor do TRT - ribunal Regional do Trabalho).
Dr José Everson Nogueira Reis (Advogado e Diretor do TRT – Tribunal Regional do Trabalho).
Dr Ttales Garbin (Cientista da Computação Tecnologia).
Dr Ttales Garbin (Cientista da Computação Tecnologia).
Dr Luciano Camargo (Contador e sócio na Contágil Assessoria Contábil).
Dr Luciano Camargo (Contador e sócio na Contágil Assessoria Contábil).
Dra Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas (Economista e Presidente do Grupo Peixoto de Freitas).
Dra Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas (Economista e Presidente do Grupo Peixoto de Freitas).

Em breve faremos outro evento empresarial pois nosso trabalho não para! Informamos também que o meu novo e-book estará disponível brevemente e contará com um lançamento inesquecível.

Faça parte do nosso grupo seleto e SEJA UM DE NÓS!

Acesse o PORTAL BEATRIZ IOLANDA: o portal de negócios mais acessado do estado de Goiás.

Respeitosamente,

Economista Beatriz Iolanda Peixoto de Freitas
Presidente do Grupo Peixoto de Freitas

Scan ME
Scan ME © Scan ME powered by Patrick